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terça-feira, 14 de abril de 2015

Estímulo intracraniano reduziria avanço de Parkinson, diz estudo

A estimulação intracraniana é um procedimento no qual eletrodos estimulam o cérebro com impulsos elétricos

13/04/2015 - A estimulação intracraniana (DBS, Deep Brain Stimulation) poderia reduzir a evolução e extensão do mal de Parkinson em pessoas que sofrem da doença, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (13) pelas revistas científicas Nature e Neuroscience.

A pesquisa, realizada pela Universidade da Califórnia (EUA), explica por que a estimulação intracraniana é um tratamento efetivo nos doentes de Parkinson que apresentam déficit no aparelho locomotor.

A estimulação intracraniana é um procedimento cirúrgico por meio do qual são implementados uma série de eletrodos no cérebro, que liberam impulsos elétricos para reduzir a atividade anormal de regiões cerebrais em pacientes com Parkinson.

Os especialistas mediram a atividade neuronal antes, durante e depois da estimulação intracraniana, aplicada durante o estudo em 23 pacientes que desenvolveram o mal.

A partir do estudo, os cientistas descobriram que o modo e o tempo que as regiões do cérebro utilizam para se comunicar se reduz após a aplicação da estimulação intracraniana, especialmente nas regiões que executam os movimentos corporais.

Os pesquisadores sugerem que a descoberta pode ser utilizada nos estudos clínicos futuros para desenvolver sistemas DBS inteligentes que controlem a atividade cerebral e apliquem a estimulação quando for necessário.

Além disso, a estimulação intracraniana também é utilizada para tratar outro tipo de doenças neurológicas, como as dores crônicas e as depressões, por isso o estudo proporciona novas possibilidades para o tratamento destas doenças. Fonte: Info Abril.

segunda-feira, 9 de março de 2015

'Ruído' elétrico trata os sintomas de Parkinson


Áudio em inglês, sem legendas.

09/03/2015 - Gotemburgo, Suécia (Reuters) - Um dispositivo portátil que estimula o senso de equilíbrio com "ruído" elétrico poderia ajudar os pacientes com doença de Parkinson, de acordo com cientistas suecos.

Cientistas da Universidade de Sahlgrenska Academy de Gothenburg desenvolveram um sistema vestibular portátil de bolso, para equilíbrio, um dispositivo de estimulação em uma tentativa de melhorar a vida dos doentes de Parkinson.

A pesquisa foi conduzida pelo Professor Associado Filip Bergquist, que disse que o dispositivo simples foi semelhante aos TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) terapia que é utilizada para o alívio da dor, por exemplo, no nascimento de uma criança.

"Então, isso realmente não é um dispositivo muito complicado. É um dispositivo de corrente que é muito semelhante às que as pessoas usam para alívio da dor com estimulação elétrica dos músculos e nervos, o que é chamado TENS. A diferença é que usamos um determinado perfil que você pode estimular os órgãos de equilíbrio com sem criar um distúrbio do equilíbrio. Então você não fica com a impressão de que o mundo está em movimento ou que você está se movendo, você realmente não sinte nada ", explicou Bergquist.

O dispositivo funciona proporcionando estimulação via adesivos ligados à cabeça do paciente por trás das orelhas, onde o sistema vestibular está localizado.

A doença de Parkinson é caracterizada por níveis reduzidos no cérebro do hormonio dopamina, um neurotransmissor, que permite que diferentes regiões do cérebro se comuniquem umas com as outras. Os sintomas da doença de Parkinson avançada incluem um sentido prejudicado de equilíbrio, assim como tremores, deficiente mobilidade, lentidão e rigidez.

Quase todos os pacientes diagnosticados com a doença são tratados com levodopa, um medicamento que estimula a produção de dopamina no cérebro. A eficácia da levodopa por via oral reduz a doença de Parkinson que progride no paciente e pode conduzir a movimentos involuntários, ou discinesias.

Em experiências anteriores com ratos, os pesquisadores da Sahlgrenska mostraram que a estimulação por ruído elétrico dos órgãos de equilíbrio pode ser usado para alterar a atividade do cérebro, equilibrando assim os efeitos da escassez de dopamina e melhorando as habilidades motoras dos animais e o equilíbrio.

