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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Má alimentação pode causar Alzheimer ou Parkinson em ratos

May 28, 2015 - Durante vários anos, um pesquisador alimentou roedores em seu laboratório com uma dieta calórica com alta concentrações de glicose, o que resultou em diabetes. Ao avaliar cientificamente o que ocorreu em ratos, Samuel Treviño Mora, da Universidade Benemérito de Puebla (BUAP) no México observou que "Diabetes e má alimentação é um fator de risco para o desenvolvimento de doença de Alzheimer ou de Parkinson."

O cientista da Faculdade de Química (FCQ) reproduz o consumo humano em modelos biológicos com diferentes condições genéticas. Ele alimenta os animais com uma dieta rica em calorias, em seguida, analisa a desordem metabólica, resultante, triglicéridos, resistência à insulina, obesidade e o excesso de peso desencadeou o desenvolvimento da diabetes do tipo II.

Ao medir os efeitos sobre o cérebro, a análise determinou a existência de inflamação e morte neuronal no hipocampo e no córtex cerebral, áreas importantes para o bom funcionamento da memória de curto e longo prazo. "Com uma dieta baseada em altos carboidratos doenças neurodegenerativas surgem associados a doenças de Alzheimer e de Parkinson", diz Trevino Mora.
"A dieta dos mexicanos é baseado em alto teor calórico, junk food e má aplicação dos alimentos que nós (erradamente) pensamos serem saudáveis, como grandes quantidades de cereais, bebidas com elevadas porções de sacarose ou alimentos leves que contenham frutose como adoçante".

Uma criança que cresce acima do peso ou obesos podem começar a desenvolver diabetes na adolescência, e se esta doença metabólica não é controlada, é provável que resulte em dano cerebral. O mesmo acontece com os adultos. Uma dieta pobre mantida aos 30 anos de idade pode resultar nessas mesmas características e reduzir a produtividade do trabalho em um tempo muito curto.

"Estamos a falar de uma progressão desde a infância que causa o envelhecimento prematuro do cérebro, semelhante às condições do cérebro observadas em pacientes de 70 a 80 anos de idade, e que ocorre atualmente em pessoas entre 50 e 60", diz Trevino Mora.

Ele acrescenta que, uma vez que a obesidade infantil pode ter uma associação direta com má aprendizagem e consolidação das informações, bem como os problemas de retenção de conhecimento, e, a longo prazo, a doença de Alzheimer.

Dietas à base de hidratos de carbono alteram as condições de regulação do cérebro em pessoas como o consumo (orexigenis) e falta de apetite (anorexigenis). Quando não há equilíbrio de energia, o corpo começa a perder esses recursos regulamentares e gerar patologias como a doença de Alzheimer.

Samuel Treviño Mora também está a desenvolver um dispositivo celular que mede os níveis de glucose, sem uma amostra de sangue. Ele está a desenvolver sensores que registam a tensão criada pelo fluxo de glicose sobre a pele, que são incorporados num dispositivo em forma de anel.

"A idéia é criar um aplicativo de telefone para que o paciente tenha uma medida constante de seus níveis de glicose no sangue sem picar os dedos", diz o especialista. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Medical Xpress.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Notícias recentes (nada impactantes)

Registro de Testamentos Vitais aumenta no Brasil
18 de Janeiro de 2015 – Brasileiros estão querendo assegurar o direito de escolher, pelo menos o tratamento médico a que devem se submeter caso venham enfrentar uma doença que os impossibilitem. Fonte: O Fluminense.

Favas (brotos de feijão) eficazes na cura do Parkinson
Sat, 24 Jan 2015 - Resultados de um estudo realizado por investigadores da Universidade de Mashhad Medical - Irã, indicou que as favas são eficazes no tratamento de sintomas da doença de Parkinson. Fonte: Iran Daily.

Estimuladores nervosos na coluna poderiam conquistar o Parkinson e até a obesidade?
24 de Janeiro de 2015 – Para algumas pessoas, a estimulação do nervo pode tratar de tudo, desde distúrbios do movimento à excesso de peso. (Nicolélis) Fonte: Health Line News.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

10 alimentos indispensáveis para o cérebro. E mais alguns que fazem bem à alma

Neurocientistas comprovam que incluir determinados produtos em nossa dieta pode ser fundamental para preservar a memória e agilidade mental. Mas como ninguém é de ferro, vale permitir-se, vez ou outra, aquela escapada básica para saborear comidinha com gosto de infância.

09 Dezembro 2014 | Comemos por vários motivos. Aplacar a fome e nutrir o corpo são apenas dois deles. Esse gesto envolve afeto, desejo, prazer, simbolismos e representações que inevitavelmente se confundem com aspectos mais óbvios do ato de comer. Uma experiência clássica, sobre a qual estudantes de psicologia ou interessados no tema certamente já ouviram falar, ilustra esse fenômeno de forma curiosa: o pesquisador americano Harry Harlow demonstrou que filhotes de macaco alimentados por uma estrutura de metal em forma de boneco ficavam tristes e encolhidos pelos cantos, sem motivação para explorar o ambiente. Macaquinhos que permaneciam em companhia de um boneco recoberto por pelúcia (que imitava o pelo de uma fêmea adulta) eram muito mais animados, espertos e interativos. E os filhotes criados por uma macaca de verdade, que além de amamentá-los oferecia contato físico, eram bem os mais curiosos, tranquilos, seguros e aptos a enfrentar desafios – uma interessante interação de calorias com afeto, que vale também para seres humanos.

