Por Eleanor McDermid
November 14, 2013 - Depósitos de α -sinucleína em nervos cutâneos podem representar um biomarcador não invasivo para a doença de Parkinson (DP), dizem os pesquisadores.
Depósitos anormais de α - sinucleína foram reportados em outras partes do sistema nervoso periférico, tais como os nervos olfativos, nervo vago, e submucosa do cólon do plexo, mas, ao contrário destas, a pele é simples e não invasiva para biópsia.
Utilizando microscopia por fluorescência, Roy Freeman (Harvard Medical School, Boston, Massachusetts, EUA) e equipe detectaram α -sinucleína em biópsias de pele de todos os 20 pacientes com DP (duração média da doença de 4,2 anos) e 14 anos de idade, pareados por sexo e que participaram no estudo.
Estudos anteriores, usando uma abordagem semelhante não detectou α -sinucleína em todos os participantes. Freeman et al atribuem isso em grande parte ao uso de anticorpos para α -sinucleína fosforilada por parte dos pesquisadores anteriores, ao passo que eles usaram um anticorpo de α -sinucleína mais geral.
Como relatado em Neurology, a equipe detectou α -sinucleína em fibras autonômicas na camada dérmica, mas não de fibras sensoriais nociceptivas. Embora todos os participantes tivessem alguma α -sinucleína presente, os pacientes tiveram uma proporção significativamente maior de α -sinucleína na densidade de fibras nervosas que os controles, em cerca de 0,8 contra 0,2 para fibras do pilomotor ( adrenérgico ) e cerca de 0,3 contra menos de 0,05 para fibras do sudomotor (simpático colinérgica).
Este padrão é consistente para os três locais biopsiados: a perna distal; distal e proximal da coxa.
Pacientes com DP apresentaram redução da densidade de fibras pilomotoras em relação aos controles, sendo esta correlação de índices α - sinucleína mais elevados. A densidade do nervo sudomotor foi semelhante em pacientes e controles, mas índices de α - sinucleína maiores ainda foram correlacionados com densidade menor em nervos dos pacientes.
Aumento dos índices α - sinucleína em pacientes com DP também se correlacionaram com a pontuação da disfunção autonômica e superior na escala Hoehn e Yahr.
Em um editorial de acompanhamento, William Cheshire (Clínica Mayo, em Jacksonville, Florida, EUA) e Ronald Pfeiffer (University of Tennessee Health Science Center, Memphis, EUA) dizem: "Estes resultados são promissores e dão novas pistas para uma compreensão mais profunda da patologia molecular e neuronal da DP e pode ser acessado logo abaixo da superfície do corpo onde os nervos autonômicos afetadas inervam estruturas cutâneas."
No entanto, eles advertem que "o uso clínico de biópsias da pele para diagnosticar ou definir o estágio da DP seria prematuro neste momento." (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: News Medical, com links.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Cientistas israelenses criaram coração novo a partir de células de pele
28.05.2012 - Pela primeira vez na história da medicina, cientistas conseguiram converter células de pele em células do músculo cardíaco saudáveis. A experiência revolucionária foi conduzida por uma equipe do Centro Médico Rambam, em Haifa, liderada pelo professor Lior Gepstein.
Os peritos têm grandes esperanças de este estudo venha a ajudar não somente pacientes com doenças cardíacas. Potencialmente, a tecnologia pode ser utilizada no tratamento de diabetes e doenças do sistema nervoso central, tais como a doença de Parkinson. (segue...) Fonte: Voz da Russia.ru.
