segunda-feira, 20 de abril de 2015

Gameterapia auxilia no tratamento de idosos com doenças graves, em GO

Assista vídeo do GLOBO G1 AQUI (2:06).

Batalha contra o mal de Parkinson ganha reforços tecnológicos

Óculos que estimulam os neurônios e 'marca-passo' cerebral são os mais recentes aliados da Medicina e, principalmente, das pessoas que sofrem com a doença

20/04/2015 - Conhecido por causar tremores e lentidão em seus portadores, o mal de Parkinson é uma doença de origem neurológica e degenerativa. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 1% da população mundial idosa possui a doença. No Brasil, ainda de acordo com o levantamento da OMS, esse número chega a 200 mil. Graças aos avanços tecnológicos e à evolução da própria Medicina, as pessoas que têm Parkinson, doença ainda sem cura, podem conviver melhor com o problema.

A neurologista Rosamaria Guimarães, presidente da Sociedade Mineira de Neurologia, diz que a qualidade de vida de quem tem o mal de Parkinson melhorou muito ao longo do tempo: "Apesar de ser uma doença degenerativa, a evolução é lenta. Este é um fator que propicia oportunidades para nós, médicos, realizarmos intervenções que aliviam os sintomas da doença nos pacientes".

Entre os novos procedimentos que auxiliam os portadores do mal de Parkinson, está a utilização de um óculos que possui fones de ouvido integrados em suas alças. O acessório, fabricado em Israel, emite estímulos sonoros especialmente desenvolvidos para ativar neurônios adormecidos, ajudando quem tem a doença a se locomover melhor.

Outra inovação, que também vem sendo utilizada no combate ao Parkinson, é uma espécie de "marca-passo" para o cérebro. Assim como o aparelho utilizado no coração, em pacientes com insuficiência cardíaca, eletrodos são conectados ao cérebro para estimulá-lo, reduzindo a intensidade dos tremores.

Segundo a neurologista Rosamaria Guimarães, ambas as novidades utilizam um método conhecido como DBS, sigla para Deep Brain Stimulation (Estimulação Cerebral Profunda, em tradução livre do inglês). A especialista também explica que esses aparelhos, geralmente, são utilizados em casos mais graves da doença, ou em pacientes cujo organismo não reage satisfatoriamente aos remédios.

Mesmo com os avanços tecnológicos, a especialista ressalta que os medicamentos, aliados a tratamentos como fonoaudiologia, ainda permanecem como os recursos mais eficazes para aliviar os sintomas do mal de Parkinson. Fonte: Uai.

Campanha da Parkinson UK mira o preconceito

Comunicado de imprensa: grosseria e hostilidade são chagas na vida de 69000 com Parkinson

20 April 2015 - Estima-se que 69.000 pessoas no Reino Unido com Parkinson têm experimentado hostilidade e grosseria de membros do público - de acordo com dados divulgados hoje pela Parkinson UK no lançamento da campanha Consciência de Parkinson Semana  3.

Os números revelam um número surpreendente de pessoas com Parkinson que têm surgido contra a incompreensão do público - um terço (32%) de pessoas com Parkinson foram encaradas, um quarto (25%) tiveram sintomas confundidos com embriaguez, e 10 ( 11%) geraram risos por causa de seus sintomas.

Essa hostilidade tem um efeito profundo sobre as pessoas com Parkinson - daquelas que experimentaram reações negativas 45% disseram que estavam se sentindo inferiores, 36% sentem-se intimidados e 22% sentem-se invisíveis.

O Parkinson afeta 127.000 pessoas no Reino Unido. Com 46% sofrendo de depressão e 62% de ansiedade, como resultado de sua condição, 4 médicos alertam que reações públicas insensíveis poderiam ser causa de danos incalculáveis ​​para a sua saúde mental.

Professor David Burn, de Parkinson UK Diretor Clínico e Consultor neurologista, advertiu:

"É devastador ver o fardo de reações impensadas do público que estão a ter sobre as pessoas com Parkinson.

"Os pacientes que vejo na clínica já estão lutando contra uma miríade de sintomas neurológicos, incluindo ansiedade, depressão e insônia. A última coisa que precisa é se sentir como uma exibição do jardim zoológico quando sair da sua porta da frente.

"É uma situação onde a bondade simples e costumes antiquados podem realmente ter um impacto de mudança de vida em pessoas com Parkinson. Compreensão, paciência e empatia podem fazer a diferença para alguém com Parkinson para saber se eles se sentem presos em sua própria casa, ou confiantes para sair em público. "

Karen Wenmouth, 47, a partir de Stoke em Coventry, cujo marido Richard, de 33 anos, foi diagnosticado com Parkinson com apenas 26 anos, disse:

"Quando Richard foi diagnosticado pela primeira vez ele tinha um monte de problemas para andar - ele não foi capaz de controlar seus braços e pernas, e foi extremamente auto-consciente em público.

"Uma vez, estávamos saindo de um restaurante e dois homens de vinte e poucos anos começaram a rir e apontar. Eu disse a eles que ele tinha mal de Parkinson e pedi suas desculpas, mas o estrago para Richard já estava feito.

"Ele só quer do público é mais compreensão. E não de julgamento quando ele está pronunciando o seu discurso e embaralhar a voz. Não é porque ele está bêbado. Eu acho que é particularmente difícil para ele, porque ele é um homem jovem."

Comunicado de imprensa: grosseria e hostilidade ferrugem vida de 69000 com Parkinson

O relatório também revelou os efeitos da reação em cadeia da humilhação pública sobre as pessoas com Parkinson. Quase 1 em cada 5 (19%) que tinham experimentado discriminação e reações negativas preferem pular uma refeição e passar fome do que aventurar-se para as lojas, e 15% admitiram que se sentem presos dentro de suas casas por causa dessas reações.

Para combater isso, em toda a Semana de Conscientização de Parkinson (20-26 abril), do Parkinson UK, está se pedindo que as pessoas "seja suas amigas", comprometendo-se a fazer pequenos atos de bondade que podem fazer uma enorme diferença para a vida das pessoas com Parkinson.

Steve Ford, chefe-executivo da de Parkinson UK, explica:

"Nós certamente não esperamos que as pessoas sejam especialistas em saber se devem ou não perder um pouco mais de tempo no caixa, ou olhar nos seus pés  instáveis se estão vivendo com mal de Parkinson.

