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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Café? Você tem, no mínimo, dez razões para tomá-lo

Além de bom para a pele, é a única bebida que estimula o intelecto
24 de Fevereiro de 2014 | Um dos produtos agrícolas mais importantes da economia brasileira – e na mesa dos brasileiros – comemora nesta sexta-feira (24/5) o seu dia nacional: o café. Como se não bastasse apenas ser prazeroso tomar um cafezinho ao levantar ou após a refeição, o fruto ainda nos dá inúmeras razões para não o deixarmos de lado.

“A maior parte das ações benéficas do café devem-se aos efeitos conjuntos dos compostos bioativos do produto, principalmente à ação conjunta da cafeína e dos ácidos clorogênicos, que são os principais compostos antioxidantes do café”, diz a nutricionista Adriana Farah.

De acordo com a especialista, a espécie robusta, que é encontrado no Brasil na variedade conilon, pode ser melhor para saúde devido ao alto teor de compostos fenólicos (ácidos clorogênicos) e cafeína, embora o café arábica forneça todas as propriedades potencialmente benéficas esperadas de um café.

O conilon é responsável por maior corpo à bebida, mas tem aroma mais neutro. Já o café arábica é bem superior em termos de e aroma e qualidade global da bebida. Por isso, um blend (mistura) com 20% de conilon e 80% de arábica seria o mais adequado. No entanto, para café expresso, que normalmente tem mais corpo e acentua as características sensoriais da bebida, o percentual de conilon na mistura pode ser reduzido a 0%.

“É importante colocar que a alta contaminação microbiológica do grão, bem como a ocorrência de processos oxidativos na lavoura, durante a colheita ou no processamento, prejudica bastante a qualidade sensorial da bebida e também podem ocasionar a presença de toxinas provenientes de fungos. Portanto, mesmo um café arábica pode produzir uma bebida muito inferior em termos sensoriais, do que um conilon bem cuidado”, explica a nutricionista.

Em comemoração ao seu dia, relacionamos ao menos dez motivos para se tomar café diariamente:

1- Produz sensação de bem-estar e de conexão com a vida e ajuda a prevenir a depressão; Um café torrado adequadamente, com um teor saudável de cafeína, ácidos clorogênicos e lactonas, ajuda na prevenção à depressão;

2 - Melhora o desempenho cognitivo, aumentando a concentração e a capacidade de aprendizado; O café é a única bebida que estimula o intelecto;

3 - Pode aumentar a expectativa de vida, ajudando a prevenir doenças coronarianas e degenerativas em geral;

4 - Ajuda a prevenir o declínio cognitivo, demência e doença de Alzheimer; Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, descobriram que a cafeína bloqueia a formação das “placas” associadas ao Alzheimer. Outro estudo, realizado entre 1972 e 1987, determinou que os consumidores de café na idade adulta corriam um menor risco de sofrer demência ou o Mal de Alzheimer em comparação aos que não bebiam. Ou seja, aqueles que consumiam de três a cinco xícaras ao dia registraram um risco 65% menor do que aqueles não tomavam a bebida;

5 - Ajuda a prevenir a doença de Parkinson; Pesquisadores observaram, pela primeira vez, em estudos com animais, que a cafeína ajudava a superar a rigidez e os problemas de mobilidade – principais características da enfermidade. Perceberam, ainda, que a substância presente no café também pode retardar a degeneração das células que produzem a dopamina;

6 - Ajuda a prevenir e a combater o diabetes tipo 2, principalmente o café descafeinado;

7 - Ajuda a combater dores, inclusive certos tipos de dor de cabeça;

8 - Tem efeito antibacteriano contra as principais bactérias causadoras da cárie e contra bactérias intestinais nocivas;

9 - Ajuda a proteger o fígado contra cirrose e outras doenças hepáticas degenerativas;

10 - Bom para a pele; O teor dos antioxidantes fenólicos dos grãos verdes denominados clorogênicos é maior no conilon do que no arábica. Os fenóis do café possuem efeito protetor contra o câncer de pele. O café não possui flavonóides que impermeabilizam a membrana da pele contra os raios UV, mas ajudam no tratamento de lesões causadas por exposição excessiva ao sol. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

De vilão a mocinho: novas pesquisas destacam efeitos benéficos do café

30/06/2013 - Condenado por muitos anos, o café está sendo redimido graças a novas pesquisas que mostram que a bebida reduz a incidência de vários tipos de câncer, combate a depressão e ajuda até na malhação, como você lê no relato da jornalista (e coffee addicted confessa) Ginny Graves, na sequência.

