Mostrando postagens com marcador pramipexole. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pramipexole. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Drogas de Parkinson podem ser uma porta de entrada para o “pecado” (compulsões)

Alguns medicamentos de Parkinson podem desencadear problemas de jogo que levam à falência. Image Zoo/Corbis

October 20, 2014 - Os medicamentos que são comumente prescritos para ajudar as pessoas a lidar com a doença de Parkinson têm sido associados a alterações bizarras de comportamento a que os pacientes e médicos devem estar em guarda, dizem os pesquisadores.

Os efeitos colaterais preocupantes incluem o jogo compulsivo, compras incontroláveis e uma obsessão súbita com o sexo.

Os problemas com as drogas, chamadas de agonistas da dopamina, são graves o suficiente para que os pesquisadores digam que a Food and Drug Administration deva exigir que os medicamentos para serem comercializados tenham o que é chamado um aviso de caixa preta, um dos cuidados mais importantes e graves utilizados para prescrições de medicamentos.

Alguns dos medicamentos são também prescritos para a síndrome das pernas inquietas e hiperprolactinemia, uma condição hormonal que pode desencadear a produção de leite.

Enquanto os problemas com os agonistas da dopamina têm sido observados no passado, a recomendação para um aviso mais proeminente vêm depois que os pesquisadores vasculharam 2,7 milhões de relatos de reações submetidas a um banco de dados FDA entre 2003 e 2012.

Os pesquisadores do Safe Medicine Practices (n.t.: Instituto para a Prática da Medicina Segura), de Harvard e da Universidade de Ottawa encontraram 1.580 eventos adversos envolvendo transtornos de impulso. Um pouco menos da metade, ou 710 relatórios, foram associados com drogas receptoras de agonistas da dopamina.

O link foi mais forte para o pramipexol, marca Mirapex (n.t.: Sifrol no Brasil) e ropinirol, marca Requip. As instruções para os médicos que estão pensando em prescrever Mirapex já carregam um aviso que diz que os pacientes que tomam o remédio "podem experimentar comportamentos compulsivos e outros desejos intensos." Requip é um tratamento para síndrome das pernas inquietas.

Os resultados foram publicados on-line segunda-feira pelo JAMA Internal Medicine. (segue..., original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: NPR.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Ao final, devemos optar pelos efeitos colaterais a que vamos nos submeter... Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Efeitos colaterais da Levodopa

Anorexia, náusea, vômitos e diarréia, casos isolados de disgeusia efeitos adversos gastrintestinais em estágios iniciais do tratamento, são em grande parte controláveis com a ingestão de levodopa + benserazida com alimentos ou líquidos, ou com aumento gradual da dose. Reações alérgicas cutâneas como prurido e rubor podem ocorrer raramente. Arritmias cardíacas ou hipotensão ortostática podem ocorrer ocasionalmente. Distúrbios ortostáticos, em geral, melhoram com redução da dose de levodopa + benserazida. Anemia hemolítica, leucopenia transitória e trombocitopenia têm sido relatadas em casos raros. Portanto, como em todo tratamento de longo prazo com levodopa, recomenda-se monitoração periódica hematológica e de função hepática e renal. Em estágios tardios do tratamento, podem ocorrer movimentos involuntários (coreiformes ou atetóides. Estes, em geral, podem ser eliminados ou tornar-se suportáveis com redução da dose. Com tratamento prolongado, podem ocorrer flutuações da resposta terapêutica, incluindo episódios de acinesia, deterioração de final da dose e efeito on-off. Estes podem ser controlados ou tornar-se suportáveis, com ajuste de dose e administração de doses individuais menores, mais freqüentemente. Posteriormente, pode-se tentar aumentar a dose novamente, para intensificar o efeito terapêutico. Agitação, ansiedade, insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer, particularmente em pacientes idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos. Pode ocorrer depressão em pacientes tratados com levodopa + benserazida, mas esta também pode ser um efeito da doença de Parkinson. Aumentos transitórios de transaminases e fosfatase alcalina podem ocorrer. Elevação dos níveis sangüíneos de uréia pode ser observada com o uso de levodopa + benserazida. Pode ocorrer alteração da coloração urinária, passando, em geral, a avermelhada, e tornando-se mais escura, se guardada.


.                                                                                                                                                                 .
Efeitos colaterais do pramipexole

Os eventos adversos relatados mais freqüentemente em comparação com placebo durante o uso de pramipexole foram: náuseas, constipação, sonolência, alucinações, confusão e tontura. No estágio inicial da doença, as reações adversas mais freqüentes foram sonolência e constipação e, no estágio avançado, em associação com tratamento com levodopa, foram discinesias e alucinações. Esses eventos adversos diminuíram com a continuação do tratamento, sendo que constipação, náuseas e discinesia tenderam até mesmo a desaparecer. A incidência de hipotensão em comparação com placebo em pacientes sob tratamento com pramipexole não aumentou. Contudo, em alguns pacientes, pode ocorrer hipotensão no início do tratamento, principalmente quando o aumento da dose de pramipexole é muito rápido. Relataram-se casos de insônia e edema periférico. Os pacientes tratados com pramipexole relataram a ocorrência de sono súbito durante a realização das atividades diárias, incluindo operação de veículos automotores, algumas vezes ocasionando acidentes. Principalmente em pacientes tomando doses acima de 1,5 mg/dia de dicloridrato monoidratado de pramipexol, há alguns relatos de episódios de sono sem sinais de advertência, como sonolência, a qual de acordo com o conhecimento atual sobre a fisiologia do sono, sempre o precede. Não se evidenciou uma relação com a duração do tratamento. Alguns pacientes estavam recebendo outros medicamentos com propriedades potencialmente sedativas. Na maioria dos casos dos quais se obtiveram informações, os episódios não se repetiram após a redução da dose ou a interrupção do tratamento. Compulsões (jogos de azar, sexo, compras, etc...).