"Mas, por se inscrever para a nossa nova campanha com uma pequena promessa - de sorrir ou ter que pouco mais de paciência - você pode ter um impacto real na vida das pessoas com Parkinson."

Para mais informações e para saber como se envolver na Semana da consciência de Parkinson, da Parkinson UK, visite upyourfriendly(original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Parkinson's UK.

Vídeo do Up Your Friendly (Campanha - Você vai ajudar a tornar o Reino Unido um lugar mais amigável?) (2:53) AQUI. (e outros afins, com legendas habilitáveis em português)

Veja as machetes na Grã Bretanha (UK) de ontem e hoje (links em inglês)

Minha mãe não estava bêbada - ela tinha mal de Parkinson

Doentes de Parkinson podem experimentar grosseria pública

Um em cada quatro casos de Parkinson é confundido com  bêbado

Desrespeito e hostilidade são chagas da vida de 69000 com Parkinson

domingo, 19 de abril de 2015

Café servido!

por Roberto Carlos Miessa Coelho(*)

Então você entra na fila do banco. Se usa andador já ficam de olho em você. E se o andador for com rodinhas você certamente será o centro das atenções. A pessoas te olham com aquela cara de quem pensa:
Onde vai esse cara com essa bicicletinha de 3 rodas? Onde estão os pedais?
Ou ainda:
Será que ele está vendendo Yakult?
Já não basta os tremores e a marcha lenta que já chamam a atenção, tem que ter o andador com rodinhas pra polarizar as atenções.
Muito bem, a fila andou... A próxima senha a ser chamada será a sua... Começa a preparação psicológica para evitar o freezing ao acender a luz com seu número de senha.
Na cabeça, inicia-se o momento de tensão máxima.
A sensação é de estar no grid de largada de uma prova de fórmula um. Ao seu lado Mc Larens, Lótus, Willians aceleram seus motores nervosamente e você também acelera firme seu Gol 1.0.
Luz vermelha! Em segundos vai acender a luz verde...
Respiro, respiro... Fundo porra! Respira fundo pulmão do cacete! Relaxa porque a porra da luz vai acender e eu não vou cair, NÃO VOU CAIR...
Acendeu a luz com meu número de senha! Calmo... Relaxo e dou o passo pra frente... Aí neste exato momento, mentalmente o pé foi... Só que não...
Foi... Foi a merda do pé que grudou no chão... E não sai...
Nessa milésima parcela de tempo passa pela minha cabeça um porrilhão de possibilidades, enquanto em câmara lenta, mais lenta ainda... Não! Muito, muito, muito mais lenta, afinal eu tenho Parkinson, inicia-se a queda...
O chão é o meu destino... Tá ali... Ao alcance do joelho ou da mão... Quem chegar primeiro...
Na cabeça que não pára, já vão pintando as desculpas para dar às outras pessoas da fila, pela queda...
“Que interessante a textura desse piso! Alguém ai na fila sabe onde tem pra comprar?”
“Nossa! Furou o pneu da frente do andador”...
O andador começa a ir para frente e para trás devido à força que eu faço para manter aquela merda estável.
O movimento sugestivo faz uma periguete da fila, olhar para mim com aquela cara de topo sim. Que horas e onde?
E a queda se inicia...
Olho para os lados procurando algo para me segurar e o que vejo é um carrinho de cafezinho que a servente vai começar a servir para os funcionários. Instintivamente me agarro ao carrinho que vem junto comigo em câmera lenta.
Xícaras, pires e colherinhas começam um balet mágico no ar... Lindo de se ver...
A duas garrafas térmicas, daquelas enormes compradas pelo contínuo na sua ultima viagem de turismo, nas suas férias a Ciudad Del Este, começam a queda com maestria. Uma delas dá uma pirueta no ar e vem vindo, ultrapassando as xícaras, ultrapassando os pires e as colherinhas, seguida pela outra garrafa e quando finalmente tocam o chão o café está servido para todos nós, clientes ou não, NO CHÃO.
A seguir um tilintar de xícaras se despedaçando, pires rodando sem parar no chão... Quando finalmente a última colherinha toca o chão, algum gaiato grita no final da fila:
Orrrra! Bebaço a esta hora???
Todos olham para mim, que morto de vergonha pergunto a todos:
Alguém anotou a placa do carrinho de café?

(*) publicado pelo autor no facebook.

Robin Williams teve demência com corpos de Lewy


Robin Williams teve demência com corpos de Lewy. A notícia não é nova, mas esse detalhe não tinha sido ainda aqui publicado.

sábado, 18 de abril de 2015

O sistema transdérmico de rotigotina adicionado a um agonista oral da dopamina na doença de Parkinson avançada: Um estudo aberto

Trata-se de matéria extensa, em inglês, sobre o uso concomitante de levodopa + agonista dopaminérgico (p.ex.: Sifrol) + rotigotina transdérmica (adesivo para a pele que atenuaria os sintomas, e que também é considerado um agonista dopaminérgico).

O produto comercialmente mais conhecido como "Neupro", ainda não está disponível no Brasil. Espera-se para breve. Aqui por perto apenas disponível no Chile e Argentina. Como se trata de matéria extensa, traduzi apenas as conclusões.

17/04/2015- (...) Conclusões

Em resumo, este estudo demonstra que a adição do sistema transdérmico de rotigotina a uma baixa dose oral de agonista dopaminérgico (AD) é viável e pode estar associada com o benefício clínico em doentes com doença de Parkinson avançada inadequadamente controlada com levodopa e por um AD por via oral em dose baixa. A terapia dupla com sistema transdérmico rotigotina e uma baixa dose oral em AD pode representar uma abordagem promissora para o tratamento da DP. Dose equivalente deve ser levada em consideração quando os ADs são utilizados concomitantemente, e a dose máxima de ADs não deve exceder o limite superior da dose aprovada de qualquer um dos ADs. Estudos controlados duplo-cegos são necessários para determinar a significância e relevância clínica destes resultados. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedScape.

Especialista fala sobre cuidados para evitar o mal de parkinson

16/04/2015 - Assista vídeo, APESAR DO TÍTULO ESTÚPIDO, no Globo G1 (6:45), AQUI.