Em tempos de intensa patrulha estética e cobrança pelo corpo ideal, a relação com a comida parece cada vez mais atravessada por angústias, culpas e distorções. Comemos mal e em excesso, buscamos dietas e suplementos, consumimos informações que acenam com a possibilidade de uma silhueta perfeita (seja lá o que isso signifique, talvez os benditos dois quilos a menos, no caso de grande parte das mulheres). Levando em conta esse cenário, é compreensível que tantas vezes sejam depositadas no alimento da moda expectativas de que sejam capazes de garantir motivação e segurança. Esse imaginário é, pelo menos em parte, apoiado (ou alimentado) por descobertas recentes das neurociências que mostram que comer isso ou aquilo pode proteger o corpo de forma geral e o cérebro – e até atrasar o desenvolvimento de patologias neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer. Tudo indica que vale mesmo incluir na dieta alimentos comprovadamente ricos em flavonoides (substâncias antioxidantes que preservam as células neurais). Há pouco, deparei com uma lista dos “dez alimentos mais saudáveis” que não podem faltar de uma boa dieta. São eles: mirtilo, frutas vermelhas, frutas cítricas, chocolate amargo, chás (branco e verde), vinho tinto (com moderação), derivados de soja, verduras escuras (espinafre e couve, por exemplo), temperos frescos (salsinha e cebola) e especiarias (pimenta, orégano, tomilho.). (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Peso e hábitos alimentares na doença de Parkinson

November 20, 2014 - Uma revisão da literatura científica sobre a doença de Parkinson, realizado por pesquisadores da SISSA medialab, mostra que até mesmo os sintomas não motores associados à doença podem contribuir para as alterações no peso corporal observadas em pacientes (incluindo aqueles submetidos à estimulação cerebral profunda). Entre os fatores que afetam os hábitos alimentares e o peso corporal poderia ser, por exemplo, uma diminuição da capacidade de obter prazer a partir de alimentos e mudanças na motivação. Estes são resultados importantes que podem ajudar a compreender a forma de reduzir esses efeitos do mal de Parkinson que agravam uma situação clínica já negativa.

Os pacientes afetados pela doença de Parkinson freqüentemente apresentam alterações marcantes no peso corporal: eles podem ganhar ou perder muito peso, dependendo do estágio da doença, ou podem aumentar em até dez quilos após a estimulação cerebral profunda (um tratamento para aliviar os sintomas). Esta situação piora consideravelmente a qualidade de vida de uma pessoa que já está sofrendo de distúrbios motores fortemente incapacitantes, por isso é importante entender quais são os fatores que a causam.

"Os hábitos alimentares e peso corporal de pacientes com Parkinson mudam à medida que a doença progride", explica Marilena Aiello, pesquisadora da SISSA e primeira autora do estudo publicado na revista Appetite. "Em nosso estudo, revisamos estudos sobre Parkinson que forneceram dados sobre a associação entre os sintomas não-motores, hábitos alimentares e peso corporal. Dessa forma, fomos capazes de avaliar alguns fatores que, além dos sintomas motores e tratamentos com medicamentos, podem representar um papel neste problema."

Depressão, transtorno cognitivo, distúrbios sensoriais - olfato e do paladar, principalmente -, diminuição da capacidade de sentir prazer: todos estes aspectos contribuem para a hábitos alimentares incorretos. "O possível papel da capacidade de sentir prazer e motivação para o consumo de alimentos é particularmente interessante. Doentes de Parkinson podem ser um pouco carentes a este respeito e, portanto, comem menos e perdem peso, ao passo que o ganho de peso exibida após a estimulação profunda do cérebro parece apontar para um aumento de prazer e motivação associada com alimentos. Estudos específicos são necessários para confirmar ou refutar essa constatação que emerge da revisão da literatura."

"Estudos como o nosso podem ajudar aqueles que trabalham com esses pacientes: consciência dos papéis desempenhados pelos diferentes fatores é de fato fundamental para a concepção de intervenções com o objetivo de minimizar o efeito dos déficits e restaurar os níveis normais de peso em indivíduos que já estão sofrendo por causa da doença." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Science Daily.

Um comentário sobre este assunto: peso e alimentação, sem fazer consulta bibliográfica.

Após ter feito o dbs eu realmente ganhei peso, 10 kg. Tenho, ou tinha, um metabolismo que se praticava esportes ganhava peso, se ficava parado perdia peso. Atribuo o ganho de peso a quatro fatores:

1. menor gasto de energia advindo da redução dos tremores;
2. menor necessidade de levodopa (menor quantidade e maior intervalo entre doses), e que levou a não precisar resguardar tão rigidamente os intervalos de pré e pós ingestão de alimentos, que inibem o efeito da droga;
3. com menos levodopa eu particularmente vivo melhor, sentindo inclusive prazer no paladar e na textura dos alimentos, com isto como mais.
4. na perigosa euforia do êxito do dbs, voltei a nadar, e muito, o que veio a me render uma hérnia de disco. Praticando esporte engordo, pois como mais.

Hoje, com o efeito do dbs menos eficiente, seja por acomodação do cérebro, por deslocamento dos eletrodos ou por diminuição da carga da bateria (talvez os 3 juntos), tenho que me drogar mais, e com isso voltei ao peso quase normal de 8 anos atrás, pré dbs. Vou tentar manter este peso. Mas em geral as PcP's perdem peso e ganham barriga, esta pela postura corporal.