Os pesquisadores também testaram o método em dez pacientes suecos com Parkinson, em ambos os estados medicados e não medicados. De acordo com Sahlgrenska, em um dia em que os pacientes receberam um estímulo ativo de ruído e em outro dia tratamento inativo, sem saber em que dia a corrente estava ativo. De acordo com o instituto de pesquisa, os experimentos mostraram que a estimulação de ruído ativo melhorou tanto o equilíbrio dos pacientes e os sintomas combinados.

O sofredor de Parkinson Staffan Lindblom disse que não espera quaisquer grandes avanços, mas ficaria grato por tudo o que faria viver mais fácil com a doença.

"Eu me tornei endurecido no sentido de que eu não tenho muito grandes expectativas. Mas eu ainda acredito que algo vai ser encontrado em algum momento, que poderia ser útil. Há uma extensa pesquisa neste campo e espero que ela acabará por chegar com um resultado. Não é um resultado significativo, mas alguns passos à frente seria muito apreciado", disse ele.

Infelizmente, este tratamento especial não funcionou no Lindblom, com Bergquist suspeitando também poderia haver outras causas para os problemas de equilíbrio de Lindblom.

Bergquist disse esperar que o dispositivo possa tratar pacientes para os quais o medicamento levodopa, que se transforma em dopamina no corpo e aumenta os níveis do produto químico, não era suficiente.

Ele também disse que eles estavam trabalhando na hipótese de que outras doenças que afetam o sistema de dopamina, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), também poderão se beneficiar deste tipo de tratamento.

"O que estamos esperando para com este dispositivo é encontrar um tratamento para distúrbios do movimento, doença de Parkinson, com Levodopa, onde a Levodopa não é suficiente. E, em particular em pacientes com doença de Parkinson em que há problema com a marcha e equilíbrio. Mas isso pode não ser restrito a doença de Parkinson, portanto, pode haver outras condições com falta de equilíbrio, onde você poderia utilizar a estimulação elétrica do aparelho vestibular, os órgãos de equilíbrio para melhorar o equilíbrio e marcha", disse ele.

O plano agora é para o dispositivo a ser testado em um estudo de longo prazo, onde os pacientes vão usá-lo em casa. Se esses ensaios tiverem êxito, os desenvolvedores esperam que o dispositivo possa estar disponível ao público no prazo de cinco anos. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Yahoo.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Estimulação elétrica da medula

Brasileiros apresentam novo tratamento para a doença de Parkinson
Equipe do cientista Miguel Nicolelis diz que o método é menos invasivo que a tradicional estimulação cerebral profunda

30/10/2014 | Uma equipe do Centro de Primatas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS),em Natal, demonstrou a eficácia de uma nova neuroprótese no tratamento da doença de Parkinson.

A nova terapia, denominada estimulação epidural da medula espinhal (EEMS), é pouco invasiva, podendo, no futuro, ser realizada sem a necessidade de internação hospitalar, segundo o cientista Miguel Nicolelis, fundador do centro na capital do Rio Grande do Norte.

Em sua página no Facebook, Nicolelis afirma que essa característica contrasta fortemente com um método tradicional de tratamento da doença de Parkinson - a estimulação cerebral profunda (DBS) — "que envolve um procedimento cirúrgico de várias horas, ao qual podem ser submetidos apenas uma pequena fração dos pacientes Parkinsonianos, devido ao caráter muito invasivo desse procedimento e os riscos associados ao mesmo".

A pesquisa foi realizada em saguis e teve, além de Nicolelis, a participação de Romulo Fuentes, também do IINNELS, e a colaboração de Per Pettersson, das universidade de Lund, na Suécia. O trabalho foi publicado na revista Neuron, e uma versão anterior — com testes em roedores — havia sido publicada na revista Science, em 2009.

— A EEMS foi inicialmente usada no tratamento de dor crônica que não responde a medicamentos. Como alguns desses pacientes também desenvolveram a doença de Parkinson, o uso continuo da EEMS também se mostrou eficaz no tratamento de sintomas motores produzidos por essa doença neurodegenerativa, principalmente aqueles relacionados a marcha e a postura — explicou Fuentes.

