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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ligação de problemas do sono REM com a neurodegeneração: dopamina?

June 12, 2014 - ST. LOUIS - Pacientes com distúrbios idiopáticos de comportamento do sono REM e disfunções do transportador da dopamina que podem ser vistos em imagens do cérebro podem estar em risco elevado de doença neurodegenerativa, de acordo com uma nova pesquisa.

"Nosso estudo mostrou uma tendência de diminuição da densidade do transportador de dopamina no cérebro e parkinsonismo nos dados de acompanhamento de pacientes com distúrbio do sono REM, que não tinham nenhuma evidência prévia de doença neurodegenerativa", disse Choi Hongyoon, médico, doutorando e pesquisador do Departamento de Medicina Molecular e Ciências Biofarmacêutica não Hospital da Seoul National University em Bundang Sungnam, Coréia.

Dr. Choi apresentou os resultados do estudo na Reunião Anual da Society of Nuclear Medicine and Molecular Imaging 2014.

Durante o estudo de acompanhamento por 8 anos, o Dr. Choi e seus colegas avaliaram o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas em pacientes com RBD (sleep behavior disorders (RBD) no início do estudo. RBD é um fator de risco bem estabelecido para doenças neurodegenerativas.

Eles avaliaram 21 pacientes consecutivos (idade, 65 anos), com distúrbio do sono REM idiopático, confirmados com vídeo de polissonografia, cuja queixa principal era o comportamento de sonhos vívidos.

No início do estudo, nenhum dos pacientes tinha quaisquer sintomas parkinsonianos ou disfunção cognitiva.

Três horas depois de receber uma injeção do radiofármaco 123I-FP-CIT, os pacientes foram submetidos a tomografia por emissão de fóton único (SPECT) de varredura para avaliar a função da linha de base do transportador de dopamina.

A captação nigrostriatal reduzida foi vista na imagem em 10 dos 21 pacientes com indicação de disfunção no transportador de dopamina. Esta é uma descoberta "que não tinha sido previamente relatada", disse Choi.

Nos 8 anos de follow-up, 7 dos 10 pacientes haviam desenvolvido a doença neurodegenerativa; houve 4 casos de doença de Parkinson (com ou sem comprometimento cognitivo), 1 caso de atrofia de múltiplos sistemas, e 2 casos de demência com corpos de Lewy. Além disso, um dos 10 pacientes desenvolveram parkinsonismo leve; os outros 2 morreram de causas não relacionadas.

Scans da linha de base indicaram o transporte de dopamina normal em 11 dos 21 pacientes. Scans obtidos nos 8 anos de acompanhamento indicaram que três destes pacientes tinham reduzido a captação nigrostriatal e que apenas 1 dos 11 haviam desenvolvido uma doença neurodegenerativa.

“No futuro, a imagem do transportador de dopamina poderá prever o desenvolvimento do mal de Parkinson e outras doenças neurodegenerativas em pacientes que tenham fatores de risco conhecidos, incluindo distúrbio de comportamento do sono REM idiopático”, disse Choi.

A ligação entre RBD e os synucleinopatias tem sido bem estabelecida, disse Bradley Boeve, MD, do Centro de Medicina do Sono na Clínica Mayo, em Rochester, Minnesota. No entanto, os resultados apoiam estender outro trabalho que sugeriu que “as pessoas com idiopatia RBD costumam ter uma etiologia neurodegenerativa subjacente, que é mais frequentemente um synucleinopatias”, disse à Medscape Medical News. Além disso, “aqueles com RBD idiopático tem mais reduzida a captação nigrostriatal em 123I-FP-CIT SPECT e têm um risco aumentado para o desenvolvimento de características da doença de Parkinson, demência com corpos de Lewy, ou atrofia de múltiplos sistemas nos próximos 5 a 15 anos.”

O desafio consiste em prever o futuro para aqueles com idiopática RBD, disse o Dr. Boeve. "Quando o futuro comprometimento cognitivo, parkinsonismo, e disfunção autonômica se desenvolverem, e a síndrome neurodegenerativa predominará?"

Estes resultados ressaltam a necessidade de avaliações abrangentes longitudinais de pacientes com RBD, em que os biomarcadores, como a 123I-FP-CIT SPECT serão as principais medidas, explicou.

“O objetivo principal para esta linha de trabalho é a implementação de estratégias modificadoras da doença para retardar significativamente o aparecimento e prevenir os prejuízos cognitivos, o parkinsonismo, e disfunção autonômica em pacientes com RBD idiopático”, disse ele.

Dr. Choi e Dr. Boeve não declararam relações financeiras relevantes.

Sociedade de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SNMMI) 2014 Reunião Anual: Resumo 302, apresentado 10 de junho de 2014. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Medscape.

sábado, 7 de junho de 2014

Estudo: canabidiol pode melhorar sono no Parkinson

Um ingrediente da maconha pode ajudar quem sofre de doença de Parkinson a superar os problemas do sono, um novo estudo descobriu.