"Vocês têm café, certo?", perguntei, tentando parecer relaxada. Faltavam alguns dias para o retiro de ioga de uma semana que faria, e liguei para o local em pânico quando me dei conta que talvez tivesse que me virar sem minha obsessão matinal. "Vendemos na loja, que abre às 9 horas", respondeu a atendente. "Mas há chá disponível no refeitório o tempo todo", completou. Chá? Como conseguiria chegar a uma aula de ioga às 6h30 da manhã – e executá-la até o fim – com apenas uma xícara de chá?

Admito, sou viciada. E estou em boa companhia. Nos Estados Unidos, toma-se mais café que refrigerante, vinho e, sim, chá (desculpe iogues). Ainda assim, com manchetes alarmantes sobre os efeitos nocivos do café na saúde – ora falam em pressão alta, ora doenças cardíacas e até câncer de mama –, me preocupo há algum tempo com as consequências desse vício. Alguns médicos chegam a colocar o café no mesmo balaio do cigarro, álcool e outras substâncias nefastas: use com moderação ou, melhor ainda, não use.

Toda essa campanha contra o pobre cafezinho está com os dias contados. Graças a diversos estudos grandes e de longo prazo, o êndulo científico agora aponta a favor do grão nosso de cada manhã."Em resumo, parece haver poucos riscos de danos graves à saúde. E há benefícios comprovados", diz o americano Walter Willett, que, como presidente do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, fez suas próprias investigações sobre a bebida. "As novas pesquisas mostra quem não há aumento no risco de câncer de mama ou qualquer outro tipo de câncer, nem de doença cardíaca."

Na verdade, o café pode diminuir as chances de se ter diabetes, câncer de cólon e câncer do endométrio – e até aumentar sua expectativa de vida. Cientistas relataram que pessoas que tomava três ou mais xícaras de café por dia apresentavam risco 10% mais baixo de morrer ao longo de um estudo (que durou 12 anos) do que os que evitavam a bebida (advertência: fumar um cigarro com o café matinal anula o efeito).

Outras notícias positivas, incluindo o fato de que pode reduzir o risco do mal de Parkinson, podem ser atribuídas à cafeína. Pesquisadores de Harvard descobriram que mulheres que tomam duas ou mais xícaras todos os dias têm um risco moderadamente mais baixo de depressão, provavelmente porque a cafeína tem efeito estimulante no cérebro e ativa alguns dos mesmos neurotransmissores que os antidepressivos. A substância reduz ainda o risco de carcinoma basocelular, tipo mais comum de câncer de pele (três xícaras por dia equivalem a uma redução de 20%).

Tomar uma xícara de manhã também contribui para a malhação: mas precisa ser até uma hora antes de sair para a academia. "A cafeína dá um boost no desempenho porque aumenta a força das contrações musculares, além de melhorar o humor e a energia", diz Willett.

Dica final importante: opte pelo café coado no lugar do espresso – filtros de papel retiram uma substância chamada cafestol, que aumenta o colesterol no sangue. "Uma xícara de espresso de vez em quando não faz mal, mas múltiplas xícaras de café não filtrado todos os dias podem afetar os níveis de seu colesterol", adverte Walter. Fonte: Vogue Globo G1.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Os sinais do Parkinson e as formas comprovadas de prevenir a doença

Pesquisas já mostram que depressão e insônia são os primeiros indícios do problema cerebral e indicam que o café pode ser aliado na prevenção

11/04/2013 - O alerta veio uma tristeza profunda. Há cinco anos, Marina Lazzarini caminhava e percebeu que o braço esquerdo não acompanhava o balançar natural das pisadas e que a perna direita estava mais lenta. Do nada, a letra na escrita ficou minúscula e a depressão tirou da aposentada, na época com 60 anos, até a vontade de sair de casa. Quatro meses depois, após três médicos titubearem, o quarto diagnosticou: Parkinson .

A doença cerebral que, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afeta 200 mil brasileiros ainda não tem a origem muito bem estabelecida pela medicina. Mas entre os leigos os sintomas mais lembrados são os tremores e a rigidez dos músculos. Estes sinais, porém, não são únicos e surgem já em fase mais avançada do problema.

Os médicos agora estão empenhados em divulgar os indícios mais precoces do Parkinson e também o que a ciência já sabe sobre como preveni-lo. Assim como o caso de Marina, o professor de neurologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Ambulatório de Distúrbios do Movimento do Hospital das Clínicas de São Paulo, Egberto Barbosa, diz que a depressão é uma das mensagens de alerta.