.                                                                                                                                                                 .
Efeitos colaterais da Maconha

A psicoatividade que gera alucinações em alguns indivíduos é um dos efeitos colaterais do uso da Maconha, outros cientificamente comprovados são: Aumento do risco de esquizofrenia; Sintomas psicóticos crônicos; Insônia; Síndrome de abstinência; Transtorno de personalidade; Delírio; Hipnótico; Diminuição da memória; Dificuldade na aprendizagem; Ansiedade; Depressão; Confusão mental; Insônia; Irritabilidade.

Todos estes efeitos colaterais surgem quando a planta é utilizada indevidamente, sem orientação médica e em quantidades superiores às necessidades do paciente.

O uso da maconha como fim medicinal é polêmico e não é autorizado no Brasil, por falta de pesquisas científicas que apontem a necessidade do uso específico desta planta para fins terapêuticos, visto que existem diversos outros medicamentos que podem ser utilizados para alcançar os mesmos objetivos.

.                                                                                                                                                                 .
Efeitos colaterais da Ayahuasca

As variações dos graus de náuseas, vômitos e, ocasionalmente, simultâneas diarréias não são incomuns e estão, geralmente, relacionados às experiências alucinogênicas. Estes efeitos variam de acordo com a pré-disposição fisiológica do indivíduo, dosagem e a composição de alcaloides no chá. É comum observar que muitos efeitos colaterais como náuseas ou sonolências, tendem a diminuir mesmo que se continue com a administração. Supõe-se que algum tipo de adaptação fisiológica esteja ocorrendo, embora ainda muito pouco seja conhecido sobre os mecanismos envolvidos. Ocorre falsa impressão de sensação de frio intenso, um estado transitório de tremor, mesmo estando a temperatura ambiente de 27ºC. Em psiquiatria essa sensação é comumente chamado "tremor de cão molhado". Entretanto, a tolerância física dos indesejáveis efeitos pode ser desenvolvida com o uso regular do chá, provavelmente, pelo aumento periódico dos níveis de neurotransmissores em nosso corpo, especialmente a serotonina. Há especulações que sugerem a não dependência física nem psicológica dessa bebiba.

Evidências farmacológicas sugerem que a causa do ato de vomitar tanto quanto a intensa diarréia pelo aumento da motilidade intestinal, nada mais seria que o resultado da inibição temporária da atividade metabólica da MAO-A pelos alcaloides β-carbolinas. Estudos indicam que os neurônios dopaminérgicos são os que possuem papel determinante na produção de náuseas e vômitos. O chá promoveria uma elevação dos níveis desses dois neurotransmissores não metabolizados por esta enzima, acarretando os desagradáveis efeitos já citados. Portanto, certas substâncias endógenas ou não-endógenas, por terem as estruturas moleculares semelhantes a esses neurotransmissores, ao serem absorvidas por nosso corpo acabariam se ligando no lugar desses neurotransmissores, nos respectivos neuroreceptores. Assim, quase todos os agonistas do receptor dopaminérgico bem como outras drogas que aumentam a liberação de dopamina no cérebro causam náuseas e vômitos como efeitos colaterais iniciais.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Do Parkinson às drogas: Eu quase perdi tudo

Diagnosticado com Parkinson aos 26, Richard Wenmouth sabia que enfrentaria uma batalha. Mas não poderia ter previsto que os medicamentos usados ​​para tratá-lo levariam ao vício de jogo que quase destruiu seu casamento.

Tuesday 13 May 2014 – Quando Richard Wenmouth, um professor de escola primária de Coventry, foi diagnosticado com Parkinson com apenas 26 anos, ele sabia que teria uma batalha pela frente. O que ele não esperava era que o medicamento dado para aliviar os sintomas representariam o maior desafio de todos, levando-o a jogar fora todas as suas economias da vida e quase destruir o seu casamento.

Não se sabe exatamente quantos das 127 mil pessoas no Reino Unido com Parkinson estão a usar a classe de medicamentos conhecidos como agonistas de dopamina, mas estima-se que cerca de um quinto deles sofram com algum grau de comportamentos impulsivos e compulsivos, que podem incluir jogos de azar e vícios sexuais. Embora o problema seja conhecido por médicos durante pelo menos 10 anos, a Parkinson's UK diz que os medicamentos ainda estão sendo prescritos sem avisos suficientes e pré-triagem dos fatores de risco, que incluem ser jovem, do sexo masculino, fumante e ter uma história pessoal e familiar de comportamento viciante.

"Uma mulher nos disse que seu marido começou a trazer prostitutas à sua casa. Outro homem que ganhava um salário de seis dígitos passou a viver nas ruas", diz Suma Surendranath, a porta-voz da Parkinson's UK. "É essencial não assustar as pessoas que usam este medicamento, uma vez que para a maioria das pessoas que o tomam, é bem-sucedido em controlar os seus sintomas, sem quaisquer problemas, mas para outros, pode levar a consequências potencialmente terríveis."

Antes de seu diagnóstico em 2008, os esportes foram a paixão de Richard, agora com 32. "Eu estudei ciência do esporte e fisiologia na universidade e tinha corrido duas maratonas. Eu era um personal trainer, assim como um jogador regular de rugby", ele diz.

Mas pelos seus 20 e poucos anos, Richard notou que estava ficando mais lento, assim como perda de destreza." Meus músculos se tornaram tão rígidos que até mesmo preparar uma xícara de chá tornou-se muito trabalhoso. Mas Parkinson era a última coisa em minha mente. Para mim, era uma doença de pessoas de idade, por isso, quando o médico mencionou, eu encolhi os ombros."

