10 Abril 2015 - Se você fosse diagnosticado com Doença de Parkinson agora, como reagiria? 11 de abril é o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson e informar-se sobre essa e outras doenças comuns à sociedade pode ser fundamental para a busca de ajuda médica no tempo adequado e para a realização de um tratamento responsável.
O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde, em 1998, e tem como objetivo esclarecer a doença e as possibilidades de tratamento para que o paciente e sua família tenham uma melhor qualidade de vida. O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante.
A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema. “Eu estava no escritório e senti o dedo da mão meio duro. Não estava conseguindo fecha o botão da calça direito. Tive quase todos os sintomas. Rigidez nas articulações, tremores e há alguns anos eu já conversava com a minha esposa que não estava mais sentindo o cheiro das coisas direito”, relata José Roberto, economista aposentado que teve o diagnostico para doença de Parkinson.
A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre outras alternativas de tratamento. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do Sistema Único de Saúde para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo.
Os medicamentos para Parkinson são disponibilizados gratuitamente pelo SUS através do Programa de Medicamentos Excepcionais. Confira mais no Departamento de Assistência Farmacêutica.
Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras. Tais serviços são ofertados na Rede SUS, nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física.
Moacyr Faustino, secretário da Associação Brasil Parkinson há 21 anos, fala sobre a importância de marcar esta data no calendário. “Aqui no Brasil nós temos cerca de 40 entidades. Neste sábado, nós estaremos no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, mostrando nosso coral, vamos fazer atividades físicas, expor nossas pinturas da oficina de arte, vai ter brinquedoteca, origami e diversas atividades para mostrar à população que, mesmo com a doença, a pessoa pode exercer muitas atividades por muitos e muitos anos”, ressalta.
Fonte: Ana Beatriz Magalhães/ Blog da Saúde
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sábado, 11 de abril de 2015
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A luta contra o Parkinson
No Dia Mundial da Doença de Parkinson, a CH On-line apresenta alguns avanços recentes nos estudos e tratamentos da enfermidade, que ainda não tem causa nem cura conhecidas.
Por: Déborah Araujo
Publicado em 11/04/2013 | Atualizado em 11/04/2013
Em 1997, a OMS estabeleceu 11 de abril o dia mundial do Parkinson, visando aumentar a conscientização sobre as necessidades daqueles que sofrem com a doença – 1 a 2% da população mundial acima dos 65 anos. (imagem: Anses/ Flickr – CC BY-SA 2.0)
Hoje, 11 de abril, é o Dia Mundial da Doença de Parkinson. A data faz referência ao nascimento de James Parkinson, médico inglês que descreveu a enfermidade em 1817. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 a 2% da população acima dos 65 anos sofre com a doença em todo o planeta. No Brasil, as estatísticas sobem para 3,3% entre pessoas com mais de 70 anos.
A medicina ainda desconhece a causa da doença. Ela pode se desenvolver, a princípio, em qualquer pessoa, mesmo sem histórico de Parkinson na família. O que os especialistas sabem é que ela ataca os neurônios no sistema nervoso, especialmente os que estão localizados em uma região profunda do encéfalo chamada substância negra.
A doença ainda não tem cura, mas há tratamentos direcionados à maior coordenação dos movimentos pelos pacientes
“Essa região abriga a maior parte dos neurônios que produzem dopamina, o neurotransmissor mais afetado pela doença, utilizado pelos neurônios para comunicar-se entre si e, assim, realizar o controle dos movimentos”, explica o neurocirurgião Erich Fonoff, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM/USP). “Por isso o parkinsoniano tem tanta dificuldade de movimentar-se.”
Além da dificuldade motora, Fonoff acrescenta que o Parkinson também pode envolver outros sintomas, como dor crônica nos membros, alterações de equilíbrio e no olfato, prisão de ventre, hipersalivação, depressão e alterações de sono.
A doença ainda não tem cura, mas há tratamentos direcionados à maior coordenação dos movimentos e, consequentemente, à melhora da qualidade de vida do paciente.
Ampliando o alvo
Dentre as terapias usadas hoje no tratamento do Parkinson está a estimulação cerebral profunda (DBS, na sigla em inglês), que consiste na administração de corrente elétrica controlada para melhorar o controle dos movimentos do corpo.