“Em uma fase muito inicial, os primeiros sintomas do Parkinson são os transtornos de humor (entre eles a depressão), a perda do olfato e as alterações no sono, como exemplo a insônia”, diz Barbosa.

“Em uma outra fase, logo na sequência, a região do cérebro que produz a dopamina, é alterada. Com isso, aparecem os tremores e a rigidez nos músculos e a dificuldade na coordenação motora.”

Piano e medicamentos

Marina Lazzarini, com o apoio dos 5 filhos, afirma que teve sorte, pois conseguiu um diagnóstico rápido, que não apenas controlou os sintomas mas permitiu que ela não abandonasse uma paixão: tocar piano.

“Sou pianista e graças ao tratamento posso dedilhar música clássica diz”, conta Marina.

“Apesar de ter esperado quatro meses para uma médica dizer o que eu tinha, o meu caso foi rápido. Na Associação Brasil Parkinson, que passei a frequentar, conheci pessoas que passaram anos e anos sem saber o que tinham. Isso fez com que elas convivessem com sequelas mais graves.”

O Parkinson, por enquanto, é uma doença sem cura e o grande benefício dos medicamentos, explica Egberto Barbosa, é amenizar os sintomas. Uma das hipóteses é de que a doença tenha origem genética, mas também seja influenciada por fatores ambientais, como exposição a agrotóxicos e níveis de ácido úrico baixos no organismo.

“Também há uma relação com o processo de envelhecimento natural, já que o passar dos anos promove alterações nos neurônios que podem resultar na doença”, explica o médico.

Café e exercício

Pesquisando as origens do problema cerebral, a ciência já trouxe evidências contundentes sobre os riscos de desenvolver a doença. As pesquisas mostram que as atividades físicas, por exemplo, desencadeiam a produção de substâncias no organismo que dão vitalidade aos neurônios e por isso protegem o cérebro.

A alimentação também ganha destaque, em especial a rica em antioxidantes, como os legumes, as frutas e os peixes.


Outra boa notícia é que o café também mostrou um efeito protetor, de acordo com uma análise publicada na revista científica Neurology. Neurocientistas do Canadá observaram esse efeito protetor após avaliar 60 pacientes com Parkinson. Metade bebeu três xícaras de café por dia e a outra não. Ao final do estudo, os bebedores de café tiveram melhoras nos sintomas.

“A cafeína é a provável responsável por este efeito benéfico. Já existem outros indícios também que o consumo de café é preventivo e diminui o risco do Parkinson mesmo em quem ainda não tem a doença”, complementa o coordenador do Hospital das Clínicas.

Marina Lazzarini não é muito fã de café, mas dos exercícios ela não abre mão.

“Hoje faço dança na associação e também participo do coral. Cantar é um ótimo remédio porque um dos efeitos do Parkinson também é nas cordas vocais, dificultando a fala”, diz ela citando informações respaldadas pelos médicos.

Cantando, dançando e sem esquecer o piano, Marina é um dos exemplos do quanto “só as atividades físicas e artísticas podem fazer”, costuma dizer o presidente da Associação Brasil Parkinson, Samuel Grossman. Fonte: Saude IG.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Parece que provavelmente se poderia sugerir a possibilidade ....

Título original "PARECE QUE PROBABLEMENTE SE PODRÍA SUGERIR LA POSIBILIDAD...."

Sábado 8 de setembro, 2012 | Aqueles que sabem dizem que o design de moda tem seus ciclos e que os clássicos sempre voltam.

Nas notícias sobre o tratamento do mal de Parkinson algo semelhante acontece. De tempos em tempos, ciclicamente, voltam aos noticiários os clássicos.

Ao longo de cinco anos de vida deste espaço vimos sucederem-se notícias relativas aos estudos com aspectos similares, incluindo as seguintes características:

número reduzido de pacientes
tempo de estudo curto
princípio ativo natural e não derivado de uma droga
resultados baseados em simples evidências estatísticas e fortemente condicionadas pelo uso do condicional (parece que provavelmente se poderia sugerir a possibilidade ...)

Entre as muitas supostas descobertas algumas (os clássicos) nunca saem de moda e voltam ciclicamente às "passarelas" de notícias na internet.

Sem dúvida alguma, o café (ou a cafeína) protagonizaram vários retornos desde a temporada outono-inverno 2007, ao Outono-Inverno 2010 para ser apresentado novamente no próximo Outono-Inverno 2013.