Ao final, meu maior desejo nesta vida que ainda me resta, afinal já passei mais da metade dela, seria simplesmente vivê-la. Não me preocupar com estas coisas. E não tentar viver sobrevivendo em função das limitações impostas pelo Mr. Parkinson. Quem tem esse “troço” sabe bem do que falo. “Although” haja esperança.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Quais alimentos protegem você do Parkinson? (*)

Cérebro e Nutrição: Uma boa combinação.

POR LAISSA SOARES
05.05.2014 - A saúde hoje está quase sempre associada ao corpo musculoso, que erroneamente passa a imagem de saúde. Basta digitar saúde e alimentação no Google e uma quantidade imensa de imagens relacionando alimentos à corpos esbeltos e bem construídos irão aparecer.

Não quero aqui denegrir a imagem de quem tem um corpo forte e nem afirmar que não há uma conexão positiva entre músculos e saúde. Afinal, eu também quero ter uma barriga de tanquinho e um bíceps bem definido. Contudo, quero lembrar aos leitores que nós não somos apenas músculos

Afinal, o que nós somos? Na minha opinião, nós somos o retrato da nossa experiência de vida, ou seja, a representação de toda a informação que o nosso cérebro moldou e molda durante o nosso período de vida. Sendo assim, você não é só o que você come, você é aquilo que o seu cérebro vivencia.!!

Dito isso, acredito que nós deveríamos dar uma maior atenção à saúde do nosso cérebro. Afinal, quem não tem em seu convívio social alguma pessoa que sofra de doença que afete o cérebro como Alzheimer, demência senil ou Parkinson.

Todo dia milhares de pessoas em todo mundo são diagnosticadas com doenças que comprometem à saúde mental e infelizmente este número só tende a aumentar nas próximas décadas.

Assim, logo nos perguntamos: Será que há modos de proteger ou diminuir a probabilidade de desenvolver uma doença que afete minha saúde mental? A resposta para essa pergunta é SIM!!! Vamos pegar como exemplo a doença de Parkinson.

O que é a doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em idosos. Segundo a fundação Michael J. Fox (do ator do famoso filme dD Volta para o Futuro), 1 em cada 100 pessoas com idade maior que 60 anos possui Parkinson e estes números tendem a aumentar com o crescimento do envelhecimento da população. Acredita-se que hoje no mundo 5 milhões de pessoas vivam com Parkinson.

O Parkinson é uma doença progressiva que afeta as células nervosas que usam uma substância química do cérebro chamada dopamina e ajudam no controle dos movimentos musculares. A doença ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem enviar mensagens corretamente e isso leva à uma perda gradativa da função motora.


A fraqueza das células-tronco. (Revista FAPESP, 05/2011)
Qual a causa do Parkinson?

A doença de Parkinson ainda não tem uma causa definida. Porém, sabe-se que os fatores relacionados com o DNA estão envolvidos, especialmente quando a doença afeta pessoas mais jovens.

O fator ambiental parece também ser importante para a causa da doença. Um estudo revelou que as pessoas que vivem em zonas rurais e manuseiam ou tem algum contato diário com agrotóxicos tem um risco 75% maior de desenvolver a doença. Ou seja, apesar da causa ainda não ter sido descoberta, as pistas nos indicam que o ambiente, além de uma possível predisposição genética, pode aumentar nossa chance de vir a desenvolver Parkinson.

Como me proteger ?

Segundo Hipócrates, o pai da medicina, não há melhor remédio que uma boa alimentação. Então, quais dicas alimentares podemos seguir para nos proteger contra essa doença?

Tenha uma alimentação balanceada e não exagere.

A literatura científica está cheia de evidências de um efeito positivo da redução da ingestão calórica sobre o envelhecimento e doenças que afetam o cérebro.

Os resultados de diferentes estudos mostram de maneira uniforme, uma associação significativamente positiva entre o menor consumo de calórias e o risco para desenvolver doenças neurodegenerativas como Alzheimer, doença de Huntington e a DP.

Com base na associação de maior ingestão calórica e a manifestação de doenças ou uma maior progressão das doenças neurodegenerativas, estima-se que 1,600-2,200 calorias são o necessário para uma saúde física e mental dita como ótima. Mas lembre-se, esta estimativa de 1600-2200 cal. é voltada para um grupo populacional!!!

Quero que você tenha em mente que cada pessoa necessita de um aporte calórico diferente, por isso a importância de se consultar com um nutricionista para discutir estratégias para adequar suas calorias às suas necessidades diárias o que irá contribuir para uma melhora na sua alimentação e qualidade de vida.

Diminua o Açúcar

Há hipóteses que relatam uma influência negativa de uma dieta com alta ingestão de açúcar e o risco para a DP.

Esta teoria tem sido confirmada segundo estudo que avaliou 8.006 indivíduos na faixa etária entre 45-68 anos. Depois de 30 anos de acompanhamento, o estudo relatou que os indivíduos que desenvolveram a DP consumiram significativamente mais alimentos com alto teor em açúcar que o resto da população estudada. Ou seja, evite alimentos ricos em açúcar e que possuam a capacidade de aumentar rapidamente o nível de açúcar em seu organismo, como por exemplo: Refrigerantes, doces e refinados (dê preferencia aos alimentos integrais).

Consuma Gorduras Boas.

