sexta-feira, 6 de março de 2015

Alterações na retina podem predizer curso do Parkinson

March 05, 2015 - Coronado, Califórnia - Mudanças na retina podem prever a evolução da doença em pacientes com doença de Parkinson, segundo um novo estudo apresentado na reunião anual da North American Neuro-Oftalmologia Society de 2015.

"O olho é uma janela para o cérebro", Manpreet Kaur, MD, do Centro de Ciências Prasad oftalmológica no All India Institute of Medical Sciences em Delhi, disse ao Medscape Medical News.

Dr Kaur e seus colegas compararam 20 pacientes com diagnóstico de doença de Parkinson idiopática, com 20 indivíduos saudáveis ​​pareados por idade para procurar possíveis biomarcadores da retina.

Pesquisas anteriores já haviam estabelecido vínculos entre a doença de Parkinson e alterações na retina humana. Os neurônios que produzem dopamina estão presentes na retina humana e a dopamina é afetada pelo Parkinson.

As pessoas com doença de Parkinson, muitas vezes têm déficits visuais, e estudos anteriores revelaram diminuição da camada de fibras nervosas da retina e diminuição da atividade elétrica na fóvea nestes pacientes.

Não houve diferença significativa na espessura macular ou o volume, e a visão de cor, a pressão intra-ocular, do segmento anterior, e fundo do olho, foram todos normais nos dois grupos.

No entanto, no domínio espectral-tomografia de coerência óptica, a camada de fibra do nervo da retina e a camada de células ganglionares plexiforme interna fosse mais fina no grupo de Parkinson do que no grupo de controlo.

Além disso, no eletrorretinograma multifocal, um declínio na atividade elétrica da retina foi visto no grupo Parkinson. E sensibilidade de contraste foi significativamente menor no grupo de Parkinson do que no grupo de controle.

Tabela: diferenças entre os grupos
No grupo de Parkinson, houve uma correlação significativa entre a atividade elétrica e a gravidade dos sintomas, e entre a atividade eléctrica e a duração da doença.

Houve uma correlação entre a espessura média da camada de fibras nervosas da retina e na escala Unified Parkinson Disease Rating III Score, mas não há outras correlações entre as mudanças estruturais e gravidade da doença ou duração.

Os pesquisadores concluíram que a sensibilidade ao contraste e resultados da etrorretinograma multifocal são medidas sensíveis do comprometimento funcional visual em pacientes da doença de Parkinson, e pode indicar disfunção visual subclínica na presença de acuidade visual normal.

"Um estudo longitudinal é necessário para ver se qualquer um destes podem ser usados como biomarcadores", disse Dr Kaur. "Pode dizer-nos como a doença vai progredir."

Estes resultados não podem ser utilizados para diagnosticar a doença de Parkinson, porque muitas outras condições, tais como a esclerose múltipla, neuromielite óptica e doença de Alzheimer, pode produzir os mesmos resultados, ressaltou.

Não é uma surpresa que não houve diferença significativa na mácula entre o grupo de Parkinson e do grupo controle, disse Eitan Rath, MD, da Lin Clínica de Olhos em Haifa, Israel, que não esteve envolvido no estudo.

"Se é uma doença neurológica, talvez haja uma perda de fibras nervosas", disse o Dr. Rath.

Dr Kaur e Dr. Rath não declararam relações financeiras relevantes.

North American Neuro-Oftalmologia Society (NANOS) 2015 Reunião Anual: Abstract 167. Apresentado em 24 de fevereiro de 2015, pode predizer Curso do Parkinson. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedScape.

Caminhada Nórdica


Sem cura, nenhuma confirmação, sem registros, e não há novos medicamentos para Parkinson (desabafo de norte-americana)



O que você vai fazer quando descobre que tem uma doença incurável e que nem sequer sabe 100% que é essa doença incurável, e não há nenhuma maneira de saber quantos lá fora a tem e que não há novos medicamentos descobertos nos últimos 40 anos. Você ficaria com medo? Será que você desistiria? Ou você diria que eu tenho que lutar, levantar-se e eu não posso deixar esta doença incurável Parkinson tirar meu corpo de mim. Sim, esta é a condição de muitos milhões lá fora que precisam tanto de apoio quanto nós precisamos ter. Por favor, assista este vídeo e compartilhe-o com outras pessoas.