O redator, coitado, não sabe que é inevitável!
Não sabe o que escreve...

"Flashmob" em Tenerife / sp

Espanhóis preparam "flashmob" para a conscientização sobre Parkinson

Parkinson: enzima protetora poderá conduzir a novo fármaco

Estudo publicado na “Molecular and Cellular Biology”

17 abril 2015 - Uma equipa de investigadores descobriu de que forma uma enzima pouco estudada protege os neurónios em modelos da doença de Parkinson.

O achado deve-se ao Instituto de Investigação Scripps, na Florida, EUA, e poderá fornecer dados valiosos para o desenvolvimento de novos fármacos protetores dos neurónios em pacientes de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas.

A equipa que conduziu o estudo focou-se na enzima SGK1, tendo recorrido a culturas celulares e a um modelo animal de neurodegeneração. O estudo demonstrou que a SGK1 protege as células do cérebro através do bloqueio de diversas vias envolvidas na degeneração neurológica e desativando as moléculas JNK, GSK3β e MKK4.

“A sobrexpressão da SGK1 proporciona proteção aos neurónios tanto na cultura celular como em modelos animais”, adianta Philip LoGrasso, docente naquele instituto e autor principal do estudo.

Aumentar a SGK1 pode, portanto, resultar numa nova estratégia terapêutica porque, conforme o estudo evidencia, o organismo não possui SGK1 em quantidade suficiente para conseguir a proteção necessária para evitar doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson.

“Apesar de os níveis da SGK1 que ocorre naturalmente aumentarem na célula em stress, não foi o suficiente para promover a sobrevivência da célula no nosso modelo de neurodegeneração”, elucidou Sarah Iqbal, primeira autora do estudo, do laboratório LoGrasso. “Por outro lado, os mecanismos de sobrevivência celular tendem a dominar quando se adiciona SGK1 aos neurónios”, remata.

O laboratório irá continuar a investigar as possibilidades oferecidas pela SGK1 para o desenvolvimento de um tratamento para a doença de Parkinson.
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Uma equipa de investigadores descobriu de que forma uma enzima pouco estudada protege os neurónios em modelos da doença de Parkinson.

O achado deve-se ao Instituto de Investigação Scripps, na Florida, EUA, e poderá fornecer dados valiosos para o desenvolvimento de novos fármacos protetores dos neurónios em pacientes de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas.

A equipa que conduziu o estudo focou-se na enzima SGK1, tendo recorrido a culturas celulares e a um modelo animal de neurodegeneração. O estudo demonstrou que a SGK1 protege as células do cérebro através do bloqueio de diversas vias envolvidas na degeneração neurológica e desativando as moléculas JNK, GSK3β e MKK4.

“A sobrexpressão da SGK1 proporciona proteção aos neurónios tanto na cultura celular como em modelos animais”, adianta Philip LoGrasso, docente naquele instituto e autor principal do estudo.

Aumentar a SGK1 pode, portanto, resultar numa nova estratégia terapêutica porque, conforme o estudo evidencia, o organismo não possui SGK1 em quantidade suficiente para conseguir a proteção necessária para evitar doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson.

“Apesar de os níveis da SGK1 que ocorre naturalmente aumentarem na célula em stress, não foi o suficiente para promover a sobrevivência da célula no nosso modelo de neurodegeneração”, elucidou Sarah Iqbal, primeira autora do estudo, do laboratório LoGrasso. “Por outro lado, os mecanismos de sobrevivência celular tendem a dominar quando se adiciona SGK1 aos neurónios”, remata.

O laboratório irá continuar a investigar as possibilidades oferecidas pela SGK1 para o desenvolvimento de um tratamento para a doença de Parkinson. Fonte: Alert Online.

Voltando o relógio do mal de Parkinson

Como muitos jovens, David Higgins inicialmente negou sobre a possibilidade de ter uma doença grave, ao longo da vida.

 April 17, 2015 - "Meus amigos diziam: 'Você anda engraçado", e eu dizia:' Eu tenho as costas duras'', lembrou Higgins, agora 57. "Parkinson foi a última coisa em minha mente", disse ele, ou na mente do seu médico na época, que o havia testado para as doenças cardiovasculares, o câncer de cérebro e acidente vascular cerebral.

"Havia um monte de racionalização e negação da minha parte", disse Higgins, embora sua mãe, a avó materna e um tio morreram com a doença de Parkinson, um grupo de desordens progressivas do sistema do motor que afeta até 1 milhão de americanos.

Eventualmente, depois de vários anos, a condição de Higgins piora, "era impossível de ignorar. "Eu fui para uma corrida um dia e senti como se estivesse me movendo através de lama. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa."

Esse algo era uma consulta para mudança de vida com a Dra. Irene Litvan, professora do Tasch Endowed Parkinson's Disease Research e diretora do Movement Disorder Center do UC San Diego Health System.

"A Dra. Litvan diagnostico-me me em 2,5 segundos", disse Higgins. "No momento preciso exato ela disse: 'Você tem Parkinson," houve alívio. A adversidade é menos preocupante do que a ambigüidade. "

Esse momento ocorreu em 05 de dezembro de 2011.

Higgins foi o primeiro paciente de Litvan em seu primeiro dia de trabalho clínico na UC San Diego.

Centro de Excelência
Desde então, sob sua liderança, o Centro de Distúrbios do Movimento cresceu e floresceu. Em fevereiro, o excelente histórico do centro de atendimento integral do paciente, pesquisa e educação foi formalmente reconhecida por outros líderes no campo através de sua designação como um Centro de Excelência da Fundação Nacional de Parkinson.

Existem apenas 25 Centros de Excelência para o Parkinson nos Estados Unidos; 16 internacionalmente.

Peter Schmidt, vice-presidente de programas de pesquisa e profissionais na Fundação Parkinson, caracterizaram a designação como reflexo de uma visão compartilhada "para a investigação integrada e cuidados da atividade, onde os médicos focam no paciente para fornecer os mais recentes cuidados e mais recentes terapias."

"Os benefícios da clínica de investigação sobre novas abordagens que promovam o nosso conhecimento e sua agenda de pesquisa reflete as prioridades de pacientes e famílias", disse ele.

