March 29, 2015 - Em janeiro nós dissemos-lhe que a Food and Drug Administration dos EUA aprovou uma formulação de liberação prolongada de levodopa / carbidopa. A droga, Rytary, em breve estará disponível para os médicos a prescrevem.
O que pode ser chocante com os doentes que tentam este novo medicamento é o número de cápsulas em cada dose, mesmo que haja menos doses por dia, com Rytary.
Por exemplo, se alguém estava tomando um comprimido Sinemet cinco vezes por dia (cinco no total), eles podem precisar de três comprimidos de Rytary três vezes por dia (nove no total) para o mesmo efeito.
Isso porque o efeito do Rytary abrange de 4 a 5 horas. Você precisa de mais drogas para cobrir essa janela. No entanto, o risco de discinesia é inferior devido a biodisponibilidade do medicamento. Ela libera lentamente ao longo do tempo para que seus níveis não se elevem até onde eles possam causar muito movimento discinético.
É complicado, nós sabemos. Se você tiver dúvidas, fale com o seu médico para saber mais e para elaborar um regime de tratamento com o qual você se sinta confortável. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Michael J Fox.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Novas informações sobre Sinemet
O fim da Levodopa Fobia: Novo estudo mostra que Sinemet é uma terapia inicial segura para o tratamento da Doença de Parkinson
04/08/2014 - Você pode descobrir mais sobre o Diretor Médico Nacional do NPF, Dr. Michael S. Okun, e também visitar o Centro de Excelência da NPF, University of Florida Center for Movement Disorders & Neurorestoration. Dr. Okun é também o autor do best seller da Amazon “10 segredos para uma vida mais feliz com Parkinson”.
Em novembro de 2011, escreveu sobre um fenômeno importante chamado de fobia da levodopa, ou evitação de dopamina como um tratamento para a doença de Parkinson. Muitos pacientes com doença de Parkinson e seus familiares foram desnecessariamente alarmados com os contínuos relatos que Sinemet e / ou Madopar (marca de levodopa na Europa) (n. do t.: Prolopa no Brasil) podem acelerar a progressão da doença, e que as doses e intervalos das drogas deve ser limitado. Estes relatórios foram, infelizmente, alimentados por evidência humana esparsa. Os pacientes precisam estar cientes de que as terapias de reposição de dopamina, com Sinemet e Madopar continuam a ser as mais simples e eficazes, e único tratamento mais importante para a doença de Parkinson no mundo todo. A coluna deste mês "O que é quente" irá atualizar a coluna anterior de 2011, e se concentrar em novos dados publicados no Lancet este mês pelo PD MED Collaborative Group.
Neurology publicou anteriormente um artigo em 2011 citando que não havia provas importantes de que a terapia de reposição de dopamina não era tóxica e não acelerava a progressão da doença. Parkkinen e colegas do Queen Square, em Londres examinaram a patologia em 96 cérebros post-mortem da doença de Parkinson, e compararam o tecido com informação clínica, incluindo o uso de levodopa. O estudo concluiu que na condição humana "uso crônico de L-dopa não aumentava a progressão da patologia de Parkinson."
Em um editorial de acompanhamento, dois neurologistas proeminentes no campo apontaram que "permanecem preocupações persistentes sobre se levodopa é tóxica para os neurônios de dopamina e acelera o processo degenerativo." A ciência citada para apoiar estas alegações incluiu a levodopa passando por auto-oxidação, e formação de espécies reativas a oxigênio e protofibrilas tóxicas. Além disso, a ciência inclui um experimento clássico que mostrou que quando a levodopa foi misturada com as células do cérebro colocados em um prato, não havia toxicidade. A pesquisa, no entanto, foi insuficiente para demonstrar a toxicidade do fármaco, sob a forma humana da doença de Parkinson. Já existem amplos níveis de evidências de vários estudos em muitos países (incluindo mais recentemente o estudo ELLDOPA) de que a levodopa é extremamente benéfica para o paciente humano, e que levodopa tem um efeito positivo sobre o curso da doença. O Sinemet foi recentemente relatado como a droga mais comumente administrado entre 7000 + pacientes que estão sendo seguidos longitudinalmente no estudo National Parkinson Foundation Quality Improvement Initiative. Profissionais especializados relataram nesta base de dados que foi utilizada a levodopa mais do que qualquer outra droga - incluindo agonistas dopaminérgicos, e eles usaram levodopa mais (não menos) assim como duração da doença aumentou. (n. do t.: aumento da sobrevida com a doença) (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Health Unlocked.