6 JUN, 2014 - Em uma pequena série de casos de 6 semanas, os investigadores da Universidade de São Paulo, no Brasil administraram o canabidiol (CBD) a quatro pacientes com a doença de Parkinson, que também apresentavam sintomas de distúrbio de comportamento do sono REM.

Publicado no mês passado no Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics, todos os quatro pacientes tiveram uma redução significativa nos sintomas após o tratamento.

O distúrbio comportamental do sono REM, ou RBD, é um distúrbio do sono que leva as pessoas a agir para fora seus sonhos. Os sintomas comuns incluem falar, gritar, e praticar movimentos complexos durante o sono. A doença ocorre com freqüência em pacientes com mal de Parkinson, mas é um desafio para o tratamento.

"Os quatro pacientes tratados com CBD tiveram redução rápida e substancial na frequência de eventos relacionados com o RBD, sem efeitos colaterais", escreveram os autores.

"Em relação aos sintomas após a descontinuação da droga, os movimentos complexos RBD voltaram com a mesma frequência e intensidade da linha de base após o tratamento ter sido interrompido."

Três dos pacientes receberam 75 mg de canabidiol por dia e um recebeu 300 mg por dia. Por enquanto pouco se sabe sobre mecanismo de ação da CBD em distúrbios do sono, mas os pesquisadores acreditam que os efeitos observados no estudo podem ser devidos à sua atividade anticolinérgica.

"Vários estudos têm demonstrado que a CBD tem um amplo espectro de ação que inclui propriedades hipnóticas, antipsicóticos, ansiolíticos e neuroprotetores", acrescentam.

Devido às limitações do estudo, os autores concluem que é necessária mais investigação "para confirmar, possivelmente, os efeitos benéficos da CBD", como um tratamento para o distúrbio de comportamento do sono REM em pacientes com doença de Parkinson.

Outro estudo do grupo, publicado em 2009, descobriu que a CBD também pode melhorar sintomas de psicose em doentes de Parkinson. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Leaf Science.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pesadelos podem indicar Parkinson e outras doenças; entenda

Problemas médicos causam perturbações no sono, o que significa que é mais provável acordar durante a fase REM e lembrar-se que teve um pesadelo

01 de abril de 2014 • Pesadelos atrapalham o sono, mas não são algo que normalmente se menciona ao médico, certo? Pois deveria. Cientistas acreditam que sonhos ruins recorrentes podem fornecer pistas sobre a saúde, às vezes anos antes mesmo de sintomas da doença aparecerem. Os dados são do jornal Daily Mail.

No mês passado, cientistas descobriram que pesadelos regulares na infância pode ser um sinal de alerta precoce de transtornos psicóticos anos depois. O estudo, publicado na revista Sleep, acompanhou 6,8 mil pequenos e descobriu que aqueles com sonhos ruins frequentes (duas a três vezes por semana), entre 2 e 7 anos, eram três vezes e meia mais propensos a ter uma experiência psicótica, como alucinações ou ouvir vozes, na adolescência.

Fora isso, pesquisadores disseram que pesadelos frequentes podem indicar que as crianças enfrentam na vida real trauma emocional, como abuso ou bullying. Jogos de videogame ou computador violentos perto da hora de deitar também podem levar ao incômodo.

As pessoas sonham durante o estágio conhecido como movimento rápido dos olhos (REM), que ocorre, em média, quatro a cinco vezes por noite. E muitos problemas médicos causam perturbações no sono, o que significa que é mais provável acordar durante a fase REM e lembrar-se que teve um pesadelo, segundo Nicholas Oscroft, pesquisador do sono e cardiologista no Hospital Papworth, em Cambridge, Inglaterra.

Apneia do sono (...)

Doença cardíaca (...)

Infecção(...)
Para ampliar clique em cima.
Parkinson
Pesadelos violentos frequentes podem ser um indicador precoce da doença de Parkinson, anterior ao aparecimento dos sintomas por até uma década, segundo o neurologista Robert Brenner, do Hospital Spire Bushey, na Inglaterra. Parkinson é uma doença neurológica que causa tremores musculares, rigidez e fraqueza. “O conteúdo dos sonhos de alguns pacientes é quase sempre o mesmo. Eles estão sendo perseguidos ou atacados e muitas vezes agem fora dos pesadelos, reagindo com socos e pontapés, e tendem a se machucar ou machucar seus parceiros”, disse o médico.

Isso ocorre porque 15% dos pacientes que desenvolvem Parkinson têm distúrbio comportamental do sono REM, o que significa que não estão paralisados ​​durante essa fase do sono, e podem mover-se durante os pesadelos.

Um estudo, publicado na revista Neurology em 1996, descobriu que 38% dos pacientes com pesadelos frequentes de distúrbio comportamental do sono REM desenvolveram Parkinson, em média, 12,7 anos depois que começaram a experimentá-los.

Menopausa (...)

Problemas respiratórios (segue...) Fonte: Terra, com fotos e links.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Dormir bem melhora a memória e o desempenho do cérebro; veja dicas

Em média, adultos sem problemas de sono dormem 7 horas por noite.
No Bem Estar desta quarta (18), médicas explicaram como dormir melhor.