Higgins coloca desta forma:.. "Eu sei que as pessoas boas atraem pessoas boas. O Centro de Excelência vai trazer mais inteligentes e melhores investigadores a quem terá acesso. Eu sei que vou ter acesso imediato, cedo para quaisquer inovações que surgem, e tenho a Dra. Litvan para filtrar que novos tratamentos são mais fundamentados e relevantes para mim. Isso significa que eu obtenho o melhor cuidado possível ".

Alvo: diagnóstico precoce
A doença de Parkinson doença que o ator Michael J. Fox tem, é uma doença neurológica crônica e progressiva, caracterizada por tremores, rigidez e outros declínios no controle motor. A perda da função motora é causada pela degeneração de neurónios que produzem o mensageiro químico dopamina. Sintomas da doença de Parkinson clássico geralmente começam quando 50 a 80 por cento destes neurônios de dopamina morreram.

O Santo Graal de muitas doenças progressivas, atualmente incuráveis, incluindo o Parkinson, é ser capaz de diagnosticar a doença em seus estágios iniciais e interromper sua progressão antes que o dano seja feito. Entre as descobertas mais intrigantes feitas sobre Parkinson nos últimos anos é que alguns de seus primeiros sinais podem estar relacionados ao declínio de habilidades motoras. Perda do olfato, constipação, depressão e comportamentos de distúrbios do sono, por exemplo, que muitas vezes precedem os sintomas de Parkinson, mais identificáveis.

"A definição de doença de Parkinson está atualmente a ser refinada", disse Litvan, que é membro da International Parkinson and Movement Disorder que está trabalhando na força-tarefa nesta re-definição. "Uma das vantagens de ser tratado em um centro de excelência, como o nosso é que os profissionais que avaliam pacientes também participam de pesquisa e estão se atualizado sobre as últimas opções de métodos de diagnóstico, de tecnologia e de tratamento para o Parkinson e doenças relacionadas.

Novos desenvolvimentos
A UC San Diego é um dos poucos centros do país que fazem pesquisa em um PET scan, que detecta os depósitos de uma proteína chamada tau que agrega no cérebro de pacientes com uma doença de Parkinson relacionada chamada paralisia supranuclear progressiva (PSP). "O PET scan pode nos permitir fazer um diagnóstico preciso desta doença in vivo", disse Litvan. "Isso pode nos ajudar a gerir adequadamente a condição da pessoa e identificar pessoas que estariam mais propensas a se beneficiar de terapias de investigação."

Também existe um crescente interesse em identificar biomarcadores no sangue que poderia de forma barata e não-invasiva diagnosticar diferentes doenças neurodegenerativas nas suas fases mais iniciais.

Outro desenvolvimento promissor evidências sugerindo que o Parkinson possa se espalhar de um neurônio para seus vizinhos por agregações de uma proteína chamada alfa-sinucleína. Se este for o caso, capturando e removendo as agregações antes de afetarem as células vizinhas pode retardar ou parar a progressão da doença. "Estou muito animado com esta área de pesquisa", disse Litvan.

Litvan também está envolvida em uma fase 3, estudo controlado por placebo, duplo-cego de uso de um bloqueador do canal de cálcio no tratamento da pressão arterial elevada. Em estudos com animais, a droga, chamada isradapine, bloqueia os canais de cálcio específicos que aumentam antes de neurônios produtores de dopamina morrerem. "Esperamos que o observado em animais também irá ocorrer em humanos", disse ela.

Desde 2011, Higgins usa medicamentos e abraçou um regime de fisioterapia no Centro de Distúrbios do Movimento, que tem praticamente apagado todos os sinais exteriores da doença. Ele também tornou-se um defensor do paciente em tempo integral de Parkinson e esteve recentemente em Washington, DC fazendo lobby para se apropriar de mais financiamento para a investigação da doença de Parkinson.

"As pessoas me vêem e pedem e é por isso que estou aqui", disse ele. "Eles não podem dizer que tenho Parkinson. Eu estou aqui porque acredito que instituições como a UC San Diego e a ciência em geral são a nossa esperança para novos tratamentos e curas." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedicalXpress.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

PROGRAMA RESEARCHKIT DA APPLE

Programa Researchkit, da iOS, auxiliará médicos e pesquisadores na descoberta de doenças como mal de Parkinson e câncer de mama

O evento realizado pela Apple em março apresentou ao mercado tecnológico inúmeras novidades da empresa para 2015, e um dos grandes destaques foi o projeto Researchkit, que pretende transformar o iPhone em um aparelho voltado a saúde do usuário. O objetivo principal do programa é auxiliar médicos e pesquisadores do mundo inteiro a desenvolverem aplicativos especializados, voltados ao para diversos tipos de estudos médicos.
 Durante os últimos anos a Apple trabalhou com especialistas das universidades Oxford e Stanford, ajudando-os a construir aplicativos de pesquisa médica. O resultado dessa parceria foi a criação de programas específicos, que identificam sintomas de diversas doenças como problemas cardiovasculares, asma, diabetes, câncer de mama e Mal de Parkinson. 
O aplicativo referente ao Mal de Parkinson, por exemplo, traz uma ferramenta que permite ao usuário falar, e através dessa fala detectar a presença de variações que possam indicar um sintoma da doença.  Também estará disponível um sistema que estimulará a pessoa a tocar na tela, identificando possíveis tremulações, outro indício conhecido desta patologia. 
A empresa ressaltou que a troca de informações entre os usuários e os médicos será realizada com total segurança e sigilo e que não terá acesso à esta comunicação. “Os aplicativos do Researchkit serão open source, ou seja, poderão ser aproveitados por outras empresas interessadas.  Além disso, serão totalmente compatíveis com o HealthKit, outro aplicativo da iOS 8 relacionado a saúde, em que os usuários trocam dados entre si”, revela Luiz Carlos Lima, gerente técnico da RCS Tech, assistência autorizada Apple localizada em Campinas. 
RCS Tech promove cursos individuais e workshops em grupo que ajudam os novos “applemaníacos” a aproveitar melhor o desempenho dos dispositivos da Apple, desde as primeiras navegações na máquina, como o recurso de câmera do novo iPhone 6 Plus, até os cliques mais complexos de aplicativos, editores de foto e vídeo e navegação na web pelos Macbooks. 