As experiências foram realizadas com matrizes de microeletrodos implantados no cérebro e na medula espinhal dos animais. A estimulação elétrica resultou em uma melhora significativa dos déficits motores dos saguis.

O fato de o método ter um processo pouco invasivo e mais barato do que outras alternativas cirúrgicas, segundo os pesquisadores, irá contribuir para que sejam realizados testes clínicos em um futuro próximo. Fonte: Zero Hora. Leia também "Estudo confirma eficácia de novo tratamento para Parkinson".

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Usando tocas aderentes e pegajosas e Bluetooth para manter os pacientes de Parkinson em movimento



por REBECCA JACOBSON
April 8, 2014 - Para quem sofre de Parkinson, a conexão entre o cérebro e o corpo se decompõe. A doença leva células nervosas a morrerem, o que traz rigidez e tremores.

Com a ajuda da tecnologia informática e a capacidade do cérebro a se religar, os doentes de Parkinson podem recuperar um pouco do controle que perderam. Usando uma toca equipada com eletrodos, Gert Cauwenberghs, um bioengenheiro da Escola de Engenharia de Jacobs e do Instituto de Computação Neural da Universidade da Califórnia em San Diego, junto com seus colegas estudam nos neurônios em pacientes de Parkinson a forma como eles atuam através de uma série de testes de computador.

Seu objetivo é desenvolver novas tecnologias para ajudar os pacientes com doença de Parkinson a melhor moverem-se no mundo, mas esses estudos também ensinam aos cientistas como o nosso cérebro controla os movimentos. Eles querem saber como as células nervosas podem criar novas conexões e recuperarem a função.

"A doença de Parkinson não é apenas um local no cérebro que está prejudicado. É todo o corpo... Estamos usando tecnologia avançada, mas de uma forma que seja mais pró-ativa em ajudar o cérebro a resolver alguns de seus problemas - neste caso, a doença de Parkinson -, trabalhando com a plasticidade natural do cérebro, em conexões de fiação entre os neurônios de diferentes maneiras ", disse Cauwenberghs.

No vídeo acima, Miles O'Brien conta mais sobre esta história para a série National Science Foundation Nation Science. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: PBS News Hour.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Estimulação da medula alivia sintomas de Parkinson

Experimento conduzido pelo brasileiro Miguel Nicolelis nos EUA pode resultar em terapia alternativa a drogas e métodos mais invasivos
23/01/14 - RIO – Experimento conduzido pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e sua equipe na Universidade Duke, nos EUA, em ratos mostrou que é possível aliviar os sintomas do mal de Parkinson a partir da estimulação da medula espinhal, método que pode se tornar uma alternativa ao tratamento padrão com a droga L-dopa e é menos invasivo que a única outra opção disponível, a estimulação profunda e direta do próprio cérebro. Doença neurodegenerativa que afeta cada vez mais pessoas no mundo devido principalmente à maior expectativa de vida e envelhecimento da população, o mal de Parkinson é caracterizado pela perda dos neurônios responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor ligado ao sistema de recompensa do cérebro e ao controle motor, o que faz com que suas vítimas sofram com rigidez e espasmos musculares.

De acordo com artigo sobre o experimento, publicado na edição desta semana do periódico “Nature Scientific Reports”, a estimulação de longo prazo da região dorsal da medula espinhal melhorou as capacidades motoras e reverteu a severa perda de peso dos animais, outro sintoma característico da doença. Além disso, o método ajudou a preservar os neurônios produtores de dopamina nas regiões do cérebro ligadas ao controle motor e cuja perda desencadeia o mal de Parkinson, sugerindo que ele também pode ser útil para frear seu avanço. (segue...) Fonte: Globo G1.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Criadores de marcapasso gástrico buscam investidor nos EUA

Catarinense InPulse participará de missão empresarial ao Vale do Silício, na Califórnia

04/09/2013 - Os últimos meses têm sido de muitas novidades e boas notícias para a startup catarinense InPulse. Em julho, a empresa foi classificada em primeiro lugar pelo projeto Startup Brasil graças ao AFTscan, um sistema inovador para diagnóstico da neuropatia diabética. O produto receberá investimentos de R$ 192 mil.

