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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Remédios para mal de Parkinson são encontrados em terreno, em BH / Sifrol

Polícia Militar disse que medicação está dentro do prazo de validade.
Cerca de 200 caixas lacradas do medicamento foram achadas.

18/11/2014 - Cerca de 200 caixas lacradas de remédios usados por pacientes no tratamento de mal de Parkinson foram encontradas no bairro Ribeiro de Abreu, na Região Norte de Belo Horizonte, nesta terça-feira (18).

De acordo com a Polícia Militar (PM), os medicamentos pertencem ao lote 207074-A e estão dentro da validade. Ainda segundo a PM, o dicloridrato de pramipexol  0,25 mg foi achado em um terreno localizado na estrada que dá acesso a um sanatório desativado, próximo à rodovia MG-020.

A Polícia Civil vai recolher os remédios para fazer a perícia e investigar quem descartou a medicação. Fonte: Globo G1. Foram roubados da FioCruz.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Drogas de Parkinson podem ser uma porta de entrada para o “pecado” (compulsões)

Alguns medicamentos de Parkinson podem desencadear problemas de jogo que levam à falência. Image Zoo/Corbis

October 20, 2014 - Os medicamentos que são comumente prescritos para ajudar as pessoas a lidar com a doença de Parkinson têm sido associados a alterações bizarras de comportamento a que os pacientes e médicos devem estar em guarda, dizem os pesquisadores.

Os efeitos colaterais preocupantes incluem o jogo compulsivo, compras incontroláveis e uma obsessão súbita com o sexo.

Os problemas com as drogas, chamadas de agonistas da dopamina, são graves o suficiente para que os pesquisadores digam que a Food and Drug Administration deva exigir que os medicamentos para serem comercializados tenham o que é chamado um aviso de caixa preta, um dos cuidados mais importantes e graves utilizados para prescrições de medicamentos.

Alguns dos medicamentos são também prescritos para a síndrome das pernas inquietas e hiperprolactinemia, uma condição hormonal que pode desencadear a produção de leite.

Enquanto os problemas com os agonistas da dopamina têm sido observados no passado, a recomendação para um aviso mais proeminente vêm depois que os pesquisadores vasculharam 2,7 milhões de relatos de reações submetidas a um banco de dados FDA entre 2003 e 2012.

Os pesquisadores do Safe Medicine Practices (n.t.: Instituto para a Prática da Medicina Segura), de Harvard e da Universidade de Ottawa encontraram 1.580 eventos adversos envolvendo transtornos de impulso. Um pouco menos da metade, ou 710 relatórios, foram associados com drogas receptoras de agonistas da dopamina.

O link foi mais forte para o pramipexol, marca Mirapex (n.t.: Sifrol no Brasil) e ropinirol, marca Requip. As instruções para os médicos que estão pensando em prescrever Mirapex já carregam um aviso que diz que os pacientes que tomam o remédio "podem experimentar comportamentos compulsivos e outros desejos intensos." Requip é um tratamento para síndrome das pernas inquietas.

Os resultados foram publicados on-line segunda-feira pelo JAMA Internal Medicine. (segue..., original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: NPR.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Falta de medicamento para mal de Parkinson preocupa cerca de 500 famílias no Paraná

11 de março de 2014 - A falta do medicamento Pramipexol 1 mg, vem preocupando cerca de 500 famílias que possuem portadores do mal de Parkinson no Paraná. De acordo com Michel Pereira, cujo a mãe é portadora da doença, o remédio está em falta desde o mês de janeiro e a ausência dele intensifica os sintomas de tremores e dificuldades de movimentação e coordenação.

“Desde o começo do ano, a associação que repassa para as famílias o remédio, tem fornecido apenas uma caixa e meia por mês, mas minha mãe necessita de quatro. Esse mês ainda consegui fazer uma vaquinha com meus irmãos e compramos, mas fico pensando nas pessoas que não podem fazer isso”, comentou.

O gerente administrativo da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo, Francisco Carvalho, confirmou o problema e disse que, segundo o Governo do Estado, o problema foi de produção. “A Secretária da Saúde me disse que o remédio está em falta no país inteiro devido a uma dificuldade na produção já que um componente estaria em falta. Eles nos mandaram documentos para a aquisição, mas que os fornecedores não conseguiram nos repassar”, disse.