Balanço: depois de mais uma semana de Parkinson, e ainda terá mais, tirei duas importantes dúvidas

1- não há problemas sabidos a curto ou médio prazo para o tratamento de reposição da dopamina (uso de levodopa) com uso concomitante dos compostos carbidopa (Sinemet, genéricos, Stalevo) ou benserazida (Prolopa, Madopar);






2- perfeitamente possível a manutenção de um regime de tomada de medicamentos (levodopa) baseados no “feeling” do paciente. Este define, com base na forma de como está se sentindo e toma o remédio. Não há necessidade de obedecer a horários rígidos, podendo haver aumento ou diminuição da dose conforme as necessidades e tarefas a serem cumpridas durante a jornada. Deve-se evitar grandes períodos sem tomar para evitar flutuações motoras acentuadas. Obviamente que esta estratégia destina-se a pacientes lúcidos, com certa autonomia, não dementes.

EXERCÍCIO FÍSICO É OURO DE LEI PARA QUEM CONVIVE COM A DOENÇA DE PARKINSON

Assim como outros exercícios,
o pilates pode melhorar a marcha,
o equilíbrio, a força e a flexibilidade
das pessoas com Parkinson
(Foto: Ricardo B. Labastier/JC Imagem)
Comumente identificada pelo tremor das mãos, a doença de Parkinson é multifacetada: tem características que vão além dos distúrbios motores (rigidez muscular, dificuldade para iniciar movimentos, marcha lenta e instabilidade postural). Por isso, neste dia em que o mundo volta as atenções para a enfermidade que acomete cerca de 200 mil brasileiros, vale informar que pessoas com Parkinson estão sujeitas a desenvolver sintomas depressivos, distúrbios do sono, problemas de fala e respiração, transtornos de deglutição e até alterações no olfato.

Um detalhe importante é que, apesar de incurável, a doença é passível de controle. Os pacientes contam com tratamento medicamentoso e cirúrgico, mas que tende a ser pouco eficaz em quem é sedentário. O neurologista Márcio Andrade, do Ambulatório de Parkinson do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), no Recife, explica o motivo: “É proibido as pessoas com Parkinson ficarem paradas porque o objetivo da doença é paralisá-las”. Então, atividade física é ouro de lei – ou seja, deve ser absorvida como uma terapêutica de valor inestimável.

O médico reforça que, quanto mais o paciente se mantém ativo, melhor. Treinar a marcha e o equilíbrio através da fisioterapia, por exemplo, é importante. “Além disso, recomendamos que as pessoas com Parkinson recorram a fonoterapia e a exercícios de terapia ocupacional”, acrescenta Márcio Andrade.

O artigo Doença de Parkinson: alterações funcionais e potencial aplicação do método pilates, publicado no periódico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), ressalta que o pilates, por exemplo, evita o agravamento de uma série de sintomas que dificulta a vida dos pacientes com Parkinson. Além disso, as autoras do estudo mostram que a prática pode manter a independência funcional da pessoa que vive com a doença.




Benefícios dos exercícios supervisionados por um profissional

- Melhora da marcha e do equilíbrio
– Aumento da força e da flexibilidade
– Melhora do condicionamento aeróbico


Sintomas da doença

– Prisão de ventre
- Perda de olfato
– Distúrbios do sono
- Lentidão de movimentos
– Agitação ou tremor em repouso
– Rigidez dos braços, pernas ou tronco.
– Suor excessivo, especialmente nas mãos e pés
– Transtorno do humor (depressão, ansiedade, irritabilidade)
– Problemas com o equilíbrio e quedas, também chamado de instabilidade postural
– Alterações cognitivas (problemas de memória, alterações de personalidade, psicose e alucinações)

 

Percepção

O neurologista Igor Bruscky, do Hospital Esperança Recife, ressalta que a maioria dos pacientes não percebe o início a doença. “Os parentes mais próximos é que costumam notar a dificuldade em executar tarefas simples, como segurar um objeto ou manter a coordenação motora”, explica o médico.

A eficácia do tratamento, que consiste em controlar os sintomas, é maior quando a doença é diagnosticada no início. “O principal objetivo da conduta terapêutica é proporcionar qualidade de vida ao paciente. Cada caso é avaliado cuidadosamente, para que se aplique o melhor tratamento”, finaliza o neurologista.



UM EM CADA TRÊS CASOS DE ALZHEIMER PODE SER EVITADO

Um em três casos de Alzheimer no mundo pode ser evitado segundo um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Num artigo publicado na revista especializada “The Lancet Neurology”, a equipa de cientistas britânicos relata que analisou dados baseados em censos populacionais para descobrir os sete principais fatores de risco no desenvolvimento da doença.

Esses fatores são a diabetes, hipertensão na meia-idade, obesidade na meia-idade, sedentarismo, depressão, fumo e baixo nível de escolaridade.

Segundo os investigadores, um terço dos casos de Alzheimer podem estar ligados a fatores relacionados com o estilo de vida dos pacientes e que podem ser modificados, como a falta de exercício e o tabagismo.

Com base nesta premissa, os investigadores analisaram como a redução destes fatores pode afetar o número dos casos da doença no futuro. Partindo desta proposta de análise, descobriram que, ao reduzir cada fator de risco em 10%, quase nove milhões de casos de Alzheimer poderiam ser evitados até 2050.

As atuais estimativas sugerem que mais de 106 milhões de pessoas no mundo viverão com a doença em 2050, mais de três vezes o número de afetados em 2010.


PARKINSON: ESTUDOS APONTAM AVANÇO NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA

A doença de Parkinson caracteriza-se, na análise anátomo-patológica, por uma perda de coloração da “substantia nigra”, uma área do tronco cerebral onde se localizam células responsáveis pela produção de dopamina, muito ricas num pigmento chamado neuromelanina, desempenhando um papel muito importante no controlo da motricidade.

O trabalho de uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Moelcuar (IMM), liderada por Joaquim Ferreira, demonstraram que a utilização de novos estudos de ressonância magnética permitem diagnosticar a doença de Parkinson, através da identificação da designada “substantia nigra”.