18/12/2013 - Você já acordou e colocou o despertador para tocar a cada 5 ou 10 minutos depois, achando que ficaria mais disposto e descansado? No Bem Estar desta quarta-feira (18), a neurologista Andrea Bacelar explicou que esses minutinhos a mais pela manhã podem não ser eficientes para melhorar o descanso e a disposição - o ideal é, se for o caso, adiar o despertador apenas uma vez para um período maior de tempo, como 20 ou 30 minutos, e logo após acordar de uma vez.

Para uma noite de sono ser considerada boa, no entanto, é preciso quantidade e qualidade – em média, os adultos que não têm problemas de sono dormem cerca de 7 horas ou 7 horas e meia por noite, mas alguns podem precisar de mais tempo do que outros. Uma dica da neurologista é planejar o sono, ou seja, ter horários regulares para dormir e acordar, inclusive aos finais de semana. (...)

Parkinson e Alzheimer
Parkinson e Alzheimer são doenças crônicas, irreversíveis, de aparecimento lento e progressivo, que afetam o sistema nervoso central em pessoas, em média, com mais de 60 anos. Elas causam uma perda progressiva de neurônios específicos, o que compromete a produção e a função de certos neurotransmissores.

As duas doenças alteram o sono e podem ser alteradas também pela falta de sono – é uma via dupla, como explicou a neurologista Andrea Bacelar. Por isso, é importante melhorar a qualidade do sono dos pacientes para reduzir as doses dos medicamentos usados nos tratamentos.

No caso do Alzheimer, a primeira e principal queixa é o esquecimento gradual, principalmente para fatos recentes, e também a mudança de comportamento. Muitas vezes, alterações do humor também já podem indicar o início da doença. Com o tempo, esse esquecimento passa a ser global e outras funções mentais também se comprometem, como a fala, escrita, habilidade para cálculos e orientação - até que o paciente não consiga mais realizar funções simples do cotidiano. A personalidade também se modifica, podendo haver agressividade, apatia, confusão mental, depressão e alucinações.

Já no Parkinson, o primeiro marcador da doença é um distúrbio chamado Transtorno Comportamental do Sono Rem, quando o paciente grita, bate e cai da cama, reagindo a um sonho. De acordo com as médicas, 50% de quem têm Mal de Parkinson tem apneia do sono e mais de 50% têm insônia. Leia a íntegra na Fonte: Globo G1, com diagramas e vídeo.

terça-feira, 19 de março de 2013

Conheça prós e contras das plantas que combatem insônia

19/03/2013 - Quando passa por períodos de insônia, a dona de casa Simone Vereda, 42, recorre ao chá de folhas de maracujá ou à tintura de farmácia à base de maracujá que lhe foi receitada por um fitoterapeuta: "Faço chá bem forte ou diluo uma tampa da tintura em meio copo de água e tomo meia hora antes de ir para a cama. Funciona bem".

Já Paulo Vereda, 46, marido de Simone, diz não ter a mesma sorte. "Se não consigo dormir, as plantas medicinais não funcionam. Já tomei várias tampinhas de tintura de maracujá diluídas em água e nada de fazer efeito."

E é isso o que acontece: para certas pessoas as plantas medicinais funcionam, para outras, não.

DIAGNÓSTICO
Mas é possível tratar insônia com esses remédios? Médicos acham que não.

"A pessoa pode fazer uso de plantas medicinais por um período curto, mas para tratar a insônia é necessário fazer um diagnóstico, pois pode ser sintoma de doença, como depressão, ou resultar de mau condicionamento", diz Rosa Hasan, neurologista do Grupo de Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

"O problema das plantas medicinais é a falta de estudos confiáveis. Esses estudos passam por várias fases e abrangem amostras amplas, o que os torna muito caros", afirma a médica.

"Dessas plantas todas [usadas para combater a insônia], só tomei conhecimento de estudos comprovando algum efeito na valeriana", diz Hasan. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

domingo, 25 de novembro de 2012

No conforto da cama

24 de Novembro, 2012 - Os portugueses estão a dormir menos. Prolongam o trabalho e o divertimento até horas tardias. Com consequências: aumenta o risco de sofrerem um AVC. «Não é possível cortar com as horas de sono sem pagar por isso», avisa o neurologista Victor Oliveira.

Se as razões para se dormir mais e melhor já eram suficientes, um estudo norte-americano veio reforçar a necessidade de respeitar um sono de pelo menos seis a oito horas. «Está provado cientificamente que as pessoas com perturbações do sono têm um risco muito superior – até quatro vezes – de virem a sofrer um acidente vascular cerebral», diz ao SOL Victor Oliveira, neurologista.

O alerta lançado pela National Sleep Foundation, nos Estados Unidos, soou especialmente em Portugal, onde o AVC leva 25 mil pessoas por ano ao internamento e é uma das principais causas de morte.

Segundo o estudo, o risco de AVC e de enfarte do miocárdio aumenta nos adultos que dormem menos de seis horas por noite. «Não é possível cortar com as horas de sono sem pagar por isso, em termos de saúde e de bem-estar», reforça Victor Oliveira, para quem o «encurtamento do período do sono» é hoje uma realidade que deveria ser contornada.

