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domingo, 27 de novembro de 2011

Singapura / Chamada Medisave para cobrir a doença de Parkinson

Pesquisadores citam aumento dos riscos e pesado custo com a população envelhecida

Nov 27, 2011 - Citando suas pesquisas sobre a doença de Parkinson, médico-cientistas - com um olho nos custos com o número de idosos crescente - estão chamando a Medisave para gerenciar a situação.

Estes pesquisadores do Instituto Nacional de Neurociência (NNI) encontraram e isolaram uma variante genética de um gene chamado LRRK2.

Significativamente, essa variante genética é ligada a um risco duas vezes maior da doença entre a maioria da população chinesa.

Os cientistas também calcularam os pesados custos que cuidadores e o sistema de saúde são sobrecarregados com mais e mais pessoas sucumbindo à doença de Parkinson. Assim, o uso do Medisave pode ajudar a cortar custos durante todo o processo.

Fundamento
11.300 dólares ao ano de tratamento por paciente.

A pesquisa mostra que os custos para tratar um paciente com doença de Parkinson são de mais de 11.300 dólares por ano.

Com a estimativa de que cerca de 3.300 pessoas já estão até com a doença até aqui, isso significa que o custo anual do tratamento é cerca de US $ 37 milhões, ou cerca de 1 por cento do total do orçamento de saúde de Singapura.

"Mas este é apenas o custo dos medicamentos", disse o  professor associado Tan Eng King, neurologista consultor sênior e médico-cientista do Instituto Nacional de Neurociência. Custos incidentes, tais como taxa de consulta, o custo de transporte ou perda de ganhos tanto para o paciente como para o cuidador não estão computados.

Ele acrescenta que os custos vão quase triplicar até 2030 devido ao envelhecimento da população da República.

Singapura tem, depois do Japão, a população de mais rápido envelhecimento no mundo. Em 2030, um em cada cinco pessoas aqui vai ter 65 anos ou mais. (em inglês) Fonte: The Sunday Times.sg.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Revela estudo incidência de doenças mentais na Europa

Bruxelas, 4 out (Prensa Latina) Doenças mentais e neurológicas afetaram a um da cada três europeus no 2010, de acordo com um estudo apresentado hoje ante o Parlamento Europeu pelo European Brain Council (EBC).

A incidência destas doenças supera ao câncer e as patologias cardiovasculares, indicaram os autores do relatório quem pedem mais investimento nas investigações médicas e farmacêuticas para tratar estas doenças.

Os cientistas disseram que as companhias têm deixado a um lado o desenvolvimento de fármacos relacionados com o tratamento das patologias cerebrais, porque encontram mais rentável o investimento em outros medicamentos.

O relatório do EBC abarca doenças como cefaleias, insônia, mal de Parkinson, demência senil, psicose e Alzheimer.

Durante os últimos anos, a incidência dessas doenças tem aumentado, principalmente a depressão e a demência senil, que ademais são as que representam uma maior despesa de saúde com 100 bilhões de euros anuais.

De acordo com os pesquisadores, a depressão e a demência senil são os transtornos do estado de ânimo que mais têm aumentado nos últimos anos.

A primeira encontra-se relacionada com a atual crise econômica e a segunda com o envejecimiento da população. Fonte: Prensa Latina.cu. En español pulse => aqui.

Discordo! É vender água no deserto! Tratam só os sintomas p'rá continuarem lucrando. Cura que é bom? Nada!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Doenças neurológicas estão a aumentar na Europa
30/05/2011 - As doenças neurológicas estão a aumentar na Europa: 50 milhões de pessoas afectadas obrigam a custos de quase 400 mil milhões de euros anualmente em sistemas de saúde. Apesar de muitas vezes desvalorizadas, as doenças do cérebro, medula espinal e sistema nervoso periférico (incluindo músculos) afectam pelo menos 50 milhões de pessoas na zona da União Europeia (UE), estando a incidência a aumentar. Embora a doença neurológica seja responsável por um terço dos custos em cuidados de saúde, os especialistas, no Encontro Anual da Sociedade Europeia de Neurologia (ENS), a decorrer em Lisboa, criticaram a incapacidade para reconhecer plenamente o quanto estas doenças estão disseminadas, avança comunicado de imprensa. (...)