Era véspera de Natal quando o mal de Parkinson foi confirmado. "Eu mal posso lembrar que no Natal, eu estava para baixo. Eu achava que eu teria que voltar a viver com os meus pais, desistir do meu trabalho como professor e ter as pessoas tomando conta de mim." Porém veio a primavera, e as coisas pareciam melhorar, até porque Richard conheceu sua futura esposa, Karen. "Ela era uma assistente de sala de aula na escola onde eu trabalho, e sabia da minha situação. Mas ela ainda assim não conseguiu resistir a mim", diz ele com uma risada. "Nós fomos morar juntos e ao mesmo tempo, fui colocado sobre a medicação, o que ajudou a tornar os meus movimentos mais fluidos. Pela primeira vez, senti-me erguido e esperançoso."

Karen, 46 anos, lembra-se que a enfermeira de Parkinson mencionou brevemente um pequeno risco de comportamento compulsivo. "Mas nós não levamos a sério", diz ela. "E Richard não tinha um passado compulsivo. Os jogo que ele havia feito foi comprar um ocasional bilhete de loteria." Dentro de algumas semanas, no entanto, Karen notou que Richard verificava obsessivamente o eBay. "Ele se levantava às 6:00 para ver como seus lances e vendas estavam indo. "

Depois de algumas semanas Richard começou a usar sites de bingo online. "Havia um monte de ofertas, como 'Get £5 to play with £20', que ele participou, e eu não achava que ele estivesse gastando muito", diz Karen. "E, ingenuamente, eu não associei bingo com jogos de azar."

Richard certamente não via seu novo hábito como um problema. "Eu me convenci de que as apostas livres realmente valiam a pena, e mesmo assim, eu ganhei £ 5.000 muito rapidamente", explica ele.

Mas, quinze dias depois, Richard tinha perdido £ 3.000 de suas economias – o dinheiro que era para seu casamento. "Eu tive uma grande vitória, porém, eu achava que poderia ter outra", diz ele. "Foi quando eu progredi para visitar lojas de apostas, onde eu perdi £ 20.000."

Pelo fato de que eles tinham contas bancárias separadas, Karen não suspeitava de nada. Até que ela acordou cedo uma manhã para encontrar Richard em um site de bingo. "Eu perguntei se ele tinha usado o cartão de crédito e ele disse que não, mas uma rápida verificação revelou que ele estava mentindo", diz ela. "Foi quando a ficha caiu sobre a medicação. Mas Richard prometeu parar e até mesmo tirou o software de jogo do computador."

Mas, mais tarde naquela mesma semana, Richard reinstalou o software. Em uma última tentativa para capacitá-lo a permanecer na medicação, Karen contatou o “Jogadores Anônimos” (Gamblers Anonzus). Foi horrível", diz ela. " Quando eu tentei explicar que era medicação de Richard, [todos] apenas balançaram a cabeça e disseram:" Ele nunca vai parar agora. Isto é para a vida." Lembro-me de começar a chorar, dizendo: “Mas eu vou casar com ele em duas semanas!”

Relutantemente, e com a ajuda de seu médico, Richard concordou em sair da droga. O medicamento foi interrompido por um tempo para desintoxicar Richard, no entanto, levando-o a ter uma maratona final de jogos de azar, usando as £ 600 Karen deu-lhe para seu terno de casamento. "Eu estava furiosa. Disse-lhe que era isso, na frente de seus pais, e que eu não poderia ir adiante com o casamento, embora eles conseguissem me acalmar", diz Karen.

Dentro de dias, Richard diz que ele mal podia acreditar no que estava fazendo. "Era como se alguém ligasse um interruptor e eu estava de volta ao normal."

Mas uma nova droga causou mal a Richard. “Não foi possível conviver com o nível de náusea, então eu falei com Karen e a enfermeira em voltar aos agonistas da dopamina”, diz Richard. "Eu acreditava honestamente que não voltaria a jogar. Em qualquer caso, eu indiquei que tinha blocos de apostas e disse a Karen que ela poderia estar no controle de todo o dinheiro e cartões."

Dentro de semanas, Richard tinha jogado longe £ 4000, fato que Karen descobriu quando encontrou apenas £ 3 em sua conta bancária. "Ele tinha memorizado os detalhes do cartão de crédito e usou seu telefone celular para jogar. Ele também tinha conseguido um empréstimo do dia de pagamento", diz Karen. "Eu estava grávida na época, com um bebê que, posteriormente foi perdido, e marchou para casa e deu-lhe um ultimato que, ou ele parava o jogo ou o casamento estava acabado."

Richard sabia que a única medicação possível tentar era levodopa. "É o que Michael J Fox usa - . aquele que faz repentinos movimentos espasmódicos, e eu realmente não queria isso", diz ele. Mas depois de uma semana de não ser capaz de olhar nos olhos de Richard, Karen chamou a enfermeira do Parkinson para si mesma. Richard ficou furioso, mas ele estava de acordo com a nova droga, tendo apenas uma recaída uma semana mais tarde, perdendo para um corretor £ 2. "Essa é a última que eu joguei", diz ele.

Três anos depois, Richard e Karen tem um foco diferente – a sua filha de dois anos de idade, Amelia. "Ela me deu um novo sopro de vida e os movimentos bruscos são um preço pequeno a pagar pela vida que tenho", diz ele.

Olhando para trás, tudo se sente um pouco como um sonho, diz Karen. "Toda a personalidade de Richard mudou de ser gentil e honesto para desonesto e desonesto. E embora eu saiba que a compulsão jogo parou quase tão de repente como chegou, eu ainda gerencio o nosso dinheiro e tranquei seu passaporte e carteira de motorista." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Independent.uk, com foto.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Falta de medicamento para mal de Parkinson preocupa cerca de 500 famílias no Paraná

11 de março de 2014 - A falta do medicamento Pramipexol 1 mg, vem preocupando cerca de 500 famílias que possuem portadores do mal de Parkinson no Paraná. De acordo com Michel Pereira, cujo a mãe é portadora da doença, o remédio está em falta desde o mês de janeiro e a ausência dele intensifica os sintomas de tremores e dificuldades de movimentação e coordenação.