Trata-se de um “avanço significativo para a deteção desta doença crónica com uma prevalência estimada em cerca de 18 mil indivíduos”, salienta o Instituto de Medicina Molecular (IMM). “Os estudos de ressonância magnética, através da análise da neuromelanina, podem auxiliar o diagnóstico da doença de Parkinson, devendo ser integrados na avaliação clínica dos doentes por neurologistas especialistas na área das doenças do movimento”, explica o IMM.

Os investigadores defendem que estes exames de imagem podem responder a dúvidas relativas ao diagnóstico da doença de Parkinson ou à sua diferenciação relativamente a outras situações clínicas. “O diagnóstico precoce da doença de Parkinson permite orientar a terapêutica, selecionando um plano adequado para otimizar os recursos farmacológicos disponíveis e permitindo a definição do prognóstico, com marcadas implicações pessoais e familiares”, defende o instituto.


quinta-feira, 16 de abril de 2015

MARIA APELA EM BENEFÍCIO DOS PORTADORES DE MAL DE PARKINSON

A deputada estadual Maria Mendonça (PP) em discurso no grande expediente desta segunda-feira, 13, falou sobre os desafios dos sergipanos que tem o problema de Mal de Parkinson.

“No último dia 11 de abril foi comemorado o Dia do Mal de Parkinson uma doença que afeta o sistema neurológico e atinge, principalmente, pessoas que estão na terceira idade. Enquanto parlamentar buscamos sensibilizar o Poder Executivo acerca dessa doença. Em 2013, demos entrada nesta Casa na Indicação de nº 309 solicitando ao Governador em exercício à época, Jackson Barreto, no sentido de que o mesmo, envidasse esforços para a adoção das medidas necessárias, à concessão de isenção do ICMS incidente na aquisição do marca-passo cerebral para pessoa portadora desta doença, mas apesar de termos a nossa propositura aprovada, não a vimos até o momento sendo efetivada. Por isso, aproveitamos esse momento para reiterarmos a nossa solicitação”, disse a deputada.

Maria aproveitou o momento e apelou ao líder do governo Francisco Gualberto para que possa interceder junto ao Governador buscando sensibilizá-lo acerca do atendimento deste pleito, pois, segundo a parlamentar todos sabem que a saúde é um direito social, assegurado constitucionalmente.



SE MOVIMENTAR DURANTE OS SONHOS PODE INDICAR PARKINSON

Um distúrbio raro de sono que faz com que as pessoas se mexam, gritem, falem, etc durante os sonhos pode ser o primeiro indício de uma doença neurológica mortal, diz uma publicação do portal americano ‘LiveScience’ que cita uma nova pesquisa.

Aproximadamente a metade das pessoas com a condição conhecida como “Desordem de Comportamento do Movimento Rápido dos Olhos (RBD)” vão desenvolver Mal de Parkinson ou uma condição semelhante em até uma década após o diagnóstico da RBD. O estudo identificou que eventualmente, quase todos os portadores da RBD vão desenvolver alguma desordem neurológica.

“Se você tiver essa desordem e viver o suficiente, você provavelmente vai ter Mal de Parkinson ou uma condição similar a essa – é quase que um sinal de alerta”, disse Michael Howell, professor de neurologia na Universidade de Minnesota e coautor do estudo publicado no último dia 13 de abril no “JAMA Neurology”.

O principal sintoma da RBD é a movimentação durante o período do sono conhecido por “rápido movimento dos olhos” (REM), quando a maioria dos sonhos acontece e os músculos estão normalmente paralisados pelo tronco cerebral. Pessoas com RBD, acredita-se, possuem um problema de mal funcionamento no tronco cerebral que permite que eles se movam durante o sono REM, e então ajam de acordo com seus sonhos, diz o estudo.

Pessoas com RBD descrevem sonhos vívidos, e acabam movimentando as mãos bruscamente, dando socos, pontapés e até mesmo pulando para fora da cama. A doença representa um risco sério para o companheiro de cama, disse Howell. A doença foi descrita pela primeira vez em 1980, e é distinta do sonambulismo. De acordo com o especialista, afeta 0,5% da população – ou 35 milhões de pessoas em todo o mundo.

Para saber se o RBD era, de fato, um sinal precoce da doença de Parkinson e distúrbios semelhantes, Howell e seus colegas vasculharam mais de 500 estudos sobre o tema publicados entre 1986 e 2014. Surpreendentemente, eles descobriram que entre 81 e 90% dos pacientes com RBD desenvolviam a doença degenerativa no cérebro durante suas vidas.

A doença de Parkinson é causada pela repartição de certas proteínas chamadas de alfa-sinucleínas, em neurônios. Essas proteínas produzem a dopamina, substância química que produz sensações agradáveis em resposta às atividades gratificantes. Pode ser que a RBD resulte dos primeiros estágios de decomposição da alfa-sinucleína no cérebro, de modo que pode ser um sinal útil de alerta de Parkinson, disse Howell. No entanto, nem todos que desenvolvem a doença de Parkinson têm RBD.

As descobertas podem ajudar os médicos a encontrar uma maneira de tratar a doença de Parkinson enquanto ela ainda está em seus estágios iniciais. A RBD não é curável, mas pode ser tratada com altas doses de melatonina (que ajuda no sono) ou baixas doses de clonazepam (fármaco que combate a ansiedade). Pacientes com RBD também devem tomar medidas para evitar possíveis fontes de lesão. “É muito importante que o ambiente do quarto seja tornado o mais seguro possível, por meio da remoção de objetos que podem ser tomados ou utilizados como armas”, disse Howell.

A Doença de Parkinson não é curável, mas pode ser tratada com drogas. Além disso, uma terapia experimental conhecida como “estimulação cerebral profunda” mostrou-se promissora em alguns pacientes.

Fonte: LiveScience

Entenda como funciona o Parkinson

Bem Estar explicou os sintomas do Parkinson.


Leia toda matéria e assisto o vídeo, com os neurologistas Dr. Antonio Salles e Dra. Alessandra Gorgulho.

Abaixo link:

Michael J. Fox on Parkinson's Awareness Month - David Letterman




Michael J. Fox recorda o momento em que ele foi diagnosticado com Parkinson

APRIL 16, 2015 - Michael J. Fox fez a sua 41a aparição e presumivelmente final sobre "Late Show With David Letterman" na quarta-feira. E como acontece com muitos na rodada final de convidados no show tarde da noite, ele não tinha nada em particular para anunciar a ponto de ter um bate-papo final com Letterman, que se aposenta em maio.

