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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Planta descoberta em mangue pode ajudar a tratar câncer e Alzheimer

Pesquisadores da Unesp, em São Vicente, conseguiram bons resultados.
Planta consegue inibir o aumento de enzimas que provoca doenças.

03/12/2014 - Pesquisadores de São Vicente, no litoral de São Paulo, descobriram que uma substância encontrada em uma planta que vive nos manguezais brasileiros pode originar um remédio para o tratamento de doenças neurodegenerativas e inflamatórias como mal de Alzheimer, Parkinson e tumores. Os testes em laboratório são promissores.

A pesquisa começou há cerca de cinco anos e é realizada por alunos da faculdade de Biologia Marinha da Unesp de São Vicente, sob a coordenação do Prof. Dr. Marcos Hikari Toyama. Segundo ele, foram coletadas amostras da planta mangue-branco, que é uma árvore encontrada nas áreas de mangue existentes na Baixada Santista.

Os estudantes levaram o material para o laboratório. Eles isolaram os compostos naturais da planta e avaliaram o efeito sobre a enzima fosfolipases A2 secretória, responsável pelo controle do metabolismo celular, defesa e comunicação celular. “Essa enzima tem um processo biológico importante. Ela regula diversas funções celulares. É uma molécula que tem função de defesa e regulação celular muito importante. Porém, em situações patológicas de doenças, essas enzimas são superexpressadas, o que significa que aumenta demasiadamente a concentração. O aumento pode originar o crescimento de algumas patologias inflamatórias, doenças degenerativas como mal de Alzheimer e mal de Parkinson, além de tumores”, explicou o professor.

Os pesquisadores descobriram que a planta mangue-branco contém flavonóides glicosilados que conseguem inibir essa enzima e impedir o aumento da concentração delas, evitando as doenças. “Nós observamos que esses compostos naturais possuem uma capacidade melhor de interagir com essa enzima e não alterar suas funções”, explica Toyama. O professor diz que há medicamentos no mercado que fazem essa função de inibir as atividades das enzimas, mas acabam induzindo a destruição da molécula parcial ou total. “A pior de todas é a destruição parcial porque ela mantém o centro ativo e destrói as outras regiões. Isso sinaliza que existe mais produção dessa enzima e doenças”, diz ele.

Os pesquisadores já fizeram os testes enzimáticos, farmacológicos e biofísicos em camundongos. A substância presente na planta evitou ou solucionou a inflamação dos animais. Todos os testes deram um resultado positivo e os pesquisadores conseguiram entender como a enzima e a substância se interagem.

Os estudos dão suporte para que outros grupos de pesquisadores de outras áreas possam fabricar remédios específicos para as doenças inflamatórias. O grupo de pesquisadores da Unesp quer provar que é possível aproveitar os recursos da natureza para a medicina. “Estamos buscando outras plantas e organismos aqui do litoral para tentar passar essa ideia. O mangue é considerado um ecossistema importante, mas ele é muito agredido. Queremos dar um viés econômico para ele. As plantas também podem ser uma fonte muito rica de moléculas importantes para a medicina”, afirmou Toyama. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Estudian salimarina como agente neuroprotector en Parkinson

Es un extracto obtenido de la planta Silybum marianum; sus capacidades antioxidante y anti-inflamatoria, son dos de las propiedades que se utilizan en ratones inducidos a ese mal.

16/12/2012 - México, DF. Según datos de la Secretaría de Salud, en México el Parkinson es la segunda enfermedad neurodegenerativa más frecuente en la población, sólo después del Alzheimer, y la cuarta causa de consulta en el Instituto Nacional de Neurología y Neurocirugía.

Ante ello, un grupo de especialistas encabezados por Anahí Chavarría Krauser, investigadora de la Facultad de Medicina (FM) de la UNAM, estudia el uso de la silimarina (Cardo Mariano) como agente neuroprotector en el manejo de ese padecimiento.

Obtenida de la planta Silybum marianum, es un extracto con capacidad antioxidante y anti-inflamatoria, características que condujeron a los universitarios a considerar ambas propiedades como neuroprotectores en la enfermedad de Parkinson, que presenta una paulatina, pero progresiva pérdida de neuronas en la sustancia nigra.

Anahí Chavarría, quien desarrolla esta investigación en el Edificio de Medicina Experimental de la FM, ubicado en el Hospital General de México, indicó que se conocen otras propiedades benéficas de la silimarina en otras afecciones, tanto humanas como en modelos animales.

“Nos pareció que sus efectos antioxidante y anti-inflamatorio son de interés para explorarse en patologías donde la inflamación y el estrés oxidativo son claves”.

Se conocen varios factores predisponentes a la enfermedad, como la mutación de algunos genes, aunque esta causa sólo explica entre el cinco y 10 por ciento de los casos. “Se conoce que la exposición a ciertas toxinas ambientales, como pesticidas, también podría explicarla”.