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Falta de medicamentos prejudica tratamento de doenças em Maceió


Pacientes estão sem receber remédios fornecidos pela rede municipal.
Prefeitura disse que greve dos servidores contribui para o problema.


04/03/2015  - A falta de medicamentos está prejudicando o tratamento contra várias doenças de pacientes que recebem remédios fornecidos pela rede municipal de Maceió. Este é o caso do aposentado Walderes Alves de Araújo, que toma remédio controlado desde que caiu de um trem.

Ele pegava os medicamentos na Unidade de Saúde Familiar da Santa Lúcia, mas os medicamentos estão em falta. Com o objetivo de não interromper o tratamento, ele foi em várias unidades de saúde do município, mas não conseguiu solução.

"O posto de saúde do Prado não tem e, em outros postos, como aqui no Salvador Lyra, não tem também", disse Araújo ao relatar que já foi em diversos postos.

De acordo com a coordenação de Farmácia de Maceió, a falta dos medicamentos pode estar relacionada a problemas na entrega e até em falhas nas licitações, que as vezes precisam ser refeitas. Ainda segundo o órgão, a greve dos servidores da prefeitura pode interferir na distribuição dos remédios.

No bairro Cidade Universitária e no Conjunto Graciliano Ramos a situação é a mesma. A aposentada Edina Silva Gomes e o sobrinho Ricardo Mussi Silva Gomes, beneficiário do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), sofrem com problemas psiquiátricos e tomam remédios controlados há quase 20 anos, entretanto, as únicas caixas que têm estão vazias.

"A gente vai lá e diz que o governo não dá. Às vezes a minha pressão sobe. Teve uma vez que a minha pressão foi para 19", expõe Edina ao contar que o problema é provocado pela falta do medicamento que não pode ser substituído por outro.

O sobrinho de Edina também conta que sofre com o problema de pressão alta. "Tenho pressão alta, ela já chegou 20 por 10", disse Gomes. Ambos alegam que não têm condições financeiras para comprar os medicamentos, o que piora ainda mais o tratamento.

A falta dos remédios vai desde o Diazepam, que é receitado para várias doenças, até os mais específicos. A Associação Parkinson Alagoas tem pelo menos 100 associados e denuncia que o problema é recorrente.

A interrupção do tratamento agrava a doença e piora a qualidade de vida dos pacientes. "Fazer coisas básicas do dia-a-dia fica difícil sem esse tipo de tratamento", disse a presidente da associação, Cícera Pontes.

Em relação aos medicamentos para tratamento de Parkinson, a prefeitura informou que foi feita a dispensa de licitação para compra emergencial, o que deve diminuir a demora provocada pela burocracia. Uma cotação está sendo feita e o processo está em fase final, mas a previsão para conclusão só poderia ser informada pelo setor de suprimentos da Secretaria de Saúde de Maceió. Fonte: Globo G1.

Doenças de Parkinson e Alzheimer - TV Direta

Os Cuidados de Enfermagem no Mal de Parkinson

5 de Março de 2015 - A Doença de Parkinson é caracterizada pela morte dos neurônios que produzem a dopamina, substância responsável pelo controle da coordenação motora e dos movimentos voluntários no corpo humano.

Mesmo com as inúmeras pesquisas que são feitas em todo o mundo, as causas desta morte ainda são desconhecidas.

Os principais sintomas da doença são tremores involuntários nas mãos, rigidez muscular e lentidão de movimentos. A rigidez muscular afeta o rosto, braços, pernas e até o pescoço.

O rosto fica rígido e parece estar congelado. Vale lembrar que a lentidão de movimentos nem sempre é notada de imediato pelas pessoas.

O Parkinsoniano demora mais tempo para realizar tarefas como se banhar, vestir-se, cozinhar ou escrever.

A doença atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos, com uma pequena predominância nos homens.

Quando os primeiros sintomas são diagnosticados, já houve um comprometimento de cerca de 50% a 60% dos neurônios dopaminérgicos do cérebro.

Nas fases mais avançadas, a doença de Parkinson pode comprometer a vida do paciente, uma vez que a falta de controle dos movimentos pode resultar em dificuldade na deglutição dos alimentos, além de enfraquecer o organismo e abrir espaço para doenças oportunistas.

O apoio da família é essencial para que o paciente viva melhor com a doença de Parkinson.

Processo de Enfermagem

A enfermagem tem um papel importante no tratamento da doença de Parkinson, devendo esta observar e avaliar como a doença afetou as atividades da vida diária, as capacidades funcionais do paciente e as respostas aos medicamentos.