O segue de perto o tabaco (ou nicotina) que quiçá é seguro e provou efeito nocivo sobre a saúde cardiorrespiratória e obscureceu o possível potencial efeito benéfico sobre a doença de Parkinson.

Fecha o pelotão o chá verde, que caiu e foi relegado aos círculos de entusiastas das disciplinas orientais e da meditação.

Serve este breve e casual artigo como explicação à razão pela qual decidimos há muito tempo não ecoar novas notícias a este respeito quando os estudos concorrerem com as características acima. (original em espanhol, traduzido por mim) Fonte: Unidos Contra el Parkinson.es.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Cafeína pode trazer melhora para vítimas de Parkinson, diz pesquisa

02/08/2012 - Substância melhorou movimentos e rigidez muscular de pacientes.
Aindá 'é cedo' para aconselhar pacientes a tomar café, afirma cientista. (segue...) Fonte: Globo G1.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Maior consumo de café pode reduzir risco de câncer de pele, diz estudo

03/07/2012 - A ingestão de mais cafeína poderia diminuir o risco de desenvolver a forma mais comum de câncer de pele, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista "Cancer Research".

O artigo da Associação Americana de Pesquisa do Câncer não informa quem financiou o estudo sobre o suposto vínculo entre a cafeína e o carcinoma basocelular (basalioma).

"Nossos dados indicam que quanto mais cafeína for consumida, menor é o risco de se desenvolver o basalioma", indicou Jiali Han, pesquisador do Hospital Brigham e de Mulheres, da Escola de Medicina de Harvard em Boston, e da Escola Harvard de Saúde Pública.

Mas Han advertiu e não recomenda o aumento do consumo de café apoiando-se apenas nos resultados deste estudo.

"O certo é que nossos resultados acrescentam o basalioma a uma lista de condições para as quais o risco diminui com um aumento do consumo de café", destacou o pesquisador. "A lista inclui condições com consequências negativas graves para a saúde, como o diabetes tipo 2 e o mal de Parkinson".

O carcinoma de células basais é a forma de câncer de pele cujo diagnóstico é mais comum nos Estados Unidos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

sábado, 26 de maio de 2012

DIETAS / Alimentos contra el parkinson

Cada año se detectan en España 10.000 casos nuevos de esta enfermedad, 1.500  en menores de 45 años. Descubre qué puedes comer para proteger tu cerebro.

26 may 2012 - 1. Habas (feijão). El Parkinson se origina por una deficiencia de dopamina y algunos alimentos contienen levodopa, un aminoácido precusor de esta sustancia. Las habas son muy ricas en levodopa, pero para conseguir 100 mg haría falta comerse varios kilos de ellas. Aún así, nunca está de más que las incluyas en tus menús y, de paso, los completes con mucuna pruriens, una legumbre de la India que también posee levodopa natural.

2. Escarola. Una dieta pobre en ácido fólico favorece el desarrollo de síntomas neurológicos semejantes a los del Parkinson. Para evitar un déficit procura que las verduras de hoja verde jamás falten en tus comidas. La escarola, las espinacas y los grelos son tus mejores aliados. Y si quieres un toque exótico, prueba a echar en tus ensaladas algas wakame frescas, aguacate y brotes de soja.

3. Café. Tomar un café al día influye en el riesgo de sufrir Parkinson... para bien. El café contiene ácidos clorogénicos y melánicos, unos poderosos antioxidantes que combaten el estrés oxidativo.

4. Cúrcuma. Esta especia es la aliada perfecta del cerebro. Según un estudio de la Universidad John Hopkins (EE.UU.) la degeneración celular del Parkinson está vinculada a la inflamación y la curcumina protege a las células nerviosas gracias a sus propiedades antiinflamatorias.

5. Té verde. El secreto de su éxito se encuentra en sus polifenoles antioxidantes que protegen las neuronas. Además, investigaciones recientes han demostrado que este efecto es progresivo, es decir, cuanto más té verde se bebe más protegido se está de esta enfermedad.