Existem algumas doenças neurológicas comuns bem reconhecidas. A enxaqueca ocupa um dos primeiros lugares na lista das doenças neurológicas mais frequentes. De acordo com o Conselho Europeu do Cérebro, cerca de 41 milhões de europeus sofrem destas cefaleias crónicas stressantes. Cerca de 4,8 milhões de pessoas na UE sofrem de alguma forma de demência, cerca de 2,6 milhões de epilepsia, 1,2 milhões de doença de Parkinson e cerca de 1 milhão de pessoas por ano sofre um AVC. Enquanto que as miopatias (doenças dos músculos) são menos frequentes, o respectivo peso para a vida humana é elevado devido à sua cronicidade, ao seu impacto na incapacidade motora e à sua natureza hereditária.

Isto tudo representa um importante peso para as economias nacionais. Cerca de um terço dos custos em cuidados de saúde europeus podem ser atribuídos a doenças neurológicas. Consequentemente, o Prof. Argov apelou a um aumento do financiamento nas áreas de investigação básica, ao desenvolvimento de novos métodos de tratamento e à formação dos neurologistas. (segue...) Fonte: RCM Pharma.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Madrasta
07/02/2011 | O paciente entra com dificuldade, apoiando-se na esposa; já precisara de ajuda na sala de espera para se erguer do sofá; é sempre assim, em casa também: ou alguém o ergue ou tem que se agarrar em algo para se elevar. Caminha recurvado, em pequenos passos, como é típico no mal de Parkinson. O tremor em seu braço esquerdo é evidente. No entanto, a enfermidade e seus 77 anos não afetam sua inteligência nem sua memória. Infelizmente não tolerou mais que uma dose baixa, ineficaz, do medicamento que costuma operar milagres nestes casos. Diante disto há que se tentar outras opções. Afortunadamente o mal de Parkinson tem muitas alternativas de tratamento, inclusive cirurgia.

Tais situações são ideais para o emprego de amostras grátis, tradicionalmente propagadas para a classe médica pelos laboratórios. As amostras permitem sobretudo testar se o paciente as tolera.

E assim se fez; um novo tratamento foi delineado; passará a tomar um comprimido a cada seis horas de outro medicamento. Com isto, as três caixas de amostras com 10 comprimidos cada, durarão sete dias quando então será necessário comprar mais. E aí cai a pergunta fatal: este remédio é caro, doutor? Vejamos... aqui no guia de preços de 2009, já um tanto defasado, uma caixa com 30 comprimidos custa R$ 156. O tratamento terá um custo mensal de R$ 624. Isto se o medicamento já não subiu de preço.

E aí paciente e esposa se desiludem e expõem problemas com os quais convivem além do mal de Parkinson: eles só recebem o equivalente a dois salários mínimos. Portanto, tal tratamento se revela inviável por razões óbvias.

Nesta altura, a consulta tomou outros rumos; virou desabafo. Havia necessidade de ventilar a indignação que o alquebra tanto ou mais que o mal de Parkinson: se sente injustiçado, traído por sua pátria que lhe prometeu uma aposentadoria equivalente a 10 salários. Por uns tempinhos até recebeu o combinado de 10 salários, mas logo iniciou uma dilapidação sistemática; em 25 anos, 10 virou dois!

Como havia contribuído por 35 anos pensara ter adquirido um direito. Enquanto isto, assiste desolado outros recebendo vultosas aposentadorias, sempre atualizadas, para as quais nunca falta recursos.