Outra preocupação de Carvalho ficou em torno do preço do medicamento, já que ele custa em torno de R$ 250 com 30 comprimidos. “A falta deste remédio compromete o tratamento, intensifica o sintoma e tem pessoas que ficam de cama sem ele. Está na lei que ele precisa ser cedido, já que custa muito caro”, concluiu.

A Banda B entrou em contato com o Governo do Estado informou que todas as medidas para resolver os problemas estão sendo tomadas. Fonte: Banda B.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Droga para Parkinson causou vício em aposentado

O pensionista foi derrotado em sua batalha judicial após equivocado diagnóstico de Parkinson que o levou a usar droga para doença que o fez perder 600.000 € em jogos.

16 Oct 2013 - O procurador de Turim, indeferiu o pedido por Gianluca Marchetti, 77, que disse que um diagnóstico errado o levou a utilizar o prescrito Mirapexin, que, alegadamente, o transformou em um jogador compulsivo.

Marchetti foi diagnosticado com a doença de Parkinson em 2005, e o medicamento prescrito afeta os nervos no cérebro. O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) diz que uma em cada 100 pessoas que tomam Mirapexin, que é produzido pela empresa alemã Boehringer Ingelheim, pode experimentar mudanças de comportamento, incluindo uma vontade de jogar.

Logo depois, o farmacêutico aposentado, de Rivoli na região noroeste do Piemonte, tornou-se viciado em jogos de azar.

"Em três anos desperdicei a minha riqueza... Eu jogava centenas de euros por dia, era sempre divertido e eu até parei de comer e dormir", Marchetti disse ao jornal La Repubblica.

Ele então viu um programa de TV que ligava o jogo ao medicamento e teve sua dosagem Mirapexin reduzida, com pouco efeito.

O aposentado tentou obter uma indenização da Boehringer Ingelheim na autoridade de saúde local, embora o apelo tenha caído em ouvidos surdos.

Foi durante esse tempo que Marchetti descobriu que havia sido erroneamente diagnosticado com mal de Parkinson e como resultado havia sido o de tomar o medicamento sem necessidade.

Tal notícia levou Marchetti a transformar o seu pedido de indenização contra o neurologista que lhe diagnosticara. Esta alegação foi rejeitada em Turim, deixando o pensionista com 546 € por mês para viver. (original em inglês, tradução, ou versão para o português, Hugo) Fonte: The Local.it.

sábado, 16 de março de 2013

Fiocruz lançará remédio contra mal de Parkinson

EM TRÊS ANOS
16/03/2013  - O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), laboratório farmacêutico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começará a fabricar em três anos o dicloridrato de pramipexol, medicamento usado no tratamento da doença de Parkinson. O remédio, distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é atualmente importado da Alemanha.

A tecnologia para a produção será repassada pela companhia farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim. A partir de 2016, a Farmanguinhos produzirá metade da demanda nacional. Em 2018, o produto já deve ser totalmente produzido no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) da unidade, em Jacarepaguá, Zona Oeste da capital fluminense. Segundo o diretor do Farmanguinhos, Hayne Felipe da Silva, um dos objetivos do acordo é o fortalecimento da indústria farmoquímica nacional, que receberá a tecnologia para a produção do insumo.

O Governo deve economizar R$ 90 milhões durante os cinco anos do acordo de transferência tecnológica. O medicamento é uma das principais terapias contra a doença degenerativa do sistema nervoso central. Hoje, o pramipexol é o único dessa classe disponível no Brasil. Cerca de 20 mil pacientes recebem mensalmente o medicamento pelo SUS, sendo que a estimativa é de que menos 200 mil pessoas tenham a doença no País. (da Folhapress) Fonte: O Povo CE.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fiocruz vai produzir remédio para Parkinson

Iniciativa é fruto de acordo de transferência de tecnologia com laboratório alemão

25/10/12 - A Farmanguinhos, braço farmacêutico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), recebeu esta semana o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para começar a produzir o medicamento Pramipexol, indicado para o tratamento do mal de Parkinson. O registro é fruto de acordo fechado em novembro do ano passado entre a instituição e o laboratório alemão Boehringer-Ingelheim, detentor da patente do remédio, para transferência de tecnologia para sua produção, como parte da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal.