Na prática é assim: "Não tem tu, vai tu mesmo! Ruim contigo, pior sem tigo! Se ficá o bicho come, se correr o bicho pega!"
sábado, 26 de julho de 2014
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Faltas pontuais do Sinemet devem-se a abastecimento desadequado das farmácias
19 Set, 2012 - Os inspetores do Infarmed concluíram que a falta pontual do Sinemet (para a doença de Parkinson) não está relacionada com atos ilícitos, mas com um abastecimento das farmácias desadequado, uma vez que a procura aumentou. (segue...) Fonte: RTP.pt.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Doentes queixam-se de falta de medicamento para a doença de Parkinson / Portugal
14/09/2012 - Doentes e familiares de pessoas com a doença de Parkinson denunciaram esta quinta-feira que o medicamento Sinemet® continua a faltar no mercado, apontando semanas de espera e deslocações a dezenas de farmácias para tentar comprar o fármaco, avança a agência Lusa.
O presidente do Infarmed justificou em Maio a falta do medicamento para doentes de Parkinson nas farmácias com o aumento de procura por parte dos utentes, alegando que, em Abril, houve o maior abastecimento deste fármaco dos últimos meses.
Afastando a hipótese de exportação paralela, Jorge Torgal citou os números referentes ao volume de abastecimento das farmácias com esse fármaco nos últimos meses, revelando uma média mensal de 40 mil embalagens.
No entanto, depois de, na altura, terem sido dadas garantias pelo laboratório que produz o Sinemet® (Levodopa + Carbidopa) – Merck – de que a situação seria resolvida num curto espaço de tempo, o presidente da Sociedade Portuguesa das Doenças do Movimento (SPDMov), o médico Joaquim Ferreira, veio agora alertar para o facto de o problema se manter.
“O problema mantém-se, e, na nossa opinião, é um problema com grande gravidade. Neste momento os doentes têm de percorrer 10 ou 20 farmácias para que tenham acesso ao medicamento. É um medicamento vital, se os doentes não o tomarem têm consequências graves para o seu estado de saúde”, disse à Lusa Joaquim Ferreira.
De acordo com o médico, e apesar de em contactos recentes ter recebido a confirmação, por parte do laboratório, de que o medicamento está a ser disponibilizado, os relatos que lhe chegam dos doentes são de dificuldade na aquisição do Sinemet®, com muitos que vivem em pequenas aldeias a não conseguirem assegurar deslocações a farmácias onde o medicamento possa estar disponível.
Nalguns casos, afirmou o médico, verificou-se mesmo a paragem da medicação. (segue...) Fonte: RCM Pharma.pt.
O presidente do Infarmed justificou em Maio a falta do medicamento para doentes de Parkinson nas farmácias com o aumento de procura por parte dos utentes, alegando que, em Abril, houve o maior abastecimento deste fármaco dos últimos meses.
Afastando a hipótese de exportação paralela, Jorge Torgal citou os números referentes ao volume de abastecimento das farmácias com esse fármaco nos últimos meses, revelando uma média mensal de 40 mil embalagens.
No entanto, depois de, na altura, terem sido dadas garantias pelo laboratório que produz o Sinemet® (Levodopa + Carbidopa) – Merck – de que a situação seria resolvida num curto espaço de tempo, o presidente da Sociedade Portuguesa das Doenças do Movimento (SPDMov), o médico Joaquim Ferreira, veio agora alertar para o facto de o problema se manter.
