quarta-feira, 30 de julho de 2008

Insónias atingem três milhões de portugueses
30/07/2008 - A insónia afecta mais de três milhões de portugueses. Este dado coloca o nosso país em segundo lugar nos vinte e sete da União Europeia como consumidor de medicamentos para dormir: cada português gastou, em média, duas embalagens de calmantes, com dados de 2006, totalizando vinte milhões de caixas.

Na interpretação de especialistas há cerca de nove dezenas de doenças que perturbam o sono, sendo gastos, ao nível mundial, mais de oitenta milhões de euros em hipnóticos e ansiolíticos. A perturbação do sono algo atinge entre trinta e quarenta por cento da população mundial.

Com tão alto número de atingidos e diante dos gastos globais da saúde pública – os calmantes e sedativos são medicamentos comparticipados pelo Estado – é inquietante o alcance deste fenómeno social e as suas consequências.

As causas das insónias são diversas, podendo algumas doenças estar na origem das insónias, como por exemplo a fibromialgia, as doenças neurológicas (dores de cabeça, Parkinson) e neuro/degenerativas (do sistema nervoso central), bem como os estilos de vida, que roubam horas ao sono, tal como o consumo de certos produtos estimulantes, as bebidas energéticas ou o café. Por seu turno, como consequências das insónias são apontadas a perda de memória, de reflexos e a falta de concentração e, quando as insónias são prolongadas, corre-se o risco de depressão. (segue...) Fonte: Agência Eclésia.pt.
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Expertos españoles aseguran que las enfermedades mentales pueden clasificarse dentro de las neurodegenerativas
30/07/2008 - Un trabajo de investigadores de la Universidad de Santiago (USC) concluye que las enfermedades mentales pueden clasificarse desde el punto de vista molecular dentro de las neurodegenerativas como el Alzheimer o el Parkinson.

Los científicos recuerdan que, si bien en todos los cerebros existe la proteína DISC1, sólo en los enfermos mentales aparece de modo insoluble formando agregados y relacionan estos casos con los neurodegenerativos, donde sucede lo mismo con otras proteínas. (segue...) Fonte: Ecodiario.es.
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Gordito pero contento, muy contento
29.07.2008 - Un científico británico descubrió que uno de los componentes del cannabis podría servir en la lucha contra la obesidad. Según el estudioso, la tetrahidrocannabivarina inhibe el apetito. Se analiza, además, su actividad en el tratamiento de enfermedades como el parkinson.

El principio activo más importante de la marihuana, el tetrahidrocannabinol (THC), tiene, como una de sus principales propiedades, la de estimular la sensación de hambre. Sin embargo, otra sustancia que compone el cannabis, la tetrahidrocannabivarina o THCV, tiene el efecto inverso: inhibe el apetito. (...)

El científico explicó que todavía "es muy pronto" para experimentar con seres humanos, pero se mostró confiado en que "el THCV pueda tener menos efectos secundarios, como náuseas o síntomas de depresión, pero todavía hace falta más investigación". Por su parte, científicos españoles también coinciden en que esta sustancia es capaz de combatir enfermedades como el parkinson. Fonte: Montevideo.com.

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