Jorge Mendonça, vice-diretor de Gestão Institucional da Farmanguinhos, explica que o processo de transferência de tecnologia deverá levar cinco anos ao todo. Nos três primeiros anos, o medicamento ainda será totalmente fabricado pelo laboratório alemão, mas já com rotulagem da Farmanguinhos. Nos últimos dois anos do acordo, a instituição passará a produzir pelo menos 50% da demanda nacional do remédio, para ao fim deste período já ter o domínio completo do conhecimento para seu desenvolvimento e fabricação.

— É um processo por etapas. Primeiro, vamos cuidar da parte analítica e de controle de qualidade, para depois absorvermos todo o processo produtivo do medicamento em si — diz Mendonça.
Segundo o vice-diretor da Farmanguinhos, já neste primeiro momento deverá haver uma redução substancial, de pelo menos 20%, nos custos de aquisição do Pramipexol para distribuição no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o Brasil importa toda sua demanda pelo remédio, com gastos que chegaram a R$ 37 milhões em 2010. A estimativa é de que pelo menos 200 mil pessoas sofram com o mal de Parkinson no país, com uma prevalência de 100 a 200 casos por 100 mil habitantes.

- Ao final do processo, no entanto, a economia com o remédio deve ser muito maior, já que depois de três anos o princípio ativo do Pramipexol será praticamente todo produzido aqui no Brasil — conta Mendonça. — Mas desde já vamos poder dar à população acesso a um medicamento de primeira linha, isto é, o mais moderno indicado para a terapia do mal de Parkinson.

O Pramipexol não é o único medicamento beneficiado pela PDP em Farmanguinhos. A instituição já fabrica vários dos remédios que fazem parte do coquetel contra a Aids distribuído pelo governo federal, e até o fim de novembro espera obter registro da Anvisa para começar o processo de transferência de tecnologia para produção de mais um, o Atazanavir, resultado de acordo semelhante fechado com o laboratório americano Bristol-Myers Squibb. Fonte: Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Doença de Parkinson

Ancelmo Gois / GOIS DE PAPEL / 24.10.2012 | A Agência Nacional de Vigilância Sanitária acaba de liberar o registro para que a Farmanguinhos, braço farmacêutico da Fiocruz, produza o Pramipexol, medicamento usado contra a doença de Parkinson. Fonte: O Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Farmácia Popular: Alguns medicamentos promovem comportamento compulsivo

Oct 8, 2012 - Pergunta: Mirapex é um medicamento prescrito para a doença de Parkinson e síndrome das pernas inquietas. Eu li on-line que este medicamento pode promover comportamentos compulsivos, como compras, pornografia, sexo, jogos e comer. Algumas dessas compulsões resultaram em divórcio ou falência.

Eu mesmo desenvolvi uma compulsão por comprar bugigangas no eBay, até a quantia de US $ 10.000 no meu cartão de crédito. Não vendo pelo preço de garagem (bazar em casa) e não querem levá-los, que eles fiquem na minha garagem como um lembrete cruel de quando eu estava fora de controle.

Alertar as pessoas de que, se uma compulsão nova surge, elas devem consultar o médico ou farmacêutico para descobrir se ela pode ser causada por medicamentos.

Resposta: A maioria das pessoas não pode imaginar que uma droga possa levar alguém a uma farra de consumo ou se engajar em comportamentos como o comer compulsivo ou sexo. No entanto, isto tem sido documentado como um efeito colateral de medicamentos, tais como Mirapex e Requip. A informação oficial de prescrição para tais medicamentos é que os pacientes e seus familiares devam ser avisados ​​sobre a possibilidade de intensos impulsos incontroláveis. (segue..., em inglês) Fonte: Clarion Ledger.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Venda de genéricos cresce 23,5% no primeiro trimestre

Crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total
07 de maio de 2012 | A venda de medicamentos genéricos no Brasil cresceu 23,5% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. De acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira, 7, pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), foram comercializadas 152,8 milhões de unidades de genéricos, que passaram a ter 25,4% de participação de mercado.