Esta foi, aliás, uma das razões que levou a Sociedade Portuguesa de Neurologia (SPN) a promover um congresso, este fim-de-semana, em Lisboa, sob o tema ‘O Sono e os Sonhos’. «Doença de Parkinson, demências ou epilepsia têm implicações no sono, e no congresso vão abordar-se os problemas relativos ao sono nas doenças neurológicas», continua o neurologista, que preside à SPN. (segue...) Fonte: Sol Sapo.pt.
Editado com LibreOffice Writer
Será que não sabem que a Pessoa com Parkinson, não dorme não porque não queira, e sim porque não consegue? Temos acatisia.
acatisia acatisia | s. f. acatisia 
(francês akathisie ou acathisie) 
s. f.
[Medicina]  Perturbação caracterizada pela dificuldade ou impossibilidade de se sentar ou de ficar sentado. Eu estenderia: sentir desconforto em qualquer posição, inclusive deitado na cama.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Durante el sueño el cerebro se comporta como cuando recuerdo algo

Martes, 06 de Noviembre de 2012 - El cerebro es realmente increíble y fuente inagotable de conocimiento, por eso en todo el mundo se estudia ese órgano para intentar desentrañar su funcionamiento y así hacer frente a, por ejemplo, enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer o el Parkinson.

Un estudio de la UCLA, la Universidad de California, en Estados Unidos, revela que, mientras dormimos nuestro cerebro se comporta como si estuviera recordando algo.

Los científicos midieron la actividad en tres partes esenciales del cerebro: el neocortex, el hipocampo y la corteza entorrinal, y precisamente en este último lugar descubrieron que el trabajo de la memoria ocurre incluso bajo los efectos de la anestesia.

Hasta el momento se había comprobado la importancia del "diálogo" entre el neocortex y el hipocampo en el proceso de formación de la memoria durante el sueño; sin embargo ahora se comprobó que la corteza entorrinal que conecta las dos regiones también juega un papel muy importante. Fonte: Radio Angulo.cu.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Trastornos del sueño pueden sugerir datos iniciales de enfermedad de Parkinson

AGOSTO 23, 2012 | Mucho antes de que aparezca el temblor característico de la patología, los trastornos al dormir, sobre todo en la llamada fase REM, son indicativos de la misma

El estreñimiento, la depresión y el dolor de hombros, son sugestivos también de Parkinson, cuya edad promedio de inicio es entre los 60 y 65 años, sobre todo en varones

Los adultos mayores son los más propensos al desarrollo de la Enfermedad de Parkinson que si bien se identifica por movimientos incontrolados y rigidez en la nuca, se ha encontrado que síntomas tan sutiles como dolor persistente de hombros, depresión, pérdida del olfato, pero sobre todo trastornos del sueño, son característicos en las fases iniciales de la misma.

El titular de la Clínica de Trastornos del Movimiento del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en Jalisco, Francisco Javier Jiménez Gil, señaló lo anterior y dijo que especialmente alteraciones en la llamada fase REM o de movimientos oculares rápidos es cuando se puede identificar si la persona inicia con la Enfermedad de Parkinson.

Explicó que en esta fase del sueño cuando éste es más profundo, todos los músculos se paralizan a excepción de los que controlan los movimientos oculares y los de la respiración. “La fase REM es esencial para la reparación del desgaste cotidiano, es cuando la gente sueña y todos los músculos se detienen, menos los oculares y respiratorios, pero en las personas con Parkinson esto no sucede, y pueden moverse, incluso manotean, gritan y hasta se caen de la cama”, apuntó.

Derivado de este trastorno en esta importante fase del sueño, las personas que están empezando con Enfermedad de Parkinson tienden a desarrollar hipersomnia diurna, esto significa que “traen mucho sueño a lo largo del día”, además de que al dormir presentan otra alteración conocida como síndrome de piernas inquietas, comentó.

El experto neurólogo indicó que otros síntomas asociados a fases iniciales de Parkinson incluyen constipación intestinal o estreñimiento y más recientemente se ha encontrado que ciertos rasgos de la personalidad, tienen alguna correlación con el desarrollo de la enfermedad.

“Últimamente se está ahondando en algunos rasgos de la personalidad de quienes desarrollan Parkinson; suelen ser apacibles y bondadosos, pero también tienen patrones rígidos en su forma de peinarse y de vestir que les cuesta mucho trabajo cambiar”, precisó Jiménez Gil. (segue...) Fonte: Noti Arandas.mx.
Como se deduz, dormir bem (veja quarta-feira, agosto 22, 2012) é piada! Será que encontraram o burro falante?

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dormir bien puede mejorar la memoria de personas con Parkinson

A LA HORA DE ALMACENAR RECUERDOS Y RESOLVER PROBLEMAS
MADRID, 21 Ago. (EUROPA PRESS) - Investigadores de la Facultad de Medicina de la Universidad de Emory, en Estados Unidos, han descubierto que los enfermos de Parkinson que no tienen problemas a la hora de dormir tienen menos problemas de memoria que quienes sufren algún trastorno del sueño, según publica en su último número la revista 'Brain'.