Entre os dias 7 e 13 de setembro, dois dos sócios participam de missão ao Vale do Silício, na Califórnia (EUA), por meio do projeto Startup SC do Sebrae Santa Catarina, junto de proprietário de outras oito empresas do estado. Mais do que visitar o polo de inovações tecnológicas, científicas e de mercado, a InPulse também estará no TechCrunch Disrupt, o maior evento de empreendedorismo digital do mundo. Palestras, debates e uma competição entre 30 startups fazem parte da programação. (...)

Mais do que auxiliar no tratamento da obesidade, o estudo da técnica da eletroestimulação implantável também está relacionado a pesquisas com outras aplicações, como no tratamento de Alzheimer, Parkinson, epilepsia, incontinência urinária e psicopatias como a depressão. (segue...) Fonte: Globo G1.

O dbs futuro deveria ter um mecanismo de feedback da atividade neuronal. No estado atual os impulsos são contínuos, independentemente do estado do paciente. Com o feedback, os impulsos seriam auto ajustados à sintomatologia do paciente. Neuroestimulação interativa. Será sonhar demais?

terça-feira, 23 de julho de 2013

Great Lakes NeuroTechnologies recebe patente para tecnologia de monitoramento do Parkinson

July 22, 2013 - A Great Lakes NeuroTechnologies  anunciou hoje ter recebido informações acerca de seu pedido ao  Escritório de Patentes dos EUA que abrange o seu sistema e método de estimular o cérebro durante o sono para tratar sintomas de transtorno de movimento. O pedido cobre um sistema e um método, incluindo um aparelho operacional para posicionar uma matriz de elétrodos sobre a superfície do couro cabeludo, que proporciona uma estimulação de dose baixa para o cérebro utilizando estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), e fornece esta estimulação durante as diferentes fases do sono. Embora a estimulação cerebral profunda tenha demonstrado eficácia no tratamento de perturbações do movimento tais como a doença de Parkinson, as tecnologias não invasivas tais como ETCC podem proporcionar opções adicionais aos pacientes. O procedimento da terapia de estimulação durante o sono pode ter como alvo situações de melhorarem os sintomas motores, bem como minimizar a carga do paciente uma vez que a terapia poderia ocorrer enquanto ele está dormindo. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: News Medical.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Choques no cérebro fazem homens acharem mulheres mais bonitas

Pesquisadores da Califórnia analisaram 99 pessoas que sofreram estimulação por eletrodos colocados de maneira não invasiva no couro cabeludo
Procedimento pode abrir o campo de tratamento de pessoas que sofrem de distúrbios neurológicos

1/07/13 - RIO - Para os que acreditam que beleza é fundamental, o mundo seria muito melhor se a maioria das pessoas fosse ao menos mais parecida com a modelo Gisele Bündchen ou com o ator Brad Pitt, por exemplo. Tratamentos de beleza à parte, já existe tecnologia para dar uma ajuda aos que querem conviver com pessoas mais bonitas. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia constataram que os voluntários que sofreram estimulação elétrica no cérebro passaram a achar as outras pessoas mais atraentes, de acordo com estudo publicado recentemente na revista “Translational Psychiatry”.

Os cientistas observaram 99 pessoas que participaram de 15 minutos de estimulação transcraniana por corrente contínua (TDCS, na sigla em inglês). São eletrodos colocados de maneira não invasiva no couro cabeludo que dão choques controlados. Eles não são dolorosos, mais parecem um formigamento ou coceira. Antes e depois do processo, os voluntários olharam retratos, que foram considerados mais atraentes na segunda vez.

A explicação, de acordo com os especialistas, está relacionada ao aumento de atividade na área pré-frontal e no mesencéfalo (parte intermediária) do cérebro dos pacientes, assim como à maior produção de dopamina, neurotransmissor associado à beleza.