Segundo a Pró Genéricos, o crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total. Ao considerar todas as categorias de medicamentos, o crescimento foi 10%, de janeiro a março deste ano. O conjunto da indústria registrou vendas de 598,7 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2012, contra 544,3 milhões em igual período de 2011. Excluída a participação dos genéricos do total da indústria farmacêutica, a evolução do mercado geral é ainda menor, ficando em 6%. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Para parkinson teríamos a princípio, para os principais medicamentos, o quadro que segue:
Nome referência Preço R$ Genérico ou similares Preço R$
Prolopa 200/50 mg (levodopa+benserazida) 30 comp. 56,00 Não -x-
Prolopa dispersível 100/25 mg 30 comp. 41,00 Não Farm.Popular
Prolopa HBS 100/25 mg 30 caps. 41,00 Não Farm.Popular
Sinemet 25/250 mg (carbidopa+levodopa) 30 comp. 42,00 Carbidol, Cronomet, Parkidopa, Parklen Farm.Popular
Stalevo 37,5+150+200 mg (carbidopa+levodopa+entacapona) 30 comp. 195,00 Não -x-
Sifrol 1 mg (pramipexol) 30 comp. 260,00 Livipark, Pramipezan 160,00
Sifrol ER 1,5 mg (pramipexol) 30 comp. liberação prolongada / extended release 301,00 Não -x-
Akineton 2 mg (cloridrato de biperideno) 80 comp. 27,00 Cinetol, Propark 21,00
Akineton Retard 4 mg (cloridrato de biperideno) 30 comp. 15,00 Não -x-
Artane 2,0 mg (trihexifenidil) 30 comp. 7,00 Não -x-
Mantidan 100 mg (amantadina) 20 comp. 14,00 Não -x-
Comtan 200 mg (entacapona) 30 comp. 169,00 Entarkin (revestidos) 85,00

sexta-feira, 30 de março de 2012

Fármacos eficaces en el control de síntomas

Ventajas de la prescripción de la sal pramipexole
30 marzo 2012 - Hay avances significativos en la medicación para el mal de Parkinson. Los fármacos ayudan al control de los síntomas, retardan el uso de otros medicamentos con efectos secundarios y al ser de liberación extendida se toman una vez al día, lo cual favorece el apego a la terapia.

La doctora Minerva López Ruiz, coordinadora de la consulta externa de neurología en el Hospital General de México, recuerda que el Parkinson es una enfermedad degenerativa y evolutiva que puede llevar a la discapacidad.

"La sintomatología principal se asocia con el temblor involuntario, la rigidez, la lentitud de movimiento y la caída. Todo esto afecta la calidad de vida del paciente, quien sin medicación no podría llevar una vida relativamente normal", indica.

El padecimiento es progresivo y no tiene cura, pero los nuevos fármacos, como el que contiene la sal pramipexole, ayudan a controlar las manifestaciones y retardar el uso de Levodopa. Este medicamento es muy efectivo y de uso inminente en el Parkinson; después de un consumo prolongado el cerebro se sensibiliza a la molécula y el fármaco pierde efectividad, lo que obliga a prescribir una dosis mayor cada vez.

Por esa razón la intención es retardar lo más posible la prescripción de Levodopa.

La doctora Minerva López destaca las ventajas del Sifrol, nombre comercial de la pramipexole, pues hace un año salió al mercado la fórmula de liberación extendida que hace posible que el paciente sólo haga una toma al día (Sifrol ER / Mirapex ER). Es además un medicamento dual, que ayuda a tratar los síntomas de la depresión que se asocian con el Parkinson.- I.C.A. Fonte: Diario de Yucatán.mx.
Há 5 anos atrás tomava 6 x Prolopa 250, hoje com Sifrol / Mirapex ER, tomo 1 e 1/2 x Prolopa 250! Recentemente eliminei o biperideno.  Menos drogas, cabeça melhor. Tudo sob orientação médica.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Sifrol ER X Mirapex ER

Na dosagem de 1,5 mg (não é o caso da foto) o 1.o custa 3,23 X + caro que o 2.o, que além disso pode ser vendido sem receita.

Obs: Fruto das férias fora do pa-tro-pi.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vergonha nacional

Preços Pramipexol Extended Release (Sifrol ER/ Mirapex ER) Obs.: Preços em 02/02/2012.
Sifrol ER no Brasil (Porto Alegre / Onofre, aqui a + barata)
Sifrol ER 0,375mg c/ 30 - R$ 96,54
Sifrol ER 0,75mg c/ 30 - R$ 140,69
Sifrol ER 1,50mg c/ 30 - R$ 281,42
Sifrol ER 3,00mg c/ 30 - R$ 562,76
Sifrol ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-

- Mirapex ER no Uruguay (Rio Branco / a 390 km daqui, sob encomenda prévia)
Mirapex ER 0,375mg c/ 10 - R$ 8,00
Mirapex ER 0,75mg c/ 30 - R$ 43,00
Mirapex ER 1,50mg c/ 30 - R$ 87,00
Mirapex ER 3,00mg c/ 30 - R$ 174,00
Mirapex ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-
Aonde vcs acham que eu vou comprar?
E não me venham com papos de falta de patriotismo...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Você sabe qual a diferença?