Fox, que foi diagnosticado com a doença de Parkinson em 1991, falou abertamente sobre o momento em que o seu médico lhe informou que ele tinha a doença degenerativa do sistema nervoso.

"Foi assustador", disse ele. "Eu tinha 29 anos e por isso era a última coisa que eu esperava ouvir. Eu pensei que tivesse machucado meu ombro fazendo algum movimento, porque eu tinha um tique no meu dedo mindinho. E o médico disse: 'Você tem a doença de Parkinson." Ele disse: "A boa notícia é que você já tem 10 anos de trabalho'."

Mas, como Fox anunciou com orgulho, ele conseguiu continuar por mais 20 anos. Teve até uma nova série, "The Michael J. Fox Show", que foi ao ar por uma temporada na NBC em 2013.

Fox, cuja Michael J. Fox Foundation está trabalhando para descobrir mais biomarcadores claros para diagnosticar pessoas com a doença antes que elas comecem a apresentar sintomas, ficou maravilhado com a forma como é diagnosticada a doença, que ainda é semelhante a fazer um teste de embriaguez ao volante. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: LA Times.

Ou como digo, com relação ao diagnóstico por exclusão: - É um pássaro? É um avião? Não, é o Parkinson.

Óculos importados ajudam pacientes com Parkinson a caminhar

15/4/2015 - No Brasil, três em cada 100 pessoas com mais de 65 anos têm Mal de Parkinson. A doença compromete os movimentos do corpo e não tem cura, mas a tecnologia pode ajudar a superar algumas dificuldades. Um óculos importado de Israel e o marca-passo cerebral são as grandes apostas para minimizar os sintomas do Parkinson. Assista vídeo AQUI, após play (>).

Novo documentário traça a vida de Andy Barrie com Parkinson

Wednesday April 15, 2015 - É, como se diz um "pequeno filme."

Apenas 13 minutos e meio de duração. Mas desde que o documentário The Voice foi publicado on-line neste fim de semana passado, já está tendo um grande impacto. Ele foi compartilhado em mídias sociais centenas de vezes.

O filme narra a história antes e depois do ex-apresentador CBC Radio Andy Barrie. Ele sentou-se na manhã atrás do microfone no programa de rádio Metro de Toronto por quase 15 anos. Barrie se aposentou em 2010, depois de ser diagnosticado com a doença de Parkinson.

Carol Off convidou Barrie e a cineasta Lana Šlezić para o estúdio para discutir como acontece o filme e sua vida com Parkinson.

"Andy, vê-lo em fones de ouvido, em um estúdio por trás de um microfone, é uma coisa maravilhosa", Carol diz para abrir a entrevista.

Como comunicador ao longo da vida, Barrie diz que um dos aspectos mais difíceis no início do Parkinson foi perder a confiança em sua capacidade de se conectar com as pessoas.

"Os efeitos da doença neuromuscular afeta todos os músculos do corpo, incluindo os músculos do rosto e eu não sinto como se pudesse me comunicar por mais tempo com a minha cara;. deixar alguém saber que eu acredito neles ou não acredito, eu não poderia fazer isso. As pessoas só iria ver essa cara rígida. E isso foi muito confuso para mim, depois de ter dependido tanto tempo no modo de comunicação. "

Barrie diz que ele se aposento. Ele também perdeu sua esposa e seu irmão. Ele saiu de Toronto, em uma fazenda ao norte da cidade onde morava sozinho.

E então ele decidiu se submeter a um tratamento pioneiro chamado estimulação profunda do cérebro ou DBS. Ele melhorou a vida de muitas pessoas com Parkinson. E isso mudou a vida de Barrie.

"Foi suprimida a maioria dos sintomas do Parkinson. Meu rosto iria relaxar, meus braços iriam relaxar. O tremor iria parar. Eu pararia de fazer toda a gesticulação característica."

O documentário de Šlezić narra a vida do Sr. Barrie, antes e após o tratamento. Um dos momentos mais emocionantes foi quando ele foi visitar sua filha no Novo México depois que ela teve um filho. Na primeira, Mr. Barrie estava relutante em levar a cineasta junto, mas que acabou por ser muito importante.

"Como se viu, a minha filha estava muito preocupada, pois ela não vivia comigo. Ela estava preocupada com o meu mal de Parkinson se eu estava carregando o bebê, talvez eu tropeçasse, caisse com o bebê no chão. Não é uma coisa pequena. E ela estava chorando quando Lana a viu".

No final, o Sr. Barrie é capaz de sustentar seu neto.

Você pode assistir o documentário de Ms. Šlezić, The Voice, AQUI (13:29), áudio só inglês. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: CBC.ca.

Vítima de Mal de Parkinson vive drama

A princípio não publicaria, mas a verdade não pode ser escondida...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Deep Brain Stimulation / Parkinson: Estimulação cerebral profunda baseada na demanda p...

Deep Brain Stimulation / Parkinson: Estimulação cerebral profunda baseada na demanda p...: April 15, 2015 - Pesquisadores do Centro de Tecnologia Biomédica (CTB) na Universidad Politécnica de Madrid (UPM) participaram de um projeto...

Se movimentar durante os sonhos pode indicar Parkinson

14 de abril de 2015 - Um distúrbio raro de sono que faz com que as pessoas se mexam, gritem, falem, etc durante os sonhos pode ser o primeiro indício de uma doença neurológica mortal (n. do e.: Do parkinson não se morre. Se morre com ele), diz uma publicação do portal americano ‘LiveScience’ que cita uma nova pesquisa.

Aproximadamente a metade das pessoas com a condição conhecida como “Desordem de Comportamento do Movimento Rápido dos Olhos (RBD)” vão desenvolver Mal de Parkinson ou uma condição semelhante em até uma década após o diagnóstico da RBD. O estudo identificou que eventualmente, quase todos os portadores da RBD vão desenvolver alguma desordem neurológica.