A DBS – iniciada no fim da década de 1980 – tem sido usada atualmente como um recurso adicional para pacientes de doença de Parkinson em estágio avançado, ou seja, com complicações motoras incapacitantes. Pesquisa recente comprovou, no entanto, que a terapia também pode trazer benefícios para parkinsonianos em estágio intermediário.
O EarlyStim é o primeiro grande estudo multicêntrico a enfocar pacientes em fase intermediária da doença. Envolveu 251 participantes em 17 instituições na Alemanha e na França, entre 2006 e 2012. “Os resultados mostram que o tratamento traz melhoras para o paciente em relação à qualidade de vida, aos sinais motores, ao humor, ao seu ajustamento psicossocial e às atividades da vida diária”, afirma o neurologista Michael Schüpbach, do Hospital Universitário Pitié-Salpêtrière, uma das instituições francesas que participaram da pesquisa.
Schüpbach explica que a DBS era recomendada só em último caso por ser invasiva: requer a implantação cirúrgica de um neuroestimulador sob a pele do peito do paciente. Esse dispositivo envia estímulos elétricos ao cérebro por meio de eletrodos também inseridos cirurgicamente sob a pele, em áreas específicas do órgão.

- Implantado sob a pele do peito do paciente, o neuroestimulador usado no DBS é um dispositivo parecido com o marca-passo. Ele envia estímulos elétricos por meio de eletrodos colocados em áreas específicas do cérebro, ajudando o parkinsoniano a controlar seus movimentos. (imagem: Medtronic Brasil)
De acordo com Juan Carlos Varela, gerente no Brasil de uma das unidades da Medtronic – empresa que produz o neuroestimulador –, a recuperação do paciente é, em geral, rápida e o procedimento é reversível, ou seja, o dispositivo pode ser removido em caso de complicações. Uma vez dentro do paciente, o neuroestimulador pode ser programado e ajustado de forma não invasiva por um neurologista treinado, a fim de maximizar o controle dos sintomas e minimizar os efeitos colaterais.
Isto leva a outra desvantagem do DBS: o alto custo. Além dos gastos com o próprio dispositivo e a cirurgia, esse tratamento requer o acompanhamento de especialistas, entre outros recursos, para sua manutenção.
De acordo com o neurocirurgião Erich Fonoff, a estimulação cerebral profunda, aplicada no alvo corretamente escolhido, induz modificações nas oscilações cerebrais ocasionadas pela perda dos neurônios que produzem dopamina, ajudando o parkinsoniano a controlar seus movimentos e recuperar a autonomia.
Esforços brasileiros
Em estudo colaborativo envolvendo o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Sírio Libanês de São Paulo, parkinsonianos com indicação estrita de implante de DBS serão tratados comparativamente utilizando-se dois alvos diferentes, que até o momento a literatura médica sugere serem equivalentes.
Esses pacientes serão avaliados em termos de desempenho motor, eventuais mudanças de peso corporal, dosagens de neurotransmissores e seus efeitos sobre os sintomas motores e não motores da doença. “Esse estudo é muito importante para o Brasil, pois vai beneficiar muitos pacientes e produzir conhecimento de ponta partindo de instituições brasileiras”, afirma Fonoff.
Fonoff: “Esse estudo é muito importante para o Brasil, pois vai beneficiar muitos pacientes e produzir conhecimento de ponta partindo de instituições brasileiras”
Entre as iniciativas brasileiras recentes na área, destaca-se também um projeto de pesquisa que pretende ampliar a compreensão sobre a doença de Parkinson com a ajuda de um sensor em forma de caneta. O estudo, que já está em fase final, é coordenado pela otorrinolaringologista Silke Weber, do Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Com a ajuda do equipamento – denominado caneta biométrica BiSP –, o projeto se propõe a examinar periodicamente as minúcias de movimentos manuais voluntários de pacientes parkinsonianos, acompanhar a evolução da execução dos movimentos e as respostas aos tratamentos usados, assim como comparar esses dados com os de pessoas saudáveis. De acordo com Weber, a precisão dos testes realizados com ajuda da caneta tem atingido índices de até 99% de acerto.