Os pacientes são observados para o grau de incapacidade e para as alterações funcionais que ocorrem durante o dia, como as respostas ao medicamento.

Quase todo paciente com um distúrbio de movimento apresenta alguma alteração funcional e pode exibir algum tipo de disfunção comportamental.

Durante essa avaliação, a enfermeira observa o paciente quanto à qualidade da fala, perda da expressão facial, déficit de deglutição, tremores, lentidão dos movimentos, fraqueza, postura anterógrada, rigidez, evidência de lentidão mental e confusão.

O profissional de enfermagem deve estar direcionado em promover o bem estar, baseados nas prevenções dos agravos patológicos através de uma relação interpessoal que possa produzir mudanças e crescimento intra-individual para a conquista dos objetivos dos cuidados.

Deve-se ainda orientar aos Parkinsonianos que é importante a compreensão de que seu corpo esta limitado para realizar algumas atividades, mas que isso não significa impossibilidade de estabelecer objetivos adequados as suas capacidades.

Diagnóstico de Enfermagem

Os principais diagnósticos de enfermagem do paciente podem incluir os seguintes itens:

Mobilidade física comprometida relacionada com rigidez muscular e fraqueza motora
Déficits de autocuidado relacionados com o tremor e o distúrbio motor
Constipação relacionada com o medicamento e atividade reduzida
Nutrição alterada, ingestão menor que as necessidades corporais relacionados com o tremor, lentidão na alimentação, dificuldade na mastigação e deglutição
Comunicação verbal prejudicada relacionada com o volume diminuído e lentidão da fala
Incapacidade para mover os músculos faciais
Enfrentamento ineficaz relacionado com a depressão e disfunção decorrente da progressão da doença
Planejamento e Metas a Serem Cumpridas

As metas para o paciente podem incluir:

Melhora da mobilidade funcional
Manutenção da independência nas atividades da vida diária
Obtenção da eliminação intestinal adequada
Obtenção e manutenção do estado nutricional aceitável
Obtenção da comunicação efetiva e desenvolvimento de mecanismo de enfrentamento positivo
Prescrição de Enfermagem

Melhorando a Mobilidade

Um programa de exercícios diários aumentará a força muscular, melhorando a coordenação e a destreza, reduzirá a rigidez muscular e evitará as contraturas que ocorrem quando os músculos não são utilizados.

Caminhar, exercitar-se em bicicleta ergométrica, nadar e fazer jardinagem são todos exercícios que ajudam a manter a mobilidade articular.

Os exercícios de alongamento e de amplitude de movimentos promovem a flexibilidade articular.

Os exercícios posturais são importantes para conter a tendência da cabeça e do pescoço de se deslocarem para diante e para baixo.

Um fisioterapeuta pode ser valioso no desenvolvimento de um programa de exercício individualizado e pode fornecer instruções para o paciente e para o cuidador sobre o modo de realizar os exercícios com segurança.

Técnica especial de caminhada deve ser aprendido para contrabalançar a marcha arrastada e a tendência para se inclinar para diante.

O paciente é ensinado a se concentrar em caminhar ereto, olhar para o horizonte e usar uma marcha com base ampla (caminhar com os pés separados).

Um esforço consciente deve ser feito para oscilar os braços, elevar o pé enquanto caminha e usar um posicionamento do pé do calcanhar para os dedos, com passadas largas.

Estimulando as Atividades de Autocuidado

Encorajar, ensinar e apoiar o paciente durante as atividades da vida diária promovem o autocuidado.

Os pacientes podem ter graves problemas de mobilidade que impossibilitam as atividades normais.

Aparelhos da adaptação ou de assistência podem ser úteis.

Um terapeuta ocupacional pode avaliar as necessidades do paciente em casa e fazer recomendações em relação aos aparelhos de adaptação e ensinar o paciente e o cuidador sobre como improvisar.

Melhorando a Eliminação Intestinal

O paciente pode ter graves problemas com constipação.

Entre os fatores que causam a constipação estão a fraqueza dos músculos usados na defecação, falta de exercícios, ingestão inadequada de líquidos e atividade diminuída do sistema nervoso autônomo.

Os medicamentos utilizados para o tratamento da doença também inibem as secreções intestinais normais.

