28/01/2012

Veja como lidar com o mal de Alzheimer

Doença degenerativa causa perda gradativa da capacidade de realizar tarefas cotidianas
27/01/2012 - O mal de Alzheimer é uma doença cerebral degenerativa caracterizada por um progressivo e irreversível declínio de funções intelectuais, como memória, orientação no tempo e no espaço e aprendizado. Com o tempo, cálculos simples se tornam complicados, a comunicação fica difícil, até que a pessoa perde gradativamente a capacidade de realizar as tarefas cotidianas.

Conviver com esses sintomas costuma ser problemático para familiares, que acabam recorrendo a cuidadores para ajudar portadores da doença em cuidados de higiene, alimentação e locomoção, entre outros. A Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor apresenta algumas dicas para lidar melhor com esse problema.

Como minimizar as perigosas andanças sem rumo
:: O doente deve ter uma identificação, como uma pulseira com seus dados.
:: Avise vizinhos e comerciantes. Eles podem ajudar, caso a pessoa se perca.
:: Feche as portas de saída da casa para evitar saídas não planejadas.
:: Tenha uma fotografia atualizada, caso ele se perca e você precise pedir informações.
:: Se ele quiser sair de casa, não o impeça. É preferível acompanhá-lo ou vigiá-lo para depois convencê-lo a voltar.

Como ajudar o doente a se alimentar
:: Sente-o com o tronco reto e a cabeça firme.
:: Dê tempo para ele se alimentar e não o contrarie se ele quiser comer com a mão.
:: Dê pequenas porções de alimentos sólidos; às vezes o doente prefere alimentos amassados ou batidos.
:: Faça-o mastigar bem e assegure-se de que a boca permanece fechada durante a mastigação e a deglutição.
:: Dê bebidas com canudos para evitar engasgos.

Como agir em situações especiais
:: Engasgo — tente retirar, com o dedo, o pedaço de alimento. Caso não consiga, coloque o paciente em pé, abrace-o pelas costas e aperte com seus braços a boca do estômago dele.
:: Queda e suspeita de fratura — não o movimente; chame o serviço de emergência o mais rápido possível.
:: Medicamentos — mantenha-os na caixa original para facilitar o controle de validade e a ingestão.
:: Problemas com o sono — evite dar bebidas com cafeína após as 18h.
:: Piso da casa — deve ser antiderrapante e não encerado. Retire tapetes, capachos, tacos e fios soltos.
:: Paredes da casa — adote barras de apoio na parede do chuveiro e ao lado do vaso.
Fonte: Clic RBS.

Farmácia de Alto Custo da 102 era 'uma vergonha', diz secretário do GDF

Governo inaugurou nesta sexta Farmácia Especializada em Ceilândia. 
Expectativa é que nova unidade descentralize atendimento feito no Plano. 

27/01/2012 - O secretário de Saúde do Distrito Federal, Rafael Barbosa, comentou, nesta sexta-feira (27), que a Farmácia de Alto Custo da 102 Sul era uma ‘das vergonhas’ que ele tinha na rede pública de saúde da capital federal. O secretário participou no final desta manhã, junto com o governador Agnelo Queiroz (1), da inauguração da Farmácia Especializada em Ceilândia, também conhecida como Farmácia de Alto Custo.
“Uma das vergonhas que tínhamos era a Farmácia de Alto Custo da 102 [Sul]. No momento que estive lá, a decisão de descentralização foi tomada”, comentou Rafael Barbosa. Para o titular da pasta de saúde do DF, a farmácia, que funciona na estação de metrô, não é ambiente de saúde. “Lá, os usuários da farmácia e do metrô se confundem”, afirmou.

Com a unidade de Ceilândia inaugurada nesta sexta, o DF passa a contar com duas farmácias que fazem a distribuição gratuita de medicamentos para doenças crônicas, como Mal de Parkinson, Alzheimer e câncer.

O atendimento não era digno e não condizia com a situação do paciente que busca medicamento de alto custo. [A farmácia em Ceilândia] é o início do enfrentamento a esse problema, vamos assegurar o acesso a esse medicamento de forma descentralizada”, disse Agnelo Queiroz (2). (segue...) Fonte: G1 Globo.

Imagine na periferia do país! Essas farmácias, em geral, são de alto custo emocional. Primeiro: se aprovam o pedido. Segundo: se entregam o medicamento. Terceiro: se tiver que recorrer à justiça. Além disso a "alguns", o trem não pega...(i.é.: não andam na linha)

Terapia com células-tronco recupera ereção em camundongos

27/01/2012 - Partes do pênis que são vitais para a ereção do órgão masculino foram reparadas pela primeira vez com a ajuda de células-tronco.

O tratamento, que está na fase de testes com camundongos, não só restaurou a ereção dos bichos, mas melhorou o fluxo sanguíneo e acelerou a cura.

O experimento, que é encabeçado pelo pesquisador Wayne Hellstrom e equipe da Universidade Tulane (Louisiana, EUA), tem como meta descobrir uma forma de terapia para os homens que sofrem da doença de Peyronie. Ela afeta entre 3% a 9% dos homens e faz com que o membro masculino entorte durante a ereção, conhecida como curvatura peniana.

Para chegar ao resultado positivo, o grupo extraiu células-tronco adiposas e as transportou para camadas de tecido retiradas da mucosa do intestino de um porco.

Esse material do porco, nomeado SIS (sigla para pequena submucosa intestinal), já é usado por homens diagnosticados com Peyronie,,mas Hellstrom decidiu injetar células-tronco para ver como passaria a ser o processo de cura.

Depois de dois meses de aplicação, as análises de tecidos mostraram que houve aumento no nível de agentes regenerativos, facilitando a cura.

Agora o autor do estudo, publicado na revista científica "PNAS", quer ampliar o trabalho, tornando a aplicação das células-tronco viáveis para seres humanos. Fonte: Folha de S.Paulo.

Científicos descubren proteína que sería clave en aparición del parkinson

Bloqueo de esa molécula en ratones bastó para que no apareciera el mal, pese a baja de dopamina.

JUEVES 26 DE ENERO DE 2012 - Siempre se ha pensado que el Mal de parkinson está asociado a la baja de un neurotransmisor llamado dopamina. La muerte de neuronas que produce esta sustancia es la explicación actual para este trastorno degenerativo del movimiento, que se caracteriza por temblores, rigidez, lentitud de movimiento y problemas de equilibrio.

De hecho, uno de los tratamientos más comunes para esta enfermedad es la administración de este neurotransmisor, ya sea en forma oral o como parche. Sin embargo, esta terapia ha demostrado no ser siempre efectiva. ¿Por qué? Un grupo de científicos de los Institutos Gladstone -afiliado a la U. de California en San Francisco, en EE.UU.- cree haber encontrado la respuesta: descubrieron una proteína que sería crucial en la aparición y exacerbación de los síntomas del parkinson y podría explicar -mejor que la baja de dopamina- la pérdida de motricidad.

El equipo, dirigido por el doctor Anatol Kreitzer, descubrió que la proteína llamada RGS4, que normalmente ayuda a regular la actividad de las neuronas encargadas del movimiento, se descontrola ante la baja de dopamina, incidiendo en la descoordinación motora y la pérdida de equilibrio. "Nuestro descubrimiento ayuda a sentar las bases para una estrategia terapéutica nueva e independiente de la dopamina", dijo a la versión online de la revista Neuron.

Para comprobar su teoría, los investigadores trabajaron con ratones a los que se les disminuía la cantidad de dopamina. Estos ratones fueron divididos en dos grupos: al primero se le bloqueó la proteína RGS4 y al otro se le dejó intacta. Luego, a ambos grupos de animales se les hizo atravesar una barra de equilibrio y realizar otras pruebas para medir su motricidad, que son dos cosas que se pierden con el parkinson. Tal como se esperaba, los ratones a los que no se les bloqueó la proteína tuvieron más problemas de movimiento, no tenían coordinación y en varias ocasiones se mantuvieron quietos. Algunos ni siquiera pudieron intentar la tarea. Sin embargo, aquellos ratones sin RGS4 realizaron la prueba sin problemas, pese a que también tenían menores niveles de dopamina. Incluso, en muchos de ellos las huellas físicas del parkinson habían desaparecido, dijeron los investigadores.

Para el neurólogo de la Clínica Alemana Pedro Chaná, este hallazgo que usa un nuevo principio de acción para controlar el parkinson es importante, aunque incipiente. El experto dice que para que aparezcan los síntomas de trastornos motores propios del parkinson, debe existir una reducción de al menos el 80% de la dopamina habitual en el cerebro. Sin embargo, reconoce que los fármacos que suplen la falta de dopamina funcionan sólo en una primera etapa de la enfermedad. Con el tiempo no provocan los efectos esperados, sino que además, generan daños colaterales que afectan aún más el movimiento. De ahí que esta investigación produzca nuevas esperanzas en el tratamiento de este mal.