“Se você tiver essa desordem e viver o suficiente, você provavelmente vai ter Mal de Parkinson ou uma condição similar a essa – é quase que um sinal de alerta”, disse Michael Howell, professor de neurologia na Universidade de Minnesota e coautor do estudo publicado no último dia 13 de abril no “JAMA Neurology”.

O principal sintoma da RBD é a movimentação durante o período do sono conhecido por “rápido movimento dos olhos” (REM), quando a maioria dos sonhos acontece e os músculos estão normalmente paralisados pelo tronco cerebral. Pessoas com RBD, acredita-se, possuem um problema de mal funcionamento no tronco cerebral que permite que eles se movam durante o sono REM, e então ajam de acordo com seus sonhos, diz o estudo.

Pessoas com RBD descrevem sonhos vívidos, e acabam movimentando as mãos bruscamente, dando socos, pontapés e até mesmo pulando para fora da cama. A doença representa um risco sério para o companheiro de cama, disse Howell. A doença foi descrita pela primeira vez em 1980, e é distinta do sonambulismo. De acordo com o especialista, afeta 0,5% da população – ou 35 milhões de pessoas em todo o mundo.

Para saber se o RBD era, de fato, um sinal precoce da doença de Parkinson e distúrbios semelhantes, Howell e seus colegas vasculharam mais de 500 estudos sobre o tema publicados entre 1986 e 2014. Surpreendentemente, eles descobriram que entre 81 e 90% dos pacientes com RBD desenvolviam a doença degenerativa no cérebro durante suas vidas.

A doença de Parkinson é causada pela repartição de certas proteínas chamadas de alfa-sinucleínas, em neurônios. Essas proteínas produzem a dopamina, substância química que produz sensações agradáveis em resposta às atividades gratificantes. Pode ser que a RBD resulte dos primeiros estágios de decomposição da alfa-sinucleína no cérebro, de modo que pode ser um sinal útil de alerta de Parkinson, disse Howell. No entanto, nem todos que desenvolvem a doença de Parkinson têm RBD.

As descobertas podem ajudar os médicos a encontrar uma maneira de tratar a doença de Parkinson enquanto ela ainda está em seus estágios iniciais. A RBD não é curável, mas pode ser tratada com altas doses de melatonina (que ajuda no sono) ou baixas doses de clonazepam (fármaco que combate a ansiedade). Pacientes com RBD também devem tomar medidas para evitar possíveis fontes de lesão. “É muito importante que o ambiente do quarto seja tornado o mais seguro possível, por meio da remoção de objetos que podem ser tomados ou utilizados como armas”, disse Howell.

A Doença de Parkinson não é curável, mas pode ser tratada com drogas. Além disso, uma terapia experimental conhecida como “estimulação cerebral profunda” mostrou-se promissora em alguns pacientes. Fonte: Climatologia Geográfica.

Entenda como funciona o Parkinson

Bem Estar explicou os sintomas do Parkinson.
Doença não tem cura, mas tem tratamento.

14/04/2015 - É normal a gente tremer de frio, de raiva, de susto, de ansiedade. Mas e quando começamos a ter dificuldades para fazer movimentos simples? Pode ser um sinal de alerta para visitar o neurologista. O Bem Estar desta terça-feira (14) explicou as diferenças dos tremores normais e os sintomas do Parkinson. Participaram do programa os neurocirurgiões Alessandra Gorgulho e Antônio de Salles.

O Parkinson não tem cura, mas tem tratamento. Um dos aspectos da doença, que acontece principalmente no envelhecimento, é a distonia (contração muscular). As principais causas podem ser desconhecidas, genéticas ou relacionadas a acidentes ou condições externas. Alguns remédios contra enjoos e psiquiátricos também podem levar a distonias.

Existem cirurgias que tentam aliviar as distonias, mas elas não curam. Elas melhoram muito a qualidade de vida. Essas cirurgias são muito indicadas no caso de Parkinson quando os remédios já causam muitos efeitos colaterais. Uma das alternativas são eletrodos implantados dentro do cérebro. Eles geram uma corrente elétrica que ajuda a controlar os tremores e a rigidez.

De acordo com a doutora Alessandra, a atividade física é muito importante para quem tem Parkinson. “É importante principalmente para ajudar contra a rigidez.” Fonte: Globo G1. Clique na fonte e assista a 4 (quatro) vídeos, clique play (>).

terça-feira, 14 de abril de 2015

Blog da APARS: Cirurgia Parkinson

Blog da APARS: Cirurgia Parkinson: Hoje, 3a feira, as 19 h, no auditório 4o andar do Hospital Moinhos de Vento - Porto Alegre, o Dr Telmo Reis proferirá palestra. Entrada grat...

Estímulo intracraniano reduziria avanço de Parkinson, diz estudo

A estimulação intracraniana é um procedimento no qual eletrodos estimulam o cérebro com impulsos elétricos

13/04/2015 - A estimulação intracraniana (DBS, Deep Brain Stimulation) poderia reduzir a evolução e extensão do mal de Parkinson em pessoas que sofrem da doença, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (13) pelas revistas científicas Nature e Neuroscience.

A pesquisa, realizada pela Universidade da Califórnia (EUA), explica por que a estimulação intracraniana é um tratamento efetivo nos doentes de Parkinson que apresentam déficit no aparelho locomotor.

A estimulação intracraniana é um procedimento cirúrgico por meio do qual são implementados uma série de eletrodos no cérebro, que liberam impulsos elétricos para reduzir a atividade anormal de regiões cerebrais em pacientes com Parkinson.

Os especialistas mediram a atividade neuronal antes, durante e depois da estimulação intracraniana, aplicada durante o estudo em 23 pacientes que desenvolveram o mal.

A partir do estudo, os cientistas descobriram que o modo e o tempo que as regiões do cérebro utilizam para se comunicar se reduz após a aplicação da estimulação intracraniana, especialmente nas regiões que executam os movimentos corporais.

Os pesquisadores sugerem que a descoberta pode ser utilizada nos estudos clínicos futuros para desenvolver sistemas DBS inteligentes que controlem a atividade cerebral e apliquem a estimulação quando for necessário.

Além disso, a estimulação intracraniana também é utilizada para tratar outro tipo de doenças neurológicas, como as dores crônicas e as depressões, por isso o estudo proporciona novas possibilidades para o tratamento destas doenças. Fonte: Info Abril.