Os peritos têm grandes esperanças de este estudo venha a ajudar não somente pacientes com doenças cardíacas. Potencialmente, a tecnologia pode ser utilizada no tratamento de diabetes e doenças do sistema nervoso central, tais como a doença de Parkinson. (segue...) Fonte: Voz da Russia.ru.
sábado, 26 de maio de 2012
El Parkinson y el Alzheimer se pueden estudiar a través de la piel
25/05/2012 - Las enfermedades neurodegenerativas pueden estudiarse a través del análisis de la piel, según desvela el jefe de clínico del Hospital Donostia de San Sebastián, Adolfo López de Munain, que ayer abordó esta cuestión en una conferencia celebrada en la sede de la Fundación BBVA en Bilbao, organizada por ésta y el Cic BioGune. "La piel y el cerebro tienen una relación en su origen embriológico. Las células se van dividiendo y las células del cerebro proceden de una lámina embrionaria que llamamos hectodermo", precisa López de Munain. Esta característica permite tomar células de la piel, resetearlas. Assista vídeo (1:35) AQUI. Fonte: La Verdad.es.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Logran Inducir en Células de la Piel Su Transformación Directa en Neuronas
8 de Marzo de 2010 - Se ha conseguido que células de la piel de ratones se transformen directamente en neuronas funcionales. Para ello, sólo se ha requerido utilizar tres genes. Con este procedimiento, las células realizan la transformación sin convertirse primeramente en células madre pluripotentes, un paso que durante mucho tiempo se pensó que era necesario para que las células adquirieran nuevas identidades.Las nuevas neuronas obtenidas por científicos de la Escuela de Medicina en la Universidad de Stanford son del todo funcionales. Pueden hacer todas las cosas importantes que hacen las neuronas "normales" en el cerebro. Esto incluye crear conexiones con otras neuronas y enviar señales a éstas, funciones que resultan críticas si las células se utilizan finalmente como terapia para la enfermedad de Parkinson u otras. (segue...) Fonte: Amazings.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Células-tronco derivadas da pele curam anemia em ratos
7 de dezembro - WASHINGTON (AFP) — Pesquisadores americanos conseguiram curar ratos
com drepanocitose graças a células-tronco produzidas a partir de células da pele reprogramadas, revela um estudo publicado pela revista Science que estará nas bancas neste 7 de dezembro.Jacob Hannah e sua equipe do Instituto Whitehead para Pesquisa Biomédica, de Cambridge, Massachusetts, utilizaram células reprogramadas próximas ao estado embrionário, também chamadas de células-tronco induzidas, que foram reintroduzidas no sangue de ratos com drepanocitose.
As células reprogramadas geraram células sanguíneas saudáveis e os sintomas da doença diminuíram significativamente, assinalaram os cientistas.
Esta nova técnica poderá permitir aos médicos criar células-tronco com um código genético específico de um paciente, eliminando os riscos de rejeição, e fazer avançar rapidamente as pesquisas para o tratamento do câncer, Alzheimer, Parkinson, diabetes e artrite, entre outras doenças, por que os pesquisadores terão muito mais acesso às células-tronco. (segue...)
Câmara Municipal de Florianópolis proíbe pesquisas com animais
07/12/2007 - Projeto de lei agora segue para apreciação do prefeito. Cientistas dizem que proposta vai impedir realização de pesquisas importantes.
A Câmara Municipal de Florianópolis (SC) aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de animais na pesquisa científica, baseado na proposta sobre o mesmo assunto feita no Rio de Janeiro e vetada pelo prefeito César Maia. O projeto, que ainda vai ser apreciado pelo prefeito catarinense Dário Berger (PSDB), revoltou os cientistas.
A proposta, de autoria do vereador Deglaber Goulart (PMDB), proíbe integralmente o uso de qualquer animal em estudos na cidade, que abriga alguns dos mais importantes centros de pesquisas do país, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “O que eu quero com isso? Chamar a atenção para que haja entendimento entre a ciência e a natureza, entre a humanidade e a natureza”, afirmou Goulart ao G1.
O vereador afirma que sua lei se aplica a todos os animais que ele chama “de porte”, como cachorros, macacos e ratos. Questionado sobre se os cientistas da cidade poderiam continuar fazendo pesquisas com animais como moscas-de-fruta e vermes, ele disse que “acredita que sim”. “Não falo nada especificamente sobre moscas, estou falando de animais grandes”, afirmou.