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Golpes repetitivos en la cabeza están relacionados con el parkinson
Setenta años cumplió la semana pasada el ex boxeador Mohammed Alí. En la celebración principal del que fuera tres veces campeón del mundo de los pesos pesado y un referente en la historia mundial del boxeo, se le vio muy afectado por la enfermedad que lo aqueja desde hace 30 años: el parkinson.


Aunque le declararon la enfermedad en 1984, las crónicas de la época ya mencionaban problemas de reflejos en el deportista después de perder en Las Vegas una pelea contra Larry Holmes, por el título mundial, en 1980.


La vinculación es clara: los golpes repetidos en la cabeza están relacionados con el parkinson y también con el daño cognitivo, como pérdida de memoria y problemas de conducta. Y no sólo en los boxeadores, también en otros deportes de contacto e incluso en el fútbol.


En 2003, un estudio realizado por la Clínica Mayo demostró que los golpes reiterados en la cabeza aumentan hasta 11 veces el riesgo de desarrollar parkinson. Mientras que en 2011, otra investigación demostró que cabecear la pelota de fútbol constatemente genera lesiones cerebrales.


Según el neurólogo y académico de la U. Andrés Bello, José Gabriel Cea, el daño en el cerebro no se produce por grandes golpes que hagan perder la conciencia, sino por golpes repetitivos. "El mecanismo que provoca el daño es múltiple. Por cada golpe en la cabeza hay muerte de neuronas (entre ellas, las que producen dopamina) y además, se genera un daño en la conexión de las neuronas y cicatrices que impiden la comunicación entre estas", dice. No es todo. Los boxeadores son más propensos a tener parkinsonismo o los síntomas clásicos de este mal. Y aunque quienes lo tienen no necesariamente tendrán parkinson, un 80% sí. Fonte: La Tercera.cl.

27/01/2012

Governo regulamenta crédito para cadeiras de rodas e próteses

26/01/2012 - O CMN (Conselho Monetário Nacional) regulamentou nesta quinta-feira a concessão de crédito para a compra de bens por deficientes, como cadeiras de rodas e próteses.

No ano passado, o governo enviou ao Congresso Nacional medida provisória determinando que os bancos teriam que destinar 2% do dinheiro depositado para linhas de financiamento de microcrédito produtivo ou para a compra de equipamentos para portadores de deficiência, o que foi detalhado agora.

Segundo o Banco Central, as instituições financeiras têm R$ 1 bilhão disponível para esse tipo de empréstimo. Cada financiamento não poderá ultrapassar R$ 30 mil e só serão qualificados pessoas com renda de até dez salários mínimos (R$ 6.220, atualmente).

As linhas terão taxas de 2% ao mês e taxa de abertura de crédito de até 2% do total emprestado. O pagamento será feito em no mínimo 120 dias.

Nos próximos dias, o governo editará portaria definindo quais bens poderão ser comprados com esses recursos. Fonte: Folha de S.Paulo.
Enquanto isso, nosso pedido em Brasília, de isenção fiscal do marcapasso p/ dbs, é solenemente ignorado...

Já que é sexta feira...


26/01/2012

Incapacidade de expressar a emoção pode ser um sintoma precoce da doença de Parkinson

24 de janeiro de 2012 - Alexitimia, estado de uma pessoa com deficiência no entendimento, na compreensão, processamento e na descrição de emoções, tem sido fortemente associada à depressão em populações sob cuidados clínicos e em geral, e mesmo que os sintomas de alexitimia e depressão possam ser parcialmente sobrepostos, eles não são todos relacionados à sintomas depressivos e, portanto, destaca-se a relativa independência dos dois transtornos. Por exemplo, a doença de Parkinson (DP), é uma condição clínica que é muitas vezes indicada por uma depressão e alteração do processamento emocional. Cerca de 21% dos pacientes com DP têm alexitimia relacionada à depressão.

Dado que os sintomas afetivos podem preceder o início do deficit motor clínico da DP, é de particular interesse a investigação da alexitimia em pacientes recém diagnosticados não tratados e antes de iniciar a terapia dopaminérgica. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: Medical News Today.

Enfermedades priónicas altamente relacionadas con Alzheimer o Parkinson

Miércoles 25 de Enero de 2012 - Las enfermedades priónicas, si bien son un padecimiento neurodegenerativo del cerebro poco común, tienen una amplia relación con enfermedades como el Alzheimer o el Parkinson, afirmó Claudio Soto, investigador del Departamento de Neurología de la Universidad de Texas, Estados Unidos.

Al concluir su participación en el Primer Congreso Latinoamericano de Enfermedades Priónicas, en el Auditorio Julio Glockner de la BUAP, donde el especialista en enfermedades neurodegenerativas presentó su investigación acerca de la generación de priones in vitro, destacó los alcances de la misma:

“Es importante la demostración de que una proteína es el agente infeccioso en las enfermedades priónicas, con un proceso de expansión semejante a enfermedades comunes como el Parkinson o el Alzheimer; hay evidencia experimental que muestra que esas enfermedades se pueden transmitir al igual que los priones”.

El doctor Soto especificó que las enfermedades priónicas son mortales, pues una vez que la persona presenta los primeros síntomas, la enfermedad progresa tan dramáticamente que ya se perdieron las habilidades cognitivas, motoras y una vez diagnosticada el individuo muere en menos de cinco meses.

Tras dar a conocer que el grupo de investigación de la Universidad de Texas trabaja en algunas propuestas para tratamientos, reconoció que existe una ausencia de empresas que pudieran apoyar estudios clínicos, debido a que son muy costosos.

Será muy difícil tener apoyo para el desarrollo de tratamientos, dijo, “el problema es que las enfermedades de priones son poco comunes, entonces las grandes empresas farmacéuticas no han sentido la motivación económica de invertir en desarrollo de terapia”.

Sin embargo comentó que su asociación con enfermedades como el Parkinson o Alzheimer, para las que existe mucho interés en el descubrimiento de terapias, podría ayudar debido a que los compuestos que se usen para atacar este tipo de mecanismos de propagación, pudieran ser utilizados en la enfermedad de los priones.

Reconoció que cuando aparecieron nuevos casos en Inglaterra de esta enfermedad asociada al consumo de vacas, se llegó a pensar en un número alto de casos de una enfermedad letal, pero últimamente el interés ha disminuido, aunque aún no está descartado dicho padecimiento.

“Mi intuición personal es que no está descartado que vaya a haber una epidemia en 10 o 20 años y es posible también que no hubiese más casos; pero no invertir pensando que no va a haber nada, es jugar con fuego “, consideró.

El Investigador insistió en que tiene sentido invertir en enfermedades de los priones sobre todo porque tienen aspectos comunes con enfermedades neurodegenerativas importantes como Alzheimer o Parkinson, y de lograr resultados en el área de priones, éstos se podrían extrapolar a tales enfermedades.

Mencionó que, desde el punto de vista científico, es fascinante observar que una proteína sola se comporta como un ser viviente, que puede multiplicarse, pasar de una persona a otra, de un animal a otro y generar una diversidad de enfermedades con solo un cambio en nivel de la forma de la proteína.

“Yo trabajo en Diabetes, un padecimiento aún más común que tiene el mismo proceso de propagación y multiplicación y si lo que he aprendido en priones se puede extrapolar a estas enfermedades, y utilizarlo para producir nuevos tratamientos, será un gran descubrimiento”, concluyó.

Los trabajos del Primer Congreso Latinoamericano de Enfermedades Priónicas, organizado por la Facultad de Medicina Veterinaria y Zootecnia en colaboración con la Facultad de Medicina de la BUAP, el Instituto Politécnico Nacional, el Instituto Nacional de Investigaciones Pecuarias y la UNAM, continúan en el auditorio Julio Glockner hasta este 27 de enero. Fonte: Cmas.mx.

Dan el primer paso hacia una terapia de reemplazo celular para el Parkinson

Científicos japoneses han evaluado el crecimiento, la diferenciación y el funcionamiento de las denominadas células madre pluripotenciales inducidas (iPSC) derivadas de células madre de los nervios (NPCs) en un modelo de primate, aclarando cuál es su potencial terapéutico. El avance, publicado en 'Journal of Parkinson's Disease', es el primer paso hacia una terapia de reemplazo celular para Parkinson

24 Enero 12 - Las células madre pluripotenciales inducidas o iPSC son una prometedora vía para encontrar una terapia de reemplazo celular para enfermedades neurológicas. Las iPSC de ratones y humanos han sido utilizadas ya para generar neuronas dopaminérgicas que mejoran los síntomas del Parkinson en modelos de ratas.

