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terça-feira, 24 de março de 2015

Devemos tomar medidas para prevenir o contágio pelas doenças de Alzheimer e de Parkinson? (post-mortem)

March 23, 2015 | Uma das mais intrigantes novas áreas de pesquisa em neurociência tem a ver com a descoberta de que as proteínas envolvidas com a doença de Alzheimer, Parkinson e outras doenças neurodegenerativas podem se contorcer na forma errada. As moléculas disformes podem se espalhar por todo o cérebro de forma semelhante às doenças do prion mais notório que é variante da doença de Creutzfeldt-Jakob, mais conhecida como Mad Cow.

Proteínas mal posicionadas podem conduzir a uma acumulação celular disforme que faz com que, em seguida, haja danos no interior ou fora das células. Se o processo de enrolamento incorreto observado na doença de Alzheimer e de Parkinson é semelhante à das vacas loucas, a próxima questão é se estas proteínas deformadas são transmissíveis de um organismo para outro.

No mês passado, um artigo na Acta Neuropathologica Communications, de pesquisadores do Centro de ameaças biológicas e Patógenos Especiais do Instituto Robert Koch, em Berlim, levantou questões sobre se os instrumentos médicos precisam ser descontaminados se entrarem em contato com tecidos post-mortem do cérebro de pacientes de Parkinson ou doença de Alzheimer.

O argumento para pôr em prática tal profilaxia está enraizada em estudos de laboratório que mostram que a injeção de depósitos destas proteínas em um cérebro animal pode iniciar um processo de "seeding", em que uma proteína faz com que outra se distorça (n. do t.: misfold). "Se esses efeitos prejudiciais podem também ser causados por partículas de proteína transmitidas em seres humanos que expressam a alfa-sinucleína mutantes ou normais, A-beta ou tau ainda são desconhecidos," diz o artigo. Mas, então, continua: ". ... A capacidade de descontaminar instrumentos médicos de agregados A-beta, tau e alfa-sinucleína podem adicionar à potencial segurança do paciente"

O artigo descreve a pesquisa anterior que desenvolveu procedimentos para a descontaminação de instrumentos médicos que continham resíduos de variante da doença de Creutzfeldt-Jakob. Ele descobriu que eles pareciam funcionar para as proteínas envolvidas em doenças neurodegenerativas também. "Quando avaliamos a atividade dos procedimentos de reprocessamento eficazes dos prions contra a beta-amilóide, tau e alfa-sinucleína, descobrimos que estes foram simultaneamente reduzidos em até 100 vezes, e abaixo do limiar de detecção, por formulações alcalinas aplicadas em RT [quarto temperatura] tal como NaOH 1 M [um mole de hidróxido de sódio] ... "

Em face disso, as perguntas sobre a transmissibilidade pode provocar baixo nível de hipocondria. Mas instrumentos de laboratório contaminados não estão prestes a tornarem-se a próxima crise Ebola. A maioria das pessoas não tem muitas chances para brincar com amostras do cérebro e até mesmo entrar em contato com esses tecidos em laboratório e realmente não foi mostrado por representar uma ameaça.

Lary C. Walker, da Universidade Emory, que escreveu um ótimo artigo para Scientific American em 2013 sobre a natureza de natureza prion de proteínas deformadas envolvidas na doença de Parkinson e de Alzheimer, enviou-me um e-mail sobre a pesquisa olhando para as perspectivas de contaminação:

A transmissão da doença de Alzheimer, tauopatia, ou sinucleinopatia por instrumentos cirúrgicos contaminados parece improvável atualmente, com base em elementos de prova existentes. Mesmo a transmissão da doença de prion [variante de Creutzfeldt-Jakob, por exemplo] através de instrumentos contaminados é bastante rara (quatro casos conhecidos) e com a introdução de procedimentos de descontaminação mais rigorosos, a transmissão iatrogênica [transmissão em um laboratório] parece ter cessado.

"O grupo Penn avaliou o risco da doença de Alzheimer e de Parkinson em pessoas que tinham sido tratados mais cedo na vida com injeções periféricas do hormonio de crescimento que tinham sido preparados a partir de glândula pituitária humanos. Um número significativo destes pacientes mais tarde desenvolveu doença de prion. No entanto, para aqueles que estão agora a chegar à velhice, não há aumento detectável de risco para a doença de Alzheimer ou Parkinson (pelo menos até agora).