Para os pesquisadores, a mudança na classificação de beleza após o TDCS é uma comprovação de que o procedimento pode ser usado como uma forma não invasiva de ativar o mesencéfalo a ponto de influenciar o nosso comportamento. As descobertas devem abrir o campo de tratamento de pessoas que sofrem de distúrbios neurológicos, como esquizofrenia, depressão e Mal de Parkinson. Fonte: Globo G1.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Terapia usa eletricidade para suprimir tremores em pacientes com Parkinson

Estimulação transcraniana anula sinal do cérebro que causa sintoma, aplicando uma pequena corrente elétrica através de eletrodos

18/02/2013 - Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, desenvolveram uma nova terapia que utiliza a eletricidade para ajudar a suprimir tremores em pessoa com doença de Parkinson.

A técnica, chamada estimulação transcraniana de corrente alternada ou TACS, anula o sinal do cérebro que causa os tremores, aplicando uma pequena corrente elétrica segura através dos eletrodos do lado de fora da cabeça de um paciente.

Resultados de um estudo preliminar realizado com 15 pessoas com Parkinson mostrou uma redução de 50% na incidência de tremores em repouso entre os pacientes.

Tremores físicos são sintomas significativos e debilitantes da doença de Parkinson, mas que não respondem bem ao tratamento com drogas existentes.

O tremor pode ser tratado com sucesso com estimulação cerebral profunda, técnica cirúrgica que envolve a inserção de eletrodos profundos no cérebro para enviar impulsos elétricos. Mas esta terapia é invasiva e traz alguns riscos de saúde, incluindo hemorragia cerebral, o que significa que não é adequada para todos os pacientes.

Em TACS, em contraste, os eletrodos são colocados do lado de fora da cabeça do paciente, de modo que não carregam os riscos associados com a estimulação cerebral profunda.

"Tremores experimentados pelos doentes de Parkinson podem ser devastadores e qualquer terapia que pode suprimir ou reduzir esses tremores melhora significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Estamos muito esperançosos de que esta pesquisa possa, com o tempo, levar a uma terapia que seja bem sucedida e trazer redução de riscos médicos. Provamos o princípio, agora temos que otimizá-lo e adaptá-lo de modo que seja capaz de ser utilizado em doentes. Muitas vezes, essa é a parte mais difícil", afirma o líder da pesquisa Peter Brown.

Como funciona

TACS funciona colocando duas almofadas de eletrodos no paciente, uma perto da base do pescoço, e uma na cabeça, acima do córtex motor (a parte do cérebro envolvida no controle dos tremores).

A pequena corrente alternada que os eletrodos entregam é combinada com o sinal de tremor oscilante para anulá-lo, e suprimir o tremor físico.

"A abordagem é baseada no fato de o cérebro operar através de ondas cerebrais. Se pudermos estimular com ondas correspondentes, podemos substituir um sinal que está ausente, ou, neste caso, anular uma onda cerebral patológica", explica Brown. Fonte: Record R7.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Nova terapia pode melhorar equilíbrio da marcha de pacientes com Parkinson

A Estimulação Cranial por Eletroterapia poderia reduzir o risco de ferimentos causados ​​por quedas e acidentes por outros movimentos

JUNE 6, 2012 - Um estudo piloto publicado em Neurorehabilitation e Neural Repair indica que o Fisher Wallace Stimulator, uma terapia de baixo risco e não-invasiva também conhecida como Estimulação Craniana Eletroterápica (sigla em inglês CES), pode levar à melhora da marcha e recuperação do equilíbrio em pessoas com doença de Parkinson. (...)

O Fisher Wallace Estimulador, dispositivo CES utilizado no estudo, é aprovado pela FDA desde 1991 para tratar a depressão e a ansiedade - dois sintomas comuns comórbidos em pacientes de Parkinson. A vantagem de usar um dispositivo de baixo custo para tratar distúrbios do movimento e do humor em pacientes de Parkinson é significativo e promissor. As drogas usadas atualmente para tratar pacientes de Parkinson trazem sérios efeitos colaterais e a estimulação cerebral profunda (DBS) - intervenção médica opcional para melhorar o controle motor na doença de Parkinson - tem critérios tão rigorosos que cercam o seu uso que exclui a maioria dos pacientes de Parkinson. (segue..., em inglês) Fonte: Today's Medical Developments.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Científicos desarrollaron una prótesis neural que permitió a monos volver a caminar

El neurocientífico brasileño Miguel Nicolelis desarrolló una prótesis neural que implantada en monos les permite volver a caminar y restaurar funciones neurológicas dañadas por lesiones de médula y mal de Parkinson, que prevé probar el próximo año en humanos.
August 17th, 2011 - “El primer trabajo se desarrolló en ratón, luego hicimos un método para testear la estimulación de la médula espinal en monos en nuestro instituto en Natal, Brasil, y tenemos resultados preliminares muy promisorios que de ser avalados nos permitirán iniciar en 2012 los ensayos clínicos en pacientes con Parkinson”.