Según explica el investigador principal de este estudio, Jun Takahashi, de la Kyoto University, estos científicos han desarrollado una serie de métodos para inducir a las iPSCs humanas a convertirse en NPCs empleando un método de cultivo sin alimentación e injertando NPCs en etapas distintas de diferenciación en el cerebro de un modelo de mono".

"Hemos desarrollado un método para evaluar el crecimiento y la actividad de los injertos utilizando imagen de resonancia magnética (MRI), tomografías por emisión de positrones (PET), inmunocitoquímica y análisis conducturales, todos métodos útiles para la investigación preclínica", señala.

Los investigadores injertaron iPSCs humanas en los cerebros de ratones de laboratorio y monos tratados con MPTP, un neurotóxico que causa síntomas de Parkinson. Descubrieron que iPSCs incubadas en cultivos sin alimentación generaron neuronas dopaminérgicas del mesencéfalo funcionales.

"En anteriores estudios, las neuronas dopaminérgicas del mesencéfalo eran inducidas a partir de iPSCs humanas, pero el método requería co-cultivos con células estromales alimentadoras o 'Matrigel'", dice Takahashi, quien ha resaltado que su método sin alimentación "podría ser más adecuado para uso clínico".

Para promover la maduración de neuronas dopaminérgicas funcionales en vivo, se requiere un tratamiento previo con factores de crecimiento. La imagen de MRI y PET ha permitido la monitorización, en tiempo real, de la proliferación y la actividad celular en vivo.

Este estudio demuestra que la síntesis de dopamina, su transporte y la recaptación reflejada en la actividad de las neuronas dopaminérgicas en las NPCs injertadas, una aproximación que podría usarse también en pacientes.

"Nuestros resultados contribuyen a la evaluación de la supervivencia, diferenciación y funcionamiento de las células de los nervios derivadas de iPSC humanas en un modelo de primate", señala Takahashi.

"Aunque aún tenemos que realizar más estudios preclínicos empleando más modelos de primate antes de trasladar esta técnica a la práctica clínica, creemos que nuestros descubrimientos contribuyen a dar el primer paso para el desarrollo de una estrategia de terapia de reemplazo celular en Parkinson", concluye. Fonte: La Razon.es.

25/01/2012

Células madre: sólo existen 2 tratamientos aprobados

El Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva, a través de la Comisión Asesora en Terapias Celulares y Medicina Regenerativa, dio a conocer los aspectos más relevantes en el campo de las investigaciones con células madre.

25/01/2012 - En los últimos tiempos se ha incrementado la oferta de tratamientos de autotrasplante de células madre para tratar enfermedades como: las parálisis por lesiones cerebrales o de la médula espinal, las neurodegenerativas como la enfermedad de Parkinson o trastornos metabólicos como la diabetes.

En algunos casos se trata de procedimientos experimentales que deben demostrar su eficacia y seguridad en seres humanos, por lo que deben contar con un protocolo aprobado y sin costo para el paciente, quien debe ser informado del carácter experimental del tratamiento. A su vez, algunas instituciones que los ofrecen se presentan ante potenciales pacientes y a sus familiares con promesas irrealizables de curación y mejora de las enfermedades, a pesar de que la evidencia señala que muchas de las prácticas ofrecidas no poseen efectos terapéuticos comprobados ni siquiera en modelos animales. Fonte: Radio Cataratas.ar.

UCSD lança importante estudo sobre o mal de Parkinson

Especialistas da UCSD falam sobre saúde, questões médicas e de pesquisa e desenvolvimento
Objetivo é identificar os primeiros sintomas e entender melhor as doenças neurodegenerativas

Jan. 24, 2012 - O primeiro sinal e o mais comum da doença de Parkinson - a segunda desordem neurodegenerativa mais comum depois do Alzheimer - está no tremor de uma mão, pé, braço ou perna, um tremor que piora progressivamente.

Com o tempo, outros sintomas podem aparecer: movimento lento, corpo curvado para frente, andar arrastado. Mudanças e deficit na personalidade, depressão, demência, insônia e fala também podem ocorrer. Cada ano, mais de 50.000 novos casos de Parkinson são relatados nos Estados Unidos. Cerca de 500.000 americanos têm a doença, cuja causa ou causas não são conhecidas.

Não há cura, mas há esforços sérios em curso para entender melhor como a doença ocorre e como remediá-la. No ano passado, cientistas da Universidade da Califórnia San Diego School of Medicine ajudaram a lançar um programa de cinco anos, com 45 milhões dólares para um estudo observacional clínico internacional chamado Parkinson’s Progression Markers Initiative, financiado em parte pela Michael J. Fox Foundation for Research de Parkinson, a identificar biomarcadores (indicadores precoces) da condição antes dos sintomas da doença tornarem-se óbvios. O estudo continua a procurar os participantes, tanto as pessoas com diagnóstico recente de Parkinson e "controles" que não têm a doença. Para mais informações, visite adrc.ucsd.edu / enroll.html # PPMI. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: UT San Diego.

Cogumelos alucinógenos: caminho para tratamentos contra depressão

Estudos sobre os efeitos da psilocibina, o princípio ativo destes fungos, mostram que há redução da atividade em determinadas áreas do cérebro

24 de janeiro de 2012 | O cérebro das pessoas que usam cogumelos alucinógenos pode dar pistas sobre como as drogas psicodélicas atuam. Cientistas britânicos dizem que a descoberta sugere que tais drogas poderiam ajudar a tratar depressão.

Dois estudos sobre os efeitos da psilocibina, o princípio ativo dos cogumelos alucinógenos, mostram que, ao contrário do que os cientistas esperavam, eles não aumentam e, sim, reduzem a atividade em áreas do cérebro que também são inibidas por outros tratamentos antidepressivos.

"Psicodélicos são considerados drogas que "expandem" a mente, por isso foi assumido que elas atuam aumentando a atividade cerebral", diz David Nutt, do Imperial College London, que falou sobre os estudos. "Mas, surpreendentemente, descobrimos que a psilocibina, na realidade, reduz a atividade em áreas que têm as conexões mais densas com outras áreas", diz.

Essas regiões do cérebro são conhecidas por desempenhar um papel em restringir  nossa experiência do mundo", diz ele. "Sabemos que desativar essas regiões leva a um estado no qual o mundo é experimentado de forma estranha", explica. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

24/01/2012

Santhera e Ipsen renegociam o contrato de licenciamento do Fipamezole

Tue Jan 24 – (...) Fipamezole é amplamente percebido pelos médicos como um das drogas candidatas mais promissoras para tratar as discinesias na Doença de Parkinson, a segunda mais comum desordem neurodegenerativa gravemente debilitante. Como um adrenérgico altamente seletivo alfa-2 antagonista do receptor, fipamezole é uma inovação, uma droga de primeira classe em desenvolvimento clínico para o tratamento de discinesia induzida por levodopa na Doença de Parkinson. A Santhera concluiu com êxito dois estudos clínicos de Fase II que demonstraram a eficácia e a segurança do fipamezole no tratamento da discinesia na doença de Parkinson. O Fipamezole também mostrou potencial atrativo para a redução do "wearing-off" da levodopa, e demonstrou uma melhora na cognição e nas atividades da vida diária. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: Reuters.

Estudo demonstra resultados de terapia de células-tronco contra cegueira

Duas mulheres cegas receberam tratamento; melhora foi pequena, mas ausência de tumores anima

23 de janeiro de 2012 | SÃO PAULO - Nesta segunda-feira, 23, foi publicado o primeiro artigo científico que descreve resultados preliminares do teste de uma terapia com células-tronco embrionárias (CTEs) em humanos. Os cientistas trataram duas mulheres que sofriam de cegueira. Os resultados ainda são tímidos, mas já animam os pesquisadores: depois de quatro meses de acompanhamento, não houve a formação de tumores, grande temor associado à terapia.