Dito isto, uma lição a partir de estudos de infectividade com prion é que extremamente pequenas doses de prions infecciosos podem induzir a doença quando são entregues diretamente para o cérebro (doses muito maiores são necessárias quando administrados perifericamente para o SNC). Por esta razão, é prudente garantir que os instrumentos neurocirúrgicos sejam o mais limpos possíveis. Thomzig e colegas indicam que os protocolos de descontaminação que são eficazes contra prions também destruem Ap, tau, e sementes de α-sinucleína. Na minha opinião, a descontaminação rigorosa deve ser padrão para todos os instrumentos que são re-utilizados em procedimentos neurocirúrgicos, mesmo que apenas para minimizar o risco de transmissão de prions.

Pânico não é a ordem do dia. A observação de que as grandes doenças neurodegenerativas apresentam propriedades do tipo prion não é apenas uma nova linha fascinante de pesquisa. Ela também pode dar novas pistas para como tratar essas doenças, encontrando formas de travar a cadeia patológica de eventos em que uma proteína faz com que outra dobre a forma. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Scientific American.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sintoma de contaminação por metal pesados pode demorar décadas

05/04/2013 - Moradores de áreas contaminadas por metais pesados podem levar décadas para apresentar sintomas de doenças e precisam ser acompanhados por longos prazos.

Segundo o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia, a exposição a essas substâncias pode causar desde confusão mental até danos no sistema nervoso.

Além disso, diz, a exposição pode deflagrar doenças as quais os moradores já seriam normalmente suscetíveis, como mal de Parkinson e Alzheimer.

As crianças sofrem mais que os adultos. "Elas têm o sistema nervoso central ainda em desenvolvimento, mais vulnerável. Um bebê corre mais riscos que um idoso", afirma.

De acordo com ele, não há o que fazer agora, a não ser deixar a área e acompanhar caso a caso.

"As pessoas já foram expostas. Precisam é de um acompanhamento por décadas e décadas", diz. Fonte: Folha de S.Paulo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Enfermos por contaminación

Afecciones pulmonares y al corazón son enfermedades comunes relacionadas a la contaminación atmosférica. Actualmente estudios la han relacionado a trastornos cerebrales, aunque no han sido confirmados por la comunidad científica.


Domingo 6 de noviembre 2011 - Recientes estudios estadounidenses ligan la contaminación atmosférica a enfermedades cerebrales como el Alzheimer y el Parkinson. El Departamento de Neurociencia de la Universidad de Ohio realizó un estudio con roedores expuestos a partículas contaminantes y concluyó que podrían afectar al cerebro, especialmente las zonas concernientes al aprendizaje y la memoria.

La investigación, realizada en conjunto con la Universidad de California, fue difundida en diversos medios internacionales y nacionales. En un diario nacional, la autora del estudio, Laura Fonken, dijo que “los resultados sugieren que la exposición prolongada al aire contaminado puede tener efectos visibles y negativos en el cerebro”.

La neuróloga del hospital Salvador, María Consuelo Burgos, afirma que, si bien los factores de riesgo medioambientales podrían asociarse a las enfermedades neurológicas, no hay estudios que confirmen que dichos riesgos puedan producir daños de forma aislada.

Archibaldo Donoso es neurólogo jefe del Departamento de Neurocirugía del Hospital Clínico de la Universidad de Chile y miembro fundador de la Corporación Alzheimer Chile, y refuta que exista relación directa entre la contaminación atmosférica y esta enfermedad.

“Si uno estudia las causas probables de la enfermedad del Alzheimer, se han descubierto una serie de factores, como factores inmunológicos, del efecto del beta amiloide, de la proteína tau, etcétera, pero los tóxicos ambientales no parecen tener importancia”, declara Donoso.

“Sin embargo, si pueden existir problemas cerebrales asociados a la contaminación”, aclara el doctor, “hay una serie de productos químicos, como el plomo, el manganeso o el arsénico que pueden provocar daño cerebral, pero se trata de una afección tóxica distinta a las enfermedades del Parkinson o el Alzheimer”.

Una de estas afecciones tóxicas fue la llamada locura mangánica hace media década atrás, producida por la exposición directa de los obreros con el manganeso en dichas minas en el norte, principalmente en la región de Coquimbo. Las malas condiciones higiénicas de las minas de manganeso provocaron en los obreros síntomas como parkinsonismo, pérdida de agilidad, de memoria y una serie de síntomas asociados al delirio. Sin embargo, de “la locura mangánica”, existen actualmente pocos antecedentes en la prensa y en la literatura nacional.  (segue...) Fonte: Radio UChile.cl.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

DESPUÉS DE ANUNCIAR SUSPENSIÓN DE CAZA COSTERA, PESCADORES DE TAIJI MATAN DECENAS DE DELFINES (Japón)
A pesar de encontrarse en una de las crisis económicas, ambientales y sociales más graves en su historia, el Gobierno Japonés continúa obstinado en mantener viva la caza de ballenas y delfines.
09-05-2011. A sólo un día que distintas agencias informativas notificaran que los pescadores de la ciudad de Taiji, conocida mundialmente por el documental The Cove, suspenderían la caza de ballenas durante la presente temporada, decenas dedelfines calderones (conocidos también como ballenas piloto) fueron brutalmente asesinados durante la madrugada del jueves.