No que tange aos tratamentos com fármacos, o Brasil começou a produzir, no início deste ano, medicamento já usado no combate ao Parkinson à base de dicloridrato de pramipexol. Essa substância tem composição molecular e função semelhantes às da dopamina. “A molécula do remédio tem efeito semelhante ao da molécula do neurotransmissor na comunicação entre os neurônios que controlam os movimentos”, explica o neurocirurgião Erich Fonoff.
Veja vídeo em que a Fiocruz anuncia a produção no Brasil de medicamento contra Parkinson
A produção do medicamento no Brasil é fruto de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) e o laboratório alemão Boehringer Ingelheim. A previsão é que, em 2018, a demanda nacional do pramipexol seja totalmente atendida pela unidade da Fiocruz e distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que, além de ser boa notícia para a saúde, também trará benefícios econômicos para o país. Fonte: Ciencia Hoje UOL.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Lidar com Parkinson, quem sofre fala
Bangalore, April 7, 2013 - "Há momentos em que eu não posso nem levantar-me do sofá. Eu apenas fico lá desejando me levantar, mas a dor é tanta que não consigo mover nem um membro", disse B Gopinath. Um aposentado oficial do BSNL (n.t.: sigla de organização na Índia), Gopinath vem sofrendo de Parkinson há 11 anos.
Falando em um evento organizado para comemorar o Dia Mundial do Parkinson no domingo, Gopinath teve a chance de falar sobre a doença que atinge entre sete milhões e 10 milhões de pessoas ao redor do mundo. Como Gopinath disse, o traço mais desumano da doença é sua capacidade de reduzir as atividades diárias para a mais dolorosa das tarefas. Médicos e especialistas na área falaram sobre a importância dos métodos de exercício regular e outros instrumentais para lidar com a doença. "A maioria dos pacientes com Parkinson têm problemas de fala. Ou eles falam muito rápido ou eles falam muito lentamente. Além disso, o tom de sua voz nunca é constante. Às vezes é quase impossível ouvi-los e, por vezes, eles são muito altos ", explicou o Dr. N Shivashankar, professor do Departamento de Fonoaudiologia da NIMHANS.
Outro palestrante, o fisioterapeuta Aarti Prasad, também falou sobre a prática do Tai Chi para aliviar a dor no corpo que vem com a doença.
Médicos e pacientes enfatizaram o papel crucial da família em ajudar quem sofre. Venkat, um empresário de 53 anos de idade, que foi forçado a ficar em casa por causa da doença, explicou que não teria sido possível para ele lidar se não fosse o apoio de sua esposa. "É só por causa da minha esposa que eu tenho a coragem de pelo menos tentar andar", disse ele.
A NIMHANS recebe pelo menos sete a oito pacientes por semana para Parkinson. Segundo o Dr. Pramod Pal, professor de Neurologia, NIMHANS, houve avanços recentes com a estimulação profunda do cérebro (DBS) cirurgia que é um dos métodos mais eficazes no tratamento da doença. "DBS é um tratamento cirúrgico que envolve a implantação de um dispositivo médico chamado marcapasso cerebral, que envia impulsos elétricos para partes específicas do cérebro", disse ele.
Ele explicou que, apesar de muitos pacientes desejarem se submeter à cirurgia, é recomendada apenas para um certo tipo de pacientes. "A cirurgia é apenas para pacientes que tiveram o diagnóstico de Parkinson há cerca de cinco anos e estão respondendo à medicação - que têm alguns efeitos colaterais. A cirurgia é uma boa opção para esses pacientes ", ele disse. O sintoma mais comum da doença é o tremor das mãos, lentidão de movimentos e uma dificuldade em andar. O evento foi organizado pelo Departamento de Neurologia e Neurocirurgia, NIMHANS e Sociedade da Doença de Parkinson de Karnataka. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Deccan Herald.in.