As duas pacientes receberam injeções em um dos olhos com cerca de 50 mil células do epitélio pigmentar da retina, tecido escuro que serve de suporte para as outras três camadas da retina.
Uma delas, de 70 anos, tinha degeneração macular seca, principal causa de cegueira nos países desenvolvidos. A outra, de 50 anos, sofria de uma doença chamada distrofia macular de Stargardt, que afeta pessoas mais jovens.
As células injetadas foram derivadas de uma antiga linhagem de CTEs. As pacientes receberam terapia imunossupressora leve para diminuir o risco de rejeição. De qualquer forma, o olho é considerado uma região imunoprivilegiada, pois a chance de o corpo combater o tecido transplantado é menor.
As duas mulheres apresentaram uma pequena, mas animadora, melhora. Os cientistas, no entanto, são cautelosos ao admitir que ela pode não ter relação com as células injetadas, mas sim com a terapia imunossupressora. Uma das pacientes, por exemplo, melhorou dos dois olhos (só um recebeu a injeção).
Futuro. O estudo foi divulgado na revista The Lancet. O principal autor, Robert Lanza, é um dos donos da Advanced Cell Technology, empresa americana que pretende comercializar a terapia. Não foi a primeira a injetar CTEs em humanos.

Em outubro de 2010, a Geron Corporation começou a utilizar células derivadas de CTEs em pacientes com lesões na medula espinhal. Em novembro do ano passado, no entanto, os testes foram interrompidos sem que os resultados preliminares dos estudos fossem publicados. A Geron argumentou que “falta de dinheiro para investir” e “insegurança do mercado” foram as principais razões para o abandono das pesquisas.
A geneticista Lygia da Veiga Pereira, do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (Lance) da Universidade de São Paulo (USP), afirma que os autores do trabalhos quiseram tranquilizar possíveis investidores, depois da decisão da Geron. “Provavelmente publicaram esse artigo para mostrar que as CTEs são um campo promissor e que há grupos obtendo bons resultados nessa área”, aponta Lygia.
Claudia Batista, neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concorda. “Mas os resultados são muito preliminares. Será necessário acompanhar essas mulheres por mais alguns anos para se ter certeza de que o risco de tumor desapareceu”, afirma. Fonte: O Estado de S.Paulo.

23/01/2012

Doente grave poderá ter atendimento prioritário

23/01/2012 - A Câmara analisa o Projeto de Lei 2365/11, do deputado Nelson Bornier (PMDB-RJ), que inclui entre os casos de atendimento prioritário as pessoas portadoras de doenças graves. Pelo projeto, essas pessoas passam a ter as mesmas prerrogativas de portadores de deficiência, idosos, gestantes, lactantes e acompanhantes de crianças de colo.

As doenças graves, segundo o projeto, são aquelas que tornam os pacientes isentos do Imposto de Renda da pessoa física, e estão listadas no inciso 16 do artigo 6º da Lei 7.713/08. São elas: tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna (câncer), cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).

O projeto ainda inclui na lei a obrigatoriedade de as empresas de transporte público e as concessionárias de transporte coletivo reservarem assentos para pessoas que necessitam de atendimento prioritário.

Correção de disparidade
O autor explica que o objetivo do projeto é corrigir uma disparidade. “Pacientes com quadros clínicos graves, que não podem ser caracterizados como pessoas com deficiência, veem-se, muitas vezes, compelidos a aguardar por longo tempo para serem atendidos”, diz o deputado.

Ele ressalta que o resultado não se resume somente ao desconforto da espera, mas também a um possível agravamento do quadro de saúde.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-2365/2011 Fonte: Agência Câmara de Notícias.

´Las gammagrafías han supuesto un avance muy positivo en el parkinson´

Antes el enfermo tenía que esperar cuatro años para un tratamiento específico ante la confusión entre síndromes muy parecidos

Lunes 23 de enero de 2012 - La medicina nuclear tiene múltiples aplicaciones y supone un beneficio más que notable para la salud. Se emplea tanto en el diagnóstico como en el tratamiento de enfermedades. El director de la Unidad de Medicina Nuclear en el Hospital Clínico Universitario Virgen de la Victoria, José Manuel Jiménez, explica los principales usos y utilidades de esta disciplina y lanza un claro mensaje: «Radiación no es igual a peligro».

¿Cuáles son las aplicaciones de la medicina nuclear?
La medicina nuclear utiliza las radiaciones ionizantes para el diagnóstico y el tratamiento de enfermedades. Nuestro campo trata las radicaciones en forma no encapsulada, de ahí que los servicios de medicina nuclear tengan muchas normativas de seguridad para el paciente y los profesionales. Radiación no es igual a peligro, esa idea hay que erradicarla. Se trabaja con el cien por cien de las medidas de seguridad.

Habla de diagnósticos y tratamientos, respecto a los primeros, ¿para qué enfermedades se emplea?
El diagnóstico puede ser el 85% de nuestra actividad. Se emplea para múltiples enfermedades. Por ejemplo, nosotros nos metemos en una vía fisiológica y con la gammagrafía –imagen que producen las radiaciones generadas tras la inyección o inhalación en el organismo de sustancias que contienen isótopos radiactivos–, de huesos, o de lo que se trate, se ve la extensión de afectación por ejemplo, de un cáncer de hueso. También se emplea para el diagnóstico de corazón y pronóstico de enfermedades coronarias. En neurología las gammagrafías cerebrales están indicadas para tres patologías: enfermedades degenerativas como la demencia; la epilepsia y el síndrome parkinsoniano. Éste último es relativamente nuevo, de hace dos o tres años y está ofreciendo resultados muy positivos. Lo que obtenemos es una información funcional.

¿Qué supone para un enfermo del parkinson esta prueba?
Existen cinco o seis síndromes muy parecidos que conllevan tratamientos y manejos diferentes. Son grupos de enfermedades neurodegenerativas similares pero con diagnóstico y tratamientos diferentes. Antes era a los cuatro o cinco años cuando se lograba diferenciar la enfermedad, y ahora con esta prueba se permite el diagnóstico diferencial y orientar el diagnóstico desde el principio, con los beneficios que esto conlleva de ahorro de pruebas y medicamentos y de beneficio para el paciente y su calidad de vida. Es un paso importante. (...)

¿Hacia dónde camina la medicina nuclear?
La medica nuclear va ahora por la técnica PET que son imágenes gammagráficas pero con isótopos que tienen otras propiedades. Todavía no lo tenemos aquí. (...)

¿Son peligrosas estas pruebas?
A los pacientes le damos un radiofármaco de isótopos radiactivos por un vector, que es el vehículo que hace que se fije donde quiero llegar, como los huesos o el corazón. Los que empleamos tiene una energía pequeña y una vida media corta, es decir, son poco agresivos. Fonte: La Opinion de Malaga.es.

22/01/2012

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO CHAT DO AMIGOGAMP!!!






Apartir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
TEMA LIVRE

Samuel, Badu e demais amigos(as) esperam por você

PARA PARTICIPAR

Revolutionário sistema de liberação de drogas - Intec Pharma's

Enviado em 22/01/2012 - Intecs Accordion Pill™, sistema de liberação de drogas com uma plataforma composta de materiais poliméricos, compatível com o Guia de Ingredientes Inativos do FDA (IIG). A forma da dosagem é estabelecida de acordo com a cápsula de tamanho padrão regular. Pode conter uma única droga ou uma combinação de drogas. (em inglês, tradução Hugo)

Acredito que em breve tenhamos mais notícias desta nova técnica de usar medicamentos, que aplicaria-se também ao levodopa. Seria como administrar um levodopa "Extended Release", do tipo um comprimido ao dia, resultando na ausência de flutuações motoras...

Nova forma de diagnosticar o Mal de Parkinson chega ao Rio

22/01/12 - RIO - Exame usado para ajudar a diagnosticar problemas como obstruções coronarianas e alterações da tireoide, a cintilografia ganhou uma nova aplicação: vem sendo capaz de mostrar, também, se o paciente tem Mal de Parkinson e em que grau. A técnica teve sua utilidade pesquisada por médicos do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, e já está sendo empregada no Hospital Pró-Cardíaco, no Rio. A vantagem é que ela torna mais fácil determinar se o paciente tem mesmo Parkinson, uma vez que os tremores, um dos principais sintomas da doença, podem ter diversas outras causas.

— Com o envelhecimento da população em países como o Brasil, onde a expectativa de vida está aumentando, a incidência da Doença de Parkinson vem aumentando — diz Cláudio Tinoco, coordenador do Serviço de Medicina Nuclear do Pró-Cardíaco. — Sabe-se que ela decorre da perda acelerada e importante do neurotransmissor dopamina, que até certo ponto é normal, a partir dos 40 anos. Na técnica descrita pelos pesquisadores do Einstein, injeta-se o radiotraçador Trodat-1, capaz de se ligar aos neurônios que produzem dopamina, na veia do paciente que será submetido à cintilografia. Se houver pouca produção de dopamina no cérebro, esta substância aparecerá em pouca quantidade na imagem obtida no exame, o que permite um diagnóstico mais preciso: quando alguém apresenta tremores mas seu nível de dopamina é normal, está excluída a hipótese de ter Doença de Parkinson.