Os dados hoje disponíveis indicam que gorduras como o ômega-3 exercem um efeito benéfico para o cérebro. Esta propriedade parece valer também para um menor risco para a DP.

A questão pertinente sobre se as gorduras insaturadas (como o ômega-3) podem proteger contra a DP foi investigada em um grande estudo conduzido em Rotterdam na Holanda (com 5.289 indivíduos). Eles concluíram que pessoas que consumiam uma dieta com maior quantidade de gorduras insaturadas possuíam um risco significativamente menor em desenvolver a DP.

A pesquisa atual concentra-se especificamente sobre o ácido docosa-hexaenóico (DHA), uma gordura da família do ômega-3. O DHA é um fator essencial para o crescimento e desenvolvimento do cérebro, além de possuir potencial anti-inflamatório. Assim, o DHA parece proteger as células nervosas que utilizam dopamina contra os agentes nocivos.

Fonte de alimentos ricos em ômega-3 e DHA: sementes oleaginosas em geral (ex: noze; avelã; castanhas..), salmão, atum, cavala e sardinha.

“Alimentos mágicos”

Apesar de diversas teorias interessantes sobre a eficácia de vários suplementos ou fatores dietéticos em nos proteger contra a DP, falta-nos respostas baseadas em evidências concretas e definitivas. Algumas terapias têm sido estudadas apenas em laboratório e poucos testes em humanos foram feitos, e a maioria tem produzido resultados não muito satisfatórios.

Contudo, há alimentos que parecem ajudar na prevenção contra esta doença, podemos incluir nesta lista o café (vários estudos populacionais têm sugerido que o café pode proteger contra o Parkinson, especialmente em homens); chá verde; uma variedade de frutas e legumes; e alimentos ricos em vitamina E , tais como germe de trigo; nozes e sementes.

Há algum alimento contra indicado?

Ao longo dos diversos estudos que obtive contato, o leite parece ter uma relação com uma maior probabilidade em desenvolver a doença (especialmente em homens). Entretanto, os autores do estudo alegam que provavelmente esta relação esteja envolvido com os processos de industrialização do produto.

Sendo assim, devemos evitar os produtos altamente industrializados. Quantas vezes aqui no Brasil não escutamos reportagens alegando fraudes no processo de industrialização dos alimentos, em especial do leite? Tente incluir em seu cardápio os produtos orgânicos, pois como relatado previamente neste post, pessoas que vivem em zonas rurais e manuseiam ou possuem algum contato diário com agrotóxicos tem um risco 75% maior de desenvolver a DP. Isso indica que o consumo de alimentos que contenham uma grande quantidade de agrotóxicos como; abacaxi, alface, morango, pimentão, pepino, mamão, cenoura, uva (ANVISA 2011-2012) pode, de certa forma, contribuir para uma maior probabilidade em desenvolver Parkinson. Pense orgânico!!!!

Outra dica valiosa

Faça exercício físico regularmente, pois uma revisão dos dados da Sociedade Americana de Câncer constatou que a prática de exercício físico diminuiu o risco para Parkinson em 40%. Fonte: Instituto Nacional Vida Saudável.

(*) Esta matéria foi postada para não passar em branco, para constar. Salve a alimentação saudável, mas, particularmente, em relação Parkinson, NÃO CONCORDO. Se alimentação saudável inibisse o surgimento do Parkinson, muitos de nós não o teríamos.
O Parkinson, s.m.j., advém primordialmente da conjunção de fatores genéticos (uma fatalidade genética), em geral predominando sobre fatores ambientais (ex. estilo de vida). A idade da manifestação sintomática é caso a caso.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Uma dieta com alimentos orgânicos é a melhor para o mal de Parkinson?

May 30th, 2013
Aqui tem tudo que você precisa saber sobre nutrição e dieta para ajudar a retardar a progressão da doença de Parkinson.

Medical Daily
Por Amy Boulanger |


A doença de Parkinson (DP) é uma doença progressiva do sistema nervoso, ou seja, os sintomas pioram com o tempo. De acordo com a Fundação da Doença de Parkinson (PDF), cerca de um milhão de pessoas nos EUA vivem com PD. Em todo o mundo, há uma estimativa de sete a 10 milhões de pessoas.

A DP afeta o movimento e se desenvolve gradualmente - às vezes manifestando-se com um tremor quase imperceptível em uma das mãos em seus estágios iniciais. Enquanto tremor é o sintoma mais comumente associado, outros sinais incluem rigidez dos membros, lentidão de movimentos, fala arrastada ou rígida, e diminuição do equilíbrio e coordenação.

Os cientistas continuam a procurar a causa do PD, estudam os fatores genéticos e ambientais. A pesquisa atual analisa a forma como a doença progride, procurando encontrar possíveis fatores ambientais, tais como toxinas, que podem desencadear a DP.

Não há cura para o PD, e não há maneira de prever como os sintomas vão afetar um indivíduo. Para alguns pacientes, o tremor pode ser o sintoma principal, enquanto outros apresentam apenas menores sintomas. Medicamentos podem ajudar a aliviar os sintomas, bem como mudanças na dieta.

Mas e se suas frutas e vegetais são de cultivos convencionais ou orgânicos?

Orgânico é melhor?

Escolher uma dieta à base de orgânicos pode ser uma opção saudável para ajudar a prevenir o aparecimento da DP, ou ajudar aqueles que já estão diagnosticados com o transtorno.