“Desde o começo do ano, a associação que repassa para as famílias o remédio, tem fornecido apenas uma caixa e meia por mês, mas minha mãe necessita de quatro. Esse mês ainda consegui fazer uma vaquinha com meus irmãos e compramos, mas fico pensando nas pessoas que não podem fazer isso”, comentou.

O gerente administrativo da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo, Francisco Carvalho, confirmou o problema e disse que, segundo o Governo do Estado, o problema foi de produção. “A Secretária da Saúde me disse que o remédio está em falta no país inteiro devido a uma dificuldade na produção já que um componente estaria em falta. Eles nos mandaram documentos para a aquisição, mas que os fornecedores não conseguiram nos repassar”, disse.

Outra preocupação de Carvalho ficou em torno do preço do medicamento, já que ele custa em torno de R$ 250 com 30 comprimidos. “A falta deste remédio compromete o tratamento, intensifica o sintoma e tem pessoas que ficam de cama sem ele. Está na lei que ele precisa ser cedido, já que custa muito caro”, concluiu.

A Banda B entrou em contato com o Governo do Estado informou que todas as medidas para resolver os problemas estão sendo tomadas. Fonte: Banda B.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Droga para Parkinson causou vício em aposentado

O pensionista foi derrotado em sua batalha judicial após equivocado diagnóstico de Parkinson que o levou a usar droga para doença que o fez perder 600.000 € em jogos.

16 Oct 2013 - O procurador de Turim, indeferiu o pedido por Gianluca Marchetti, 77, que disse que um diagnóstico errado o levou a utilizar o prescrito Mirapexin, que, alegadamente, o transformou em um jogador compulsivo.

Marchetti foi diagnosticado com a doença de Parkinson em 2005, e o medicamento prescrito afeta os nervos no cérebro. O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) diz que uma em cada 100 pessoas que tomam Mirapexin, que é produzido pela empresa alemã Boehringer Ingelheim, pode experimentar mudanças de comportamento, incluindo uma vontade de jogar.

Logo depois, o farmacêutico aposentado, de Rivoli na região noroeste do Piemonte, tornou-se viciado em jogos de azar.

"Em três anos desperdicei a minha riqueza... Eu jogava centenas de euros por dia, era sempre divertido e eu até parei de comer e dormir", Marchetti disse ao jornal La Repubblica.

Ele então viu um programa de TV que ligava o jogo ao medicamento e teve sua dosagem Mirapexin reduzida, com pouco efeito.

O aposentado tentou obter uma indenização da Boehringer Ingelheim na autoridade de saúde local, embora o apelo tenha caído em ouvidos surdos.

Foi durante esse tempo que Marchetti descobriu que havia sido erroneamente diagnosticado com mal de Parkinson e como resultado havia sido o de tomar o medicamento sem necessidade.

Tal notícia levou Marchetti a transformar o seu pedido de indenização contra o neurologista que lhe diagnosticara. Esta alegação foi rejeitada em Turim, deixando o pensionista com 546 € por mês para viver. (original em inglês, tradução, ou versão para o português, Hugo) Fonte: The Local.it.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O lançamento de três novos remédios para Parkinson até 2015 ajudará a reduzir as perdas do mercado resultantes do impacto crescente dos genéricos

July 30, 2013 - A Decision Resources, uma das maiores empresas de consultoria de pesquisa do mundo para questões farmacêuticas e de saúde, considera que a captação de importantes marcas atuais e o lançamento de três novos medicamentos vão ajudar a manter os remédios para a doença de Parkinson (DP) no mercado ao longo do período de previsão 2012-2022, apesar da crescente concorrência dos genéricos. Como resultado dessas forças concorrentes, as vendas totais dos medicamentos usados para tratar DP permanecerá relativamente estável ao longo da próxima década, começando em US $ 2,3 bilhões em 2012 e terminando em US $ 2,4 bilhões em 2022 nos Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Espanha, o Reino Unido e o Japão.

A Pharmacor, no trabalho de aconselhamento intitulado Doença de Parkinson, estima que os agonistas da dopamina vão manter a maior quota de mercado em nível de classe até 2022 em cerca de 30 por cento. Para os líderes de classe de drogas pramipexol (Mirapex da Boehringer Ingelheim, outras marcas, genéricos; Mirapex ER, outras marcas) e ropinirol (Requip da GlaxoSmithKline, os genéricos; GlaxoSmithKline / SkyePharma's e Requip XL, outras marcas, genéricos), observa-se a crescente dependência da conveniência das formulações a serem tomadas uma vez por dia, que deverá tornar as formulações originais, de três vezes ao dia, quase obsoletas na segunda metade do período de previsão 2012-2022. Da mesma forma, a utilização da rotigotina, produto transdérmico de uma vez por dia (UCB / Neupro da Otsuka Farmacêutica, outras marcas) continuará a crescer dentro da classe, principalmente fora da Europa, na sequência da sua reentrada em 2012 no mercado dos EUA e lançamento no Japão em 2013.

Os resultados revelam também que o lançamento de três terapias emergentes até 2015 irá proporcionar alternativas úteis no tratamento PD.

O Rytary do Impax Laboratories ", uma reformulação da levodopa (várias marcas, genéricos), deverá ser prescrito, pelo menos inicialmente, em pacientes mais avançados que experimentam períodos de tempo "off", mas vai competir com terapias adjuntas estabelecidos com levodopa, incluindo o inibidor entacapona catechol -O-metiltransferase (Novartis / Orion Pharma Comtan / Stalevo, outras marcas, genéricos).

A safinamide inibidor da monoamina oxidase-B (Newron Farmacêutica / Zambon Pharma / Meiji Seika Pharma) revelou-se eficaz tanto no início da PD e como co-adjuvante da levodopa em pacientes mais avançados, mas vai enfrentar o líder da classe rasagilina (Teva / Azilect da Lundbeck).

