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domingo, 30 de novembro de 2014

PORQUE ACEITAR A DOENÇA DE PARKINSON

POR PARKINSONDF EM NOVEMBRO 29, 2014

29/11/2014 - A Doença de Parkinson (DP) tem quatro fases:
– a negação;
– a revolta;
– a depressão; e
– a aceitação.

Dessas, a aceitação é a mais difícil de alcançar. Cerca da metade dos portadores, quando diagnosticados, fogem do convívio social e passam a conviver somente com os familiares e algum amigo mais chegado. Mas a DP requer, para ter uma evolução mais lenta e menos traumática, uma aceitação plena e sincera. E, quando o portador não aceita a doença, ele se irrita com os sintomas (ou com os efeitos colaterais dos medicamentos) e pressiona seu médico em busca de soluções. O médico, por sua vez, tem poucas alternativas, dentre as quais a mais comum é aumentar a dosagem do levodopa ou diminuir o intervalo entre suas tomadas, o que leva a caminhar mais rapidamente na direção das flutuações motoras e da piora geral, com mais irritação.

Essa é minha explicação, fruto de minha convivência com os portadores da Associação Parkinson Brasília. E isso explica, também, o porquê os médicos comentam que, nos portadores que convivem melhor com a doença, essa tem uma evolução mais tranquila.

Carlos Anibal Pyles Patto
Presidente (61) 9975 9058
Fonte: Associação Parkinson DF.

sábado, 10 de julho de 2010

A vida depois do parkinson
Progressiva e incurável, a doença costuma provocar um choque quando é diagnosticada. Mas muitos pacientes descobrem como conviver com as limitações geradas pela enfermidade e aprendem a ter qualidade de vida
10 de julho de 2010 | De repente, abotoar a camisa torna-se um fardo. A letra já não é mais tão redondinha e tarefas como escovar os dentes ou folhear uma revista demandam mais tempo do que o habitual. Também podem ocorrer momentos em que o corpo enrijece e a pessoa cai no chão, sem saber como foi parar lá. Reflexos lentos, andar arrastado, cãibras, tremores e movimentos desencontrados são realidades com as quais os portadores da doença de Parkinson precisam aprender a lidar.

As limitações e a certeza de que, por enquanto, a enfermidade é incurável e progressiva costumam afetar os pacientes. (segue...) Fonte: Zero Hora.
O aviador que virou escultor
10 de julho de 2010 | Piloto da Aeronáutica, Carlos Aníbal Pyles Patto voou por 34 anos. Há uma década, quando estava próximo de se reformar, Patto era adido militar no Uruguai e teve a chance de fazer seu último voo em grande estilo. Na época, ele já era portador de Parkinson e não pilotava havia 17 anos. Atendendo a um chamado da base aérea em Montevidéu, ele foi até o local. Foram uma hora e 40 minutos em um helicóptero UH-1H.

Se já não pode comandar um avião, Patto encontrou outras formas de se realizar. Escultor autodidata, faz estátuas de gesso, concreto, resina e madeira.

Também gosta de escrever e é autor de dois livros. A doença não o impede de viajar e, recentemente, esteve na Europa com a mulher, com quem tem dois filhos.

Com a doença, ele descobriu mais uma vocação: ajudar as pessoas. Em 2005, fundou a Associação Parkinson Brasília. Fonte: Zero Hora.

Estilista mantém o dom de desenhar
10 de julho de 2010 | Mesmo convivendo com as limitações próprias de um parkinsoniano, o estilista e produtor de moda Érbio Schmidt, 68 anos, mantém a mente e o corpo focados na paixão pela arte. É isso que o ajuda a sobreviver à enfermidade, que já caminha para um estágio mais avançado.

Érbio não abre mão de frequentar as aulas de ginástica oferecidas pela Associação Parkinson do Rio Grande do Sul, realizadas na Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), em Porto Alegre. Lá, além de receber apoio dos colegas, faz exercícios físicos que lhe ajudam a ter mais equilíbrio, coordenação motora, resistência, flexibilidade e força. (segue...) Fonte: Zero Hora.

Uma voluntária que gosta de dançar


10 de julho de 2010 | A presidente da Associação Parkinson do Rio Grande do Sul, Ângela Maria Possebom Garcia, 55 anos, é daquelas pessoas que parecem estar sempre ligadas na tomada: gosta de viajar, participar de festas, cantar no videokê, ama fazer compras e vive curtindo seu neto. Vaidosa, tem o hábito de todos os dias pela manhã sair de casa bem cedo, pronta e maquiada. Quase impossível presumir que ela é portadora da doença de Parkinson. (segue...) Fonte: Zero Hora.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A vida depois do Parkinson
Progressiva e incurável, a doença degenerativa costuma provocar um choque quando é diagnosticada. Muitos pacientes, porém, descobrem como conviver com as limitações geradas pelo mal e aprendem a melhorar a qualidade de vida
Brasília, sexta-feira, 30 de abril de 2010 - De repente, abotoar a camisa torna-se um fardo. A letra já não é mais tão redondinha e tarefas como escovar os dentes ou folhear uma revista demandam mais tempo do que o habitual. Também podem ocorrer momentos em que o corpo enrijece e a pessoa cai no chão, sem saber como foi parar lá. Reflexos lentos, andar arrastado, cãibras, tremores e movimentos desencontrados são realidades com as quais os portadores da doença de Parkinson precisam aprender a lidar.

As limitações e a certeza de que, por enquanto, o mal é incurável e progressivo costumam afetar emocionalmente os pacientes. “São quatro fases: negação, revolta, depressão e aceitação”, explica o coronel Carlos Aníbal Pyles Patto, 63 anos, parkinsoniano há duas décadas e fundador da Associação Parkinson Brasília. “Fala-se muito sobre a doença, mas pouco sobre os portadores”, afirma. Para Patto, é fundamental mostrar que, mesmo com as dificuldades inerentes ao mal, é possível conviver bem com ele. “Costumo dizer que a doença é minha companheira de viagem, porque vai me acompanhar até a morte. Então, você tem de se dar bem com ela”, ensina. (segue...) Fonte: Correio Brasiliense, com link para o Guia Prático do Paciente com Parkinson, em .pdf.