Numerosos estudos demonstram os riscos para a saúde da exposição a pesticidas, que são utilizados para o cultivo convencional. Em 2009, pesquisadores da UCLA descobriram que no Vale Central, Califórnia, moradores que viviam a menos de 500 metros de campos pulverizados entre 1974 e 1999, tiveram um risco 75 por cento maior de desenvolver doença de Parkinson.

Eles observaram em seu estudo, publicado no American Journal of Epidemiology, que "a doença de Parkinson tem sido relatada com ocorrência de altas taxas entre os agricultores e das populações rurais, contribuindo para a hipótese de que os agrotóxicos podem ser agentes causais".

E ainda um outro estudo recente, publicado na revista Neurology, indica fortemente o fator de risco para a doença de Parkinson ea exposição a pesticidas. Os investigadores encontraram cerca de duas vezes um aumento no risco do mal de Parkinson associada à exposição ao paraquat (um herbicida) ou maneb / mancozeb (um fungicida utilizado em culturas).

Com base em evidências de que as ligações a pesticidas para o desenvolvimento do mal de Parkinson, existem passos que você pode tomar.

Comprar orgânicos sempre que puder. O termo orgânico não garante os alimentos livres de pesticidas; rotulagem "orgânica" significa que os pesticidas químicos sintéticos não têm sido usados ​​para aumentar ou armazenar os alimentos. Para mais informações detalhadas, você pode visitar o Environmental Working Group (EWG) website para ler o Guia do Comprador de pesticidas em produtos.

De acordo com a EWG, "os consumidores podem reduzir significativamente a ingestão de resíduos de pesticidas e sua exposição a bactérias resistentes aos antibióticos, escolhendo produtos orgânicos e carne."

Você também pode tentar fazer compras localmente - no mercado do seu fazendeiro local, por exemplo - para obter uma melhor compreensão de onde a comida vem. Você pode perguntar como ervas daninhas e pragas são gerenciados durante o crescimento das culturas.

E, em sua casa, eliminar ou reduzir o uso de pesticidas. Procure alternativas para a toxinas, como a limpeza de áreas de jantar imediatamente depois de comer para evitar os ratos e insetos. Saiba mais sobre produtos químicos seguros, visitando Safer Chemicals, Healthy Families.

Existe uma dieta de Parkinson?

Enquanto não há nenhuma dieta especial que tenha sido comprovada para retardar ou impedir a progressão da doença de Parkinson, existem algumas recomendações dietéticas que podem ajudar a aliviar os sintomas. Antes de tentar qualquer novas alterações, é melhor falar com seu médico sobre como criar o melhor plano para você.

Fibra

Comer uma dieta rica em frutas e vegetais pode ajudar a proteger a função das células nervosas. E, muitas frutas e vegetais são ricos em fibras, o que é importante para prevenir a constipação, um sintoma comum na doença de Parkinson.

A Clínica Mayo sugere uma dieta nutricionalmente equilibrada que contenha frutas, verduras e grãos integrais. "Uma dieta equilibrada," de acordo com a Clínica Mayo, “também fornece nutrientes, como os ácidos graxos ômega-3, que pode ser benéfico para pessoas com doença de Parkinson."

Pimentas

Colocar pimentões em seu prato pode ajudar a proteger contra o Parkinson. De acordo com um estudo recente da Universidade de Washington, o consumo de pimentão (Solanaceae comestível) revelou diminuição do risco de desenvolver Parkinson, com pimentões exibindo a associação mais forte.

A Solanaceae é uma família de plantas de floração, com algumas espécies na produção de alimentos que são fontes alimentares de nicotina (incluindo pimentões). Neste estudo particular, os investigadores focaram os efeitos da nicotina e DP.

Este estudo foi o primeiro a examinar a nicotina alimentar e o seu potencial efeito protetor contra o mal de Parkinson. A proteção aparente a partir de vegetais Solanaceae ocorreram, principalmente, em homens e mulheres com pouco ou nenhum uso prévio de tabaco, que contém muito mais nicotina do que os alimentos analisados ​​no estudo. Enquanto mais pesquisas são necessárias, o estudo sugere a possibilidade de modificar com a dieta a suscetibilidade à doença neurológica.

Flavonóides

Encontrados em plantas e frutas, os flavonóides são compostos à base de plantas com poderosas propriedades antioxidantes, que ajudam a prevenir e reparar os danos celulares. Os flavonóides também podem ser encontrados em frutos silvestres, chocolate e frutas cítricas, como grapefruit e laranjas. Um estudo sugere que a ingestão regular de flavonóides pode reduzir o risco de desenvolvimento de PD, particularmente em homens. Homens que incorporaram a maioria dos flavonóides em sua dieta tinham 40 por cento menos probabilidade de desenvolver DP. Alimentos ricos em flavonóides incluem bagas, maçãs, laranjas, e bebidas, como chá e vinho tinto.

Então, isso significa que comer várias porções por dia de frutas vai afastar PD? Não necessariamente.

O estudo não mostrou uma ligação entre comer esses alimentos e desenvolvimento de PD; pesquisas futuras ainda são necessárias para confirmar ou não se a ingestão de alimentos ricos em flavonóides pode prevenir a progressão da doença.

"Ainda assim", disse Xiang Gao, MD, Ph.D., professor assistente de medicina na Harvard Medical School e co-autor do estudo, "não é uma má idéia incluir frutas em sua dieta, pois elas têm outros efeitos benéficos sobre outras doenças. "

Proteína

Os doentes com doença de Parkinson são propensos a osteoporose, a qual apresenta mais um perigo para uma pessoa com a doença. É importante manter a saúde dos ossos e incluir cálcio e vitamina D em sua dieta.