“O problema mantém-se, e, na nossa opinião, é um problema com grande gravidade. Neste momento os doentes têm de percorrer 10 ou 20 farmácias para que tenham acesso ao medicamento. É um medicamento vital, se os doentes não o tomarem têm consequências graves para o seu estado de saúde”, disse à Lusa Joaquim Ferreira.
De acordo com o médico, e apesar de em contactos recentes ter recebido a confirmação, por parte do laboratório, de que o medicamento está a ser disponibilizado, os relatos que lhe chegam dos doentes são de dificuldade na aquisição do Sinemet®, com muitos que vivem em pequenas aldeias a não conseguirem assegurar deslocações a farmácias onde o medicamento possa estar disponível.
Nalguns casos, afirmou o médico, verificou-se mesmo a paragem da medicação. (segue...) Fonte: RCM Pharma.pt.
sábado, 23 de junho de 2012
Remédios desviados das farmácias / Portugal
sábado, 23 de Junho de 2012 - Doentes com asma, diabetes e Parkinson não conseguem comprar medicamentos, que estão a ser exportados para países com preços mais elevados. Ministro prepara razia na direcção do Infarmed, que devia fiscalizar. (...)
A situação está a tornar-se cada vez mais grave: diabéticos, asmáticos, doentes com Parkinson e casais inférteis, entre muitos outros, não conseguem comprar os remédios para os seus tratamentos nas farmácias, porque não estão disponíveis. (...)
Sinemet pode estar a ser usado como droga
A mudança no instituto surge numa altura em que no mercado há falhas graves. Devido à diminuição dos preços dos remédios e das margens de lucro dos armazenistas, os farmacêuticos e os laboratórios estarão a usar vários estratagemas.
Os armazenistas são acusados de fazerem exportação paralela, especialmente para os países do Norte da Europa, onde os medicamentos conseguem ser vendidos a preços mais elevados. E alguns laboratórios estarão a deixar de comercializar os remédios mais baratos.
Uma das situações mais preocupantes, que está sob investigação no Infarmed, é a falta de um dos remédios mais usados para a Parkinson – o Sinemet. O laboratório que o produz, a Merck Sharp & Dohme (MSD) garante que colocou no mercado mais 20% de embalagens do que em 2011.
E apesar de admitir que nos primeiros meses deste ano (sobretudo em Janeiro) houve um problema com o fornecimento do produto, o laboratório explica que a situação foi regularizada, tendo colocado no mercado mais de 100 mil embalagens. Fonte da empresa adiantou ao SOL que não faz qualquer sentido este medicamento ser alvo de exportação paralela por parte dos armazenistas, uma vez que custa apenas 6,79 euros e a margem de lucro é pouco aliciante.
Segundo fontes ligadas ao processo, em cima da mesa está a hipótese de o Sinemet estar a ser desviado para o mercado de drogas alucionogéneas.
«O Infarmed tem de investigar e bastava conferir no centro de facturação do Estado o número de vendas que foram feitas», explica ao SOL fonte do sector, lembrando que, além disso, todos os meses os laboratórios têm de pagar àquele organismo uma taxa de 0,4% do preço de venda ao público por cada embalagem comercializada. «Por isso, eles têm os dados todos para saber o que se passa». Fonte: Sol.pt.
A situação está a tornar-se cada vez mais grave: diabéticos, asmáticos, doentes com Parkinson e casais inférteis, entre muitos outros, não conseguem comprar os remédios para os seus tratamentos nas farmácias, porque não estão disponíveis. (...)
Sinemet pode estar a ser usado como droga
A mudança no instituto surge numa altura em que no mercado há falhas graves. Devido à diminuição dos preços dos remédios e das margens de lucro dos armazenistas, os farmacêuticos e os laboratórios estarão a usar vários estratagemas.
Os armazenistas são acusados de fazerem exportação paralela, especialmente para os países do Norte da Europa, onde os medicamentos conseguem ser vendidos a preços mais elevados. E alguns laboratórios estarão a deixar de comercializar os remédios mais baratos.