A Organização Mundial de Saúde diz que 1% da população sofre do Mal de Parkinson, doença degenerativa do sistema nervoso, e estima que este número vá dobrar até 2040. No Brasil, há cerca de 250 mil casos. Além dos tremores, os principais sintomas são rigidez nos braços e pernas, instabilidade postural (o que eleva o risco de quedas) e bradicinesia (movimentação lenta).

No Pró-Cardíaco, a cintilografia é feita num aparelho SPECT/CT, usado também para tomografias computadorizadas — o que permite ao médico realizar a fusão das imagens geradas nos dois exames, a fim de obter um panorama mais acurado. No caso do diagnóstico de Parkinson, a equipe do hospital usa, além da cintilografia, a tomografia do crânio para analisar a distribuição dos neurônios produtores de dopamina. Alguns planos de saúde têm coberto a cintilografia pedida com esta finalidade, diz Cláudio Tinoco. Quando isso não acontece, o exame custa R$ 2.105.

A equipe do Einstein, agora, estuda como determinar a propensão de uma pessoa a desenvolver a doença, o que poderia levar à criação de estratégias para evitá-la ou, pelo menos, abrandar seus sintomas. Fonte: Extra G1.

21/01/2012

Entrevista Lino Barañao a Miguel Nicolelis


Enviado por MinisterioDeCiencia.ar em 20/01/2012 - El Dr. Miguel Nicolelis, un reconocido neurocientífico brasileño, es entrevistado por el Dr. Lino Barañao, Ministro de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva.

En esta charla el Dr. Nicolelis cuenta cómo se despertó su interés por las tareas científicas en general y por las neurociencias en particular y nos habla del abordaje terapéutico y las nuevas investigaciones en curso para paliar las consecuencias del mal de Parkinson, su especialidad.

Nos confiesa que la filosofía de sus experimentos es la de transformar la ciencia pura y aplicada en agente de transformación social y de yapa nos regala esta idea: "Ser científico es ser pago para ser niño para toda la vida"

Tratar insônia pode reduzir o risco de desenvolver outras doenças, diz estudo

Segundo pesquisadores, doença aumenta chances da pessoa ter depressão, diabetes e hipertensão; cerca de um quarto da população adulta não dorme bem

20 de janeiro de 2012 | A insônia é o distúrbio do sono mais comum que existe e também um dos mais fáceis de ser diagnosticado. Apesar disso, a demora em aceitar o problema e em iniciar um tratamento pode aumentar o risco de desenvolver outras doenças, como a depressão, a diabetes, a hipertensão e até mesmo a morte - no caso de adultos com idade avançada -, diz um novo estudo, publicado na versão online da revista inglesa The Lancet. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Nobel de Medicina augura que en una década se podrá controlar el alzheimer

El Nobel de Medicina de 1991, el alemán Erwin Neher, ha augurado hoy en Salamanca que en el plazo de una década o 15 años se podrán "controlar" enfermedades neurodegenerativas como el alzheimer o el parkinson.

Salamanca, 20 ene.- El Nobel de Medicina de 1991, el alemán Erwin Neher, ha augurado hoy en Salamanca que en el plazo de una década o 15 años se podrán "controlar" enfermedades neurodegenerativas como el alzheimer o el parkinson.

Neher, que ha visitado el Instituto de Neurociencias de Castilla y León (INCYL) de la Universidad de Salamanca, ha considerado en rueda de prensa que "tal y como están desarrolladas las investigaciones en este momento, probablemente a lo largo de la próxima década podremos tratar, controlándolas, las enfermedades neurodegenerativas".

Aunque "básicamente el objetivo es curar, estaríamos contentos con poder controlarlas y hacer que no avancen". ha agregado el prestigioso investigador,

El Nobel de Medicina ha explicado que si se logra controlar estas enfermedades parando la muerte celular "sería suficiente dada la gran capacidad de reorganización y reestructuración que tiene el cerebro".

Unas expectativas de mejora de la vida de los enfermos de alzheimer y parkinson que sin embargo no tienen los afectados por procesos psiquiátricos como la esquizofrenia "ya que en este caso es una enfermedad de todo el cerebro, y no de una sola parte, y aquí va a ser más complicado", ha destacado Neher. (segue...)  Fonte: Noticias La Informacion.es.

20/01/2012

Nutrir o corpo e viver melhor

Alimentos que prolongam a vida e dão saúde ao organismo são fáceis de ter à mesa

19/01/2012 - O segredo da longevidade está ali na horta. Alimentos naturais, fáceis de encontrar na feira, no supermercado ou no hortifruti, promovem milagres à nossa saúde. Descubra o que cada um pode fazer ao corpo humano.

O tomate, fruta que não pode faltar à salada, é rico em licopeno, antioxidante que previne o câncer e impede a formação do mau colesterol. Para completar, recentemente foi descoberto que ele é fonte de ácido ferúlico, que preserva os neurônios da degeneração provocada pelo stress oxidativo. O ácido protege contra os males do Alzheimer, de Parkinson e a demência senil. (segue...) Fonte: BemStar.

Pfizer suspende teste com latrepirdina para tratar Alzheimer

17/01/2012 - O grupo farmacêutico americano Pfizer admitiu nesta terça-feira (17) o fracasso de um tratamento contra o mal de Alzheimer. A pesquisa estava na última etapa de testes, um pouco antes do pedido de autorização para a comercialização do remédio.

O Dimebon (nome científico: latrepirdina) não demonstrou eficácia no tratamento de pacientes com formas leves a moderadas da doença quando administrado em combinação com o Aricept (nome científico: donepezil), informou a Pzifer em um comunicado.

O tratamento estava sendo desenvolvido em associação com a empresa de biotecnologia Medivation.

Pfizer e Medivation anunciaram que vão suspender o desenvolvimento do Dimebon em todas as suas indicações. Fonte: Folha de S.Paulo.

19/01/2012

Células-tronco sofrem mudanças depois de longo tempo em cultura

Alterações podem comprometer condições ideais para aplicações terapêuticas, diz estudo

Capa da edição atual
18 de janeiro de 2012 | Quando são mantidas por longo tempo em cultura, as células-tronco embrionárias humanas apresentam alterações cromossômicas que podem comprometer as condições ideais para aplicações terapêuticas, de acordo com um amplo estudo internacional realizado com participação brasileira.

A pesquisa, que foi capa da edição de dezembro da revista Nature Biotechnology, analisou 125 linhagens de células-tronco embrionárias humanas e 11 linhagens de células-tronco pluripotentes induzidas. O objetivo era identificar possíveis mudanças genéticas em culturas in vitro ao longo do tempo. (...)

O artigo Screening ethnically diverse human embryonic stem cells identifies a chromosome 20 minimal amplicon conferring growth advantage, de Lygia Pereira, Ana Fraga e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Biotechnology em www.nature.com/nbt/journal/v29/n12/full/nbt.2051.html. Fonte: O Estado de S.Paulo.

Más de 230 andaluces tratados en el Virgen de las Nieves de Granada mejoran con cirugía los síntomas del Parkinson

Más de 230 pacientes andaluces con Parkinson han mejorado sus síntomas gracias a la cirugía que el Hospital Universitario Virgen de las Nieves de Granada, referente andaluz para el tratamiento de esta enfermedad neurodegenerativa, ha empleado mediante la técnica de la estimulación cerebral profunda, desde que este procedimiento se puso en marcha en 1995.

18 de enero de 2012 - SEVILLA, 18 (EUROPA PRESS) - Más de 230 pacientes andaluces con Parkinson han mejorado sus síntomas gracias a la cirugía que el Hospital Universitario Virgen de las Nieves de Granada, referente andaluz para el tratamiento de esta enfermedad neurodegenerativa, ha empleado mediante la técnica de la estimulación cerebral profunda, desde que este procedimiento se puso en marcha en 1995.

Este tratamiento quirúrgico, en el que participan un equipo multidisciplinar compuesto principalmente por neurólogos y neurocirujanos, no erradica la patología ni la progresión de la misma, si bien mejora algunos síntomas, como los movimientos involuntarios y la lentitud de los mismos, su rigidez o el temblor, permitiendo así mejorar la calidad de vida.

La cirugía consiste en acceder a determinadas zonas del cerebro que tienen una actividad anómala con el fin de actuar sobre ellas para reducir esta actividad, según recoge el portal web de Salud, consultado por Europa Press. En concreto, se accede a una zona del cerebro denominada núcleo subtalámico donde se implantan uno o dos electrodos, que posteriormente se conectan a un generador de corriente eléctrica que se sitúa debajo de la piel del abdomen(*). (segue...) Fonte: Que.es.