No custo médio mensal quase não há diferença, mas no terapêutico sim. Informe-se com seu neurologista!

Dicloridrato de Pramipexol (genérico) Sifrol (Boehringer Ingelheim) ou Livipark (Sandoz) tomando 3 x/dia (cfe bula) (o da esquerda)
Sifrol 0,125mg 30 Comprimidos - R$ 111,00
Sifrol 0,250mg 30 Comprimidos - R$ 270,00
Sifrol 1,00 mg 30 Comprimidos -  R$ 780,00

Sifrol ER (Boehringer Ingelheim) tomando 1 x/dia (cfe bula) (o da direita)
Sifrol ER 0,375 mg 30 Comprimidos - R$ 98,00
Sifrol ER 0,75 mg 30 Comprimidos - R$ 200,00
Sifrol ER 1,5 mg 30 Comprimidos - R$ 390,00
Sifrol ER 3 mg 30 Comprimidos - R$ 790,00

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Retrospectiva de saúde 2011

25 December 2011 - Retrospectiva de saúde 2011 divulgada ontem pelo site New Scientist, aponta fato relevante: "Transplante fecal alivia os sintomas do mal de Parkinson. Diabetes e até obesidade, bem como a doença de Parkinson, podem ser curadas mediante apenas a substituição das bactérias no seu intestino." Fonte: New Scientist.

Tal retrospectiva linka, dentre outros fatos, artigo de 19 de Janeiro de 2011, sobre o mesmo título acima. Em 24/01/2011 publicamos, neste blog, extrato de matéria do jornal Times of India, em inglês, intitulada "Transplante de bactéria fecal atenua os sintomas do mal de Parkinson".Para ler a tradução ou linkar o original, clique em "Etiquetas e/ou Marcadores: flora intestinal" e vá ao dia 24/01/2011. Após quase um ano, NADA na prática.

Na minha retrospectiva pessoal de saúde 2011, afinal a vida não poderia ser tão ruim assim, cito o início de meu tratamento com o Sifrol ER. Resultados infinitamente superiores ao antigo Mirapex e Sifrol standard. Referencio texto de 09/12/2011. Para ler, clique em Etiquetas e/ou Marcadores: Sifrol ER.

E para você? Como foi a retrospectiva de saúde 2011? Ponha a mãozinha em comentáros aí abaixo, clique, e faça seu comentário. Pode ser anônimo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pramipexole / Sifrol ER / troca de experiências

Lia Kieling - Colagem 2
Logo que fui diagnosticado, há uns 13~14 anos, ainda se discutia se o levodopa deveria ser o tratamento padrão inicial ou se deveria ser adotado o agonista da dopamina chamado pramipexole (na época tinham sido recém lançados no Brasil o Mirapex e o Sifrol), e eu tinha muito medo, pois os efeitos adversos ainda eram obscuros e também por um certo preconceito não identificado de minha parte.

Mesmo assim tentei o pramipexole (primeiramente o Mirapex e depois o Sifrol, cujo fabricante comprou o Mirapex) e não apresentou resultado digno de nota, além de ser muito caro para mim. Tive inclusive episódios de vômito. Fiz um balanço e, junto com meu médico da época, que ainda atendia pelo plano de saúde (curiosamente todos, na medida que vão ficando "famosos" se descredenciam dos planos), decidimos encerrar o medicamento, por ser muito caro e com pouco benefício.

Meu tratamento, e para não dizer, minha vida, passou a ter o levodopa como protagonista e a amantadina juntamente com o biperideno (Akineton) ou o trihexifenidil (Artane), conforme a época, como coadjuvantes. Anos depois vim a fazer dbs e praticamente eliminei os coadjuvantes (que alívio) e reduzi muito o levodopa, com "offs" dentro do razoável, pois conseguia caminhar. Mas na medida que o tempo passou, os sintomas, principalmente os tremores voltaram, mais fortes do que antes.