Uma das situações mais preocupantes, que está sob investigação no Infarmed, é a falta de um dos remédios mais usados para a Parkinson – o Sinemet. O laboratório que o produz, a Merck Sharp & Dohme (MSD) garante que colocou no mercado mais 20% de embalagens do que em 2011.
E apesar de admitir que nos primeiros meses deste ano (sobretudo em Janeiro) houve um problema com o fornecimento do produto, o laboratório explica que a situação foi regularizada, tendo colocado no mercado mais de 100 mil embalagens. Fonte da empresa adiantou ao SOL que não faz qualquer sentido este medicamento ser alvo de exportação paralela por parte dos armazenistas, uma vez que custa apenas 6,79 euros e a margem de lucro é pouco aliciante.
Segundo fontes ligadas ao processo, em cima da mesa está a hipótese de o Sinemet estar a ser desviado para o mercado de drogas alucionogéneas.
«O Infarmed tem de investigar e bastava conferir no centro de facturação do Estado o número de vendas que foram feitas», explica ao SOL fonte do sector, lembrando que, além disso, todos os meses os laboratórios têm de pagar àquele organismo uma taxa de 0,4% do preço de venda ao público por cada embalagem comercializada. «Por isso, eles têm os dados todos para saber o que se passa». Fonte: Sol.pt.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Doença de Parkinson tratada com Sinemet® ou Madopar®
Sumário
29 JAN 2009 - 92 pacientes com doença de Parkinson não previamente tratados com levodopa foram considerados elegíveis para este estudo triplo-cego. Os pacientes foram alocados aleatoriamente para tratamento ou com levodopa + benserazida proporção 4:1 (Madopar ®) ou levodopa + carbidopa proporção 10:1 (Sinemet ®) com posologias recomendadas pelos fabricantes, e tiveram que aderir por 6 meses. A menos que proibitivos efeitos colaterais ocorressem, dosagens diárias máximas de 800 mg de levodopa + 200 mg benserazida respectivamente 1.500 mg de levodopa + 150 mg de carbidopa foram obtidos após 6 semanas e 3 semanas, respectivamente. O efeito dos dois esquemas sobre os sintomas de Parkinson eram iguais e apareceram igualmente rápidos. A frequência de efeitos colaterais gastrointestinais e movimentos involuntários foram significativamente mais elevados e mais severos para Sinemet ® do que para Madopar ®. Estes efeitos secundários são geralmente sintomas de sobredosagem da levodopa, mas com um esquema de dosagem diferente com Sinemet teria dado menos efeitos colaterais, sua eficácia inferior ao concorrente permanece aberto à especulação. Os esquemas de tratamento não diferiram em relação a outros efeitos colaterais e na influência sobre a pressão arterial. Nenhum tratamento pareceu influenciar a função hepática, a função renal e os parâmetros hematológicos de uma forma relevante estatisticamente. (em inglês) Fonte: Online Library Wiley.
29 JAN 2009 - 92 pacientes com doença de Parkinson não previamente tratados com levodopa foram considerados elegíveis para este estudo triplo-cego. Os pacientes foram alocados aleatoriamente para tratamento ou com levodopa + benserazida proporção 4:1 (Madopar ®) ou levodopa + carbidopa proporção 10:1 (Sinemet ®) com posologias recomendadas pelos fabricantes, e tiveram que aderir por 6 meses. A menos que proibitivos efeitos colaterais ocorressem, dosagens diárias máximas de 800 mg de levodopa + 200 mg benserazida respectivamente 1.500 mg de levodopa + 150 mg de carbidopa foram obtidos após 6 semanas e 3 semanas, respectivamente. O efeito dos dois esquemas sobre os sintomas de Parkinson eram iguais e apareceram igualmente rápidos. A frequência de efeitos colaterais gastrointestinais e movimentos involuntários foram significativamente mais elevados e mais severos para Sinemet ® do que para Madopar ®. Estes efeitos secundários são geralmente sintomas de sobredosagem da levodopa, mas com um esquema de dosagem diferente com Sinemet teria dado menos efeitos colaterais, sua eficácia inferior ao concorrente permanece aberto à especulação. Os esquemas de tratamento não diferiram em relação a outros efeitos colaterais e na influência sobre a pressão arterial. Nenhum tratamento pareceu influenciar a função hepática, a função renal e os parâmetros hematológicos de uma forma relevante estatisticamente. (em inglês) Fonte: Online Library Wiley.