As melhores fontes de cálcio vêm de leite e produtos lácteos, como iogurte e queijo duro. Outros alimentos ricos em cálcio incluem tofu, bebidas de soja enriquecidos com cálcio, e folhas verdes escuras, embora essas fontes não lácteas possam não serem absorvidas tão bem pelo corpo como as de leite.

A manutenção do equilíbrio

A coisa mais importante a lembrar é que os sintomas de DP irá variar de pessoa para pessoa, e em cada fase da doença. Suas necessidades nutricionais únicas devem basear-se nos problemas que ++você enfrenta em um determinado estágio. Apesar de comer bem e manter um peso saudável devem ser certamente enfatizados durante as fases iniciais da DP, em como a doença progride, as suas necessidades alimentares podem ter de serem ajustadas com base na mudança de sintomas.

Fontes:
Costello S. Cockburn M. Bronstein J. Zhang X. Ritz B. Parkinson’s Disease and Residential Exposure to Maneb and Paraquat From Agricultural Applicants in the Central Valley of California. American Journal of Epidemiology. 2009.
Fahn S. Chasing the Cure. Parkinson’s Disease Foundation News & Review. 2009.
Greener M. Pesticides and Parkinson’s disease pathogenesis: the controversy continues. Progress in Neurology and Psychiatry. 2013.
Searles S., Franklin G., Longstreth Jr. W.T., Swanson P., Checkoway H. Nicotine from Edible Solanaceae and Risk of Parkinson Disease. Annals of Neurology, 2013.


(original com vários links, em inglês, tradução Hugo) Fonte: Cornucópia.org.

sábado, 8 de setembro de 2012

Óleo de peixe pode ajudar a retardar envelhecimento em idosos

Estudo diz que ingestão de ácidos graxos associada à prática de exercícios pode aumentar tônus muscular em pessoas com mais de 65 anos.

07 de setembro de 2012 | A ingestão diária de ácidos graxos provenientes de óleos de peixe associada à prática de exercícios físicos ajuda a retardar o envelhecimento, sugere um estudo realizado na Universidade de Aberdeen, na Grã-Bretanha.

Os resultados da pesquisa mostraram que mulheres com mais de 65 anos que receberam doses diárias de ácidos graxos ricos em ômega-3 ganharam quase o dobro de tônus muscular após se exercitarem, quando comparadas com aquelas que ingeriam azeite de oliva.

Uma expansão do estudo está prevista para confirmar tais resultados e determinar com maior exatidão as razões da melhora da força muscular.

O processo de envelhecimento, conhecido como sarcopenia, implica numa perda muscular de 0,5 a 2% por ano e pode implicar em fraqueza e perda de mobilidade em idosos.

Há poucos dados sobre a incidência na Grã-Bretanha, mas informações provenientes dos Estados Unidos mostram que 25% das pessoas com idade entre 50 e 70 anos têm sarcopenia e isto aumenta para mais da metade daqueles com mais de 80 anos. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Fique por dentro das dietas que ajudam a prevenir doenças crônicas

07 de setembro de 2012 | Doutor Pastore explica que problemas cardiovasculares podem ser evitados por exemplo com a incorporação da Dieta do Mediterrâneo, que prioriza o azeite, peixes, verduras e frutas. Ouça AQUI. Fonte: O Estado de S.Paulo.

sábado, 26 de maio de 2012

DIETAS / Alimentos contra el parkinson

Cada año se detectan en España 10.000 casos nuevos de esta enfermedad, 1.500  en menores de 45 años. Descubre qué puedes comer para proteger tu cerebro.

26 may 2012 - 1. Habas (feijão). El Parkinson se origina por una deficiencia de dopamina y algunos alimentos contienen levodopa, un aminoácido precusor de esta sustancia. Las habas son muy ricas en levodopa, pero para conseguir 100 mg haría falta comerse varios kilos de ellas. Aún así, nunca está de más que las incluyas en tus menús y, de paso, los completes con mucuna pruriens, una legumbre de la India que también posee levodopa natural.

2. Escarola. Una dieta pobre en ácido fólico favorece el desarrollo de síntomas neurológicos semejantes a los del Parkinson. Para evitar un déficit procura que las verduras de hoja verde jamás falten en tus comidas. La escarola, las espinacas y los grelos son tus mejores aliados. Y si quieres un toque exótico, prueba a echar en tus ensaladas algas wakame frescas, aguacate y brotes de soja.

3. Café. Tomar un café al día influye en el riesgo de sufrir Parkinson... para bien. El café contiene ácidos clorogénicos y melánicos, unos poderosos antioxidantes que combaten el estrés oxidativo.

4. Cúrcuma. Esta especia es la aliada perfecta del cerebro. Según un estudio de la Universidad John Hopkins (EE.UU.) la degeneración celular del Parkinson está vinculada a la inflamación y la curcumina protege a las células nerviosas gracias a sus propiedades antiinflamatorias.

5. Té verde. El secreto de su éxito se encuentra en sus polifenoles antioxidantes que protegen las neuronas. Además, investigaciones recientes han demostrado que este efecto es progresivo, es decir, cuanto más té verde se bebe más protegido se está de esta enfermedad.

