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sábado, 27 de abril de 2013

Elo perdido da doença de Parkinson encontrado

Gerald W. Dorn II, MD
April 26, 2013 - Um coração de rato, em cinza, mostra sinais de insuficiência cardíaca, porque está ausente a molécula MFN2, recentemente identificada como uma molécula-chave no processo que debilita as mitocôndrias doentes de células. Sobrepondo-se o coração do rato há um tubo cardíaco mosca da fruta, mostrado em cor. Também mostra sinais de falha porque está faltando a Parkin, outra molécula-chave no controle da saúde mitocondrial. Estas mesmas moléculas implicadas na insuficiência cardíaca, também desempenham um papel na doença de Parkinson.

Pesquisadores da Washington University School of Medicine, em St. Louis têm descrito um elo perdido na compreensão de como os danos aos órgãos de energia celular do corpo levam à doença de Parkinson e, talvez surpreendentemente, a algumas formas de insuficiência cardíaca.

Esses órgãos de energia celular são chamadas mitocôndrias. Eles fabricam a energia que a célula necessita para realizar as suas muitas funções. E enquanto o coração e o tecido do cérebro pareçam completamente diferentes em forma e função, uma característica vital que eles compartilham é uma enorme necessidade de combustível.

Trabalhando com corações de ratos e das moscas da fruta, os pesquisadores descobriram que uma proteína conhecida como mitofusin 2 (MFN2) é o elo perdido há muito procurado na cadeia de eventos que controlam a qualidade mitocondrial.

Os resultados são relatados na revista Science de 26 de abril. A nova descoberta em células cardíacas fornece uma explicação para a longa ligação epidemiológica conhecida entre a doença de Parkinson e na insuficiência cardíaca.

"Se você tem a doença de Parkinson, você tem um risco aumentado mais do que duas vezes maior de desenvolver insuficiência cardíaca e 50 por cento maior risco de morrer de insuficiência cardíaca", dizem o autor sênior Gerald W. Dorn II, MD, e Philip Sima K Needleman, professor of Medicine. "Isto sugere que elas estão de alguma forma relacionadas, e agora nós identificamos um mecanismo fundamental que une as duas." (segue..., original em inglês, tradução Hugo). Fonte: Washington University St.Louis.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Un ratón diseñado por el Conicet ayudará a entender el Parkinson

También permitirá testear enfermedades como la esquizofrenia y adicciones

Argentina, Segunda, 21 de Maio de 2012 - CONICET/DICYT The Jackson Laboratory (JAX) de Estados Unidos, el repositorio de ratones transgénicos más importante del mundo, solicitó a investigadores argentinos incluir en su catálogo un ratón desarrollado en el país. Se trata del ratón Drd2flox, creado por Marcelo Rubinstein, investigador principal de CONICET, y su equipo en el Instituto de Investigaciones en Ingeniería Genética y Biología Molecular (INGEBI). (...)

Y es que el ratón desarrollado por Rubinstein permite profundizar los estudios de ciertos mecanismos específicos que intervienen en enfermedades como Parkinson, esquizofrenia, trastorno por déficit de atención con hiperactividad (ADHD) y adicciones. “Es una pieza importante que brinda un laboratorio argentino para comprobar hipótesis que antes no se podían testear porque no había modelos disponibles”, explica Gustavo Murer, investigador del CONICET en el Departamento de Fisiología y Biofísica de la Facultad de Medicina de la Universidad de Buenos Aires.

Sin dopamina
El ratón fue presentado en un trabajo publicado en la revista especializada Nature Neuroscience en julio de 2011. Rubinstein y su equipo crearon un ratón al que le falta un grupo específico de receptores de dopamina, llamados autorreceptores D2, normalmente presentes en neuronas productoras de dopamina.

La dopamina es un neurotransmisor que interviene en diferentes procesos como aprendizaje, motivación y placer, atención, movimiento y su control fino. La falta de este autorreceptor llevó a que los ratones desarrollen síntomas como hiperlocomoción –incremento de la actividad motriz– y aumento de la sensibilidad a los efectos de recompensa de la cocaína y de la comida.

“Estos receptores tienen mucha importancia para el aprendizaje de funciones básicas como el placer, la alimentación y la motivación para moverse. Están muy implicados en el movimiento y por eso está alterado en enfermedades como Parkinson”, explica Verónica Álvarez, investigadora del Instituto Nacional de Salud (National Institute of Health – NIH).