Falando em um evento organizado para comemorar o Dia Mundial do Parkinson no domingo, Gopinath teve a chance de falar sobre a doença que atinge entre sete milhões e 10 milhões de pessoas ao redor do mundo. Como Gopinath disse, o traço mais desumano da doença é sua capacidade de reduzir as atividades diárias para a mais dolorosa das tarefas. Médicos e especialistas na área falaram sobre a importância dos métodos de exercício regular e outros instrumentais para lidar com a doença. "A maioria dos pacientes com Parkinson têm problemas de fala. Ou eles falam muito rápido ou eles falam muito lentamente. Além disso, o tom de sua voz nunca é constante. Às vezes é quase impossível ouvi-los e, por vezes, eles são muito altos ", explicou o Dr. N Shivashankar, professor do Departamento de Fonoaudiologia da NIMHANS.
Outro palestrante, o fisioterapeuta Aarti Prasad, também falou sobre a prática do Tai Chi para aliviar a dor no corpo que vem com a doença.
Médicos e pacientes enfatizaram o papel crucial da família em ajudar quem sofre. Venkat, um empresário de 53 anos de idade, que foi forçado a ficar em casa por causa da doença, explicou que não teria sido possível para ele lidar se não fosse o apoio de sua esposa. "É só por causa da minha esposa que eu tenho a coragem de pelo menos tentar andar", disse ele.
A NIMHANS recebe pelo menos sete a oito pacientes por semana para Parkinson. Segundo o Dr. Pramod Pal, professor de Neurologia, NIMHANS, houve avanços recentes com a estimulação profunda do cérebro (DBS) cirurgia que é um dos métodos mais eficazes no tratamento da doença. "DBS é um tratamento cirúrgico que envolve a implantação de um dispositivo médico chamado marcapasso cerebral, que envia impulsos elétricos para partes específicas do cérebro", disse ele.
Ele explicou que, apesar de muitos pacientes desejarem se submeter à cirurgia, é recomendada apenas para um certo tipo de pacientes. "A cirurgia é apenas para pacientes que tiveram o diagnóstico de Parkinson há cerca de cinco anos e estão respondendo à medicação - que têm alguns efeitos colaterais. A cirurgia é uma boa opção para esses pacientes ", ele disse. O sintoma mais comum da doença é o tremor das mãos, lentidão de movimentos e uma dificuldade em andar. O evento foi organizado pelo Departamento de Neurologia e Neurocirurgia, NIMHANS e Sociedade da Doença de Parkinson de Karnataka. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Deccan Herald.in.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
1 milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, afirma OMS
10/09/2012 - Um milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, um número maior que o total de vítimas de guerras e homicídios, segundo relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde).
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer. Fonte: Folha de S.Paulo.
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer. Fonte: Folha de S.Paulo.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
sábado, 23 de julho de 2011
ECOS DO DIA MUNDIAL DE PARKINSON 2011 NO YOU TUBE
(ENTREVISTAS SOBRE DP)
VOLUNTÁRIOS DA APASC
http://www.youtube.com/watch?v=04svg-an2T0&feature=related
DR. AYRTON MELO, do Hospital das Clínicas da Bahia
http://www.youtube.com/watch?v=Y4h48tOzDFg&feature=related
DR. ORLANDO BARSOTTINI, da UNESP (1)
http://www.youtube.com/watch?v=7QoTD1CA4qM&feature=related
DR. ORLANDO BARSOTTINI, da UNESP (2)
http://www.youtube.com/watch?v=J7LpBwYdTmU&feature=relmfu
DR. ORLANDO BARSOTTINI, da UNESP (3)
http://www.youtube.com/watch?v=D0cxP-4tALs&feature=relmfuhttp://www.youtube.com/watch?v=D0cxP-4tALs&feature=relmfu
ÂNGELA GARCIA, PRESIDENTA DA APARS
http://www.youtube.com/watch?v=SrVyHRRoYao&feature=related
SARAH PORRO SIDOTI , DA ACEPAR (1)
http://www.youtube.com/watch?v=6mOAJxlRzYc&feature=relmfu
SARAH PORRO SIDOTI , DA ACEPAR (2)
http://www.youtube.com/watch?v=6mOAJxlRzYc&feature=relmfu
SARAH PORRO SIDOTI , DA ACEPAR (3)
http://www.youtube.com/watch?v=itR1quegiJY
SARA PORRO SIDOTI , DA ACOFE (4)
http://www.youtube.com/watch?v=qni1PjiQJHI&feature=relmfu
terça-feira, 12 de abril de 2011
Mal de Parkinson irá dobrar em 20 anos
Doença já afeta 7,4 milhões de pessoas no mundo, sendo 400 mil no Brasil
Palestra alertou para a necessidade de um diagnóstico precoce da doença
TERÇA-FEIRA, 12 DE ABRIL DE 2011 - O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson foi lembrado ontem em Porto Alegre com palestras na Associação Médica do RS (Amrigs). A doença afeta cerca de 7,4 milhões de pessoas no mundo. O número deve mais do que dobrar nos próximos 20 anos com o aumento da expectativa de vida.Doença já afeta 7,4 milhões de pessoas no mundo, sendo 400 mil no Brasil
Palestra alertou para a necessidade de um diagnóstico precoce da doença
No Brasil, estimam-se que 400 mil pessoas tenham Parkinson. Cerca de 2% da população acima de 65 anos possui o problema, que pode afetar os mais jovens. O tratamento é realizado com medicamentos ou cirurgia, recomendada em casos específicos.