Aunque los síntomas clásicos de esta enfermedad son los temblores y movimientos lentos, el Parkinson también puede afectar a la memoria de quienes lo padecen, que suelen tener problemas para almacenar temporalmente recuerdos y manipular la información, lo que se conoce como memoria del trabajo, importante en la planificación y resolución de problemas.

Sin embargo, los autores de este estudio destacan la importancia de tratar los trastornos del sueño en estos pacientes tras haber comprobado que esto puede mejorar a su vez su capacidad memorística.

"Ya se sabía que el sueño es beneficioso para la memoria, pero en este caso, hemos podido analizar qué aspectos del sueño son necesarios para las mejoras en el rendimiento de la memoria del trabajo", según ha destacado Michael Scullin, uno de los autores del estudio. (segue...) Fonte: Europa Press. AQUI em português.
Ora, será que não sabem serem os transtornos do sono uns dos sintomas da DP? Enfim..., procuram um burro falante?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Novo remédio contra insônia tem sucesso em teste nos EUA

21/06/2012 - Pesquisadores americanos relataram que um novo tipo de comprimido anti-insônia, o suvorexant, teve sucesso em testes clínicos, ajudando pessoas a pegar no sono e continuar dormindo. Os resultados foram apresentados na conferência "Sleep 2012", informa o site "Huffington Post".

As pessoas que tomaram a droga passaram a pegar no sono 25 minutos depois, em média, enquanto as que tomaram um placebo (substância inócua) dormiam 17 minutos mais tarde. A principal melhora veio no tempo de sono: quem usou o suvorexant dormiu 60 minutos a mais, em vez dos 40 minutos a mais relatados por quem tomou o placebo.

Segundo Andrew Krystal, professor de psiquiatria do Centro Médico da Universidade Duke (EUA) que coordenou o estudo, os minutos a mais de sono, somados, têm um efeito de longo prazo importante e benéfico.

O interesse na substância se justifica porque, para funcionar, ela se vale de um mecanismo cerebral diferente do enfrentado por outras pílulas para dormir. A chave da sua ação é o bloqueio das orexinas, mensageiros químicos cerebrais ligados, entre outras coisas, ao despertar. (...)

A droga ainda precisa passar pela aprovação de agências reguladoras de fármacos, como a americana FDA, para ser comercializada. Fonte: Folha de S.Paulo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Pessoas com RBD tem mais probabilidade de desenvolver Parkinson, e MCI

March 15, 2012 - Pessoas com sintomas sugestivos de movimento rápido dos olhos, um distúrbio comportamental do sono, ou RBD, tem o dobro do risco de desenvolver transtorno cognitivo leve (MCI) ou doença de Parkinson no prazo de quatro anos após o diagnóstico com o problema do sono, em comparação com pessoas sem o transtorno, um estudo da Clínica Mayo descobriu. Os pesquisadores publicaram suas descobertas recentemente na revista Annals of Neurology.  (segue..., em inglês) Fonte: News Medical.

sexta-feira, 9 de março de 2012

La detección del trastorno de conducta en sueño REM puede ayudar al diagnóstico precoz de enfermedades como el parkinson

§ Este trastorno se manifiesta por la presencia de actividad motora prominente, potencialmente lesiva para el paciente, provocada por una pesadilla y por la pérdida de la atonía muscular, característica del sueño REM

§ Estudios recientes revelan que hasta el 80% de los pacientes con trastorno de conducta en sueño REM desarrollan parkinson o demencia con cuerpos de Lewy a los 10 años del diagnóstico

Burgos, 8 de marzo de 2012.- El trastorno de conducta en sueño REM (TCSR) se define como una alteración del sueño que se manifiesta por la presencia de actividad motora prominente, potencialmente lesiva para el paciente, provocada por una pesadilla y por la pérdida de la atonía (falta de actividad) muscular, característica del sueño REM. "Durante la fase REM, los núcleos del tronco cerebral inhiben a la médula espinal para evitar que nos movamos mientras soñamos. Sin embargo, en el TCSR esto no se produce, por lo que el paciente, asaltado por las pesadillas, comienza a gritar, dar puñetazos, patadas o a caerse de la cama", explica el Dr. Álex Iranzo, neurólogo y miembro de la Sociedad Española de Sueño (SES). (...)

En el marco de esta reunión, el Dr. Iranzo ha presentado los resultados de un reciente estudio llevado a cabo con pacientes con trastorno de conducta en sueño REM. "Hemos observado que en las personas con TCSR sin otra enfermedad asociada, después de un seguimiento de cinco años, el 45% desarrollaron la enfermedad de parkinson o la demencia con cuerpos de Lewy", explica el especialista. Sin embargo, las evidencias son mayores si se amplía el periodo de estudio ya que, transcurridos otros cinco años más de seguimiento, la proporción de pacientes con neurodegeneración alcanzó el 80%.