No início deste ano, já no terceiro médico (no caso agora médica), fui indicado a ficar só na amantadina e no levodopa. Tirar o biperideno / trihexifenidil foi ótimo, pois "desanuviou" um pouco a cabeça. Recentemente, na última consulta no final de novembro, relatei que talvez tivesse que aumentar a dosagem de levodopa (2 comprimidos de Prolopa, tomados em 4 metades ao longo do dia). Ela disse que talvez fosse uma alternativa porque a minha dosagem era ainda pequena. Sem dúvida, pois antes do dbs a dosagem era maior.

Ocorre com o levodopa que minhas passagens de "on" para "off" se dão a cada 2 horas, 2 horas e meia. Meus dias são andando de tobogã. Relatei que o problema do levodopa era "os passarinhos voando no entorno da cabeça". Falei de minha experiência passada com o pramipexole e argumentei que em troca de aumentar o levodopa ("tirar os passarinhos"), estava disposto a tentar mais uma vez o agonista.

Ela sugeriu experimentar o Sifrol ER (liberação prolongada), que toma-se apenas uma vez ao dia. Talvez seja cedo para avaliar, pois estou no início do tratamento. A cada 2 semanas deverei incrementar a dosagem até chegar a um nível de conforto.

Estou, embora na fase de dose inicial (0,375 mg), já me sentindo melhor do que antes. Isto significa dizer que nos intervalos do "off" da levodopa, o buraco já não é tão fundo. Tenho tido um patamar de bem estar mais alto, consigo caminhar e levar meu cusco (Peppo) para passear sem esperar o efeito da segunda dose diária do levodopa. Por enquanto estou conseguindo pagar o caríssimo preço que varia, conforme a dosagem, de +/- R$ 100,00 a R$ 800,00 por uma caixa de 30 comprimidos.

Aliás, tenho informações de que o Sifrol standard só está sendo, pelo menos por aqui no RS, entregue (dispensado no linguajar dos burrocratas de plantão) gratuitamente, mediante ação judicial. O Sifrol ER ainda não consta da relação oficial de remédios gratuitos. Aliás é o meu voto, como futuro objeto de pressão junto às autoridades por parte de nossas associações e comunidade, para que seja incluso como remédio gratuito no rol oficial.

Desejo trocar experiências com esta enorme, embora silenciosa comunidade, sobre esta experiência e sobre este medicamento. Por favor, manifestem-se. Seja falando mal do remédio, do blog, de mim, ou até mesmo falando bem do remédio apesar do roubo!

Grande final de semana a todos!
Hugo

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fiocruz e Boehringer assinam acordo para produzir Pramipexol

02/11/2011 - Medicamento é usado no tratamento da Doença de Parkinson . A Fiocruz em parceria com o laboratório alemão Boehringer Ingelheim produzirá o Pramipexol, medicamento usado para tratamento da Doença de Parkinson. O acordo para a transferência de tecnologia será assinado no dia 03 de novembro (quinta-feira), às 15h, na Biblioteca do Castelo Mourisco, 3º andar. A iniciativa faz parte da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), do Governo Federal, que tem como objetivo fortalecer a indústria farmoquímica nacional.

Assinatura do contrato de transferência de tecnologia para a produção do medicamento Pramipexol entre Fiocruz e Boehringer Ingelheim, no dia 03 de novembro (quinta-feira), às 15h, na Biblioteca do Castelo Mourisco 3° andar - Av. Brasil 4365 Sede da Fiocruz, Rio de Janeiro – RJ. Fonte: Revista Fator.

sábado, 10 de setembro de 2011

10 efeitos colaterais de medicações comuns

9.09.2011 - Você com certeza já viu um comercial de remédio. Por obrigação, há sempre o aviso dos possíveis efeitos colaterais: diarréia, visão turva, etc. Alguns desses efeitos ninguém ouviu falar, o que dá a impressão de que não acontece nunca. Eis que eles podem ser bizarros (para não dizer nojentos), e, apesar de raros, há um motivo para estarem listados como possíveis efeitos colaterais. Confira: (...)

2) ALUCINAÇÕES

Drogas: Chanpix, Mirapex, Lariam (mefloquina)
Usadas para: assistência em parar de fumar (Champix), tratamento do mal de Parkinson (Mirapex) e prevenção e tratamento da malária (Lariam).