6. Manzana. Comer una manzana roja al día protege contra el Parkinson. ¿Por qué? De nuevo los flavonoides son los responsables, en este caso unos llamados antocianinas. Estos antoxidantes mejoran la supervivencia y la diferenciación neuronal y regulan los mecanismos de neuroinflamación. Otras frutas con estos beneficios son las naranjas, las uvas y las bayas rojas (frutas vermelhas). Fonte: Hoy Mujer.es.

domingo, 4 de março de 2012

Café, uma nova arma contra o câncer e o diabetes

Bebida também potencializa exercícios e pode proteger contra as doenças neurológicas, indicam pesquisas recentes
3/03/12 - Segundo a maioria dos estudos mais recentes, além de conferir disposição — efeito conhecido desde o início de seu consumo, mil anos atrás —, o café protege contra o diabetes e alguns tipos de câncer. Há indícios de que também ajude a prevenir doenças neurológicas, como os males de Alzheimer e Parkinson, e de que proteja, principalmente as mulheres, contra AVC, doenças cardíacas e depressão. O mais recente trabalho, publicado na última quarta-feira, na “American Journal of Clinical Nutrition”, acompanhou 42 mil pessoas ao longo de nove anos e revelou que, entre os bebedores de café, as chances de desenvolver diabetes são 23% menores. (...)

As pesquisas agora se voltam para a tentativa de provar seu efeito protetor contra doenças neurológicas. Ele ajudaria a evitar o acúmulo da proteína beta-amiloide entre os neurônios, uma das causas do Alzheimer, e reduziria o déficit de dopamina presente no Parkinson. Para quem gosta, mais um bom motivo para beber. Fonte: O Globo G1.

O que dizem os estudos
3/03/12 - CAFÉ PROVOCA INFARTO?
Não. Se não protege, a bebida também não precipita o infarto em pessoas saudáveis. E há trabalhos sugerindo que o café reduz o risco de AVC e doenças cardíacas, principalmente em mulheres.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE CAFÉ E DIABETES?
Pessoas saudáveis têm menos chance de desenvolver diabetes se tomarem a partir de dois cafés (de 120ml a 150ml) por dia. Entre os diabéticos, a bebida reduz a mortalidade. Isto porque favorece a entrada da glicose na célula. O perigo, como se sabe, é quando o açúcar fica circulando no sangue.

ELE ELEVA A PRESSÃO ARTERIAL ou CAUSA ARRITMIA?
Como a cafeína estimula o sistema nervoso central, quem não está habituado ao café pode ter alterações nos batimentos cardíacos ou na pressão arterial, mas elas são pequenas. Hipertensos e pacientes com problemas cardíacos que sejam bebedores eventuais de café devem ter cuidado, mas, entre aqueles já acostumados, estes efeitos não têm sido registrados. Entre os consumidores dos grãos de torra escura (o mais comum no Brasil), o efeito sobre a pressão e os batimentos não foi observado, num estudo do Incor de São Paulo.

E QUANTO AO CÂNCER?
Há pesquisas mostrando que o café pode prevenir alguns tipos de tumores malignos, como o câncer de próstata e o de endométrio. Para outros, como os de mama e esôfago, ele é inócuo.

CAFÉ INTERFERE NA ABSORÇÃO DE REMÉDIOS?
O pico da circulação de cafeína no sangue ocorre de 30 a 45 minutos após sua ingestão. Segundo alguns estudos, ele pode reduzir em até 60% absorção de alguns antidepressivos, estrógenos e drogas para osteoporose (alendronato) e tireioide (levotiroxina). Para que isso não aconteça, deve-se evitar tomar a bebida e o remédio com intervalos de menos de duas horas entre um e outro. Outras drogas competem com a cafeína pelos mesmos receptores, ao serem metabolizadas pelo fígado. Neste caso, quando o paciente é bebedor habitual de café, seu médico pode achar necessário ajustar a dose.

E O COLESTEROL?
O café é capaz de alterar um pouco o colesterol, porque tem substâncias oleaginosas (como o cafestol), mas nada significativo: ele continua dentro das taxas normais. Se o café não é filtrado, aumenta mais. E um estudo holandês indica que ele seja útil para elevar a concentração de HDL, o colesterol bom.

HÁ RELAÇÃO COM DOENÇAS NEUROLóGICAS?:
Estudos sugerem que ele pode proteger áreas do cérebro danificadas em doenças como Alzheimer e Parkinson.

TODO MUNDO PODE TOMAR? Quem tem problemas cardíacos ou mais de 65 anos deve consumir com cautela este e todos os outros estimulantes.