Para operários aposentados, a pátria não é uma mãe; é madrasta. Fonte: Jornal de Santa Catarina.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

«Si todo va bien podríamos empezar los ensayos en humanos en dos años»
Dirige Projech, empresa que investiga junto con Jove el potencial curativo de las células madre uterinas
29.01.10 - Dos años es el plazo que el director de Projech pone encima de la mesa para poder probar, ya en humanos, los efectos curativos que parecen albergar ciertas células madre procedentes del útero. Carlos Rodríguez, quien dirige el trabajo junto al doctor Francisco Vizoso, director de la Unidad de Investigación del Hospital de Jove, participó ayer en el videochat de elcomerciodigital.com y aseguró a los internautas que los ensayos clínicos podrían arrancar, «si todo va bien, en año y medio o dos años». Claro que para que esta previsión se cumpla los promotores de esta novedosa investigación tendrán que lograr obtener nueva financiación, algo que, de momento, no se ha dado.

Tres millones de euros (200.000 euros para empezar) es lo que que mantiene en vilo a quienes han descubierto que las células madre del útero localizadas en el miometrio (la zona muscular) pueden regenerar tejido dañado y contribuir así a la curación de ciertas enfermedades degenerativas como el alzheimer o el parkinson. «Son células que potencialmente podrían emplearse para tratar tres grupos de enfermedades: las autoinmunes, como la de Crohn, el lupus o la psoriasis; las neurodegenerativas tipo parkinson o alzheimer y las degenerativas, como la artritis», precisó Rodríguez. (segue...) Fonte: El Comercio Digital.es.
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Conferência / Doenças neurológicas custam até 790 milhões por ano
por Hermínia Saraiva - 29/01/10 - As doenças do cérebro são a “nova moda” na União Europeia. Os gastos anuais e as perdas de produtividade justificam as atenções dos organismos internacionais.

O progressivo envelhecimento da população europeia e uma cada vez maior incidência de doenças do foro neurológico, nomeadamente das doenças de Alzheimer e de Parkinson, custam anualmente entre 390 a 790 milhões de euros, quer nos tratamentos e cuidados continuados daquelas doenças crónicas, quer por via da redução da produtividade e aumento do absentismo. "Patologias como o Alzheimer ou a doença de Parkinson não são as mais frequentes, mas são as mais dispendiosas", disse ontem Patrik Brundin, professor de Neurociências da Universidade de Lund, na Suécia, na VI Conferência Indústria Farmacêutica do Diário Económico e da MSD. Fonte: Economico.sapo.pt.
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Cientistas da USP testam componente da maconha contra mal de Parkinson
Ribeirão Preto (Brasil), 28 jan (EFE).- Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) testam um componente da maconha contra o mal de Parkinson, o 'cannabidiol', para tratar a psicose que sofrem muitos dos doentes, sem que aumentem seus tremores.

O "estudo piloto" com seis pessoas que sofrem de Parkinson mostrou que após receber 'cannabidiol' em altas doses melhoraram seus problemas mentais, mas também de ansiedade, distúrbios do sono e depressão, sem que piorassem os tremores provocados pela doença.

Mas os responsáveis pela pesquisa, os professores Antonio Waldo Zuardi e José Alexandre Crippa, deixam claro que isto nada tem a ver com fumar maconha.

"Tomar 'cannabidiol' não provoca alucinações. A maconha tem 460 componentes e só 80 atuam no cérebro. Ao se fumar maconha, a pessoa recebe o 'cannabidiol' mas também muitas outras coisas. Fumar que não é recomendável para fins terapêuticos", comentou Crippa.

Zuardi lembra, além disso, que "a concentração das diferentes substâncias varia em função da parte da planta que se fume e também da região da qual provém". Por isso, "pode causar diferentes efeitos em função da amostra".

Agora, a tarefa dos cientistas brasileiros é a comprovação "em um grande estudo" de que efetivamente o 'cannabidiol' pode ser receitado para melhorar a vida de quem sofre de Parkinson.

Embora não seja novidade que a maconha contém substâncias com propriedades medicinais e que em muitos lugares já se faz pesquisas com o 'cannabidiol', é inédita a comprovação em seres humanos de uma longa lista de propriedades da planta contra Parkinson. (segue...) Fonte: Efe.