Todos estes medicamentos têm uma coisa em comum: causam alucinações como efeito colateral, embora este efeito no medicamento Champix esteja mais na categoria de distúrbio do sono, com sonhos vívidos que certamente parecem alucinações. O Lariam foi inventado pelo exército americano para o tratamento e prevenção da malária, no entanto pacientes relatam ter visto alucinações terríveis e se engajado em comportamentos psicóticos violentos. Tanto que a Administração de Drogas e Alimentos exige que potenciais doentes sejam examinados contra histórico de psicose e/ou depressão antes da droga poder ser administrada. Quanto ao Mirapex, muitos pacientes relataram ter visto “cobras subindo pelas paredes”, bem como “pessoas em armários”. Julgue você. (segue...) Fonte: Hype Science.
Lembro que no Brasil o Mirapex foi interrompido e substituído pelo Sifrol.

sábado, 30 de julho de 2011

Jogador compulsivo cobra de Mirapex, e perde(*)
(*)Título original "Compulsive gambler rolls snake eyes in Mirapex suit" sem tradução literal para o português.
30/07/2011 - O patrimônio de um magnata australiano não terá a chance de recuperar 20 milhões dólares em perdas de jogo que foram supostamente o resultado do uso de medicamento prescrito Mirapex.

Nabil Gazal deveria ter vivido uma vida longa e feliz. Ele tinha acumulado uma pequena fortuna com a Gazcorp, uma corporação industrial e de varejo bem desenvolvida e sucedida na Austrália, assim achava que o dinheiro nunca seria um problema.

Mas a roda da fortuna virou em 2002, quando ele foi diagnosticado com doença de Parkinson. Gazal viajou para Houston, Texas, para receber tratamento no Baylor College of Medicine’s Parkinson’s Disease Center.

Lá, os médicos prescreveram Mirapex para reduzir seus sintomas. A droga é feita por uma empresa de Connecticut, a Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals, e também é comumente prescrita para tratar a síndrome das pernas inquietas.

O problema com o Mirapex é que tem inúmeros efeitos colaterais, incluindo ataques de ansiedade, depressão, insônia, agressividade e claustrofobia. A droga também teve outro efeito colateral que era desconhecida no momento em que Gazal começou a toma-la em 2002.

Gazal gostava de jogar como um passatempo. Pouco depois do início do tratamento, Gazal começou a jogar muito mais do que anteriormente. Isto não teria sido tão ruim se ele tivesse sido um jogador capaz que sabia quando parar, mas ele não era e suas perdas aumentaram em dez vezes.

Mas talvez uma falta de habilidade não fosse o problema real.

Em fevereiro de 2005, Gazal observou pela primeira vez para outros que o seu jogo aumentou. Em abril de 2005, ele relatou suas preocupações ao seu médico.

As suspeitas logo começaram a tomar uma forma concreta quando a Clínica Mayo, em julho de 2005, publicou um estudo sugerindo uma ligação entre Mirapex e jogo compulsivo. Mais tarde, em Novembro de 2005, um dos médicos de Gazal levantou a questão de que Mirapex poderia ser responsável por seus problemas de jogo.

Com essa nova consciência, Gazal escreveu a dois casinos na Austrália, em Maio de 2006, solicitando que eles se recusem seu negócio. Ele pediu o mesmo de seus companheiros de jogo.

Gazal não conseguia controlar-se, no entanto. Quando viu seus médicos no Baylor, em setembro de 2007, ele relatou que ele havia perdido milhões de dólares.

O estudo em larga escala de distúrbios mais antigo do impulso-controle do Mirapex foi publicado em junho de 2008. Os estudos concluíram que os pacientes tomando Mirapex tinham um risco de desenvolver um distúrbio de jogo.

Em maio de 2009 - com o Estudo na mão - Gazal entrou com uma ação de responsabilidade no tribunal estadual do Texas contra a Boehringer Ingelheim. Também citados na ação foram a Pfizer, Pharmacia Corp e Pharmacia & Upjohn, as empresas que ajudaram a pesquisa e distribuiram Mirapex.

A essência do processo Gazal era de que as empresas farmacêuticas não o avisaram que tomar Mirapex pode levar a jogo compulsivo. De acordo com Gazal, ele sofreu $ 20 milhões em danos.

A ação de Gazal foi uma das centenas de ações semelhantes arquivadas em todo país, por isso depois de ter sido transferida para tribunal federal foi movida para Minnesota, como parte do contencioso sob responsabilidade do Mirapex.