Uma rotina intestinal regular pode ser estabelecida encorajando-se o paciente a seguir um padrão de horário regular, a aumentar conscientemente a ingestão de líquidos e a ingerir alimentos com um conteúdo de fibra moderado.

Melhorando a Nutrição

Os pacientes podem ter dificuldade para manter seu peso. a alimentação torna-se um processo muito lento, exigindo concentração devido à boca seca por causa dos medicamentos e dificuldade para mastigar e deglutir.

Monitorar o peso semanalmente indica se a ingestão calórica é adequada.

As alimentações suplementares aumentam a ingestão calórica.

Melhorando a Comunicação

Sua fala suave, baixa e monótona exige que façam um esforço consciente para falar lentamente, com atenção deliberada para o que estão dizendo.

Os pacientes são lembrados a ficar de frente para o ouvinte, exagerar a pronúncia das palavras, proferir frases curtas e empreender algumas respirações profundas antes de falar.

Um fonoaudiólogo pode ser valioso ao idealizar os exercícios de melhora da fala e ao auxiliar a família e os profissionais de saúde a desenvolver e usar um método de comunicação para satisfazer as necessidades do paciente.

Apoiando as Capacidades de Enfrentamento

O suporte pode ser dado ao encorajar o paciente e apontando quais atividades estão sendo mantidas através da participação ativa.

Uma combinação de fisioterapia, terapia medicamentosa e participação em grupos de apoio pode ajudar a reduzir a depressão que acontece com freqüência.

Os paciente são assistidos e encorajados a estabelecer metas passível de atingir.

Como o Parkinsonismo tende a levar ao isolamento e à depressão, os pacientes devem ser participantes ativos em seus programas terapêuticos, inclusive nos eventos sociais e de lazer. Fonte: Padrão Enfermagem.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Associação Paranaense de Parkinson está em situação de ‘emergência’ e precisa de ajuda

Por Marina Sequinel

4 de março de 2015 - A Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo (APPP) está ‘doente’ e pede ajuda da população com doações. Segundo os colaboradores, a falta de recursos para o desenvolvimento das atividades oferecidas aos pacientes se tornou um problema sério para a instituição.

“Já era para a Associação estar fechada. A sorte é que nós temos muitos médicos e profissionais voluntários, que continuam a fazer um trabalho maravilhoso. A gente tem de tudo aqui, desde fisioterapeuta, a neurologista a geriatra”, disse a paciente Marilena de Braga Florência, de 65 anos, em entrevista à Banda B na tarde desta quarta-feira (4).

Ela é associada à instituição desde 2009, quando foi diagnosticada com Mal de Parkinson. “A minha vida mudou completamente e eu consegui superar as coisas ruins graças a APPP. Infelizmente, hoje a minha saúde está muito debilitada e eu mal consigo sair da cama. Por isso, não tenho mais condições de pagar o valor da mensalidade, mas ainda preciso dos serviços”, explicou Marilena.

Cada colaborador desembolsa R$ 100 por mês para manter a Associação. Com a crise, no entanto, a inadimplência aumentou e os gastos tiveram que ser reduzidos. “Nós não contamos com nenhuma ajuda da Secretaria estadual de Saúde e precisamos arcar com as despesas do aluguel, material de limpeza, higiene, trabalhadores… A situação não está fácil e qualquer contribuição é super bem-vinda”, completou a administradora da APPP, Elise Valero.

Segundo ela, a Associação necessita, principalmente, de materiais de limpeza, jalecos novos, além de mão de obra para a reforma e manutenção da sede – como pintores e marceneiros. As doações em dinheiro, em qualquer valor, podem ser depositadas na conta-corrente 28111-5 da agência 1522-9 do Banco do Brasil (CNPJ: 04.496.440/0001-32).

O prontuário da APPP tem quase três mil integrantes e o local faz cerca de cinco mil atendimentos por mês, entre massoterapia, acupuntura, musicoterapia e muitas outras atividades. “Justamente por causa de toda essa demanda nós precisamos manter o espaço e melhorá-lo ainda mais”, concluiu a administradora.

Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo (APPP)

Endereço: Avenida Silva Jardim, 3180. Água Verde – Curitiba
Fonte: Banda B.

Penso que todas associações estão no mínimo um pouco doentes. Em breve escreverei sobre isso, quando e se estiver menos ruim de saúde.