Por último, o agonista inverso da Acadia Pharmaceuticals, receptores 5-HT (2A) pimavanserin, que está prestes a se tornar a primeira terapia aprovada especificamente para o tratamento de sintomas psicóticos associados PD (a comorbidade chave), mas provavelmente vai competir com agentes antipsicóticos atuais que são usados “out formulation” (quando a citação à DP não consta da bula) com algum sucesso clínico hoje. Todos os três destes agentes emergentes enfrentam uma intensificação da concorrência de alternativas genéricas dentro de seus respectivos segmentos de mercado. (segue…, original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Providence Journal.

Sifrol é obsoleto!
O que chama a atenção é o caso do pramipexole, principalmente pelo fato de que, já obsoleto, será produzido no Brasil pela fundação Oswaldo Cruz, e com alarde! Pode ser um 1.o passo, concordo.

Note-se que a formulação de tomada de três vezes ao dia do Sifrol, nome comercial no Brasil do pramipexole, já é tida como obsoleta a partir de 2017 aproximadamente. Hoje já é obsoleta, pois com a formulação ER (Extended Release) 1 vez ao dia, experiência própria, a concentração do remédio se mantém mais uniforme ao longo da jornada evitando as flutuações motoras observadas no caso da ingestão do Sifrol standard 3 vezes ao dia.

Me preocupo para que sejam adotados por parte do governo, remédios de ponta no combate à doença, e não arremedos. Cito basicamente, sem querer fazer apologia à marcas comerciais, o Mirapex ER e o Azilect.

E viva Uruguay, país pequeno mas cumpridor. Onde compro, a preços justos, Mirapex ER e Menuix. 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A luta contra o Parkinson

No Dia Mundial da Doença de Parkinson, a CH On-line apresenta alguns avanços recentes nos estudos e tratamentos da enfermidade, que ainda não tem causa nem cura conhecidas.

Por: Déborah Araujo
Publicado em 11/04/2013 | Atualizado em 11/04/2013
A luta contra o Parkinson
Em 1997, a OMS estabeleceu 11 de abril o dia mundial do Parkinson, visando aumentar a conscientização sobre as necessidades daqueles que sofrem com a doença – 1 a 2% da população mundial acima dos 65 anos. (imagem: Anses/ Flickr – CC BY-SA 2.0)
Hoje, 11 de abril, é o Dia Mundial da Doença de Parkinson. A data faz referência ao nascimento de James Parkinson, médico inglês que descreveu a enfermidade em 1817. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 a 2% da população acima dos 65 anos sofre com a doença em todo o planeta. No Brasil, as estatísticas sobem para 3,3% entre pessoas com mais de 70 anos.
A medicina ainda desconhece a causa da doença. Ela pode se desenvolver, a princípio, em qualquer pessoa, mesmo sem histórico de Parkinson na família. O que os especialistas sabem é que ela ataca os neurônios no sistema nervoso, especialmente os que estão localizados em uma região profunda do encéfalo chamada substância negra.
A doença ainda não tem cura, mas há tratamentos direcionados à maior coordenação dos movimentos pelos pacientes
“Essa região abriga a maior parte dos neurônios que produzem dopamina, o neurotransmissor mais afetado pela doença, utilizado pelos neurônios para comunicar-se entre si e, assim, realizar o controle dos movimentos”, explica o neurocirurgião Erich Fonoff, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM/USP). “Por isso o parkinsoniano tem tanta dificuldade de movimentar-se.”
Além da dificuldade motora, Fonoff acrescenta que o Parkinson também pode envolver outros sintomas, como dor crônica nos membros, alterações de equilíbrio e no olfato, prisão de ventre, hipersalivação, depressão e alterações de sono.
A doença ainda não tem cura, mas há tratamentos direcionados à maior coordenação dos movimentos e, consequentemente, à melhora da qualidade de vida do paciente.

Ampliando o alvo

Dentre as terapias usadas hoje no tratamento do Parkinson está a estimulação cerebral profunda (DBS, na sigla em inglês), que consiste na administração de corrente elétrica controlada para melhorar o controle dos movimentos do corpo.
A DBS – iniciada no fim da década de 1980 – tem sido usada atualmente como um recurso adicional para pacientes de doença de Parkinson em estágio avançado, ou seja, com complicações motoras incapacitantes. Pesquisa recente comprovou, no entanto, que a terapia também pode trazer benefícios para parkinsonianos em estágio intermediário.
O EarlyStim é o primeiro grande estudo multicêntrico a enfocar pacientes em fase intermediária da doença. Envolveu 251 participantes em 17 instituições na Alemanha e na França, entre 2006 e 2012. “Os resultados mostram que o tratamento traz melhoras para o paciente em relação à qualidade de vida, aos sinais motores, ao humor, ao seu ajustamento psicossocial e às atividades da vida diária”, afirma o neurologista Michael Schüpbach, do Hospital Universitário Pitié-Salpêtrière, uma das instituições francesas que participaram da pesquisa.
Schüpbach explica que a DBS era recomendada só em último caso por ser invasiva: requer a implantação cirúrgica de um neuroestimulador sob a pele do peito do paciente. Esse dispositivo envia estímulos elétricos ao cérebro por meio de eletrodos também inseridos cirurgicamente sob a pele, em áreas específicas do órgão.
Neuroestimulador usado no DBS
Implantado sob a pele do peito do paciente, o neuroestimulador usado no DBS é um dispositivo parecido com o marca-passo. Ele envia estímulos elétricos por meio de eletrodos colocados em áreas específicas do cérebro, ajudando o parkinsoniano a controlar seus movimentos. (imagem: Medtronic Brasil)
De acordo com Juan Carlos Varela, gerente no Brasil de uma das unidades da Medtronic – empresa que produz o neuroestimulador –, a recuperação do paciente é, em geral, rápida e o procedimento é reversível, ou seja, o dispositivo pode ser removido em caso de complicações. Uma vez dentro do paciente, o neuroestimulador pode ser programado e ajustado de forma não invasiva por um neurologista treinado, a fim de maximizar o controle dos sintomas e minimizar os efeitos colaterais.
Isto leva a outra desvantagem do DBS: o alto custo. Além dos gastos com o próprio dispositivo e a cirurgia, esse tratamento requer o acompanhamento de especialistas, entre outros recursos, para sua manutenção.
De acordo com o neurocirurgião Erich Fonoff, a estimulação cerebral profunda, aplicada no alvo corretamente escolhido, induz modificações nas oscilações cerebrais ocasionadas pela perda dos neurônios que produzem dopamina, ajudando o parkinsoniano a controlar seus movimentos e recuperar a autonomia.