Con estos datos en la mesa, uno de los principales aspectos sobre los que han trabajado los asistentes ha sido la posibilidad de deducir si este trastorno de sueño puede identificarse como una de las primeras manifestaciones de una enfermedad neurodegenerativa como el parkinson o la demencia con cuerpos de Lewy. La demencia con cuerpos de Lewy es una patología que presenta características clínicas como síntomas de parkinsonismo de intensidad variable, rasgos psicóticos como alucinaciones visuales y fluctuaciones del estado cognitivo que afectan especialmente a la atención y concentración del paciente.

Por esta razón, "las actuales líneas de investigación se centran en identificar a los pacientes que tienen más riesgo de desarrollar a corto plazo una enfermedad neurodegenerativa, además de diseñar estudios farmacológicos con neuroprotectores o modificadores del curso de la enfermedad que eviten o retrasen la aparición de neurodegeneración", avanza el Dr. Iranzo.Aunque apenas hay estudios epidemiológicos, el TCSR es una enfermedad poco frecuente con una prevalencia aproximada al 0,5% entre las personas mayores de 60 años. Existe un claro predominio de su prevalencia en hombres, ya que más del 80% de los diagnósticos se dan en varones, mientras la edad de inicio es variable, aunque la mayoría comienzan entre los 40 y los 70 años. (segue...) Fonte: Medicina21.es.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Tratar insônia pode reduzir o risco de desenvolver outras doenças, diz estudo

Segundo pesquisadores, doença aumenta chances da pessoa ter depressão, diabetes e hipertensão; cerca de um quarto da população adulta não dorme bem

20 de janeiro de 2012 | A insônia é o distúrbio do sono mais comum que existe e também um dos mais fáceis de ser diagnosticado. Apesar disso, a demora em aceitar o problema e em iniciar um tratamento pode aumentar o risco de desenvolver outras doenças, como a depressão, a diabetes, a hipertensão e até mesmo a morte - no caso de adultos com idade avançada -, diz um novo estudo, publicado na versão online da revista inglesa The Lancet. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Trastornos del sueño, señales poco atendidas de amenazas para la salud

Sábado, 24 de diciembre de 2011 - Desde obesidad e isquemias cardíacas hasta demencia y Parkinson, las alteraciones del sueño plantean en general riesgos que no conviene pasar por alto

Cada noche en el quinto piso del Instituto Médico Platense, detrás de una puerta en la que se indica guardar silencio, tres pacientes son monitoreados con sensores y cámaras infrarrojas mientras duermen. Algunos han llegado hasta ahí porque patean al dormir; otros porque no logran descansar o no permiten que los demás lo hagan con sus tremendos ronquidos. A juzgar por los electrodos que envuelven sus cabezas y la maraña de cables que sale de ellos, uno diría que tienen problemas serios. Y lo cierto es que puede que sí, pero en todo caso no más serios que un alto porcentaje del resto de la población.

Mientras que dos de cada tres adultos argentinos reconocen haber sufrido en el último año algún trastorno del sueño, sólo un porcentaje mínimo los considera motivo suficiente para consultar a un médico. En lugar de ello, la mayoría recurre a pastillas o "yuyos", desoyendo así señales del cuerpo que no conviene desoir. Y es que aún cuando puedan parecer menores, muchos de esos trastornos están asociados a patologías serias: desde obesidad e isquemias cardíacas hasta episodios de demencia y Parkinson.

Si bien existen cerca de noventa trastornos del sueño, uno de las más frecuentes es la privación crónica del sueño, el precio que pagamos por vivir en sociedades abiertas las 24 horas. "Sólo en los últimos veinte años hemos perdido casi dos horas de sueño, y lo estamos pagando con salud", afirma el doctor Arturo Garay, titular del Centro de Estudio del Sueño del Instituto Médico Platense y uno de los directores del posgrado en Medicina del Sueño de la Universidad Austral.

"Hoy la gente no sólo trabaja más, sino que también duerme menos; en gran medida por el estímulo de las pantallas: al simular el efecto del sol, las pantallas desajustan nuestros ritmos biológicos y favorecen el insomnio. Y eso nos está matando; en particular porque la falta de sueño se traduce en obesidad; y la obesidad viene de la mano de hipertensión, diabetes y un montón de otras enfermedades", dice. (...)

Si bien uno de los movimientos periódicos más comunes es el llamado "síndrome de las piernas inquietas" -que suele relacionarse con personas que al caer la tarde empiezan a sentir como un nerviosismo en sus piernas-, también hay quienes sacuden los brazos o estiran los dedos gordos de los pies. Cualquiera sea el caso, esos movimientos "no sólo producen pequeños despertares a lo largo de la noche causando hipertensión, sino que llevan a que el paciente nunca descanse bien".

