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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

REDUCIENDO LA MUERTE CELULAR / Fármacos para la hipertensión podrían aliviar el Parkinson 
MADRID, 11 Nov. (EUROPA PRESS) - Los fármacos antihipertensivos de dihidropiridina podrían ayudar a reducir la muerte celular en la enfermedad de Parkinson, según un estudio de la Universidad Nortwestern en Chicago (Estados Unidos) que se publica en la edición digital de la revista 'Nature'.

Los resultados del trabajo podrían ayudar a desvelar por qué las neuronas que producen dopamina en la sustancia negra (SN) son escogidas de forma selectiva durante el proceso de la enfermedad.

Las neuronas de la SN que producen dopamina son inusuales en la medida en que generan actividad eléctrica espontánea rítmica sin recibir estímulos de otras células. Pero los investigadores, dirigidos por D. James Surmeier, muestran que este 'marcapasos' innato crea estrés oxidativo en las mitocondrias de las células.

La desactivación de DJ-1, un gen asociado con el inicio temprano de la enfermedad de Parkinson, aumenta de forma selectiva el estrés oxidativo en estas células ya de por sí estresadas, lo que ayuda a explicar por qué estas neuronas en particular mueren durante la enfermedad de Parkinson.

La actividad de 'marcapasos' se produce cuando los iones de calcio entran en la neurona a través de los diminutos poros membranosos de los canales iónicos. Y el tratamiento de las células con un bloqueador selectivo del canal de calcio disminuye el estrés oxidativo mitocondrial en las neuronas de la SN productoras de dopamina.

Por ello, dado que las dihidropiridinas ya se han probado para su uso en humanos, los investigadores esperan que estos bloqueadores del canal de calcio puedan convertirse en un nuevo método neuroprotector para la enfermedad de Parkinson hereditaria y la espontánea. Fonte: Europa Press.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Drogas que tratam problemas cardíacos podem proteger contra Parkinson
26/1/2010 - Um medicamento usado para tratar doenças cardiovasculares, como hipertensão, angina e arritmias cardíacas, pode também reduzir os riscos de desenvolver doença de Parkinson.

Pesquisadores da  Universidade da Califórnia, nos EUA.,  descobriram que uma subclasse específica de dihidropiridina estava associada com uma redução de 26% a 30% no risco de ter a doença degenerativa, marcada pela morte de neurônios e perda de movimentos.

A doença afeta uma parte do cérebro chamada substância negra, que possui canais de cálcio em suas membranas celulares responsáveis pela transmissão das cargas elétricas entre os neurônios.

Esses canais também estão presentes no músculo cardíaco e são alvos de alguns medicamentos – dihidropiridina – para tratar angina, hipertensão e arritmias.

Segundo os pesquisadores, no novo estudo, essa classe de medicamentos pareceu afetar os canais de cálcio também no cérebro, reduzindo a degeneração de neurônios.

Os resultados do estudo, que avaliou, por até 12 meses, quase 2 mil pessoas com mal de Parkinson e 9,6 mil pessoas sem a doença, mostraram que apenas os bloqueadores de canais de cálcio da subclasse de dihidropiridina que cruzavam a barreira de sangue do cérebro estavam associadas com uma redução significativa nos riscos de desenvolver doença de Parkinson. Fonte: Correio do Brasil.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Asocian fármacos para la presión con menor riesgo de Parkinson
24/12/2009 - Las personas que toman una clase de antihipertensivos tendrían menos riesgo de desarrollar Parkinson, sugirió un nuevo estudio. Esos fármacos son un tipo de antagonistas de los canales de calcio llamados dihidropiridinas, que incluyen medicamentos como la nifedipina (Adalat), la felodipina (Plendil) y la nicardipina (Cardene). Los autores hallaron entre más de 11.000 adultos en Dinamarca, que quienes usaban esas medicinas eran alrededor de un 25 por ciento menos propensos a desarrollar Parkinson que los participantes que no usaban esos fármacos. No se observó la misma protección con otros tipos de antagonistas de los canales de calcio ni con otros antihipertensivos, incluidos los betabloqueantes, los antagonistas de angiotensina-II y los inhibidores de la ECA. Los datos, publicados en Annals of Neurology, no prueban que las dihidropiridinas reduzcan directamente el riesgo de desarrollar Parkinson. "Es el primer estudio que lo prueba en humanos", dijo la doctora Beate Ritz, de la University of California en Los Angeles. Se necesitan más estudios para conocer si se mantiene la relación. (segue...) Fonte: Público.es.
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Interação sinérgica melhora a patogênese da doença de Parkinson
ScienceDaily (Dec. 24, 2009) - Cientistas identificaram uma interação sinérgica que interrompe os mecanismos normais do transporte intracelular e leva ao acúmulo ou aglomerações de neurônios prejudiciais da proteína associada à doença de Parkinson (DP), uma doença neurodegenerativa que se caracteriza por uma perda de neurônios no mesencéfalo e tronco cerebral. A pesquisa, publicada por Cell Press na edição de 24 de dezembro, identifica uma nova potencial opção terapêutica para prevenir a DP associada. (...) "Nós descobrimos uma nova função para o gene LRRK2 na regulação do tráfego intracelular e na acumulação de α-syn nos neurônios e nossos resultados sugerem que quantidades excessivas de LRRK2, ou suas mutações, podem resultar em acumulação anormal e prejudicial nos neurônios da proteína α-syn", conclui Dr. Cai. "É possível que a inibição do gene LRRK2 possa fornecer uma estratégia terapêutica aplicável para melhorar α-syn neurodegenerativa induzida na DP e outras doenças neurodegenerativas." (segue..., em inglês)