(*)Normalmente o "marca-passo" do dbs é implantado logo abaixo da clavícula. Creio estarem confundindo com o implante do acesso da bomba de infusão do levodopa gel via duodeno.

Enquanto isso no Brasil, o Ministério da Fazenda ignora solenemente o pedido das Associações de Parkinson para isenção de impostos do equipamento para dbs...

18/01/2012

EUA lançam plano contra Alzheimer

Governo americano quer desenvolver meios eficazes de tratar e prevenir o mal até 2025

17 de janeiro de 2012 | O governo americano está elaborando o que está sendo considerado um objetivo ambicioso para a doença de Alzheimer: desenvolver meios eficazes de tratar e prevenir o mal até 2025.

A administração Obama está desenvolvendo o primeiro plano nacional do Alzheimer para encontrar melhores tratamentos e oferecer cuidados aos pacientes.

Um rascunho dos objetivos estabelecidos com prazo para 2025 foi divulgado, mas ele não dá detalhes de como fazer as pesquisas necessárias para atingir a meta. Os tratamentos atuais apenas aliviam temporariamente sintomas, e a busca por melhores terapias tem sido lenta.

Um comitê de especialistas começa um encontro para ajudar o governo a finalizar o plano. Estima-se que 5,4 milhões de americanos tenham a doença ou outras demências.

O plano pretende atacar tanto os aspectos médicos quanto sociais do problema. Entre os objetivos estão melhorar o tempo de diagnóstico e o suporte e o treinamento às famílias. Fonte: O Estado de S.Paulo.
E o plano para Parkinson?

A sus 70 años, Muhammad Ali sigue luchando

EL TRES VECES CAMPEÓN DEL MUNDO EN BOX FESTEJÓ AYER SU CUMPLEAÑOS. LA CELEBRACIÓN SEGUIRÁ EN TRES ESTADOS

Miércoles 18 de Enero del 2012 - Su cuerpo, que fue de acero, está ahora curvado; sus gráciles pies ahora se arrastran; sus brazos temblorosos son sujetados por su mujer y su hija y su voz apenas se escucha: Muhammad Ali, el que para muchos es el mayor boxeador de todos los tiempos, cumplió ayer 70 años “noqueado” por el Parkinson.

Cada aparición pública puede ser la última del que fuera rey del ring, que celebró su cumpleaños en su ciudad natal, Louisville. El sábado se le pudo ver en una gran fiesta en Louisville. Los cerca de 350 invitados, lo recibieron con  con aplausos y con gritos de “Ali, Ali”. (segue...) Fonte: Telegrafo.ec. Leia em português, no Globo Esporte.

Microchips reparam danos cerebrais em ratos

18/01/2012 - Pacientes que sofreram derrames e sofrem de Parkinson podem ser beneficiados com o polêmico experimento que tem como base o implante de microchips em ratos de laboratório. Segundo o Mashable, cientistas afirmaram que os resultados dos experimentos, que buscam corrigir danos cerebrais nos roedores, são animadores.

Segundo o Mashable, os ratos que tiveram microchips implantados no cérebro passaram a apresentar, após as experiências, melhorias nas funções motoras, as quais estavam debilitadas devido a danos cerebrais semelhantes aos danos que um humano com Parkinson apresenta. No teste, os cientistas implantaram eletrodos sob o crânio dos ratos testados. Sem eles, os ratos não apresentavam funções motoras.

Com pesquisa, os cientistas, membros do Departamento de Psicologia da Universidade de Tel Aviv, Israel, esperam poder tratar com mais eficiência os casos de derrame e Parkinson. Pessoas que sofrem desses traumas apresentam danos nos tecidos cerebrais assim como os ratos testados apresentavam. Com a tecnologia, quem sabe, a exemplo dos ratos, os humanos afetados pelas doenças podem vir a ter algumas funções motoras retomadas, de acordo com o Gizmodo. Fonte: Geek.

17/01/2012

Alguns vídeos de recente publicação no YouTube sobre o assunto Parkinson

- Magic of Music for your Brain (http://www.youtube.com/watch?v=Yj8YjivWSgA);

- Parkinson's Trial Shows Good Results / dbs (http://www.youtube.com/watch?v=nUNRD9XcjBc);

- Introducing 'Journal of Parkinson's disease' (http://www.youtube.com/watch?v=2m1vcZKntnc);

- Fomos crianças.Seremos velhos (http://www.youtube.com/watch?v=L3SOPbPvdhE);

- Vó Cleomar, dando Show no teclado, mesmo tendo a doença de Parkinson - Recife - PE (01/2012) (http://www.youtube.com/watch?v=cvNci5ql28U).

Austrália alerta sobre consumo abusivo de energéticos

De acordo com pesquisa feita no país, houve um aumento nos casos de toxicidade, como a overdose, entre jovens que misturam a bebida com álcool, cafeína ou substâncias ilícitas

16 de janeiro de 2012 | Especialistas australianos pediram que as bebidas energéticas incluam avisos sobre danos após detectarem um aumento nos casos de toxicidade entre jovens consumidores.

Uma pesquisa publicada na Revista Médica da Austrália mostra que 65 pessoas entraram em contato com o centro de venenos do estado de Nova Gales do Sul por problemas causados por bebidas energéticas em 2010 - em 2004 foram apenas 12 casos.

A média de idade dessas pessoas era 17 anos, principalmente homens, de acordo com a investigação. A maioria dos casos de overdose reportados aconteceram quando as pessoas ingeriram esse produto em situações recreativas como festas juntamente com bebidas alcoólicas, cafeína ou substâncias ilícitas.

Os sintomas mais comuns foram palpitações, agitação, tremores e moléstias gastrointestinais. Em alguns casos ocorreram alucinações e problemas cardíacos.

O diretor médico do centro de venenos, Naren Gunja, disse que "as pessoas acreditam que as bebidas energéticas são boas pela marca, mas elas podem causar o mesmo problema que 20 xícaras de café", disse a emissora local ABC.

Gunja solicitou mais regulamentação na venda das bebidas e que, por exemplo, fique claro quanta cafeína elas contêm, quantas podem ser compradas de uma só vez e com qual idade pode-se adquiri-las.

Mas o diretor executivo do Conselho Australiano de Bebidas, Geoff Parker, assegurou em comunicado que essas bebidas estão fortemente regulamentadas e que incluem informações sobre quantidade de cafeína.

Parker ressaltou a "responsabilidade pessoal" para não consumir o produto, que é "perfeitamente seguro", em excesso.

No Canadá, as autoridades obrigam os produtores de bebidas energéticas a limitar a quantidade de cafeína em cada lata e incluir no rótulo advertências sobre possíveis efeitos nocivos. Fonte: O Estado de S.Paulo.

El protagonista de 'Volver al Futuro' abrió la conferencia

Michael J. Fox, recordado por su papel en la famosa saga de películas, inauguró el ciclo de charlas Lotusphere con un recuerdo de cómo la tecnología, y sobre todo las redes sociales, lo ayudaron a sobrellevar el mal de Parkinson

16-01-12 | "A los 29, me dieron diez años de expectativa de vida". Con contundencia, el actor Michael J. Fox, más conocido por su papel de Marty McFly en la serie de películas de Volver al Futuro, abrió las conferencias Lotusphere 2012, veinte años después de que le diagnosticaran su enfermedad.

Primero sufrió una depresión. Venía de protagonizar una saga de películas multimillonarias y pasaba a sufrir una enfermedad que hasta el día de hoy es incurable.

"Entonces entré a las salas de chat, donde había otras personas como yo, y me di cuenta de que era parte de una comunidad", explicó, en referencia a las primeras comunidades online que se formaron en la década de 1990.

Allí, una compañera le vaticinó: "Es una oportunidad única". Y realmente lo fue. El actor fundó la asociación Michael J. Fox para la investigación del Parkinson y no sólo logró grandes recaudaciones, sino que también colaboró para que dejase de ser un tabú hablar del tema.

Fox no se queja de la situación que le tocó en suerte. Cada vez que siente la tentación de hacerlo, recuerda un momento que sucedió unos años atrás. Estaba en su hogar, protestando por el temblor de manos característico de su enfermedad. Entonces, en el noticiero, apareció una nota sobre una mujer africana que, por las inundaciones que afectaban a su país, dio a luz a su hijo sobre la copa de un árbol.

"Sólo piensen en esa mujer teniendo al bebé sobre un árbol. Ahora, ¿cuál es su problema?", concluyó. Fonte: Infobae.

O segredo do astronauta / Steve Perry: ex-Journey doa raridades para leilão

14/01/12 | Steve Perry, ex-vocalista da banda Journey, colocou algumas peças de memorabilia da banda em leilão para ajudar na luta contra a doença de Parkinson.