Conforme o neurologista e especialista em tratamento do Parkinson, Telmo Reis, uma das dificuldades da doença é a demora no diagnóstico. "Muitas pessoas levam até 12 anos para ter manifestações físicas. Precisamos entender que o Parkinson não é uma doença letal e contagiosa", destacou o neurologista. Ele chamou a atenção para alguns sintomas que, em conjunto, podem indicar a presença de Parkinson, como a perda do olfato, as dificuldades para dormir, os problemas intestinais, a ansiedade e a depressão são os indicativos mais fortes.
O neurologista afirma que a doença ainda é muito estigmatizada, não apenas no Brasil, mas em todo mundo. "Metade das pessoas que são diagnosticadas acabam sendo demitidas de seus empregos por puro preconceito e incompetência das chefias", revela. Segundo ele, manter o paciente no mercado de trabalho o máximo de tempo é um dos fatores fundamentais para o sucesso dos tratamentos. "O paciente pode levar uma vida muito boa", garante o neurologista.
O médico adverte que, sem cuidar a parte mental do paciente não existe remédio que melhore o problema. Entre as práticas que o portador de Parkinson deve adotar no seu cotidiano são um cuidado maior com a alimentação e a atividade física. "Pelo fato de serem muito comuns os problemas intestinais, é aconselhado uma alimentação com fibras, a ingestão de líquidos e exercícios físicos", completa. Fonte: Correio do Povo-RS.
sábado, 9 de abril de 2011
11 de abril, "Día mundial de Parkinson"
Explican cuales son los síntomas
9 de abril de 2011 - En ocasión del “Día Mundial de Parkinson”, que se conmemora el 11 de abril, especialistas de la institución señalan que esta enfermedad afecta principalmente a personas mayores de 50 años, es degenerativa y está entre las que mayor demanda presenta en la especialidad de neurología. (segue...) Fonte: Ensenada.mx.
Explican cuales son los síntomas
quinta-feira, 7 de abril de 2011
La enfermedad de Parkinson empieza a detectarse incluso en jóvenes de 35 años
07.04.11 - La enfermedad de Parkinson ya no es sólo cosa de personas mayores o ancianos. Según desveló ayer el neurólogo Gurutz Linazasoro, se han detectado casos de guipuzcoanos de 35 años que ya presentan síntomas de la enfermedad, con la que conviven actualmente unos 1.400 personas en el territorio, en su mayoría, de más de 65 años. Este dato se pudo conocer ayer durante la presentación de unas jornadas de cara al Día Mundial del Parkinson que se conmemora el próximo lunes en Gipuzkoa. (segue...) Fonte: Diario Vasco.es.
sábado, 10 de abril de 2010
La enfermedad que a cualquiera pone a temblar
Por Zoraida Noriega C. y Ankar Brito LozadaSábado, 10 abr 2010 - En 1986 un grupo de neurólogos, entre ellos Antonio Berrío y Ricardo Férix, liderados por el médico Humberto Caiaffa, realizaron los primeros trasplantes de la enfermedad de Parkinson en la Clínica General del Norte de Barranquilla. “Esta ciudad fue una de las que a nivel mundial comenzó ese tipo de cirugías”, recuerda Caiaffa.