O TIPO DE CAFÉ FAZ DIFERENÇA? A julgar pelas pesquisas, não. Sabe-se que cafés não filtrados causam maior aumento da pressão arterial, mas ela se mantém normal. Quanto à cafeína, há pouca diferença entre o teor presente nos diferentes tipos. Fonte: Globo G1.
Há controvérsias!
Clique  em Etiquetas: "café" e veja tudo, ou  clique aqui para ver especificamente o contraponto.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Neurologista de Evergreen é co-autor de novo estudo ligando Café, Genética e prevenção da doença de Parkinson

Feb. 3, 2012 - KIRKLAND - Um estudo recente de co-autoria do neurologista Dr. Agarwal Pinky da Evergreen Healthcare chega a uma boa notícia para os bebedores de café: o consumo de café com cafeína pode reduzir significativamente o risco da doença de Parkinson em alguns homens e mulheres, dependendo de suas genéticas, segundo pesquisa recentemente publicada pela Public Library of Science.

De acordo com o estudo, pesquisadores identificaram uma conexão entre qualidades protetoras do café e do gene conhecido como GRIN2A, que regula sinais cerebrais que controlam movimento e comportamento.

Em média, os bebedores pesados de café ​​foram identificados como tendo risco 27 ​​por cento menor de desenvolver a doença de Parkinson, independentemente dos genes que carregam. O risco era ainda menor para os bebedores pesados de café ​​que carregam uma variação específica do gene GRIN2A. Eles têm chance de 59 por cento menor de desenvolver a doença, de acordo com a pesquisa. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: The Sacramento Bee.
A exemplo do leite, o café também é objeto de controvérsia. Vide post de 08/09/2011 intitulado "Genes determinan la adicción al café". Para ler, clique em "Etiquetas: café" e vá à data.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Café protege mulheres da depressão

Bebida precisa ser consumida em grandes quantidades para ter esse efeito

27/12/2011 - O café aumenta o bem-estar e a energia. Além disso, um estudo da Faculdade de Saúde Pública de Harvard constatou que a bebida traz outro benefício para as mulheres: quando elas consomem a bebida grandes quantidades, pelo menos quatro xícaras por dia, têm risco 20% menor de sofrer depressão.

A pesquisa, entretanto, não esclarece completamente de que forma o café afeta a depressão feminina.

Os profissionais da faculdade também perceberam que a bebida pode proteger contra a doença de Parkinson, tanto em homens quanto em mulheres. Os autores do estudo querem agora investigar os benefícios do café em relação à saúde mental. Fonte: R7.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

¿Depresivo? ¿Lo ve todo negro? Tómese un café (o dos)

lunes 17/10/2011 - (...) Además de esos efectos bien conocidos, el consumo de café se ha estudiado en relación a las enfermedades más comunes como son las cardiovasculares y el cáncer. A este respecto, la taza la podemos ver medio vacía o medio llena.

En el primer caso, su consumo no ha demostrado una protección generalizada, y en el segundo, parece ser que tampoco se han encontrado efectos claramente negativos asociados con el consumo de café. Sin embargo hay un grupo de enfermedades, las neurológicas, en las cuales parece ser que la taza está totalmente llena (y con necesidad de ser consumida).

Estas enfermedades incluyen, desde las más comunes como la depresión y el Alzheimer a las menos comunes como es la enfermedad de Parkinson. La evidencia más reciente de esta protección neurológica nos viene de un estudio recién publicado en el 'Archives of Internal Medicine' en el que se demuestra, en más de 50.000 mujeres norteamericanas seguidas por 10 años, que el riesgo de desarrollar depresión o síntomas de depresión disminuía en un 20% entre aquellas que consumían dos o tres tazas de café con cafeína por día.

Por supuesto esto no debe interpretarse como que beber más café ofrece más protección, sino que hace referencia a la dosis más favorable en estas mujeres.

Pero la historia del café no acaba aquí. Decíamos que su consumo no se había asociado con protección 'generalizada' para otras enfermedades, pero esto puede cambiar en un futuro próximo, con la implantación de la nutrigenómica, es decir las recomendaciones nutricionales basadas en el genoma, ya que numerosos estudios han venido demostrando que aquellos que genéticamente metabolizan la cafeína rápidamente sí que se podrían beneficiar favorablemente del consumo de café y evitar sus efectos negativos, por ejemplo los relativos a la hipertensión.

