sábado, 10 de julho de 2010

A vida depois do parkinson
Progressiva e incurável, a doença costuma provocar um choque quando é diagnosticada. Mas muitos pacientes descobrem como conviver com as limitações geradas pela enfermidade e aprendem a ter qualidade de vida
10 de julho de 2010 | De repente, abotoar a camisa torna-se um fardo. A letra já não é mais tão redondinha e tarefas como escovar os dentes ou folhear uma revista demandam mais tempo do que o habitual. Também podem ocorrer momentos em que o corpo enrijece e a pessoa cai no chão, sem saber como foi parar lá. Reflexos lentos, andar arrastado, cãibras, tremores e movimentos desencontrados são realidades com as quais os portadores da doença de Parkinson precisam aprender a lidar.

As limitações e a certeza de que, por enquanto, a enfermidade é incurável e progressiva costumam afetar os pacientes. (segue...) Fonte: Zero Hora.
O aviador que virou escultor
10 de julho de 2010 | Piloto da Aeronáutica, Carlos Aníbal Pyles Patto voou por 34 anos. Há uma década, quando estava próximo de se reformar, Patto era adido militar no Uruguai e teve a chance de fazer seu último voo em grande estilo. Na época, ele já era portador de Parkinson e não pilotava havia 17 anos. Atendendo a um chamado da base aérea em Montevidéu, ele foi até o local. Foram uma hora e 40 minutos em um helicóptero UH-1H.

Se já não pode comandar um avião, Patto encontrou outras formas de se realizar. Escultor autodidata, faz estátuas de gesso, concreto, resina e madeira.

Também gosta de escrever e é autor de dois livros. A doença não o impede de viajar e, recentemente, esteve na Europa com a mulher, com quem tem dois filhos.

Com a doença, ele descobriu mais uma vocação: ajudar as pessoas. Em 2005, fundou a Associação Parkinson Brasília. Fonte: Zero Hora.

Estilista mantém o dom de desenhar
10 de julho de 2010 | Mesmo convivendo com as limitações próprias de um parkinsoniano, o estilista e produtor de moda Érbio Schmidt, 68 anos, mantém a mente e o corpo focados na paixão pela arte. É isso que o ajuda a sobreviver à enfermidade, que já caminha para um estágio mais avançado.

Érbio não abre mão de frequentar as aulas de ginástica oferecidas pela Associação Parkinson do Rio Grande do Sul, realizadas na Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), em Porto Alegre. Lá, além de receber apoio dos colegas, faz exercícios físicos que lhe ajudam a ter mais equilíbrio, coordenação motora, resistência, flexibilidade e força. (segue...) Fonte: Zero Hora.

Uma voluntária que gosta de dançar


10 de julho de 2010 | A presidente da Associação Parkinson do Rio Grande do Sul, Ângela Maria Possebom Garcia, 55 anos, é daquelas pessoas que parecem estar sempre ligadas na tomada: gosta de viajar, participar de festas, cantar no videokê, ama fazer compras e vive curtindo seu neto. Vaidosa, tem o hábito de todos os dias pela manhã sair de casa bem cedo, pronta e maquiada. Quase impossível presumir que ela é portadora da doença de Parkinson. (segue...) Fonte: Zero Hora.

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