“En ese tiempo los trasplantes se hacían con células y dieron buenos resultados. Pero como la tecnología ha ido avanzando a pasos agigantados, hoy se realiza la estimulación eléctrica con unos microchips .Cuando el paciente tiene un estado que le impide su vida normal, que lo limita por los temblores y la rigidez, se le coloca esos microchips o se le hacen estimulaciones a nivel de los ganglios de la base del cerebro con la dopamina para el control de los movimientos”, explica.
La enfermedad –cuyo nombre se le debe a su descubridor, el médico inglés James Parkinson, quien fue la primera persona que describió los síntomas– es un trastorno neurológico degenerativo relacionado con la edad.
Si bien no existe cura para ese mal, lo pacientes pueden aprender a vivir bien mediante una combinación de actividades y tratamientos que pueden ayudar a controlar los síntomas del Parkinson, que según Caiaffa, “es una enfermedad con tendencia familiar, de la que podría decirse es hereditaria”.
“El tratamiento inicial siempre es médico. Ya hoy se encuentran medicamentos que llegan al cerebro con la dopamina necesaria. Es como el paciente que sufre diabetes que cuando se le coloca la insulina puede seguir su vida normal”.
Explicó que no necesariamente las personas que padecen la enfermedad han sido muy activas y han mantenido un alto nivel de estrés. “Hay diferentes razones. Se disminuye la cantidad de dopamina al nivel cerebral, y comienza a manifestarse con temblores en las manos, brazos, piernas y rostro; así como rigidez muscular.
Igualmente lentitud para moverse y problemas en el equilibrio. Esos son los síntomas más frecuentes. Son más inexpresivos que otras personas. Si esa persona no hace una actividad física continua, se va deteriorando el cuerpo en la parte muscular”.
Según la presidenta de la Liga Colombiana de Parkinson, Nuby Graciela Rodríguez, el 90 por ciento de las personas que lo padecen son estrato 1, 2 y 3, por lo que no obtiene un tratamiento adecuado y se convierten en discapacitados rápidamente. Así lo confirma el último estudio realizado en 2006 por la clínica caleña Valle del Lili.
Cabe aclarar, que no todo el que tiene un temblor sufre el mal, ni todo el que tiene Parkinson sufre temblores, debido a que como explica Rodríguez, la enfermedad se presenta de diferentes maneras en las personas.
Es por esto que las etapas o fases de evolución de la patología varían según el paciente. Lo importante es diagnosticar a tiempo la enfermedad, y que la persona la conozca y la acepte, debido a que esto ayudará a desarrollar un tratamiento integral. “Si la persona no la acepta, ésta genera depresión, por eso es fundamental que el paciente lo asuma y su familia también”, comentó la Presidenta de la Liga.
La edad de aparición ha variado recientemente. Normalmente, quienes lo sufren son adultos mayores de 50 años, pero en los últimos diez años hasta un 20 por ciento de los pacientes se diagnostican antes de los 40 años.
Pacientes famosos. Entre los famosos que la han o la padecen están: el actor canadiense Michael J. Fox, quien afirma que sus peores años fueron en los que escondió que tenía la enfermedad. Ahora se dedica a conseguir recursos para su fundación y realizar investigaciones para encontrar la cura.
El boxeador Muhammed Ali, acostumbrado a luchar, desarrolló recientemente el Centro de Parkinson Muhammad Ali, con el fin de continuar la batalla con esta enfermedad que ha deteriorado notablemente su salud.
En la lista de famosos también figuran el Papa Juan Pablo II, el dictador alemán Adolfo Hitler, el dirigente chino Mao Tse Tung; el pintor español Salvador Dalí y el líder político palestino Yasser Arafat, quien falleció en 2004 a causa de esta y de otros males.
Cómo se celebra. La liga Colombiana de Parkinson, que fue fundada en 2001 celebrará hoy en Bogotá el Día del Parkinson, con la conferencia ‘la importancia de la rehabilitación integral para la persona diagnosticada con la enfermedad’.