La especialista en neuroinmunología explicó que este padecimiento se caracteriza por la pérdida específica de las neuronas dopaminérgicas de la sustancia nigra del mesencéfalo, lo que ocasiona en las personas afectadas temblor de reposo y dificultad en la marcha, el movimiento y la coordinación. Con la progresión, los pacientes sufren pérdida de autonomía, rigidez muscular, así como problemas de salivación, deglución y constipación, entre otros.

“Probamos este complejo de moléculas en modelo animal (ratón) de la enfermedad de Parkinson, inducido con la neurotoxina MPTP (1-metil-4-fenil-1,2,3,6-tetrahidropiridina). Se aplicó la silimarina vía intraperitoneal y se observó que a determinadas dosis conservó los niveles de dopamina en el estriado (entre 29 por ciento y 69 por ciento); disminuyó significativamente el número de células apoptóticas en la sustancia nigra, y conservó en forma importante el número de neuronas dopaminérgicas en esa región del mesencéfalo. Además, no tuvo efectos adversos en los animales control”, indicó.

Ahora, los universitarios se encuentran en proceso de determinar la dosis para su administración oral, necesaria para obtener los mismos efectos que con la aplicación intraperitoneal.

“Estamos por resolver algunas cuestiones de la administración, porque el extracto es liposoluble y no tanto hidrosoluble; es decir, se absorbe con mayor facilidad con grasas. Debemos ver si mejoramos su absorción al administrar junto con un vehículo, como un medio oleoso o micelas”, especificó.

Una vez resuelto ese último aspecto, prosiguió, “podríamos buscar un laboratorio clínico que nos ayude a realizar la parte orientada hacia humanos para demostrar su eficacia neuroprotectora, y de ahí, ofrecerlo a una instancia farmacológica interesada en comercializar este principio activo como un medicamento vía oral, y no como un suplemento alimenticio”, puntualizó.

La planta ya se ha empleado en otras afecciones como las hepáticas, aunque es poco lo que se conoce sobre los mecanismos antioxidantes y anti-inflamatorios. “Con anterioridad, trabajamos silimarina en diabetes tipo I, de ahí surgió la inquietud de aplicarla en otro modelo o padecimiento”.

En este proyecto participan el doctorante José de Jesús Pérez Hernández, de la Facultad de Medicina, y Esperanza García, del Instituto Nacional de Neurología y Neurocirugía. Fonte: La Jornada.mx.
Editado com LibreOffice Writer

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Estramonio, la planta mortal 'de las brujas'

Ha sido la planta de los aquelarres y adivinos, y últimamente de las fiestas más extremas. Produce vívidas alucinaciones pero su efecto puede ser fatal: dos jóvenes en España murieron tras consumir la llamada 'hierba del diablo'

12 Sep 2011 | A partir del estramonio, el químico alemán Albert Ladenburg aisló en el siglo XIX la escopolamina (burundanga), un alcaloide que se utiliza como antiespasmódico y analgésico en los partos, así como en el tratamiento del mal de Parkinson. (segue...) Fonte: El Nacional.ve.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Erva medicinal chinesa pode ajudar doentes de Parkinson
Conclusão é de um estudo da Universidade Batista de Hong Kong
22- 7- 2011 - Uma erva medicinal chinesa poderá ser eficaz no tratamento da doença de Parkinson e ainda dos efeitos secundários provocados pelos tratamentos com medicamentos «ocidentais», revela um estudo da Universidade Batista de Hong Kong, escreve a Lusa.

O estudo refere que os pacientes tratados com a erva medicinal chinesa «gou teng», feita à base de caules e espinhos de videira, apresentaram melhorias significativas ao nível da capacidade de comunicação e uma moderação de sintomas como a depressão e dificuldade em adormecer. (segue...) Fonte: Tvi 24.pt. Veja também aqui.

Common Name: Gambir Vine Stems & Hooks
Pharmaceutical: Ramulus cum Uncis Uncariae
Botanical: Uncaria

sábado, 12 de junho de 2010

Pesquisas inéditas com plantas na Uniso ampliam chances de cura
12/06/2010 - Pesquisadores dos departamentos de Biotecnologia e Farmácia da Universidade de Sorocaba (Uniso) estão dando um grande passo à descoberta de um fármaco capaz de ser utilizado no tratamento de algumas doenças, entre elas o câncer de pulmão, o Mal de Parkinson e infecções gástricas. Eles isolaram seis substâncias encontradas nas plantas Cissus sulciccaulis (uva brava) e Solanum cernuum (braço preguiça), que obtiveram, segundos os estudos, em fase avançada, um bom resultado em testes feitos, com animais, em laboratório.

As pesquisas são financiadas pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional (Aeci), com profissionais da Uniso, da Universidade Bandeirante de São Paulo, da Unicamp, da Universidade Nova de Lisboa (Portugal), e das universidades de Salamanca e Sevilha (Espanha). No Brasil, a coordenação é da professora Luciane Cruz Lopes, da Uniso. (segue...) Fonte: Cruzeiro do Sul.