Novas informações sobre o Parkinson: GDNF não é necessário pelo sistema de dopamina do mesencéfalo

March 4, 2015 - Um fator chave para os sintomas motores associados à doença de Parkinson é a destruição gradual dos neurônios de dopamina. O fator neurotrófico derivado de células gliais, ou GDNF, tem sido comprovado como para proteger os neurônios de dopamina em condições de proveta e em modelos animais de teste para a doença de Parkinson. O GDNF e o seu parente próximo, neurturina, também têm sido utilizados em tratamentos experimentais em pacientes com doença de Parkinson grave. Os resultados têm sido promissores, mas variam muito em termos de eficácia. No momento, duas empresas estão realizando testes para determinar os efeitos clínicos de GDNF em doentes de Parkinson.

De acordo com um artigo publicado na revista Nature Neuroscience em 2008, removendo o GDNF de camundongos adultos por meio da tecnologia genética, são provocados danos significativos para o sistema de dopamina do mesencéfalo, bem como provocados distúrbios motores. O artigo conclui que o GDNF é vital para a manutenção e funcionamento dos neurônios de dopamina.

Ao mesmo tempo, Academy of Finland Research Fellow Jaan-Olle Andressoo, do grupo de pesquisa do professor Mart Saarma no Instituto de Biotecnologia, havia desenvolvido um modelo de camundongo que foi equivalente ao modelo utilizado em outro estudo, com pequenas diferenças técnicas. No modelo de Andressoo, o GDNF foi removido a partir do sistema nervoso central, no final do período fetal através de deleção do gene, e os ratinhos permaneceram saudáveis ​​até idade elevada. Eles estudaram os cérebros de camundongos knockout o GDNF em conjunto com o grupo de pesquisa da Universidade de Docente Petteri Piepponen, com sede na Faculdade de Farmácia.

"Estamos decididos a confirmar o resultado anterior, utilizando o modelo de rato desenvolvido por Andressoo, e notou-se que a completa ausência de GDNF não causa mudanças significativas para a quantidade ou a função dos neurônios dopaminérgicos. Este resultado nos surpreendeu, e quisemos verificar-lo usando dois métodos alternativos, um dos quais foi idêntico ao método no artigo publicado anteriormente ", explica o Dr. Jaan-Olle Andressoo.

Além disso, alguns dos experimentos foram realizados em paralelo no laboratório do Professor Anders Björklund na Universidade de Lund. Os testes de Lund não indicaram semelhança e nenhuma alteração para os sistemas de dopamina ou o comportamento dos camundongos. Isso claramente estabeleceu que o GDNF não é um componente necessário ao sistema de dopamina.

O manuscrito, incluindo os novos resultados da investigação foi aprovado para publicação na mesma série que o estudo anterior. No entanto, o estudo foi submetido a escrutínio ainda mais perto do que está associado com o procedimento normal de publicação.

"Os editores consideraram ser manuscrito uma correção, por isso, além da normal de revisão por pares, que o enviou para os pesquisadores, que publicaram os resultados anteriores para comentários. Em última análise, os resultados foram considerados indiscutíveis," diz o Dr. Petteri Piepponen. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Science Daily.

Desculpem a tradução ruim.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Possível progresso contra o Parkinson

Células-tronco implantadas reduziram os sintomas da doença durante o experimento, dizem os pesquisadores

March 3, 2015 | Pesquisadores da Universidade de Harvard Stem Cell Institute (HSCI) filiados ao Hospital McLean deram, o que eles descrevem, como um passo importante em direção a usar a implantação de neurônios gerados de células-tronco como um tratamento para a doença de Parkinson.

Ole Isacson e colegas relataram que os neurônios produtores de dopamina derivados a partir das células da pele de primatas sobreviveram durante mais de dois anos após a implantação em um dos animais, e reduziu marcadamente os sintomas do Parkinson. O primata não exigia imunossupressão, segundo os cientistas na revista Cell Stem Cell.

Penelope J. Hallett, um professor assistente de psiquiatria na Harvard Medical School (HMS) que trabalha em McLean com Isacson, é o primeiro autor do artigo.

Esses resultados positivos foram observados em um animal, porque os protocolos experimentais evoluíram e foram melhorados ao longo do tempo. Originalmente, os experimentos foram realizados utilizando os neurónios derivados de células estaminais embrionárias, que requeriam o uso de drogas imunossupressoras nos animais, e não produziu resultados que eram positivos.