Qué mejor manera, pues, de romper la oscuridad de la noche que con la negrura intensa del café, compañero inseparable de nuestras mañanas (y dependiendo de nuestros genes) también de las tardes y las noches. Como decía Voltaire, a quien se le atribuyen el consumo de entre 50 y 72 tazas al día: "Claro que el café es un veneno lento; hace cuarenta años que lo bebo". Fonte: El Mundo.es.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Café

Ontem e hoje, a imprensa mundial publicou vários artigos (exs. abaixo) citando os benefícios do café, seja como anti-oxidante, seja como anti-depressivo. Note que há controvérsias, inclusive no tocante ao parkinson, se o consumo de café em realidade protege contra a enfermidade ou se os genes que determinam que se tome café em demasia jogam um papel nos processos do corpo que finalmente conduzem à enfermidade causa do Parkinson. Isto requer uma maior investigação. (vide post de 08/09/2011 intitulado "Genes determinan la adicción al café" ou, no bom português, estale o rato em "Etiquetas: café")

- Pesquisa revela que cafezinho ajuda a evitar depressão;
- Avoid depression with coffee?;
- Coffee May Stave Off Depression; etc...
E digo por experiência própria: - se café protegesse, eu não teria tido pk!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Genes determinan la adicción al café

Un estudio reveló que en el hígado se da un proceso genético que regulan la cantidad de cafeína que puede consumir una persona

México, D.F. a 7 de septiembre 2011 - Un proceso genético registrado en el hígado determina la cantidad de café que una persona puede beber, ya que dicha actividad se basa en la cantidad de cafeína que el hígado puede descomponer.

Los resultados del estudio dirigido por el Erasmus MC, derivaron no sólo en la cantidad de cafeína que puede tomar una persona, sino que los mismos genes se relacionaron con enfermedades como Parkinson e hipertensión arterial.

Esto revela también que si bien la adicción cafeína no está considerada como algo meramente negativo, cuando un adicto al café deja de tomarlo es atacado por dolores de cabeza de moderados a intensos.

El proceso genético en el hígado, respecto a la descomposición del café, está regulado por dos genes, uno que determina la manera como se descompone la cafeína, y el otro, el NRCAM, el cual también se relaciona con adicciones a la cocaína, la morfina y las anfetaminas.

Café y Parkinson

No obstante, el estudio determinó también que ambos genes (CYPIA1 y NRCAM) se encuentran relacionados con la aparición de Parkinson, aunque aún no se sabe si el consumo de café tiene relación con dicha enfermedad.

“Una pregunta importante que el estudio plantea es si el consumo de café en realidad protege contra la enfermedad de Parkinson o si los genes que determinan que no se tome demasiado café juegan un papel en los procesos en el cuerpo que finalmente condujo a la enfermedad causa de Parkinson. Esto requiere una mayor investigación”, afirmó la epidemióloga Cornelia van Duijn. Fonte: Su Medico.mx.
E agora?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lo bueno y lo malo del café
Lunes 25 de Julio del 2011 - (...) La mayoría de los analistas indica que tomando café de manera moderada, tal vez hasta 4 tazas en el día, no causa ningún problema en la salud humana. Muchos estudios han demostrado que el consumo regular de cafeína, que contiene el café, ayuda a la prevención de enfermedades de Parkinson, además mejora la concentración y estado de alerta, así como protege los cálculos biliares; por otro lado, nos ayuda a mantenernos despiertos y atentos durante mucho tiempo. Se dice que nos ayuda a prevenir el dolor de cabeza y a mejorar la resistencia física sin que se pueda aseverar que mientras más se tome son mejores los resultados. (...)

En Nápoles, preocupados por el consumo excesivo de café, un grupo de científicos universitarios, en un estudio realizado, concluyeron que es beneficioso para ciertos tipos de cáncer, como por ejemplo el de colon, para la cirrosis y el Parkinson, debido a que eleva los niveles de dopamina en el cerebro y reduce el cansancio. (segue...) Fonte: El Telegrafo.ec.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

¿Pueden el café y el té reducir el riesgo de cáncer del cerebro? 
Un estudio indica que ambos pueden reducir el riesgo de padecer un tipo de cáncer
25.10.10 | Investigadores han descubierto que el café y el té podrían ser más que una forma de elevar los niveles de energía. El consumo regular de las dos bebidas más populares del mundo podría también proteger contra una forma de cáncer del cerebro. De hecho, la investigación sugiere que los que beben apenas media taza de café al día podrían reducir el riesgo de cáncer del cerebro en hasta un 34 por ciento.

La idea de que el café y el té podrían proveer un beneficio acumulativo de salud a los consumidores usuales se basa en investigaciones previas que han indicado que las bebidas podrían también reducir el riesgo tanto de Alzheimer como de Parkinson. (segue...) Fonte: Telecinco.es.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Cafeína ajuda a impedir declínio cognitivo e degeneração cerebral
17/05/2010 - DA REDAÇÃO - Embora a cafeína seja a droga psicoativa mais consumida no mundo, seu potencial efeito benéfico para manter o cérebro ativo só começou a ser desvendado de forma mais precisa recentemente. Novas evidências, com base em estudos feitos com animais, sugerem que a cafeína protege contra o declínio cognitivo decorrente da demência e do mal de Alzheimer. (...)