Esforços brasileiros

Em estudo colaborativo envolvendo o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Sírio Libanês de São Paulo, parkinsonianos com indicação estrita de implante de DBS serão tratados comparativamente utilizando-se dois alvos diferentes, que até o momento a literatura médica sugere serem equivalentes.
Esses pacientes serão avaliados em termos de desempenho motor, eventuais mudanças de peso corporal, dosagens de neurotransmissores e seus efeitos sobre os sintomas motores e não motores da doença. “Esse estudo é muito importante para o Brasil, pois vai beneficiar muitos pacientes e produzir conhecimento de ponta partindo de instituições brasileiras”, afirma Fonoff.
Fonoff: “Esse estudo é muito importante para o Brasil, pois vai beneficiar muitos pacientes e produzir conhecimento de ponta partindo de instituições brasileiras”
Entre as iniciativas brasileiras recentes na área, destaca-se também um projeto de pesquisa que pretende ampliar a compreensão sobre a doença de Parkinson com a ajuda de um sensor em forma de caneta. O estudo, que já está em fase final, é coordenado pela otorrinolaringologista Silke Weber, do Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Com a ajuda do equipamento – denominado caneta biométrica BiSP –, o projeto se propõe a examinar periodicamente as minúcias de movimentos manuais voluntários de pacientes parkinsonianos, acompanhar a evolução da execução dos movimentos e as respostas aos tratamentos usados, assim como comparar esses dados com os de pessoas saudáveis. De acordo com Weber, a precisão dos testes realizados com ajuda da caneta tem atingido índices de até 99% de acerto.
No que tange aos tratamentos com fármacos, o Brasil começou a produzir, no início deste ano, medicamento já usado no combate ao Parkinson à base de dicloridrato de pramipexol. Essa substância tem composição molecular e função semelhantes às da dopamina. “A molécula do remédio tem efeito semelhante ao da molécula do neurotransmissor na comunicação entre os neurônios que controlam os movimentos”, explica o neurocirurgião Erich Fonoff.

Veja vídeo em que a Fiocruz anuncia a produção no Brasil de medicamento contra Parkinson

A produção do medicamento no Brasil é fruto de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) e o laboratório alemão Boehringer Ingelheim. A previsão é que, em 2018, a demanda nacional do pramipexol seja totalmente atendida pela unidade da Fiocruz e distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que, além de ser boa notícia para a saúde, também trará benefícios econômicos para o país. Fonte: Ciencia Hoje UOL.  

sábado, 16 de março de 2013

Fiocruz lançará remédio contra mal de Parkinson

EM TRÊS ANOS
16/03/2013  - O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), laboratório farmacêutico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começará a fabricar em três anos o dicloridrato de pramipexol, medicamento usado no tratamento da doença de Parkinson. O remédio, distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é atualmente importado da Alemanha.

A tecnologia para a produção será repassada pela companhia farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim. A partir de 2016, a Farmanguinhos produzirá metade da demanda nacional. Em 2018, o produto já deve ser totalmente produzido no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) da unidade, em Jacarepaguá, Zona Oeste da capital fluminense. Segundo o diretor do Farmanguinhos, Hayne Felipe da Silva, um dos objetivos do acordo é o fortalecimento da indústria farmoquímica nacional, que receberá a tecnologia para a produção do insumo.

O Governo deve economizar R$ 90 milhões durante os cinco anos do acordo de transferência tecnológica. O medicamento é uma das principais terapias contra a doença degenerativa do sistema nervoso central. Hoje, o pramipexol é o único dessa classe disponível no Brasil. Cerca de 20 mil pacientes recebem mensalmente o medicamento pelo SUS, sendo que a estimativa é de que menos 200 mil pessoas tenham a doença no País. (da Folhapress) Fonte: O Povo CE.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fiocruz vai produzir remédio para Parkinson

Iniciativa é fruto de acordo de transferência de tecnologia com laboratório alemão

25/10/12 - A Farmanguinhos, braço farmacêutico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), recebeu esta semana o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para começar a produzir o medicamento Pramipexol, indicado para o tratamento do mal de Parkinson. O registro é fruto de acordo fechado em novembro do ano passado entre a instituição e o laboratório alemão Boehringer-Ingelheim, detentor da patente do remédio, para transferência de tecnologia para sua produção, como parte da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal.

Jorge Mendonça, vice-diretor de Gestão Institucional da Farmanguinhos, explica que o processo de transferência de tecnologia deverá levar cinco anos ao todo. Nos três primeiros anos, o medicamento ainda será totalmente fabricado pelo laboratório alemão, mas já com rotulagem da Farmanguinhos. Nos últimos dois anos do acordo, a instituição passará a produzir pelo menos 50% da demanda nacional do remédio, para ao fim deste período já ter o domínio completo do conhecimento para seu desenvolvimento e fabricação.