Os experimentos atuais usadas células-tronco pluripotentes induzidas, ou células iPS, que usam células da pele do próprio paciente para criar as células-tronco e depois os neurônios, assim que o paciente - ou, neste caso, o primata - não reconhece os novos neurônios produtores de dopamina como invasores e rejeite-os.

"É muito difícil conseguir a sobrevivência das células em primatas", disse Isacson, que tem vindo a aperfeiçoar seus experimentos há mais de 15 anos. "Este é uma alta barreira a ultrapassar." Isacson diretor do corpo docente do HSCI, professor de neurologia do HMS, e diretor do Centro de Pesquisa en neuroregeneração em McLean.

Isacson disse que a conclusão deste experimento marca "a primeira vez que um animal se recuperou com o mesmo nível de atividade que ele tinha antes." Ele observou que o animal era "capaz de se mover mais rápido em torno de sua gaiola" como um animal sem Parkinson, e tinha agilidade normal, embora os movimentos individuais ainda fossem lentos pela doença.

Nesta última experiência, os neurónios foram implantados em apenas um lado do cérebro dos animais, e as melhorias foram observados no lado oposto, como seria de esperar.

A Doença de Parkinson, que pode afetar até 1 milhão de americanos, é causada por uma depleção de neurónios produtores de dopamina no cérebro. A doença provoca uma série de sintomas, desde tremores leves de demência e morte, e podem incluir movimentos lentos, rigidez muscular, tremores, alterações na fala, perda de movimento autônomo, e assuntos relacionados. Os tratamentos atuais incluem medicamentos, implantes elétricos no cérebro, e, em um número limitado de casos, o transplante de neurônios fetais.

Isacson ressaltou que há uma série de dificuldades técnicas para serem esclarecidas antes que de sua equipe esteja pronta para seu primeiro ensaio clínico. Ele disse que ele e Kevin Eggan, outro membro principal da faculdade HSCI que estão trabalhando em doenças neurológicas, bem como outros médicos de Harvard "terão que estabelecer um protocolo que acreditamos será seguro e desejável do ponto de vista clínico."

"De forma conservadora, eu diria que estamos há três anos" de pedir o sinal verde nos EUA, da Food and Drug Administration, para um ensaio clínico de fase 1, disse Isacson.

"Nosso próximo ano será dedicado a tornar as células" livre de contaminantes, a criação de uma matriz para cultivar células que "sejam livres de quaisquer proteínas animais", e estabelecer um protocolo de congelamento de células, o que será necessário para o transporte e armazenamento das células. Além disso, segundo ele, os pesquisadores precisam aperfeiçoar a tecnologia de separação de células.

Os experimentos atuais foram financiados por HSCI e Miller Consortium Harvard. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Harvard Gazette.

Alzheimer e Parkinson: exames garantem diagnóstico precoce

Chances de tratamento efetivo são menores quando detecção é tardia

28/02/2015 - Vivemos em uma sociedade que está envelhecendo cada vez mais e as pessoas buscam estratégias para prolongar a longevidade com qualidade de vida.

Logo, sabemos que hoje é possível ter acesso, em nosso país, a exames que auxiliam no diagnóstico precoce de doenças neurodegenerativas.

Sabemos que a maioria das doenças neurodegerativas ocorre após os 65 anos. Nesta faixa etária, doenças como Alzheimer e Parkinson são bastante comuns, acometendo conjuntamente cerca de 1.500.000. Mas como fazer o diagnóstico precoce de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson?

A doença de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais comum. Normalmente, a queixa principal dos pacientes é com relação à memória, e a via tradicional de investigação se faz com um exame de imagem estrutural, preferencialmente, ressonância de crânio. Entretanto, hoje é possível fazer o diagnóstico de demência mais precocemente.

Uma das possibilidades é a coleta de líquor com marcadores para demência de Alzheimer: proteína TAU e Beta-Amiloide. Estes marcadores em conjunto estão normalmente alterados na doença de Alzheimer. Além disso, a imagem funcional com estudo do metabolismo de glicose com Tomografia por Emissão de Pósitrons, do inglês, PET (Positrom Emission Tomography) também pode mostrar áreas de alteração do metabolismo cortical nos lobos temporais. Finalmente, a avaliação neuropsicológica é capaz de mapear, através de testes padronizados, todos os campos cognitivos relevantes e oferecer um relatório com as áreas de comprometimento significativo, por exemplo, memória, linguagem e atenção. Cabe ressaltar que tanto líquor com marcadores de demência como o PET com estudo do metabolismo de glicose e a própria avaliação neuropsicológica podem revelar anormalidades sugestivas de Alzheimer antes mesmo da ressonância magnética de crânio.