El científico que llegó a la Argentina invitado por el ministerio de Ciencia y Tecnología contó que “lo que hicimos fue registrar las señales eléctricas que producen grandes grupos de neuronas y transmitirlas a computadoras para, a partir de esta actividad eléctrica inicial, leer y extraer el tipo de órdenes motoras que da el cerebro para mover un brazo o una mano”.

Una vez conseguidas las órdenes motoras extraídas de la actividad neuronal, fueron enviadas a un brazo robótico y vieron que “el mono del experimento aprendió a pensar en el movimiento y a hacer que el brazo robótico se moviera como si fuera su propio brazo”.

Nicolelis dijo que “nuestro método podría ser aplicado en la fase diagnóstica de la enfermedad, a diferencia de lo que pasa con la cirugía que existe hoy, para daños avanzados, que sólo es efectiva en el 5% de los pacientes que consiguen soportar el procedimiento”.

En comparación, la nueva técnica consiste en un “procedimiento medianamente invasivo muy fácil, barato y sin riesgos, con un microchip que no precisa penetrar en el tejido neural porque es colocado en la superficie de la médula, por debajo de la vértebra, con un implante si ninguna contraindicación”.

“Tenemos la esperanza de que si hay un diagnóstico de Parkinson en el inicio de la patología, se pueda recibir un implante de manera de no sólo combatir los síntomas motores, sino también intentar reducir la progresión de la degradación del sistema nervioso”.

Todo comenzó en 1997, cuando “nos preguntamos si podríamos leer los mensajes motores que el cerebro intenta producir para mover un cuerpo lesionado en médula espinal, registrando la actividad eléctrica y decodificando el mensaje motor, que logramos traducir para comandos digitales y transmitirlo para robots”, contó.

El equipo estudia ahora si la estimulación continua eléctrica favorece la preservación de las neuronas que todavía no están dañadas.

El chip se ubica sobre las meninges que protegen la médula espinal, por debajo de las cuales hay “una autopista neuronal de un millón de fibras que cargan información para el cerebro, a través de una señal eléctrica muy pequeña, en una frecuencia específica, que transmitida al cerebro desorganiza la actividad patológica de las neuronas”, precisó.

La fuente de energía del chip es una pequeña batería implantada en el tejido subcutáneo, que puede ser recargada cada dos años sin abrir el sitio, a través de un inductor magnético.

Nicolelis precisó que “las neuronas de un cerebro parkinsoniano tienden a disparar sus descargas eléctricas todas al mismo instante, en un ritmo de marcha militar, y tampoco para el cerebro son buenas las marchas militares”.

“La señal que nosotros pasamos por la médula intervienen en las neuronas y desorganizan esta sincronía, lo que permite que los animales vuelvan a caminar y moverse libremente”, afirmó.

Nicolelis sostuvo que su equipo considera que “el Parkinson no es nada más que una crisis epiléptica muy particular: si eso es verdad, otros modelos de dolencias degenerativas y psiquiátricas son también crisis epilépticas particulares, lo cual unificaría los males neurológicos psiquiátricos en una sola”.

El equipo de Nicolelis, médico de 50 años, ya había desarrollado una técnica para tratar la epilepsia a partir de estímulos eléctricos en regiones periféricas del sistema nervioso, cuando percibieron que había semejanzas en el patrón de comportamiento del cerebro de los portadores de ambas enfermedades.

Nicolelis es uno de los creadores del Instituto Internacional de Neurociencias de Natal, en Rio Grande do Norte, donde son formados científicos; es miembro de las academias de Ciencias francesa, brasileña y pontificia.