Pero así como hay quienes patean o se sacuden al dormir, otros llegan incluso a atacar violentamente a quien tienen a su lado en la cama. "Se trata de una perdida del control inhibitorio durante el sueño que trae a muchos pacientes a la consulta -comenta el neurólogo-. Reaccionan así porque suelen tener sueños violentos y es importante no dejarlo pasar, ya que puede en algunos caos puede preceder en diez años a la aparición de Parkinson". (segue...) Fonte: Quilmes Presente.ar.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Trastornos de sueño / Cuando dormir se vuelve una pesadilla
Miérc. 23/03/2011 - Si alguien le dijera que irritabilidad, dificultades en la concentración, problemas de memoria y hasta accidentes de tránsito son consecuencia del mal descanso, ¿le creería? En esta nota, conozca cuánto padecen quienes sufren insomnio, apnea de sueño y síndrome de piernas inquietas, entre otros males.

Qué mejor que el Día del Sueño para conocer las características de los principales trastornos del sueño, que tantos dolores de cabeza acarrean a quienes los padecen.

Es que, si bien no existe una cantidad estipulada de horas de descanso ideales, hay personas que, por diferentes razones, no llegan a cubrir el mínimo indispensable que les garantice un día armonioso. (...)

* Síndrome de piernas inquietas

El síndrome de piernas inquietas es una afección seria que compromete el sueño nocturno y la calidad de vida de quienes lo padecen. Se estima que hasta el 10% de la población en los EEUU puede padecer esta afección, que se caracteriza por una sensación de disconfort a veces dolorosa en las piernas. Estas personas tienen la necesidad de mover las piernas, estirarlas o caminar para que desaparezca la molestia. Estos síntomas aumentan en las primeras horas de la noche e interfieren con la posibilidad de dormir.

Muchas veces los pacientes realizan movimientos repetitivos, estereotipados durante el sueño y en general las molestias o el dolor desaparecen al despertar y ponerse en movimiento.

No se conoce una causa única que favorezca el desarrollo de la enfermedad. La forma más común es la familiar. Existe otra forma que puede ser desencadenada por múltiples factores tales como el consumo de algunos medicamentos o situaciones normales como el embarazo.

Además, la anemia, bajos niveles de hierro en sangre, insuficiencia renal e inclusive estrés o condiciones ambientales pueden desencadenarla. Frecuentemente cambios en el estilo de vida permiten mejorar los síntomas, otras veces controlando la anemia o la deficiencia de hierro pueden aliviar las molestias.

Si bien no hay una droga específica para el tratamiento de esta enfermedad, suelen utilizarse anticonvulsivantes, drogas para el tratamiento de la enfermedad de Parkinson y en los casos más severos opiodes. Todas estas drogas deben ser utilizadas bajas estricta vigilancia médica. Fonte: Hoy Corrientes.ar.

domingo, 6 de março de 2011

Combate à insônia inclui aplicativos e bebidas com hormônio
06/03/2011 - Para combater a insônia sem remédios, engenhocas e aplicativos para iPhone se somam à lista de saídas ditas alternativas.
Antidepressivos e drogas hipnóticas funcionam, mas podem causar dependência. Não devem ser a primeira opção de tratamento. (segue...) Fonte: Folha de São Paulo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

10 distúrbios do sono que transformam qualquer sonho em pesadelo
16.02.2011 - Dormir é um tempo precioso. Todo mundo precisa de descanso, e quanto mais dormimos, mais sono temos. Pena que isso não é verdade para todo mundo: quando as fronteiras das fases do sono são distorcidas por um distúrbio, dormir pode ser simplesmente assustador. Confira 10 transtornos que fazem a noite de pessoas da vida real ser pior do que as de filme: (...)

7) TRANSTORNO DO COMPORTAMENTO DO SONO REM
O distúrbio do comportamento do sono REM ocorre quando o cérebro não dá devidamente o sinal para o corpo ficar parado durante o sono REM. Quando isso acontece, as pessoas “atuam” seus sonhos. Elas podem gritar, socar e chutar, e até mesmo sair da cama e correr ao redor. Quando despertam, elas geralmente se lembram dos seus sonhos, mas não de se mover. Dada a violência dessas explosões, acidentes são comuns. O transtorno do comportamento do sono REM ocorre com mais frequência entre idosos, e pode ser um sintoma do mal de Parkinson, uma doença neurológica degenerativa. Os médicos costumam tratar o distúrbio com medicamentos que reduzem o sono REM e relaxam o corpo. (segue...) Fonte: Hypescience.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

El síndrome de Pluto
9 Jul 2009 - Un investigador encuentra que el Parkinson y el Alzheimer, están ligados a trastornos del sueño que se manifiestan hasta 10 años antes de que esas disfunciones se presenten de manera evidente. Por lo tanto, la calidad del sueño podría facilitar el diagnóstico precoz de esas enfermedades.

Pluto, el perro anaranjado con largas orejas de los dibujos de Walt Disney, sufre en algunas de sus aventuras un trastorno de conducta del sueño REM (la etapa del sueño caracterizada por el “movimiento rápido de los ojos” —REM por sus siglas en inglés).

En condiciones normales, durante esa fase del sueño el cuerpo no se mueve porque se activan una serie de mecanismos neurológicos que hacen que los músculos permanezcan paralizados. Sin embargo, Pluto sufre una disfunción que hace que ejecute todos los movimientos que se ven en la pantalla cuando tiene sus pesadillas, incluso en ocasiones hasta se cae de la cama.