A estas matanzas se suma la reciente reanudación de la denominada “caza científica” de ballenas en el Pacífico Norte el pasado 25 de abril, la cual contempla la captura de 60 ballenas minke en una zona donde coexisten dos poblaciones genéticamente distintas, una de las cuales se encuentra en peligro de extinción.

Las matanzas de ballenas, subsidiadas por el gobierno japonés, se realizan a pesar de la grave crisis económica, ambiental y social por la cual atraviesa el pueblo nipón tras el terremoto y tsunami que destruyó gran parte del país, y en momentos que el almacenaje de carne de ballena alcanza la histórica cifra record de seis mil toneladas. Este último hecho evidencia la escasa demanda del producto de parte de los consumidores japoneses y la nula necesidad de continuar con este tipo de matanzas que afectan negativamente la imagen internacional de Japón.

Por su parte la matanza de delfines calderones en Taiji se realiza a pesar que esta semana salió a la luz pública los resultados de un estudio científico que revela que los individuos de esta especie en el hemisferio norte contienen una pesada carga de contaminantes industriales que pueden tener graves impactos sobre la salud humana de quienes los consumen a corto y largo plazo. El estudio realizado por el médico, When Pal Weihe, evidenció que el consumo de carne y grasa de delfines calderón que son capturados anualmente en Islas Faroe impacta negativamente el sistema inmunológico, especialmente en los niños. También aumenta las probabilidades de desarrollar enfermedad de Parkinson, diabetes, hipertensión y endurecimiento de las arterias.

A estos resultados se suman diversos estudios realizados por médicos japoneses durante los últimos años que alertan que el consumo de cetáceos capturados en Japón para el consumo humano constituye una amenaza para la salud de la población. Fonte: Cetaceos y Faunamarina.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Este pez tiene mercurio (y usted)
La contaminación del pescado cuestiona la recomendación de consumo regular -Compuestos cotidianos afectan al desarrollo cognitivo o al sistema reproductor
19/12/2010 - "De todos los animales, el que tiene ahora más contaminantes en el cuerpo eres tú", dice Nicolás Olea, de la Universidad de Granada, uno de los pioneros en España en investigar presencia de contaminantes en el organismo. La afirmación suena efectista, pero el mensaje está claro: durante nuestra larga vida los humanos acumulamos compuestos químicos persistentes que aderezan nuestra dieta, contaminantes que nuestra propia actividad industrial ha generado. Y ahí se quedan, en un organismo que no los sabe eliminar. Es más, han entrado en la especie humana para quedarse. Las madres los transmiten a través de la placenta y de la leche materna, así que los bebés los incorporan de serie. ¿Qué efecto tienen? Hay cada vez más evidencias de que muchos inciden desde en el desarrollo cognitivo hasta en la fertilidad, incluso a dosis bajas. (...)

"No sabemos qué pasará, pero los datos están ahí", dice Olea. "La exposición es real. Los tóxicos están en la sangre y en la placenta, se excretan en la leche materna. Las madres los pasan a sus hijos. Tenemos en el cuerpo compuestos que nunca antes habíamos tenido", dice Olea.

Los epidemiólogos, por lo pronto, investigan la relación entre exposición a contaminantes y enfermedades como cáncer, diabetes, endometriosis, infertilidad, malformaciones genitourinarias, depresión inmunológica, asma, Alzhéimer y Parkinson.

Para este tipo de trabajo suponen un tesoro los bancos de tejidos y datos como el que tiene el grupo de Olea en Granada: 6.000 placentas de madres de toda España obtenidas hace una década, con información de seguimiento, durante ese tiempo, del par madre-hijo correspondiente. Esto permite investigar, por ejemplo, la relación entre contaminantes en la placenta y desarrollo. Uno de los últimos trabajos científicos publicados, en septiembre, indica que una mayor concentración de compuestos clorados podría afectar negativamente a la función cognitiva, y recomienda más estudios. (segue...) Fonte: El Pais.es.