(1) Sinemet tem como equivalente o genérico levodopa+carbidopa. No Brasil temos ainda as marcas carbidol, cronomet, levocarb, parkidopa;
(2) Madopar é comercializado no Brasil com o nome PROLOPA.
Interações mais comuns experimentadas pelas pessoas em uso prolongado conjunto de Mirapex ER, Mantidam e Sinemet
| Interaction | Number of reports | |
| 1 | Anxiety | 84 |
| 2 | Pathological Gambling | 77 |
| 3 | Depression | 54 |
| 4 | Obsessive-compulsive Disorder | 50 |
| 5 | Emotional Distress | 50 |
| 6 | Hyperphagia (comer muito) | 44 |
| 7 | Pain | 28 |
| 8 | Economic Problem | 25 |
| 9 | Injury | 21 |
| 10 | Fear (medo) | 19 |
A lista completa vai até 100. Dentre elas algumas raras e interessantes, como sentir sede, e anedonia ((an- + grego hedonê, -ês, prazer, alegria, desejo + -ia) s. f. Perda ou ausência da capacidade para ter prazer.), que ignorava poderia se constituir num para-sintoma. As parciais apresentadas pelos quadros mudam ao longo do tempo, visto que são mantidos ativos "on line".
On 30/05/2012 com universo de 332 pessoas. Fonte: e Health Me. (em inglês)
Eu votaria em Pain (dor).
Mirapex vs Sinemet e Mirapex ER vs Mirapex
Comparativos de efeitos secundários e eficácia de medicamentos
Mirapex vs SinemetSituação resumida da pesquisa da e Health Me em May, 14, 2012: 38,500 pessoas são consultadas no teste (EUA) (em inglês).
Mirapex vs Sinemet:
| Ingredientes | Companhia | |
| Mirapex | pramipexole dihydrochloride | Boehringer Ingelheim |
| Sinemet | carbidopa; levodopa | Bristol Myers Squibb |
Mais comuns efeitos colaterais para mulheres de 52 (+/-5):
| Mirapex (Boehringer Ingelheim) | Sinemet (Bristol Myers Squibb) | ||
| 1 |
|
Náusea | |
| 2 | Náusea | Dor | |
| 3 | Depressão | Constipação | |
| 4 | Dor | Tonturas | |
| 5 | Ansiedade | Ansiedade | |
| 6 | Estresse Emocional | Depressão | |
| 7 | Fadiga | Hipoestesia (tato prejudicado) | |
| 8 | Dor no Peito | Droga Ineficaz | |
| 9 | Droga Ineficaz | Anemia | |
| 10 | Diarréia | Inchaço |
Eficácia das drogas:
|
Fonte: e Health Me. (em inglês)
__________________________________________________________________
Mirapex ER vs Sinemet CR
Ajustar a dose: O pramipexol pode potencializar os efeitos colaterais dopaminérgicos da levodopa, resultando em desenvolvimento ou exacerbação de discinesia. Em ensaios clínicos, outros efeitos adversos, tais como alucinações, hipotensão ortostática, síndrome extrapiramidal, insônia e tontura foram também aumentadas em pacientes com doença de Parkinson avançada tratados com a combinação em comparação com levodopa isoladamente. Farmacocineticamente, o pramipexole tem sido relatado como aumentando os níveis de pico no sangue (Cmax) de levodopa em 40% e diminuindo o tempo para atingir os níveis de pico (Tmax) de 2,5 a 0,5 horas, sem afetar a extensão global de absorção. No entanto, um estudo com 26 pacientes com doença de Parkinson estabilizados com terapia levodopa / carbidopa não encontraram alterações significativas na farmacocinética da levodopa após a adição de pramipexole durante 7 semanas.