6. Manzana. Comer una manzana roja al día protege contra el Parkinson. ¿Por qué? De nuevo los flavonoides son los responsables, en este caso unos llamados antocianinas. Estos antoxidantes mejoran la supervivencia y la diferenciación neuronal y regulan los mecanismos de neuroinflamación. Otras frutas con estos beneficios son las naranjas, las uvas y las bayas rojas (frutas vermelhas). Fonte: Hoy Mujer.es.

terça-feira, 13 de março de 2012

O leite integral é mais saudável que o desnatado e a batata cozida faz você engordar... Porque o que você pensa que sabia sobre a alimentação saudável é errado


Quem pensaria que comprar alimento poderia ser tão difícil? Passeie ao redor de qualquer supermercado e você vai ser bombardeado com embalagens repletas de rótulos nutricionais e 'úteis' logos para ajudá-lo a avaliar a salubridade, ou não, dos seus conteúdos.


Ao mesmo tempo, sua cabeça está girando provavelmente com as mensagens confusas de especialistas vigilantes em saúde. Num minuto, eles estão nos dizendo para evitar ovos por causa do colesterol, no próximo são muito bons pois o colesterol encontrado em alimentos não leva a doenças cardíacas. Na verdade, algum colesterol da dieta é realmente essencial para a manutenção da saúde.


O resultado é que muitos de nós acabam com uma cesta cheia de alimentos processados ​​que não são nada saudáveis. Certamente deve haver uma maneira clara e prática para a pessoa reconhecer e localizar alimentos que são saudáveis, acessíveis e – por último e não menos - gostarem muito?


Como jornalista investigativa alimentar por mais de 20 anos, eu aprendi que se você escolher cultivados locais, principalmente inalterados ou alimentos apenas minimamente processados ​​e, regularmente, comer uma variedade de alimentos de todos os grupos alimentares importantes, você não precisa se preocupar muito em fazer a escolha mais saudável - isso será feito para você. Ir ao orgânico é preferível, também. Mas ainda há certas coisas que você precisa entender sobre alimentos diários (incluindo o material processado) para garantir que você coma o mais saudável possível ...


por JOANNA BLYTHMAN
13 March 2012  (…) O corpo também necessita de colesterol para produzir vitamina D (a falta de vitamina D tem sido associada a um número de doenças, incluindo a doença de Parkinson e esclerose múltipla). A "gordura saturada" é também um “mantra” ruim que está derretendo. Diversos estudos não encontraram evidências de que reduzir a ingestão reduz o risco de doença cardíaca ou câncer, ou mostrou que o consumo de gordura saturada causa ganho de peso. (segue..., em inglês) Fonte: Daily Mail.uk.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Las bayas, un buen alimento para el cerebro
18/07/2011 - Se ha demostrado que una persona mejora su estabilidad emocional, refuerza su memoria y se mantiene más joven en su mente cuando su alimentación nutre tanto su cuerpo como su mente.

Existen numerosas investigaciones sobre los alimentos apropiados para el cerebro. Entre otros se encuentra el poder beneficioso de las bayas para la salud. (As bayas, ou bagas, são morangos, framboesas, mirtilos, groselhas e amoras.) (...)

Un estudio de Shibu Poulose, biólogo molecular del Centro de Investigación de Nutrición sobre el Envejecimiento en Boston dice: “A medida que envejecemos, las células dañadas se acumulan en el cerebro, que puede conducir a enfermedades relacionadas con el envejecimiento y la edad como la demencia, el Alzheimer y el Parkinson”. (segue...) Fonte: Actitud50.es, com receita primaveril (do lado de "cima" do planeta).

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PROYECTO 'NEOBEFOOD', DE LABORATORIOS ORDESA
Investigan el desarrollo de nuevos alimentos que regulen el apetito y la obesidad
14.07.11 | Laboratorios Ordesa está coordinando un proyecto pionero de investigación, conocido como proyecto 'Neobefood', centrado en el desarrollo de nuevos ingredientes que actúen sobre la regulación del apetito y la obesidad, principalmente a partir de productos alimentarios como cereales, frutas, leguminosas y aceitunas. (...)

Asimismo, también incluye investigaciones para el desarrollo de nuevos alimentos con funciones de neurodesarrollo --que favorezcan la función cognitiva-- y neuroprotectoras, para reforzar el sistema nervioso central y prevenir enfermedades neurodegenerativas, principalmente entre la tercera edad, como pueden ser el Alzheimer o el Parkinson. (...)