O lance mais alto antes de 14 de janeiro em 01:55 ET levará cópias autografadas pela banda, duas coletâneas em vinil e álbum solo de Perry ‘Street Talk.’

Atualmente a licitação eBay é de até 3.360 dólares. Uma nota no posto diz que 85% da renda será revertida para ajudar a fazer ‘The Astronaut’s Secret’, um documentário de uma hora sobre o astronauta Rich Clifford.

Clifford realizou duas missões no início dos anos 90, antes de ser diagnosticado com doença de Parkinson. Ele, então, obteve liberação de médicos para voar outra missão, e ao mesmo tempo no espaço completou uma missão de seis horas de sucesso.

O vídeo abaixo explica a missão do documentário e partes mais detalhes sobre a vida extraordinária de Clifford. Pode-se também fazer uma doação dedutível no site oficial do do projeto.

Aqui o Link do Web Site ‘The Astronaut’s Secret’ (áudio em inglês), onde se é possível fazer doações e ver o vídeo. Fonte: Whiplash.

16/01/2012

Tratamiento con estimulación cerebral promete mejorar pacientes de Parkinson

16-01-2012 - (EFE).- Un nuevo tratamiento con estimulación cerebral podría mejorar la calidad de vida y ayudar a controlar los síntomas de las personas que padecen de casos avanzados del mal de Parkinson, de acuerdo con un estudio dado a conocer esta semana.

La investigación, llevada a cabo por la Universidad de Florida en conjunto con 14 centros médicos, probó la efectividad y seguridad de un dispositivo que ayuda a mejorar los síntomas a través de la estimulación cerebral profunda (DBS, por su sigla en inglés).

"Este estudio marca una evolución en cuanto a mejoría de tecnología de dispositivos de estimulación cerebral profunda", dijo hoy a Efe Michael S. Okun, principal autor del estudio y director administrativo del Centro de Medicina para los Desórdenes de Movimiento y Neuro-restauración de la Universidad de Florida.

"En mi opinión, en los próximos 5 a 10 años veremos una carrera por construir mejores aparatos para abrir los misterios de las señales neurales del cerebro", añadió.

Okun, que además es director médico de la Fundación Nacional de Parkinson, aseveró que este estudio "da validez al uso de corrientes eléctricas leves hacia ciertas estructuras específicas del cerebro a fin de mejorar la enfermedad de Parkinson en algunos pacientes con síntomas avanzados".

El dispositivo tiene el objetivo de reducir los temblores, mejorar la lentitud en el movimiento, disminuir la discapacidad motora y los movimientos involuntarios relacionados a la enfermedad y los medicamentos utilizados para tratarla.

Los investigadores encontraron que después del tratamiento, los 136 pacientes que participaron en el estudio reportaron períodos más largos de control efectivo de los síntomas.

Entre los pacientes que recibieron la estimulación, este período se extendió por 4,27 horas, comparado con 1,77 horas entre los que no recibieron estímulo, según el informe.

En el estudio únicamente participaron pacientes que han tenido la enfermedad por cinco años o más, a los que se les dio seguimiento durante los 12 meses que siguieron a la cirugía que se les practicó para implantarles el dispositivo.

El dispositivo funciona a través de unos pequeños electrodos implantados en el cerebro conectados al dispositivo que está programado para emitir una corriente eléctrica leve.

De acuerdo con la investigación, los efectos adversos más comunes registrados en comparación con otros estudios sobre DBS fueron infecciones que sufrieron cinco pacientes, Asimismo, algunos participantes también reportaron un aumento en las dificultades con la articulación de las palabras, conocido como disartria.

La Administración de Fármacos y Alimentos (FDA) aprobó en 2002 el uso de DBS para tratar el mal de Parkinson, que afecta a cerca de medio millón de personas anualmente en Estados Unidos, de acuerdo datos del Instituto Nacional de Desórdenes Neurológicos y Derrames Cerebrales citados en el reporte.

La investigación fue patrocinada por la compañía que diseñó el dispositivo, St. Jude Medical Inc., y ha sido publicada esta semana en la versión en línea de The Lancet Neurology Journal.

En la investigación participaron, además de la Universidad de Florida y la Universidad de Pensilvania, centros afiliados a Baylor College of Medicine, Columbia University Medical Center, Lahey Clinic, Loma Linda University Medical Center, Medical College of Wisconsin, Mount Sinai Medical Center, entre otros.

Investigadores han desarrollado una neuroprótesis capaz de eliminar los temblores incontrolados provocados por enfermedades neurodegenerativas como el Parkinson y el Alzheimer.  Fonte: El Vocero Hispanico.es.

15/01/2012

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO CHAT DO AMIGOGAMP!!!






Apartir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
TEMA LIVRE

Samuel, Badu e demais amigos(as) esperam por você

PARA PARTICIPAR

Laboratório faz pesquisa com células-troncos do leite materno

15/01/12 - À primeira vista, pode parecer o cenário de um filme de ficção científica. No entanto, as salas com tanques de congelamento e tubos de ensaio são, na verdade, parte da empresa Cryopraxis, que funciona no Polo de Biotecnologia da Ilha do Fundão.

O laboratório é pioneiro no mundo em pesquisas com células-troncos extraídas do leite materno.

— Já estamos conseguindo fazer a reprodução dessas células em laboratório. Isso representa um grande avanço na nossa pesquisa — afirma Maria Helena Nicola, consultora científica da Cryopaxis.

Segundo a pesquisadora, para um tratamento à base de células-troncos, que são capazes de dar origem a qualquer tipo de tecido do corpo humano, é preciso utilizar uma grande quantidade delas. Por isso é tão importante conseguir um meio de expandi-las artificialmente.

— Com esses avanços, nossa expectativa é que, até 2020, as células-troncos extraídas do leite materno possam ser usadas no tratamento de enfermidades degenerativas como Mal de Alzheimer ou de Parkinson, ou ainda para doenças autoimunes, como esclerose múltipla e diabetes do tipo 1 — diz Maria Helena. — O único material humano no qual elas não podem se transformar é o sangue, que, embora muitos não saibam, também é um tecido. (segue...) Fonte: Extra.

Operación célula dormida sobre la muerte de Fidel Castro

Ante la longevidad y la deteriorada salud del líder de la Revolución Cubana, los medios del mundo esperan ganar la exclusiva de su deceso. El gobierno cubano hizo ya en 2006 un simulacro para enfrentar esa inevitable situación.

domingo 15 de enero de 2012 - (...)

LA FRAGILIDAD DE LA VIDA
(...) Ahora inventaron que tengo Parkinson; dice la CIA que descubrió que yo tenía Parkinson. Bueno, no importa. El papa Juan Pablo lo tenía y estuvo un montón de años recorriendo el mundo”. (segue...) Fonte: M Semanal.
O que tem Fidel, só o tempo dirá.

DALVA E O BOTOX

A propósito de comentário no post de 13-01-2012, "El caso de los drogadictos que ayudó a comprender el Parkinson.", email recebido de Badu:

Há dois anos tenho distonia no músculo esterno cleido mastoideo, no pescoço..

O que é distonia?

Distonia é o termo usado para descrever um grupo de doenças caracterizado por espasmos musculares involuntários que produzem movimentos e posturas anormais. Esses espasmos podem afetar uma pequena parte do corpo como os olhos, pescoço ...

Por indicação da minha neurologista e após um várias perícias e muita paciencia a Unimed autorizou a injeção da toxína botulínica, o Botox.

A toxina botulínica tipo A é uma neurotoxina que causa uma desnervação química na junção neuromuscular. A injeção da toxina botulínica é um procedimento que oferece uma terapia eficaz no controle dos espasmos musculares.

Os efeitos colaterais decorrentes da injeção da toxina botulínica são passageiros. Ptose palpebral é a complicação mais comum. Outras alterações são a ceratite, lacrimejamento, olho seco, diplopia, edema palpebral, piscar incompleto, lagoftalmo, quemose, entrópio ou ectrópio, dor local, embaçamento visual e parestesia facial. Quanto mais distante os locais de injeções da margem palpebral, menor o risco de efeito colateral e menor o tempo de ação da toxina botulínica.
Fizemos as injeções (seis, diretamente no músculo do pescoço) há uma semana e os resultados até agora tem se mostrado bastante positivos..consigo virar melhor a cabeça, os espasmos desapareceram e o músculo está mais "solto", menos repuxado".

