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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Executivos nos EUA tentam retardar envelhecimento com hormônios

Segundo médicos, terapia hormonal está cada vez mais popular entre homens de 30 a 69 anos, muitos deles executivos de Wall Street.

18 de maio de 2012 | 5h 30


Executivos e profissionais nos Estados Unidos vêm procurando um polêmico e caro tratamento de reposição hormonal para combater efeitos normalmente associados ao estresse e ao envelhecimento.


Com pouco mais de 30 anos, o executivo americano J.G. começou a se sentir deprimido e ansioso. Tinha dificuldades para dormir, sua libido já não era mais a mesma e, por mais que se esforçasse na academia e cuidasse da alimentação, não conseguia atingir os resultados que queria.


"O trabalho também ia mal. Ter que lidar com o estresse, e a competição ampliava os sintomas, quando não era combustível para eles", conta o executivo, que pediu para não ter seu nome divulgado. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Reposição hormonal na menopausa melhora vascularização do cérebro

Estudo da UFMG indica que estrogênio dilata artérias cerebrais, aumentando a circulação do sangue e abrindo perspectivas de tratamento para doenças como Alzheimer

16 de dezembro de 2011 | SÃO PAULO - Pesquisa realizada na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) indica que o hormônio estrogênio tem efeito vasodilatador nas artérias e pode melhorar a vascularização do cérebro de mulheres na menopausa.

Participaram do estudo, publicado recentemente na revista Menopause, 51 mulheres com média de idade de 53 anos. As voluntárias foram divididas em dois grupos - um recebeu placebo e outro, comprimidos de estrogênio durante um mês.

Antes e depois do tratamento, um aparelho de ultrassom acoplado ao sistema doppler - capaz de medir a velocidade do fluxo sanguíneo - foi usado para avaliar a artéria central da retina, atrás dos olhos. Nas mulheres que receberam placebo, não houve alteração. Nas que tomaram estrogênio, a artéria estava dilatada, menos resistente e com maior fluxo de sangue.

Esse efeito vasodilatador do estrogênio havia sido demonstrado em artérias do útero e do ovário, mas não no cérebro, conta o coordenador da pesquisa, Selmo Geber. Segundo ele, a artéria central da retina foi escolhida por refletir tudo o que acontece no cérebro e uma das poucas que não estão escondidas pelos ossos do crânio.

“Muitas mulheres se queixam de problemas de memória ao entrar no climatério, o que costuma melhorar com a reposição hormonal. Uma das teorias é que o estrogênio melhora a vascularização do cérebro e, consequentemente, as funções cognitivas.” Os resultados, segundo Geber, abrem perspectiva de pesquisa para doenças mais graves, como Alzheimer. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.