— É um processo por etapas. Primeiro, vamos cuidar da parte analítica e de controle de qualidade, para depois absorvermos todo o processo produtivo do medicamento em si — diz Mendonça.
Segundo o vice-diretor da Farmanguinhos, já neste primeiro momento deverá haver uma redução substancial, de pelo menos 20%, nos custos de aquisição do Pramipexol para distribuição no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o Brasil importa toda sua demanda pelo remédio, com gastos que chegaram a R$ 37 milhões em 2010. A estimativa é de que pelo menos 200 mil pessoas sofram com o mal de Parkinson no país, com uma prevalência de 100 a 200 casos por 100 mil habitantes.

- Ao final do processo, no entanto, a economia com o remédio deve ser muito maior, já que depois de três anos o princípio ativo do Pramipexol será praticamente todo produzido aqui no Brasil — conta Mendonça. — Mas desde já vamos poder dar à população acesso a um medicamento de primeira linha, isto é, o mais moderno indicado para a terapia do mal de Parkinson.

O Pramipexol não é o único medicamento beneficiado pela PDP em Farmanguinhos. A instituição já fabrica vários dos remédios que fazem parte do coquetel contra a Aids distribuído pelo governo federal, e até o fim de novembro espera obter registro da Anvisa para começar o processo de transferência de tecnologia para produção de mais um, o Atazanavir, resultado de acordo semelhante fechado com o laboratório americano Bristol-Myers Squibb. Fonte: Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Doença de Parkinson

Ancelmo Gois / GOIS DE PAPEL / 24.10.2012 | A Agência Nacional de Vigilância Sanitária acaba de liberar o registro para que a Farmanguinhos, braço farmacêutico da Fiocruz, produza o Pramipexol, medicamento usado contra a doença de Parkinson. Fonte: O Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Farmácia Popular: Alguns medicamentos promovem comportamento compulsivo

Oct 8, 2012 - Pergunta: Mirapex é um medicamento prescrito para a doença de Parkinson e síndrome das pernas inquietas. Eu li on-line que este medicamento pode promover comportamentos compulsivos, como compras, pornografia, sexo, jogos e comer. Algumas dessas compulsões resultaram em divórcio ou falência.

Eu mesmo desenvolvi uma compulsão por comprar bugigangas no eBay, até a quantia de US $ 10.000 no meu cartão de crédito. Não vendo pelo preço de garagem (bazar em casa) e não querem levá-los, que eles fiquem na minha garagem como um lembrete cruel de quando eu estava fora de controle.

Alertar as pessoas de que, se uma compulsão nova surge, elas devem consultar o médico ou farmacêutico para descobrir se ela pode ser causada por medicamentos.

Resposta: A maioria das pessoas não pode imaginar que uma droga possa levar alguém a uma farra de consumo ou se engajar em comportamentos como o comer compulsivo ou sexo. No entanto, isto tem sido documentado como um efeito colateral de medicamentos, tais como Mirapex e Requip. A informação oficial de prescrição para tais medicamentos é que os pacientes e seus familiares devam ser avisados ​​sobre a possibilidade de intensos impulsos incontroláveis. (segue..., em inglês) Fonte: Clarion Ledger.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A utilização de Pramipexole e o risco de pneumonia

29 September 2012 - Os doentes com doença de Parkinson têm um risco elevado de pneumonia e ensaios randomizados "sugerem" que este risco pode ser aumentado com o agonista da dopamina pramipexol. Mas é incerto que os agonistas da dopamina pramipexol ou outros aumentem o risco de pneumonia. (segue.., em inglês) Fonte: Bio Med Central.

Ao se falar em pramipexole, fala-se dos agonistas dopaminérgicos Sifrol / Sifrol ER / Livipark / Pramipezan / Stabil. Se falar em outros agonistas, fala-se em Bromocriptina (Parlodel / Bagren); Lisuride (Dopergin); Piribedil (Trivastal retard); Pergolida (Celance); Ropinirol (Requip).
 Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega... Via das dúvidas, o mínimo necessário...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Aché lança Stabil, o primeiro medicamento do portfólio para Doença de Parkinson

06AGO2012 - O Aché lança em agosto o primeiro medicamento de seu portfólio para tratar a Doença de Parkinson. Stabil (dicloridrato de pramipexol) é uma molécula de perfil único e age como agonista de receptores de dopamina, oferecendo certa proteção aos neurônios.

Stabil promove estabilidade motora e preço acessível desde o início dos sintomas da doença e chega ao mercado em três apresentações (0,125 mg, 0,250 mg e 1 mg). Pode ser usado como monoterapia ou em associação com a levodopa, o tratamento mais tradicional para Doença de Parkinson. “O uso de Stabil no início do aparecimento dos sintomas prorroga o uso da levodopa, e isso traz um benefício ao paciente”, diz Nancy Huang, gerente-médica de Sistema Nervoso Central no Aché. (segue...) Fonte: Portal Seguros.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Fármacos eficaces en el control de síntomas

Ventajas de la prescripción de la sal pramipexole
30 marzo 2012 - Hay avances significativos en la medicación para el mal de Parkinson. Los fármacos ayudan al control de los síntomas, retardan el uso de otros medicamentos con efectos secundarios y al ser de liberación extendida se toman una vez al día, lo cual favorece el apego a la terapia.

La doctora Minerva López Ruiz, coordinadora de la consulta externa de neurología en el Hospital General de México, recuerda que el Parkinson es una enfermedad degenerativa y evolutiva que puede llevar a la discapacidad.

"La sintomatología principal se asocia con el temblor involuntario, la rigidez, la lentitud de movimiento y la caída. Todo esto afecta la calidad de vida del paciente, quien sin medicación no podría llevar una vida relativamente normal", indica.

El padecimiento es progresivo y no tiene cura, pero los nuevos fármacos, como el que contiene la sal pramipexole, ayudan a controlar las manifestaciones y retardar el uso de Levodopa. Este medicamento es muy efectivo y de uso inminente en el Parkinson; después de un consumo prolongado el cerebro se sensibiliza a la molécula y el fármaco pierde efectividad, lo que obliga a prescribir una dosis mayor cada vez.