Com relação à doença de Parkinson, segunda doença neurodegenerativa mais comum, a técnica de Cintilografia cerebral com estudo dos transportadores de dopamina tem alta sensibilidade para identificar portadores de Parkinson, um diagnóstico que pode estar equivocado em até 20% das vezes. A cintilografia cerebral dos transportadores de dopamina se utiliza no Brasil de um ligante chamado TRODAT-1, que se liga em uma proteína que faz a recaptacão da dopamina liberada pelos neurônios.  Assim, auxilia na detecção precoce de disfunção da dopamina, principal substância relacionada aos sintomas do Parkinson.

Logo, sabemos que hoje é possível ter acesso, em nosso país, a exames que auxiliam no diagnóstico precoce de doenças neurodegenerativas. Obviamente, cabe ressaltar que ainda existe um gargalo enorme em relação à universalização deste acesso, limitado atualmente a uma minoria de pessoas. Fonte: Minha Vida.

terça-feira, 3 de março de 2015

Servidores inativos do Paraná terão 11% de desconto na aposentadoria

Alíquota refere-se a contribuição previdenciária e incide a partir de abril.
Desconto é calculado sobre o valor que supera o teto pago pelo INSS.

01/03/2015 - A partir de abril os servidores estaduais aposentados terão 11% descontados do benefício, conforme o Diário Oficial desta segunda-feira (2). O percentual refere-se à contribuição previdenciária e incidirá sobre o valor que ultrapassar o atual teto pago pela Previdência Social de R$ 4.663,75.

O decreto regulamenta a lei aprovada na Assembleia Legislativa em dezembro de 2014. Até então os servidores estaduais aposentados não faziam esta contribuição, apesar de ser prevista na legislação brasileira. A tributação foi aprovada pelos parlamentares junto com outras medidas de austeridade, como aumento do Imposto sobre a Circulação e Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diversos produtos e do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

O servidor que recebe, por exemplo, R$ 6.500,00 de aposentadoria, terá descontado R$ 201,99.

A diferença entre o benefício e o valor pago pela Previdência Social corresponde a R$ 1.836,25. É sobre este valor que a alíquota incide. Desta forma, o desconto será de R$ 201,99.

Em alguns casos, relacionados à doença, o aposentado pode requerer isenção. Entre as doenças possíveis estão cardiopatia grave, Parkinson, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna e cegueira. A palavra final sobre a isenção será da ParanáPrevidência que terá que fazer uma perícia.

O decreto também regulamenta a contrapartida do governo estadual, que conforme o texto aprovado na Assembleia, é condicionada às dotações orçamentárias próprias dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas, das Instituições de Ensino Superior e demais órgãos do Poder Executivo que possuam recursos próprios. Fonte: Globo G1.

Médicos peritos ParanáPrevidência: sabem o que é parkinson? Espero que sim.
Ao final mais essa incomodação!

Doença de Parkinson: Natureza, criação ou sorte (azar)?

Por Robin Marantz Henig
March 2, 2015 - Os cientistas sabem há muito tempo que os genes sozinhos não podem explicar porque algumas pessoas tem doença de Parkinson e outras não. Enquanto um punhado de mutações genéticas estão ligadas à doença, cerca de 90 por cento dos casos de Parkinson são "esporádicos", o que significa que a doença não é familiar. E gêmeos, mesmo gêmeos idênticos, não costumam ficar com doença de Parkinson em comum. Em um dos maiores estudos longitudinais com gêmeos da doença, cientistas suecos relataram em 2011 que de 542 pares em que pelo menos um dos gêmeos tinha doença de Parkinson, a maioria eram "discordantes", o que significa que o segundo gêmeo não foi afetado. A taxa de discordância foi maior para os gêmeos fraternos, que não são mais semelhantes geneticamente do que quaisquer dois irmãos. Mas até mesmo os gêmeos idênticos tinham uma taxa de discordância de 89 por cento.

Então, se os genes não explicam a maioria dos casos, como explicar o meio ambiente? Vários fatores ambientais têm sido associados à doença de Parkinson, o que é mostrado para ocorrer a taxas mais elevadas do que o esperado em, por exemplo, nas pessoas que eram prisioneiras de guerra na Segunda Guerra Mundial. Há também uma taxa mais elevada em pessoas que vivem em fazendas ou que bebem água de poço, provavelmente por causa da exposição a certos pesticidas.