GESTÃO: A redução da dose de levodopa deve ser considerada durante a administração concomitante de pramipexol. Em um estudo controlado na doença de Parkinson avançada, a dose de levodopa foi reduzida por uma média de 27% da linha de base. (em inglês) Fonte: Drugs.
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Mirapex vs Mirapex ER
Pergunta: Eu tomava Mirapex. Mudei de neurologista.
O novo decidiu mudar-me para Mirapex ER. Eu queria saber qual é a diferença entre os dois?
Resposta: 03 April 2011 - A única diferença é o tempo da libertação. A ER é uma versão estendida tomada normalmente uma vez ao dia, raramente duas vezes. O Mirapex regular é tomado 3 vezes por dia, ou mais.
O ER foi lançado para auxiliar ao longo de todo o dia. É muito mais fácil para pacientes com DP tomarem um comprimido, uma vez por dia, do que 3 vezes por dia.
Eu sugiro que você mantenha um diário de como você se sente e como ele está funcionando. Esta é a grande informação para você e para o médico usarem em caso de necessidade de ajustar ou alterar os seus remédios. No topo do meu fórum, você vai ver "cronograma de medicação." esta é ótima ferramenta a usar para ajudar a manter o controle do dia-a-dia da medicação.
Boa saúde,
Mark R. Vem R.Ph. (em inglês) Fonte: Forum Parkinson.org.
Obs.: (1) Eu acrescentaria que com o Mirapex ER poderá haver uma redução na flutuação motora, devido à maior manutenção da concentração do remédio no sangue, ao longo do dia;
(2) Mirapex é comercializado no Brasil com o nome SIFROL;
(3) Sinemet tem como equivalente o genérico levodopa+carbidopa;
(4) Madopar é comercializado no Brasil com o nome PROLOPA.
(3) Sinemet tem como equivalente o genérico levodopa+carbidopa;
(4) Madopar é comercializado no Brasil com o nome PROLOPA.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Sinemet em falta
Doentes com Parkinson denunciam “ruptura total” de medicamento
22.05.2012 - 18:42 Por Andrea Cunha Freitas
Uma semana depois do alerta sobre a escassez do fármaco para Parkinson e da garantia do Infarmed sobre a regularização da situação, a associação que representa estes doentes refere que “agora, o medicamento está mesmo esgotado”.
“Há uma semana era difícil encontrar o Sinemet agora é impossível. Estamos perante uma ruptura total e não há mesmo este medicamento disponível nas farmácias. Dizem-nos que os distribuidores também não o têm”, denuncia José Luis Mota Vieira, presidente da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDP).
A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) disse ao PÚBLICO que, contactado o laboratório responsável por este fármaco, recebeu a informação de que a reposição no mercado foi iniciada na semana passada não existindo, assim, nenhuma comunicação oficial sobre uma “ruptura de stock”.
O responsável da APDP garante que não é possível comprar o Sinemet na dosagem de 25/100 nas farmácias portuguesas. Segundo explica esta situação afecta apenas a dosagem mais baixa (de 25/100) e está a fazer com que os doentes sejam forçados a ir a Espanha para comprar este fármaco.
José Luis Mota Vieira lembra que este medicamento, sem alternativa no mercado, “é o mais antigo, um dos mais eficazes e o mais prescrito” e insiste que esta situação será resultado da exportação deste fármaco para outros países. “O Sinemet tem um preço baixo em Portugal e é preferível vendê-lo em países onde é mais caro. Não conseguimos encontrar outra razão senão a exportação para explicar que o medicamento esteja esgotado em Portugal e não esteja noutros países como, por exemplo, Espanha”, nota. A exportação de medicamentos só é considerada ilegal quando coloca em causa o mercado nacional.