“Conseguimos traducir el mensaje motor para comandos digitales y transmitirlo a robots, demostrando que podíamos traducir movimiento de manos, brazos y piernas”, dijo.

Un consorcio internacional construye ahora un traje robótico para que los pacientes puedan `vestir` el robot e imaginar el movimiento para un cuerpo que no se puede mover, con microchips colocados en el cerebro de la persona, que transmiten sin cables para motores distribuidos en puntos clave del atuendo, de modo de que cuando la persona piense `quiero caminar`, transmita la orden a sus piernas robóticas.

La maravilla llamada “Andar nuevamente” es desarrollada en Munich por el creador de un robot japonés, con un consorcio de Estados Unidos, Brasil, Suiza y Alemania, y será exhibida en el próximo Mundial de Fútbol, en Brasil, cuando el puntapié inicial de pacientes parapléjicos dé por iniciada la Copa del Mundo. Fonte: Noticias MDQ.ar.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Nuevos avances contra enfermedades neurodegenerativas
Según el portal medisur.sld.cu, un consorcio catalán, liderado por la empresa Starlab, ha desarrollado un aparato que permite la estimulación eléctrica del tejido cerebral controlada por ordenador, con el fin de estudiar en experimentos in vitro enfermedades que afectan el sistema nervioso, como parkinson o alzheimer.
19/12/10 - Según el portal medisur.sld.cu, un consorcio catalán, liderado por la empresa Starlab, ha desarrollado un aparato que permite la estimulación eléctrica del tejido cerebral controlada por ordenador, con el fin de estudiar en experimentos in vitro enfermedades que afectan el sistema nervioso, como parkinson o alzheimer.

El prototipo se aplica a cortes de tejido cerebral para recoger información a través de impulsos eléctricos controlados por ordenador. Este dispositivo aporta un mayor grado de flexibilidad respecto a otras técnicas de experimentación tradicionales, lo cual supone un gran adelanto en la investigación neurocientífica.

El objetivo último del dispositivo es estimular eléctricamente las neuronas de los cortes cerebrales para que se pueda avanzar en el estudio de enfermedades que hoy en día afectan millones de personas. Es el caso de la epilepsia, con 50 millones de pacientes en todo el mundo, o de alzheimer y otras demencias, cuyo número de afectados se prevé que aumente un 66 por ciento en los próximos 20 años. (segue...) Fonte: Prensa Libre.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Chip en la columna vertebral neutraliza el dolor
Friday, December 17, 2010 - Un grupo de científicos de Sydney (Australia) realizará los primeros ensayos -en humanos- de una tecnología capaz de eliminar el dolor crónico. Se trata de un dispositivo electrónico que, colocado permanentemente sobre la médula espinal del paciente, bloquea las señales de dolor, impidiendo que lleguen al cerebro.

Las primeras pruebas tendrán lugar en el próximo año, y es posible que incluso pueda ser útil para controlar convulsiones epilépticas y temblores causados por la enfermedad de Parkinson. Quien alguna vez haya padecido una migraña o dolor crónico sabe lo que significa para quienes sufren estas dolencias cualquier esperanza de acabar definitivamente con ese tormento.

A pesar de que existen unos cuantos fármacos que pueden lidiar bastante bien con estos problemas, lo cierto es que prácticamente siempre existen “daños colaterales” que a largo plazo los vuelven menos eficaces, o terminan originando un nuevo problema en el paciente. Pero si una tecnología desarrollada durante los últimos dos años por la National ICT Australia (NICTA)y denominada Implantable Neuro Sensing and Stimulation (INS2) funciona como sus responsables aseguran, todo esto podría convertirse en solamente un mal recuerdo. (...)

Algunas pruebas sugieren que también podría ser útil para controlar las convulsiones de origen epiléptico y los temblores asociados a la enfermedad de Parkinson. Los primeros ensayos en humanos tendrán lugar el año próximo en Australia, y si todo sale bien, en no mucho tiempo más aquellos que esperan por una solución definitiva a su dolor crónico tendrán el alivio que merecen. Fonte: Prensa Latina.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Boas-novas contra o Parkinson
Estímulos elétricos e outros meios de enfrentar as doenças do movimento
21/06/2010 -O XIV Congresso Internacional da Doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento, realizado em Buenos Aires neste mês, traz uma série de novidades que confirmam o grande interesse médico em desvendar os segredos dos nossos mais simples atos, como andar e comer.