'Neobefood' cuenta con el apoyo del CDTI y está cofinanciado por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER), con un presupuesto es de 2,5 millones de euros y una duración de tres años. Además, se enmarca dentro de las actividades de AFBIA, Agrupación Empresarial para el Fomento de la Biotecnología Alimentaria. Fonte: Telecinco.es.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Proteja-se dos 10 piores alimentos de todos os tempos para saúde
Refrigerante diet encabeça a lista da nutricionista canadense Michelle Schoffro Cook
09/05/2011 - Há algumas semanas, a lista dos dez piores alimentos de todos os tempos, segundo a nutricionista canadense Michelle Schoffro Cook, se disseminou pela internet. Dentre eles, estavam o sorvete, a pizza, o cachorro-quente e o refrigerante. Que atire a primeira pedra quem nunca se rendeu a alguma dessas delícias! Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética; são um risco para a saúde. (...)
:: 10º lugar: Sorvete
:: 9º lugar: Salgadinho de milho
:: 8º lugar: Pizza
:: 7º lugar: Batata frita
:: 6 lugar: Salgadinhos de batata
:: 5º lugar: Bacon
:: 4º lugar: Cachorro-quente
:: 3º lugar: Donuts (Rosquinhas)
:: 2º lugar: Refrigerante
:: 1º lugar: Refrigerante Diet (segue...)
Fonte: Clic RBS.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Memória se ativa com alimentação
segunda-feira, 14 de março de 2011 - Com o tempo as células do cérebro são danificadas pelos radicais livres. A ação desses componentes provoca brancos na memória. Porém, estudos demonstram que uma dieta equilibrada consegue melhorar esse problema. Uma pesquisa com quem sofre com a doença de Parkinson, que afeta o sistema nervoso central e é caracterizada por tremores e rigidez muscular, demonstrou que 90% dos pacientes melhoraram seu estado de saúde com a alimentação correta. Uma alimentação rica em gema de ovo colaborou para essa melhora. Na gema existe a colina, um micronutriente que estimula a atividade cerebral. Saiba quais são os alimentos que colaboram para a memória: Gema de ovo. A colina contida nela é um precursor do neurotransmissor acetilcolina, que melhora a memória. Sua deficiência pode estar associada ao mal de Alzheirmer. Peixes São fontes de ácidos graxos ômega 3, um poderoso antioxidante Frutas e vegetais amarelos mamão, manga, pêssego, cenoura, abóbora, são ricos em betacaroteno, antioxidante e que combate o envelhecimento celular. Frutas vermelhas - Morango, ameixa preta, amora, framboesa, cereja, abacate e uvas vermelhas. Elas têm flavanóides, que exercem efeitos benéficos na aprendizagem e na memória e protegem os neurônios. Oleaginosas castanha, nozes, amêndoas, avelãs, amendoim, são ricas em vitamina E e selênio, também fontes antioxidantes. Carnes, grãos integrais, leite e derivados são fontes de vitaminas do complexo B e ajudam a regular a transmissão entre os neurônios. Fonte: Diário do Grande ABC.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Este pez tiene mercurio (y usted)
La contaminación del pescado cuestiona la recomendación de consumo regular -Compuestos cotidianos afectan al desarrollo cognitivo o al sistema reproductor
19/12/2010 - "De todos los animales, el que tiene ahora más contaminantes en el cuerpo eres tú", dice Nicolás Olea, de la Universidad de Granada, uno de los pioneros en España en investigar presencia de contaminantes en el organismo. La afirmación suena efectista, pero el mensaje está claro: durante nuestra larga vida los humanos acumulamos compuestos químicos persistentes que aderezan nuestra dieta, contaminantes que nuestra propia actividad industrial ha generado. Y ahí se quedan, en un organismo que no los sabe eliminar. Es más, han entrado en la especie humana para quedarse. Las madres los transmiten a través de la placenta y de la leche materna, así que los bebés los incorporan de serie. ¿Qué efecto tienen? Hay cada vez más evidencias de que muchos inciden desde en el desarrollo cognitivo hasta en la fertilidad, incluso a dosis bajas. (...)

"No sabemos qué pasará, pero los datos están ahí", dice Olea. "La exposición es real. Los tóxicos están en la sangre y en la placenta, se excretan en la leche materna. Las madres los pasan a sus hijos. Tenemos en el cuerpo compuestos que nunca antes habíamos tenido", dice Olea.

Los epidemiólogos, por lo pronto, investigan la relación entre exposición a contaminantes y enfermedades como cáncer, diabetes, endometriosis, infertilidad, malformaciones genitourinarias, depresión inmunológica, asma, Alzhéimer y Parkinson.

Para este tipo de trabajo suponen un tesoro los bancos de tejidos y datos como el que tiene el grupo de Olea en Granada: 6.000 placentas de madres de toda España obtenidas hace una década, con información de seguimiento, durante ese tiempo, del par madre-hijo correspondiente. Esto permite investigar, por ejemplo, la relación entre contaminantes en la placenta y desarrollo. Uno de los últimos trabajos científicos publicados, en septiembre, indica que una mayor concentración de compuestos clorados podría afectar negativamente a la función cognitiva, y recomienda más estudios. (segue...) Fonte: El Pais.es.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Comida breve, larga vida 

Comer poco permite envejecer mejor y aumentaría la expectativa de vida un siete por ciento, según reveló un nuevo estudio norteamericano.
28-10-2010 | Probaron en monos de laboratorio que reduciendo un 30 por ciento la ingesta de calorías, éstos estaban más saludables y vivían más tiempo.

Este enfoque, denominado restricción calórica, consiste en ingerir cerca de un 30 por ciento menos de calorías que lo normal, aunque recibiendo cantidades suficientes de vitaminas, minerales y otros nutrientes.

En este último año se vio que las dietas basadas en baja ingesta de calorías modificaron en varios animales las estructuras moleculares responsables del avance de males como el Alzheimer, la diabetes, el Parkinson, el cáncer y las dolencias coronarias, indicó Clarín.

Algunos investigadores que se dedican a estudiar los efectos de la dieta en los seres humanos llegaron a decir que la restricción calórica sería más efectiva que la actividad física para prevenir enfermedades relacionadas con la edad.

Los hallazgos ponen en duda viejas creencias culturales y científicas sobre la inevitabilidad del deterioro del cuerpo. Se siguen investigando, de todos modos, nuevos medicamentos para retardar el envejecimiento. Fonte: AIM Digital.ar.