En total, la Liga tiene 260 asociados que a través de cinco pasos pueden mejorar su calidad de vida. El primero es la educación sobre la enfermedad, el segundo es el conocimiento de los derechos de los discapacitados; tercero la rehabilitación integral; cuarto desarrollo de actividades para la inclusión socioeconómica, y quinto actividades recreativas y deportivas.
Lucha por una cura
El actor Michael J. Fox, quien fue diagnosticado en 1990 con Parkinson, creó en el año 2002 la Fundación Michael J. Fox para la investigación del Parkinson, la cual ha adelantado desde entonces importantes estudios sobre esta enfermedad, y ha generado conciencia sobre la búsqueda de la cura. En los diez años que lleva en esta lucha ha logrado recaudar más de 82 millones de dólares para realizar las investigaciones. El pasado 4 de marzo el Instituto Karolinska de Estocolmo, responsable de la selección de candidatos para el Premio Nobel de Medicina, le otorgó al actor Michael J. Fox un doctorado honoris causa por su labor. Fonte: El Heraldo.co.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
COMUNICADO: 11 de abril: un día para marcar la diferencia
TEL AVIV, Israel y COPENHAGUE, April 9, 2010 /PRNewswire/ -- El Día mundial de la enfermedad de Parkinson se celebra cada año el 11 de abril, el cumpleaños del doctor James Parkinson, el primer médico en describir la enfermedad de Parkinson. El Día mundial de la enfermedad de Parkinson se estableció para ayudar a elevar la concienciación de las necesidades de las personas con Parkinson y para la campaña para acceder al cuidado médico apropiado y servicios de asistencia para todos aquellos cuyas vidas se ven afectadas por la enfermedad. Una reciente encuesta de más de 5.000 miembros de público general de Europa ha destacado que sólo el 44% de la población puede identificar el Parkinson como una condición neurológica que afecta al movimiento de la persona.Knut-Johan Onarheim, director general de la European Parkinson's Disease Association (EPDA) comentó: "A partir de los resultados de la encuesta está claro que necesita hacer se mucho para aumentar la concienciación del Parkinson, en particular para destacar el profundo efecto que la enfermedad tiene en las personas y sus cuidadores y familiares. El Día mundial de la enfermedad de Parkinson es una importante plataforma para poner el Parkinson en la agenda y para aumentar la concienciación de la enfermedad de modo que las personas reconozcan todos los síntomas pronto y puedan iniciar el tratamiento lo antes posible". (segue...) Fonte: Europa Press.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Curiosidade gramatical / La Fundéu BBVA aclara cómo escribir "párkinson"
Madrid, 6 abr (EFE).- La Fundéu BBVA, en una nota difundida hoy, aclara que "párkinson" se escribe en minúscula y con tilde cuando se usa como el nombre común de esta dolencia y con mayúscula y sin tilde en las expresiones en las que se alude a James Parkinson, la persona que describió este mal, como en los casos de "enfermedad de Parkinson" o "mal de Parkinson".Con motivo de la celebración, el próximo 11 de abril, del día mundial dedicado a este trastorno, la Fundéu BBVA explica que cuando la palabra se utiliza en las expresiones "enfermedad de Parkinson" o "mal de Parkinson", debe escribirse con mayúscula inicial y sin tilde, para respetar la grafía del apellido del neurólogo británico que describió la enfermedad.
Sin embargo, señala la Fundéu BBVA, que trabaja con el asesoramiento de la Real Academia Española, si la palabra se utiliza como sustantivo común para referirse a dicho trastorno, ha de escribirse con minúscula inicial y con tilde: "párkinson"; "A los sesenta años se le detectaron los primeros síntomas del párkinson".
Así mismo, esta fundación aclara que en el caso de "Día Mundial del Párkinson" este nombre se escribe en mayúscula por tratarse del nombre propio de la celebración (como "Día" y "Mundial"), pero con tilde, pues se refiere al nombre común de la patología y no al nombre del descubridor de la enfermedad.
Lo mismo sucede con la palabra "Alzheimer", que se escribe con inicial mayúscula y sin tilde en locuciones como "enfermedad de Alzheimer", y con tilde y en minúscula cuando funciona como nombre común: "tiene un alzhéimer muy avanzado". Fonte: La Rioja.
Também, serve em parte, para o português.
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