De acuerdo con los resultados de nuevas investigaciones, si Pluto fuese una persona real, ésta tendría 50 por ciento de probabilidad de padecer el mal de Parkinson cuando fuese mayor. (segue...) Fonte: En Linea Directa.mx.
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Equipa com portugueses identifica gene crucial
Descoberta ajuda a compreender melhor características das células estaminais e também a forma de as obter a partir de células diferenciadas
9 de Julho de 2009 - Uma equipa internacional de que fazem parte investigadores portugueses identificou um gene crucial (Chd1) para a capacidade das células estaminais embrionárias se diferenciarem em qualquer tipo de célula, num estudo publicado pela revista científica Nature.

Alexandre Gaspar Maia, primeiro autor do estudo, disse que esse gene "tem também uma função na reprogramação de células diferenciadas em células estaminais pluripotentes induzidas", conhecidas por IPS (acrónimo em inglês).

A descoberta ajuda a compreender melhor não só as características únicas das células estaminais mas também a forma de as obter a partir de células já diferenciadas, evitando os problemas decorrentes da utilização das células estaminais embrionárias.

A relevância das IPS está em poderem ser feitas "à medida" e por continuar limitado, por razões éticas, o uso das células estaminais embrionárias. As IPS podem ser obtidas a partir de células diferenciadas de pacientes com doenças degenerativas, como Parkinson, e mesmo diabetes, sendo também possível usá-las para estudar in vitro os mecanismos do desenvolvimento dessas doenças e experimentar novos fármacos. Eventualmente, segundo Gaspar Maia, as IPS poderiam também ser usadas em terapias de reintrodução celular. "Mas para essas tecnologias serem possíveis, é necessário compreender o processo de reprogramação para o estado pluripotente, de modo a fazer células IPS de um modo mais eficiente e seguro", observa o investigador. (segue...) Fonte: Diário de Notícias.pt.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Insónias atingem três milhões de portugueses
30/07/2008 - A insónia afecta mais de três milhões de portugueses. Este dado coloca o nosso país em segundo lugar nos vinte e sete da União Europeia como consumidor de medicamentos para dormir: cada português gastou, em média, duas embalagens de calmantes, com dados de 2006, totalizando vinte milhões de caixas.

Na interpretação de especialistas há cerca de nove dezenas de doenças que perturbam o sono, sendo gastos, ao nível mundial, mais de oitenta milhões de euros em hipnóticos e ansiolíticos. A perturbação do sono algo atinge entre trinta e quarenta por cento da população mundial.

Com tão alto número de atingidos e diante dos gastos globais da saúde pública – os calmantes e sedativos são medicamentos comparticipados pelo Estado – é inquietante o alcance deste fenómeno social e as suas consequências.

As causas das insónias são diversas, podendo algumas doenças estar na origem das insónias, como por exemplo a fibromialgia, as doenças neurológicas (dores de cabeça, Parkinson) e neuro/degenerativas (do sistema nervoso central), bem como os estilos de vida, que roubam horas ao sono, tal como o consumo de certos produtos estimulantes, as bebidas energéticas ou o café. Por seu turno, como consequências das insónias são apontadas a perda de memória, de reflexos e a falta de concentração e, quando as insónias são prolongadas, corre-se o risco de depressão. (segue...) Fonte: Agência Eclésia.pt.
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Expertos españoles aseguran que las enfermedades mentales pueden clasificarse dentro de las neurodegenerativas
30/07/2008 - Un trabajo de investigadores de la Universidad de Santiago (USC) concluye que las enfermedades mentales pueden clasificarse desde el punto de vista molecular dentro de las neurodegenerativas como el Alzheimer o el Parkinson.

Los científicos recuerdan que, si bien en todos los cerebros existe la proteína DISC1, sólo en los enfermos mentales aparece de modo insoluble formando agregados y relacionan estos casos con los neurodegenerativos, donde sucede lo mismo con otras proteínas. (segue...) Fonte: Ecodiario.es.
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Gordito pero contento, muy contento
29.07.2008 - Un científico británico descubrió que uno de los componentes del cannabis podría servir en la lucha contra la obesidad. Según el estudioso, la tetrahidrocannabivarina inhibe el apetito. Se analiza, además, su actividad en el tratamiento de enfermedades como el parkinson.

El principio activo más importante de la marihuana, el tetrahidrocannabinol (THC), tiene, como una de sus principales propiedades, la de estimular la sensación de hambre. Sin embargo, otra sustancia que compone el cannabis, la tetrahidrocannabivarina o THCV, tiene el efecto inverso: inhibe el apetito. (...)

El científico explicó que todavía "es muy pronto" para experimentar con seres humanos, pero se mostró confiado en que "el THCV pueda tener menos efectos secundarios, como náuseas o síntomas de depresión, pero todavía hace falta más investigación". Por su parte, científicos españoles también coinciden en que esta sustancia es capaz de combatir enfermedades como el parkinson. Fonte: Montevideo.com.