Mas qual a ligação ao meio ambiente faz precisamente com que o caso dos gêmeos idênticos Jack e Jeff seja tão interessante. Por quase todos os seus 68 anos, viveram há mais de um quilômetro de distância. Eles foram expostos ao mesmo ar, o mesmo poço de água, as mesmas tarefas agrícolas poeirentas, os mesmos pesticidas. Eles construíram suas casas uma caminhada de cinco minutos um do outro, em duas parcelas de fazenda de 132 acres de seu pai, no leste da Pensilvânia. E, desde 1971, trabalham no mesmo escritório, com suas mesas juntas, em uma empresa de design gráfico que possuem. Tudo isso faz com que seja mais difícil de explicar por que Jack desenvolveu Parkinson, enquanto Jeff não.

Leia o artigo completo, original: Did Grief Give Him Parkinson’s? (link em inglês, não traduzido) (O que será que deu a Grief o Parkinson?)

Fonte: Genetic Literacy Project. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo)

domingo, 1 de março de 2015

Jane Fonda Tem Blog de Parkinson

28/02/2015 - Dois dos meus interesses de escrita são histórias sobre a doença de Parkinson e também música. De vez em quando eles se cruzam.

Eu estava fazendo algumas pesquisas no Google e descobri Jane Fonda tem um blog de Parkinson (http://www.janefonda.com/living-with-parkinsons/). A razão para isso é que ela tem um relacionamento com o produtor Richard Perry desde 2009. Perry foi diagnosticado com Parkinson há mais de dez anos atrás.

Se você não estiver familiarizado com ele, Perry é mais conhecido por trabalhar em alguns álbuns de Carly Simon e também fez o trabalho de produção em seu hit épico "You are so vain". Ele também trabalhou em registros de Rod Stewart, Art Garfunkel e Ringo Starr.

Quando seu relacionamento mudou-se para um próximo nível, Fonda disse que ele precisava levar sua doença mais a sério se ele quissesse ficar com ela.

Perry começou a ver seu médico de forma regular, alimentação saudável, fazer exercício, fazendo Yoga e tomando os remédios certos. Estas são todas as coisas de cada paciente Parkinson conhece e tenta fazer, mas não é fácil.

Fonda também pediu e recebeu permissão para falar sobre luta contínua de Perry em seu blog. De acordo com Jane, eles se tornaram "especialistas" de Parkinson.

Oh .... Jane, querida .... te amo, mas há muito poucos especialistas sobre o assunto. PD é muito complexo para qualquer leigo ter esse tipo de conhecimento.

Essa é a sua história. Outra celebridade na luta contra o mal de Parkinson. Richard está com P.D. e Jane está escrevendo sobre ele.

Oi Jane ... Você é tão vaidosa ... Eu acho que você pensou que este blog fosse sobre você.

Este blog começou como uma maneira de falar sobre meus problemas com a doença de Parkinson. Você pode ler mais sobre isso aqui (http://www.chicagonow.com/hippy-shakes/category/parkinsons-awareness-month/) (original em inglês ) Fonte: Chicago Now.
http://www.chicagonow.com/hippy-shakes/2015/02/jane-fonda-has-a-parkinsons-blog/

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Atividade física "evita (?)" o Mal de Parkinson

27 de de fevereiro 2015 - Realizar atividades físicas diárias de maneira moderada pode reduzir o risco do Mal de Parkinson, foi o que apontou um estudo do Instituto Karolinska, na Suécia, publicado no jornal Brain: A Journal of Neurology. A pesquisa incluiu cerca de 43 mil homens e mulheres que foram acompanhados por mais de 12 anos e concluiu que pessoas que praticavam em torno de seis horas por semana de exercícios físicos tiveram risco 43% menor de desenvolver a doença degenerativa do que aquelas que se exercitavam menos de duas horas por semana. Fonte: http://dietaja.uol.com.br/atividade-fisica-evita-o-mal-de-parkinson/

Os maiores problemas dessas notícias são as manchetes.

Sob certo aspecto é um desserviço à conscientização sobre a doença. Ao leigo parecerá que temos parkinson porque não nos exercitamos! Porque não dizem que simplesmente "pode reduzir o avanço?"