Estudos epidemiológicos primeiro revelaram uma associação inversa entre o consumo crônico da cafeína e a incidência do mal de Parkinson, de acordo com Mendonça e Cunha. Isso foi comparado a estudos de animais do mal de Parkinson mostrando que cafeína evitou déficits motores, bem como neurodegeneração. (segue...) Fonte: Jornal do Brasil.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cafeína pode ajudar a tratar doenças do cérebro
14-04-2010 - A cafeína que qualquer pessoa saboreia numa chávena de café é um produto capaz de tratar doenças do cérebro, Alzheimer, Parkinson ou depressões, segundo demonstram estudos realizados por investigadores da Universidade de Coimbra. (segue...) Fonte: Sic Sapo.pt. Veja também: Vai um cimbalino no «Piolho»?, e assista vídeo.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Saúde / Pacientes protestam por falta de remédio
19 de dezembro de 2007 - Portadores de Parkinson solicitam medicamentos que não são distribuídos há três meses pelo governo estadual.
Com faixas estendidas, tarjas pretas no braço e até um Papai Noel carregando um saco vazio, pacientes com a doença de Parkinson protestaram na manhã de ontem em frente à Farmácia de Medicamentos Especiais do Estado, em Porto Alegre.

Segundo a Associação Parkinson do Rio Grande do Sul (Apars), há três meses faltam ao menos cinco tipos de remédios essenciais e de uso contínuo.

Debilitados pela doença neurológica degenerativa, cerca de 20 portadores representavam o grupo na manifestação. Com sistema motor fragilizado pela doença, que tem nos tremores uma de suas marcas mais comuns, alguns tinham dificuldades até para segurar as faixas. Mas a reivindicação se estendia aos cerca de 20 mil gaúchos que convivem com o mal.

- O medicamento é nosso combustível. Sem a medicação, ficamos incapazes de fazer qualquer coisa - alerta a presidente da Apars, Angela Maria Possebom Garcia, que sofre de Parkinson há oito anos. (segue...) Fonte: Zero Hora.

Fapesc decide mover ação contra lei que proíbe cobaias em Florianópolis
18/12/2007 - O conselho superior da Fapesc (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) decidiu no começo da noite desta terça-feira que irá mover uma ação pedindo que seja considerada inconstitucional a lei municipal que proíbe o uso de cobaias em testes de laboratório em Florianópolis.

A decisão do conselho foi unânime, segundo a assessoria de imprensa da fundação. O presidente da Fapesc, Diomário Queiroz, acionará amanhã sua consultoria jurídica para mover a ação. (...) Fonte: Folha Online.

Lei pode interromper 300 pesquisas em Santa Catarina
18/12 - A promulgação da lei que proíbe o uso de animais em pesquisas científicas em Florianópolis pode inviabilizar pelo menos 300 estudos que estão sendo feitos atualmente na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) na cidade.

São principalmente pesquisas que visam compreender o funcionamento de algumas doenças e testar novos medicamentos.

Entre os males investigados estão os de Alzheimer e Parkinson, artrite-reumatóide, ansiedade e depressão. (...) Fonte: Correio da Ilha.

Los beneficios del café
mar 18 de diciembre, 2007 - (...) Por otra parte, el café contiene cuatro veces más componentes beneficiosos para la salud que otras bebidas de origen natural, por la gran cantidad de antioxidantes que pueden influir en el retraso del proceso de envejecimiento.

Los beneficios del café en forma moderada y medida:
Te llena de energía. La cafeína estimula al sistema nervioso, facilitando la coordinación, mejorando tu estado de ánimo y tu motivación. También incrementa la energía, la resistencia y la rapidez, y por consiguiente, disminuye el cansancio.

Disminuye el riesgo de desarrollar cáncer. La gente que toma más de cuatro tazas de café al día tiene menos probabilidades de desarrollar cáncer de colon y recto debido a que inhibe la secreción de ácidos biliares que son los precursores de esta enfermedad.

Reduce el riesgo de sufrir Parkinson. Análisis de control establecen que el riesgo de sufrir este padecimiento es cinco veces menor en aquellas personas que toman café. (segue..., em espanhol) Fonte: Periodico digital-mx.