Pesquisador dos EUA frauda estudos sobre composto da uva

Dipak K. Das estudava a relação entre envelhecimento e o resveratrol, uma substância presente no vinho; entre as descobertas, estava que 'a polpa da uva é saudável para o coração e a pele'

13 de janeiro de 2012 | Um pesquisador da Universidade de Connecticut que estudava a relação entre envelhecimento e uma substância presente no vinho falsificou mais de 100 dados, o que coloca em dúvida grande parte do trabalho produzido.

Dipak K. Das, que dirigia o centro de pesquisa cardiovascular da universidade estudava os efeitos do resveratrol, componente considerado um meio de retardar o envelhecimento ou de permanecer saudável à medida que se envelhece. Entre suas descobertas, de acordo com um trabalho da Universidade de Connecticut em 2007, estava que "a polpa da uva é saudável para o coração quanto a pele, embora as propriedades antioxidantes sejam diferentes".

"Nós temos a responsabilidade de corrigir os dados científicos e informar os pesquisadores", diz Philip Austin, o vice-presidente interino da universidade para questões de saúde.

A universidade diz que uma denúncia anônima levou a uma investigação que começou em 2008. Um relatório de 60 mil páginas - cujo resumo está disponível no endereço bit.ly/xkyS4A -- resultou em 145 episódios de fabricação e falsificação de dados. Outros membros do laboratório do pesquisador podem estar envolvidos, e estão sendo investigados.

A Universidade recusou aceitar uma premiação pelos trabalhos e alertou 11 periódicos que publicaram os trabalhos do pesquisador. Entre os jornais, estão o Antioxidants & Redox Signalin e o Journal of Agriculture and Food Chemistry.

Embora vários cientistas tenham sido céticos sobre várias reivindicações sobre o resveratrol, ele ganhou muito interesse comercial. O laboratório GlaxoSmithKline comprou Sirtris, uma companhia que trabalhava no composto em 2008 por U$ 720 milhões de dólares, mas interrompeu o trabalho sobre uma droga que imitava a atividade do composto por resultados desapontadores.

Uma empresa de Las Vegas, chamada Longevinex, promovia a pesquisa de Das, e ele aparecia em um vídeo falando do nutriente como a próxima aspirina.

Das também dividiu uma patente em 2002 sobre o uso de outro composto da uva, chamado proantocianidina para prevenir e tratar condições cardíacas.

Outros cientistas citaram o trabalho de Das, citando 30 de seus artigos  mais de 100 vezes cada, de acordo com a Thomson Scientific's Web of Knowledge. No ano passado, ele ganhou um prêmio da Associação Internacional dos Cardiologistas.

Mas pesquisadores dizem que o impacto da fraude deve ser pequeno no campo de pesquisa. "Há muitos pesquisadores trabalhando no resveratrol", diz Nir Barzilai, do Albert Einstein College of Medicine. "Isso não significa que sabemos tudo. Mas Roma não foi construída sobre o dr. Das", diz.

Das, que não foi encontrado para comentar o caso, disse em uma carta à universidade em 2010 que a investigação era uma "conspiração" contra ele. O trabalho foi "repetido por muitos cientistas no mundo todo", escreveu.

"Como vocês sabem, devido ao tremendo estresse em meu ambiente de trabalho nos últimos meses eu fui vítima de um derrame e estou sendo submetido a tratamento", escreveu em carta separada. Fonte: O Estado de S.Paulo.

13/01/2012

ANS e Anvisa entram em choque sobre troca de implantes de silicone

Órgãos reguladores divergem sobre quem arcará com o custo das novas próteses
12 de janeiro de 2012 | BRASÍLIA - Principais órgãos reguladores da saúde pública no Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entraram em choque nesta quinta-feira, 12, sobre a troca de implantes de silicone. Pressionada pelo Ministério da Saúde, a ANS teve de voltar atrás e rever as orientações sobre a assistência que planos têm de oferecer para troca de implantes PIP e Rofil. No fim da manhã, a agência informou que planos estariam obrigados a garantir tratamento para complicações de cirurgias estéticas, mas os custos da nova prótese ficariam por conta das pacientes.

A recomendação contrariava a garantia dada pelo presidente da Anvisa Dirceu Barbano, que, na quarta-feira, afirmou que todas as mulheres, independentemente da natureza da cirurgia, teriam direito à troca, desde que a ruptura da prótese fosse constatada. Depois de um telefonema do Ministério da Saúde, veio a mudança: o pagamento da prótese deverá ser discutido numa reunião entre as duas agências e representantes da Pasta, marcada para sexta-feira, em Brasília. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.


Enquanto em nosso país sobra dinheiro (vide os desvios e desperdícios), falta para o atendimento básico de saúde à população. O assunto, dentre outros, dá pano p'rá muitas mangas, senão vejamos:
- O presidente da Anvisa deve ser homofóbico, pois está discriminando os gays, transexuais, transgêneros, ... (ou gls's);
- Qual procedimento a adotar se o silicone rompeu num ser não mulher?;
- Se rompeu na "mulher melancia"?
- Na "piriguete" do empresário biliordário?
- Porque não fornecem Sifrol para as PcP's?;
- Porque quando precisa implantar dbs tem que acionar o plano de saúde na justiça?
- Idem p'rá trocar a bateria quando esta termina?;
- Porque para quem ganha + de 1 salário mínimo não há aumento?

El caso de los drogadictos que ayudó a comprender el Parkinson

12 de enero, 2012 - En ocasiones la ciencia avanza movida por la casualidad. Los casos de Barry Kidston y el de otros siete heroinómanos conocido como el de los adictos paralizados (The Case of the Frozen Addicts) ayudaron al descubrimiento del MPTP, una sustancia que ha permitido grandes avances en la lucha contra la enfermedad de Parkinson.

Barry Kidston, químico de 23 años, era adicto a las drogas. Usando sus conocimientos, sintetizó MPPP, un opiáceo similar a la heroína. En 1976, después de varios meses de administración intravenosa, en una urgencia, elaboró de nuevo el compuesto, pero acortó el método y algo salió mal. Tras varios días de consumo, ingresó en urgencias. Manifestaba mutismo, rigidez severa, debilidad, temblores, cara inexpresiva y sensibilidad alterada.

El equipo médico observó que los síntomas eran equivalentes a los que se producen en la enfermedad de Parkinson y le administró L-Dopa, medicación habitual en el Parkinson. Kidston mejoró parcialmente. Con el tiempo desarrolló tolerancia a la L-Dopa, manifestaba lentitud de pensamiento, se deprimió y siguió consumiendo drogas. 18 meses después murió víctima de una sobredosis de cocaína. La autopsia reveló una destrucción masiva de las neuronas de la sustancia nigra que usan la dopamina como neurotransmisor. El análisis de los restos de la dosis defectuosa revelaron la existencia de MPPP (el opiaceo deseado) junto con otras sustancias sin determinar claramente. Una inyección de la dosis en ratas produjo una parálisis parcial pero el equipo no fue capaz de reproducir los resultados completos (posteriormente se demostró que las ratas son resistentes al compuesto tóxico). Se publicó un estudio y el caso se olvidó.

En 1817 el británico James Parkinson, publicó el famoso ensayo “La parálisis temblorosa” (The Shaking Palsy) en el que describía la vida de seis pacientes con agitación constante, rigidez y lentitud de movimientos. Más tarde, el neurólogo francés Charcot la denominó como Enfermedad de Parkinson. Afecta al 1% de la población mundial con mayor prevalencia en las personas mayores. (...)

El caso de los adictos paralizados
En 1982 un joven ingresó en un hospital de California en estado de parálisis. Poco después lo hizo su novia y en distintos hospitales otros tres jóvenes. Eran incapaces de hablar, pero uno de ellos podía mover la mano. El equipo liderado por William Langston le dio un papel y un lápiz y el joven escribió “heroína”. Langston habló por TV alertando de una partida tóxica de heroína y dos nuevos casos aparecieron así como el vendedor de la droga que manifestó que era sintética. Investigaron la droga y resultó no ser heroína sino MPPP. Pero el MPPP no es tóxico de modo que no era el responsable del desastre. Alguien en el equipo recordó el caso de Barry Kidston y cotejaron ambas drogas. El análisis reveló una sustancia nueva MPTP, un subproducto indeseado de la síntesis de MPPP.

El descubrimiento del MPTP ha supuesto un enorme avance en la lucha contra el Parkinson. De un lado demuestra que no es obligatoriamente hereditario sino que puede ser producido por agentes externos. Administrado en primates ha revelado que destruye la sustancia nigra como reveló la autopsia de Barry Kidston y ha resultado ser un excelente modelo animal para la investigación de fármacos contra la enfermedad. Langston escribió el libro The Case of the Frozen Addict y ha dedicado su vida al estudio del Parkinson. (segue...) Fonte: Alt 1040.es.