Para o vereador, é possível dispensar o uso de animais em pesquisas. “Estamos no século XXI, já fomos e voltamos da Lua umas dez vezes. Isso é coisa da Idade Média”, afirma
Para o presidente da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), Luiz Eugênio Mello, a lei de Goulart é que é ultrapassada. “Isso não tem paralelo em nenhum país civilizado do mundo. Até a lei inglesa, que é de 1876, é mais moderna”, afirmou ele. “Só uma vez na história da humanidade a pesquisa com animais foi proibida. Logo antes da Segunda Guerra, na Alemanha nazista. Porque lá eles usavam seres humanos. É isso que estão propondo?”, questiona o cientista.
Mello afirma que nenhum pesquisador sente “prazer” em fazer testes em animais, mas que as alternativas são piores. “Se não pudermos testar os remédios em animais, vamos ter que testar em gente. E remédio não surge pronto. Eles têm uma série de efeitos colaterais e podem matar”, explica. E, segundo ele, mesmo se os testes fossem feitos em seres humanos, dificilmente os problemas éticos acabariam. “Vamos imaginar por um instante que fosse proibido fazer pesquisas em animais e tivéssemos que testar em pessoas. Você acha que eles seriam feitos em pessoas ricas? Ou seriam pessoas pobres de terceiro mundo? Esse é um mundo melhor?”, diz o biólogo. (segue...) Fonte: G1.
A Câmara Municipal de Florianópolis (SC) aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de animais na pesquisa científica, baseado na proposta sobre o mesmo assunto feita no Rio de Janeiro e vetada pelo prefeito César Maia. O projeto, que ainda vai ser apreciado pelo prefeito catarinense Dário Berger (PSDB), revoltou os cientistas.
A proposta, de autoria do vereador Deglaber Goulart (PMDB), proíbe integralmente o uso de qualquer animal em estudos na cidade, que abriga alguns dos mais importantes centros de pesquisas do país, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “O que eu quero com isso? Chamar a atenção para que haja entendimento entre a ciência e a natureza, entre a humanidade e a natureza”, afirmou Goulart ao G1.
O vereador afirma que sua lei se aplica a todos os animais que ele chama “de porte”, como cachorros, macacos e ratos. Questionado sobre se os cientistas da cidade poderiam continuar fazendo pesquisas com animais como moscas-de-fruta e vermes, ele disse que “acredita que sim”. “Não falo nada especificamente sobre moscas, estou falando de animais grandes”, afirmou.
Para o vereador, é possível dispensar o uso de animais em pesquisas. “Estamos no século XXI, já fomos e voltamos da Lua umas dez vezes. Isso é coisa da Idade Média”, afirma
Para o presidente da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), Luiz Eugênio Mello, a lei de Goulart é que é ultrapassada. “Isso não tem paralelo em nenhum país civilizado do mundo. Até a lei inglesa, que é de 1876, é mais moderna”, afirmou ele. “Só uma vez na história da humanidade a pesquisa com animais foi proibida. Logo antes da Segunda Guerra, na Alemanha nazista. Porque lá eles usavam seres humanos. É isso que estão propondo?”, questiona o cientista.
Mello afirma que nenhum pesquisador sente “prazer” em fazer testes em animais, mas que as alternativas são piores. “Se não pudermos testar os remédios em animais, vamos ter que testar em gente. E remédio não surge pronto. Eles têm uma série de efeitos colaterais e podem matar”, explica. E, segundo ele, mesmo se os testes fossem feitos em seres humanos, dificilmente os problemas éticos acabariam. “Vamos imaginar por um instante que fosse proibido fazer pesquisas em animais e tivéssemos que testar em pessoas. Você acha que eles seriam feitos em pessoas ricas? Ou seriam pessoas pobres de terceiro mundo? Esse é um mundo melhor?”, diz o biólogo. (segue...) Fonte: G1.
Com todo o respeito, proponho projeto de lei complementar: É vetado às antas concorrerem a eleições em qualquer nível.
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