Na segunda semana de junho, nem todos estavam ligados apenas na Copa do Mundo. Um grupo de mais de 7 mil neurologistas se encontrou em Buenos Aires, para discutir os avanços da medicina para o entendimento das doenças do movimento. E as novas oportunidades para o tratamento desses distúrbios, incluindo o tremor e Parkinson.

A grande novidade do encontro foi o uso cada vez mais aceito de estímulos elétricos da região profunda do cérebro, que não só passou a dar uma grande opção para os casos avançados, mas ajudou também no melhor conhecimento da doença de Parkinson.

O estímulo elétrico profundo do cérebro é feito com um aparelho implantado sob a pele com uma bateria e que emite estímulos através de cateteres implantados nos núcleos da base, agrupamentos de neurônios alojados profundamente no cérebro e envolvidos com a organização dos nossos movimentos automáticos, como andar e mastigar, que não precisam de nossa atenção. São esses núcleos que não funcionam corretamente na doença de Parkinson.

Antigamente, acreditávamos ser um simples “desbalanço” entre neurotransmissores, os mensageiros químicos que os neurônios usam para se comunicar. No caso do Parkinson, é a falta de dopamina, que era a causa da doença. Na verdade o cérebro é muito mais complexo e esses gânglios têm subgrupos de células que podem estimular ou inibir o neurônio de um outro grupo, mas, dependendo da intensidade do estímulo ou da frequência, o resultado pode ser completamente diferente.

Só depois do advento do estimulador cerebral profundo, que permite modular a intensidade e a frequência dos estímulos elétricos, os médicos passaram a perceber melhor a complexidade desse sistema neuronal. Com isso abriu-se mais uma avenida no tratamento das doenças do movimento.

No congresso, a apresentação de novas drogas ainda experimentais e outras demonstrações das drogas que já temos em uso também chamaram a atenção dos neurologistas. Ainda caminhamos com a terapia gênica e o implante de células jovens ou células-tronco nos gânglios que apresentam a morte prematura dos neurônios. Outra novidade foi a utilização do PET scan (Tomografia por Emissão de Pósitrons), que analisa o metabolismo celular para compreendermos melhor o dinâmico e intrigado relacionamento entre os núcleos da base e os movimentos automáticos.

Uma mudança do posicionamento dos neurologistas também ficou clara no encontro. Com a melhor abordagem da doença e maiores recursos terapêuticos, os médicos passaram a valorizar mais as queixas não motoras dos pacientes com Parkinson, como alterações de memória, do sono, do equilíbrio e incontinência urinária. E a tratá-las também promovendo uma melhora importante na qualidade de vida dessas pessoas.

Segundo Diego Salarini, neurologista do grupo de distúrbios do movimento da Santa Casa de São Paulo, ainda é cedo para avaliarmos o verdadeiro papel do marca-passo cerebral. Mas já há indicação deste para o tratamento de tremores e estudos para utilizá-lo também em depressão e até em coma. O que está estabelecido pela medicina é, porém, o seu uso nos casos de Parkinson sem resposta satisfatória a medicamentos e com muitos efeitos colaterais da medicação, em pacientes previamente selecionados e baixo risco cirúrgico. Fonte: Carta Capital.
... nem tão novas assim ...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

¿Cómo afectan las estimulaciones eléctricas al cerebro?
Científicos estadounidenses han descubierto los mecanismos de respuesta empleados por las neuronas cuando se reciben estimulaciones eléctricas en el cerebro, terapia usada frente a enfermedades como el Parkinson.

27-08-09 - Investigadores del Harvard Medical School (Estados Unidos) han descubierto los mecanismos de respuesta de las neuronas cuando una persona recibe estimulaciones eléctricas en el cerebro, una herramienta que se utiliza como terapia frente a algunas enfermedades mentales como el Parkinson o la depresión, según publica en su último número la revista 'Neuron'. (segue...) Fonte: Cope.es.