O presidente da APDP admite que vai, mais uma vez, “enviar mensagens ao Ministério da Saúde e à Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) para denunciar a ruptura destock”. No entanto, alerta: “Esta situação arrasta-se há já três meses. Já fomos recebidos pelo ministério três vezes. Todas as semanas nos dizem que na próxima semana deverá estar resolvido”. Cansado, José Luis Mota Vieira reclama que “este caso seja analisado com muita profundidade e que sejam tomadas definitivamente medidas de fundo que evitem este tipo de situação”.
Há uma semana, após o alerta feito por doentes e médicos sobre a escassez do Sinemet, o Infarmed revelou ao PÚBLICO que estava a “acompanhar a situação, tendo a informação do titular de autorização do mercado do referido medicamento de que a situação estará regularizada na próxima semana”. “O Infarmed mantém uma vigilância activa de modo a garantir a acessibilidade dos utentes aos medicamentos de que necessitam e actuará em conformidade sempre que essa acessibilidade for posta em causa”, acrescentava ainda a nota enviada.
O PÚBLICO tentou contactar o laboratório titular da autorização de introdução no mercado doSinemet mas, até ao momento, não foi possível obter nenhum esclarecimento. Esta terça-feira, a empresa assegurou ao Infarmed que a reposição deste medicamento no mercado foi iniciada na semana passada. Uma demora no processo de distribuição poderá, eventualmente, explicar o atraso na disponibilização do Sinemet nas farmácias. Fonte: Público.pt.
A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) disse ao PÚBLICO que, contactado o laboratório responsável por este fármaco, recebeu a informação de que a reposição no mercado foi iniciada na semana passada não existindo, assim, nenhuma comunicação oficial sobre uma “ruptura de stock”.
O responsável da APDP garante que não é possível comprar o Sinemet na dosagem de 25/100 nas farmácias portuguesas. Segundo explica esta situação afecta apenas a dosagem mais baixa (de 25/100) e está a fazer com que os doentes sejam forçados a ir a Espanha para comprar este fármaco.
José Luis Mota Vieira lembra que este medicamento, sem alternativa no mercado, “é o mais antigo, um dos mais eficazes e o mais prescrito” e insiste que esta situação será resultado da exportação deste fármaco para outros países. “O Sinemet tem um preço baixo em Portugal e é preferível vendê-lo em países onde é mais caro. Não conseguimos encontrar outra razão senão a exportação para explicar que o medicamento esteja esgotado em Portugal e não esteja noutros países como, por exemplo, Espanha”, nota. A exportação de medicamentos só é considerada ilegal quando coloca em causa o mercado nacional.
O presidente da APDP admite que vai, mais uma vez, “enviar mensagens ao Ministério da Saúde e à Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) para denunciar a ruptura destock”. No entanto, alerta: “Esta situação arrasta-se há já três meses. Já fomos recebidos pelo ministério três vezes. Todas as semanas nos dizem que na próxima semana deverá estar resolvido”. Cansado, José Luis Mota Vieira reclama que “este caso seja analisado com muita profundidade e que sejam tomadas definitivamente medidas de fundo que evitem este tipo de situação”.
Há uma semana, após o alerta feito por doentes e médicos sobre a escassez do Sinemet, o Infarmed revelou ao PÚBLICO que estava a “acompanhar a situação, tendo a informação do titular de autorização do mercado do referido medicamento de que a situação estará regularizada na próxima semana”. “O Infarmed mantém uma vigilância activa de modo a garantir a acessibilidade dos utentes aos medicamentos de que necessitam e actuará em conformidade sempre que essa acessibilidade for posta em causa”, acrescentava ainda a nota enviada.
