quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Asocian fármacos para la presión con menor riesgo de Parkinson
24/12/2009 - Las personas que toman una clase de antihipertensivos tendrían menos riesgo de desarrollar Parkinson, sugirió un nuevo estudio. Esos fármacos son un tipo de antagonistas de los canales de calcio llamados dihidropiridinas, que incluyen medicamentos como la nifedipina (Adalat), la felodipina (Plendil) y la nicardipina (Cardene). Los autores hallaron entre más de 11.000 adultos en Dinamarca, que quienes usaban esas medicinas eran alrededor de un 25 por ciento menos propensos a desarrollar Parkinson que los participantes que no usaban esos fármacos. No se observó la misma protección con otros tipos de antagonistas de los canales de calcio ni con otros antihipertensivos, incluidos los betabloqueantes, los antagonistas de angiotensina-II y los inhibidores de la ECA. Los datos, publicados en Annals of Neurology, no prueban que las dihidropiridinas reduzcan directamente el riesgo de desarrollar Parkinson. "Es el primer estudio que lo prueba en humanos", dijo la doctora Beate Ritz, de la University of California en Los Angeles. Se necesitan más estudios para conocer si se mantiene la relación. (segue...) Fonte: Público.es.
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Interação sinérgica melhora a patogênese da doença de Parkinson
ScienceDaily (Dec. 24, 2009) - Cientistas identificaram uma interação sinérgica que interrompe os mecanismos normais do transporte intracelular e leva ao acúmulo ou aglomerações de neurônios prejudiciais da proteína associada à doença de Parkinson (DP), uma doença neurodegenerativa que se caracteriza por uma perda de neurônios no mesencéfalo e tronco cerebral. A pesquisa, publicada por Cell Press na edição de 24 de dezembro, identifica uma nova potencial opção terapêutica para prevenir a DP associada. (...) "Nós descobrimos uma nova função para o gene LRRK2 na regulação do tráfego intracelular e na acumulação de α-syn nos neurônios e nossos resultados sugerem que quantidades excessivas de LRRK2, ou suas mutações, podem resultar em acumulação anormal e prejudicial nos neurônios da proteína α-syn", conclui Dr. Cai. "É possível que a inibição do gene LRRK2 possa fornecer uma estratégia terapêutica aplicável para melhorar α-syn neurodegenerativa induzida na DP e outras doenças neurodegenerativas." (segue..., em inglês)

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