Por esa razón la intención es retardar lo más posible la prescripción de Levodopa.

La doctora Minerva López destaca las ventajas del Sifrol, nombre comercial de la pramipexole, pues hace un año salió al mercado la fórmula de liberación extendida que hace posible que el paciente sólo haga una toma al día (Sifrol ER / Mirapex ER). Es además un medicamento dual, que ayuda a tratar los síntomas de la depresión que se asocian con el Parkinson.- I.C.A. Fonte: Diario de Yucatán.mx.
Há 5 anos atrás tomava 6 x Prolopa 250, hoje com Sifrol / Mirapex ER, tomo 1 e 1/2 x Prolopa 250! Recentemente eliminei o biperideno.  Menos drogas, cabeça melhor. Tudo sob orientação médica.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Sifrol ER X Mirapex ER

Na dosagem de 1,5 mg (não é o caso da foto) o 1.o custa 3,23 X + caro que o 2.o, que além disso pode ser vendido sem receita.

Obs: Fruto das férias fora do pa-tro-pi.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vergonha nacional

Preços Pramipexol Extended Release (Sifrol ER/ Mirapex ER) Obs.: Preços em 02/02/2012.
- Sifrol ER no Brasil (Porto Alegre / Onofre, aqui a + barata)
Sifrol ER 0,375mg c/ 30 - R$ 96,54
Sifrol ER 0,75mg c/ 30 - R$ 140,69
Sifrol ER 1,50mg c/ 30 - R$ 281,42
Sifrol ER 3,00mg c/ 30 - R$ 562,76
Sifrol ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-

- Mirapex ER no Uruguay (Rio Branco / a 390 km daqui, sob encomenda prévia)
Mirapex ER 0,375mg c/ 10 - R$ 8,00
Mirapex ER 0,75mg c/ 30 - R$ 43,00
Mirapex ER 1,50mg c/ 30 - R$ 87,00
Mirapex ER 3,00mg c/ 30 - R$ 174,00
Mirapex ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-
Aonde vcs acham que eu vou comprar?
E não me venham com papos de falta de patriotismo...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Você sabe qual a diferença?


No custo médio mensal quase não há diferença, mas no terapêutico sim. Informe-se com seu neurologista!

Dicloridrato de Pramipexol (genérico) Sifrol (Boehringer Ingelheim) ou Livipark (Sandoz) tomando 3 x/dia (cfe bula) (o da esquerda)
Sifrol 0,125mg 30 Comprimidos - R$ 111,00
Sifrol 0,250mg 30 Comprimidos - R$ 270,00
Sifrol 1,00 mg 30 Comprimidos -  R$ 780,00

Sifrol ER (Boehringer Ingelheim) tomando 1 x/dia (cfe bula) (o da direita)
Sifrol ER 0,375 mg 30 Comprimidos - R$ 98,00
Sifrol ER 0,75 mg 30 Comprimidos - R$ 200,00
Sifrol ER 1,5 mg 30 Comprimidos - R$ 390,00
Sifrol ER 3 mg 30 Comprimidos - R$ 790,00

sábado, 5 de novembro de 2011

Preço de droga para Parkinson cairá

04 de novembro de 2011 | A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou a transferência de tecnologia do medicamento pramipexol, para doença de Parkinson, com o laboratório alemão Boehringer Ingelheim. Em cinco anos, o remédio será fabricado no Brasil. Nesse período, o governo economizará R$ 65 milhões. (...)

Hoje, o País tem cerca de 200 mil pessoas com a doença, segundo a Associação Brasileira de Parkinson. O tratamento mensal com pramipexol custa R$ 680, ou seja, o gasto anual é de R$ 8.160. O governo compra o medicamento com desconto de 30%. (...)

A transferência de tecnologia prevê a redução gradual do valor unitário do comprimido. Na forma de 1mg, por exemplo, o valor unitário passará de R$ 3,58 no primeiro ano para R$ 1,71, no último ano. O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) ficará à frente da produção. "Hoje não há compra centralizada. O governo federal repassa o dinheiro para que Estados e municípios comprem o medicamento. Acredito que, com o barateamento do custo de fabricação, haverá crescimento da demanda", afirmou o diretor de Farmanguinhos, Hayne Felipe da Silva. Fonte: O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Brasil começa a produzir remédio contra o mal de Parkinson

03 de novembro de 2011 • O Brasil projeta, para dentro de cinco anos, estar produzindo toda a quantidade do medicamento pramipexol necessária para o tratamento do mal de Parkinson no País. A produção nacional do remédio, apontado como a primeira escolha no tratamento da doença, será feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Acordo assinado nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, deu início à transferência da tecnologia para a produção do remédio, que será repassada pelo laboratório alemão Boehringer Ingelheim a técnicos do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos). (segue...) Fonte: Terra.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fiocruz e Boehringer assinam acordo para produzir Pramipexol

02/11/2011 - Medicamento é usado no tratamento da Doença de Parkinson . A Fiocruz em parceria com o laboratório alemão Boehringer Ingelheim produzirá o Pramipexol, medicamento usado para tratamento da Doença de Parkinson. O acordo para a transferência de tecnologia será assinado no dia 03 de novembro (quinta-feira), às 15h, na Biblioteca do Castelo Mourisco, 3º andar. A iniciativa faz parte da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), do Governo Federal, que tem como objetivo fortalecer a indústria farmoquímica nacional.

Assinatura do contrato de transferência de tecnologia para a produção do medicamento Pramipexol entre Fiocruz e Boehringer Ingelheim, no dia 03 de novembro (quinta-feira), às 15h, na Biblioteca do Castelo Mourisco 3° andar - Av. Brasil 4365 Sede da Fiocruz, Rio de Janeiro – RJ. Fonte: Revista Fator.