O PÚBLICO tentou contactar o laboratório titular da autorização de introdução no mercado doSinemet mas, até ao momento, não foi possível obter nenhum esclarecimento. Esta terça-feira, a empresa assegurou ao Infarmed que a reposição deste medicamento no mercado foi iniciada na semana passada. Uma demora no processo de distribuição poderá, eventualmente, explicar o atraso na disponibilização do Sinemet nas farmácias. Fonte: Público.pt.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Venda de genéricos cresce 23,5% no primeiro trimestre
Crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total
07 de maio de 2012 | A venda de medicamentos genéricos no Brasil cresceu 23,5% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. De acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira, 7, pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), foram comercializadas 152,8 milhões de unidades de genéricos, que passaram a ter 25,4% de participação de mercado.Segundo a Pró Genéricos, o crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total. Ao considerar todas as categorias de medicamentos, o crescimento foi 10%, de janeiro a março deste ano. O conjunto da indústria registrou vendas de 598,7 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2012, contra 544,3 milhões em igual período de 2011. Excluída a participação dos genéricos do total da indústria farmacêutica, a evolução do mercado geral é ainda menor, ficando em 6%. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Para parkinson teríamos a princípio, para os principais medicamentos, o quadro que segue:
| Nome referência | Preço R$ | Genérico ou similares | Preço R$ |
| Prolopa 200/50 mg (levodopa+benserazida) 30 comp. | 56,00 | Não | -x- |
| Prolopa dispersível 100/25 mg 30 comp. | 41,00 | Não | Farm.Popular |
| Prolopa HBS 100/25 mg 30 caps. | 41,00 | Não | Farm.Popular |
| Sinemet 25/250 mg (carbidopa+levodopa) 30 comp. | 42,00 | Carbidol, Cronomet, Parkidopa, Parklen | Farm.Popular |
| Stalevo 37,5+150+200 mg (carbidopa+levodopa+entacapona) 30 comp. | 195,00 | Não | -x- |
| Sifrol 1 mg (pramipexol) 30 comp. | 260,00 | Livipark, Pramipezan | 160,00 |
| Sifrol ER 1,5 mg (pramipexol) 30 comp. liberação prolongada / extended release | 301,00 | Não | -x- |
| Akineton 2 mg (cloridrato de biperideno) 80 comp. | 27,00 | Cinetol, Propark | 21,00 |
| Akineton Retard 4 mg (cloridrato de biperideno) 30 comp. | 15,00 | Não | -x- |
| Artane 2,0 mg (trihexifenidil) 30 comp. | 7,00 | Não | -x- |
| Mantidan 100 mg (amantadina) 20 comp. | 14,00 | Não | -x- |
| Comtan 200 mg (entacapona) 30 comp. | 169,00 | Entarkin (revestidos) | 85,00 |
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Inglaterra / Silêncio da Merck sobre escassez de droga para Parkinson é injusto e inaceitável
Jul 6, 2010 - (...) Merck's Silence Over Parkinson's Drug Shortage Is Unfair and UnacceptableIngleses sofrem desabastecimento de Sinemet (levodopa) e as explições de lá são mais ou menos as mesmas do desabastecimento do Cronomet no Brasil.
Blá, blá, blá (...) Esta escassez temporária está relacionada a uma mudança na fonte de abastecimento para a droga e os prazos necessários para obter as aprovações regulamentares para a mudança do abastecimento. É importante notar que esta situação não é devido à qualidade dos produtos ou questões de segurança, nem é devido a atrasos por parte de cada um dos órgãos reguladores que aprovam esta mudança de abastecimento. Para resolver o déficit esperado, Merck & Co., Inc. (Merck), a nossa empresa matriz, e MSD estão a tomar medidas de gestão da oferta desses produtos disponíveis através de um processo que leva em conta principalmente as necessidades do paciente, bem como a disponibilidade de alternativas tratamentos (que existem na maioria dos mercados), e as obrigações contratuais. De acordo com nossa análise, alguns mercados terão suas necessidades plenamente atendidas, muitos irão experimentar uma queda significativa em sua oferta, e muitas não terão qualquer oferta desses produtos. blá, blá, blá ....
Só espero que não haja o "efeito Orloff" (Eu sou você amanhã) por aqui.
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