Gazal morreu em 2010, portanto, o processo caiu no colo de sua viúva como representante de sua propriedade. Isso não importa, porque o tribunal distrital concluiu que o pedido foi prescrito por lei do Texas de dois anos de limitação.

Ontem, a 8ª Vara confirmou a decisão, rejeitando o argumento da viúva de Gazal de que a ação não acumulou até junho de 2008, quando o estudo estabeleceu uma ligação entre Mirapex e o jogo.

Na decisão de quinta-feira, a 8ª Vara decidiu que, sob a lei do Texas, uma "verificação objetiva do nexo de causalidade, na forma de um estudo epidemiológico ... não é um predicado que deve ser estabelecida para uma reivindicação a ser gerada."

Em vez disso, o tribunal concluiu que Gazal primeiro tinha aviso de sua afirmação quatro anos antes do que ele apresentou.

"Nós concluímos que Gazal estava avisado de sua debilidade e da sua ligação causal com a prescrição de Mirapex o mais tardar em 2005. Ele teve acesso a informações sobre a causa de porque seu jogo aumentou, incluindo suas próprias observações e da visão adquirida a partir de conversas com seus médicos.

"Suas ações também refletem uma consciência da causa subjacente por trás de seus comportamentos compulsivos. Em 2005, ele relatou seu jogo compulsivo a um médico e ligou-o a Mirapex. Mais tarde naquele ano, ele foi hospitalizado durante a tentativa de cessar o seu uso de Mirapex", disse o tribunal. (Gazal v. Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals) (Original em inglês, livre tradução e versão Hugo) Fonte: Lawyers USA On Line.
Publicação estimulada pelos labs?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Governo fecha parcerias para produção de 4 remédios
05 de abril de 2011 | Laboratórios públicos em parceria com setor privado vão produzir quatro medicamentos considerados estratégicos pelo governo brasileiro: dois para tratamento de aids, um indicado para Mal de Parkinson e outro desenvolvido para tratamento de pessoas com artrite reumatoide. Pelos cálculos do Ministério da Saúde, o acordo poderá trazer uma economia de R$ 700 milhões para cofres públicos nos próximos cinco anos.

A expectativa é de que, neste período, o País se torne autossuficiente para produção das drogas. As parcerias anunciadas hoje integram uma estratégia adotada há dois anos pelo governo. Nesse período, foram realizadas 24 parcerias público-privadas na área de saúde - acordos que permitem a produção de 29 produtos estratégicos.

Um dos remédios que passarão a ser produzidos no Brasil é o Atazanavir, usado para pacientes com aids. A droga será desenvolvida pelo laboratório Farmanguinhos, em parceria com a Bristol. Outro remédio indicado para pacientes com HIV, o Raltegravir, será produzido pelo Laboratório Farmacêutico de Pernambuco, Merck Sharp &Dohme e Nortec. O terceiro é o Pramipexol, indicado para Parkinson. Um projeto de pesquisa será desenvolvido, ainda, pelo Instituto Vital Brazil e Pharma Praxis, para produção do Adalimumabe, usado no tratamento de pessoas com artrite reumatoide. (segue...) Fonte: O Estado de S. Paulo.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pacientes com mal de Parkinson ficam sem medicamento 
Nas farmácias, remédio não sai por menos de R$ 250
25/02/2011 - Pacientes com mal de Parkinson de Sales Oliveira estão sem receber o medicamento necessário pela secretaria da Saúde do Estado. O dicloridrato de prampexol custa, em farmácias convencionais, pelo menos R$ 250.

“Ou eu compro o remédio ou eu compro comida”, diz a dona de casa Isabel Bassi. O marido sofre da doença há 14 anos. Há 10 dias sem o medicamento, os tremores pelo corpo e a dificuldade para falar aumentaram.

A farmacêutica Tauane Moretti, do posto de saúde responsável pela distribuição do medicamento na cidade, diz que o problema ocorre em Franca, onde a compra é realizada.

“O que é a nossa função aqui: pegar os cartões, mandar para Franca e trazer o medicamento para o paciente. Ate onde eles falam, não tem sido feito a compra”, comenta.

A secretaria da Saúde do Estado informou que o medicamento está em falta no departamento regional de saúde de Franca porque o estoque acabou antes do esperado. A compra de outra remessa já foi feita, mas enquanto não chega, o departamento de saúde de Campinas vai enviar o remédio para os pacientes da região. Fonte: EPTV Notícias.