Además, la alteración de los receptores D2 está asociada a patologías como trastorno por déficit de atención con hiperactividad, adicciones y conductas compulsivas.

Los ratones fueron creados para estudiar las consecuencias de la falta de los receptores D2 en humanos, y permiten “estudiar los mecanismos de acción, efectos de drogas y posibles tratamientos para estas enfermedades”, comenta Rubinstein. El uso de este animal abre otras posibilidades de investigación para científicos trabajando en estos temas. Fonte: DiCyT.es.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Microchips reparam danos cerebrais em ratos

18/01/2012 - Pacientes que sofreram derrames e sofrem de Parkinson podem ser beneficiados com o polêmico experimento que tem como base o implante de microchips em ratos de laboratório. Segundo o Mashable, cientistas afirmaram que os resultados dos experimentos, que buscam corrigir danos cerebrais nos roedores, são animadores.

Segundo o Mashable, os ratos que tiveram microchips implantados no cérebro passaram a apresentar, após as experiências, melhorias nas funções motoras, as quais estavam debilitadas devido a danos cerebrais semelhantes aos danos que um humano com Parkinson apresenta. No teste, os cientistas implantaram eletrodos sob o crânio dos ratos testados. Sem eles, os ratos não apresentavam funções motoras.

Com pesquisa, os cientistas, membros do Departamento de Psicologia da Universidade de Tel Aviv, Israel, esperam poder tratar com mais eficiência os casos de derrame e Parkinson. Pessoas que sofrem desses traumas apresentam danos nos tecidos cerebrais assim como os ratos testados apresentavam. Com a tecnologia, quem sabe, a exemplo dos ratos, os humanos afetados pelas doenças podem vir a ter algumas funções motoras retomadas, de acordo com o Gizmodo. Fonte: Geek.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Cientistas dos EUA obtêm células-tronco embrionárias em ratos

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008 - Descoberta permitirá que pesquisadores criem modelos animais mais eficazes para estudo de doenças humanas

WASHINGTON - Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia obteve, pela primeira vez, autênticas células-tronco embrionárias em ratos, informou nesta e a revista Cell. A descoberta permitirá que os cientistas criem modelos animais mais eficazes para o estudo de uma ampla gama de doenças humanas, afirmou a pesquisa. (segue...) Fonte: Estadão.
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Transtorno do sono pode causar doenças neurodegenerativas, diz pesquisa
Pessoas agitadas ou que gritam quando dormem podem ser afetadas.
Podem aparecer doenças como Alzheimer, Parkinson e DCL.

24/12/08 - As pessoas com um tipo de transtorno do sono que faz com que fiquem bastante agitadas ou gritem quando estão dormindo "podem ter maior risco" de desenvolver doenças como Alzheimer e demência com corpos de Lewy (DCL) ou Parkinson.

A afirmação consta de um estudo publicado nesta quarta-feira (24) na versão digital da revista "Neurology". As pessoas com o distúrbio não experimentam a falta de tônus muscular que normalmente ocorre durante a fase REM, conhecida como o momento no qual se sonha e quando o sonho é mais profundo.

Pelo contrário, têm uma atividade muscular excessiva que se traduz em gestos como dar socos, chutes e gritos, com os quais essencialmente representam seus sonhos.

O estudo foi feito com 93 pessoas que sofrem de transtorno do sono na fase REM e que não apresentavam sinais de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e DCL ou Parkinson, os quais foram acompanhados durante uma média de cinco anos.

Nesse período, 26 pessoas desenvolveram uma doença neurodegenerativa: 14 sofreram de Parkinson; 11 de demência - Alzheimer ou DCL - ; enquanto uma sofreu síndrome de Shy-Drager, um raro transtorno que afeta o movimento, a pressão sanguínea e outras atividades corporais.

Todos os participantes da experiência sofriam com problemas de transtorno do sono de origem desconhecida durante a fase REM, pois o distúrbio pode ter outras causas, como a narcolepsia.

Os resultados do estudo, segundo o autor Ronald Postuma, da Universidade McGill de Montreal, podem ajudar a "entender melhor como se desenvolvem essas doenças neurodegenerativas".

Além disso, sugerem que pode existir uma oportunidade para se proteger frente à progressão da doença. Inclusive preveni-la antes dos sintomas aparecerem. Fonte: G1. Leia sobre o mesmo assunto na BBC Brasil.
O ovo ou a galinha?