Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quarta-feira, 1 de abril de 2015
Após tomar medicamento para Parkinson, mulher começa a sofrer com orgasmos
terça-feira, 31 de março de 2015 | Notícia publicada originalmente neste blog em 7/8/2014. Fonte da presente notícia: Netcina.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Mulher, após tomar medicamento para Parkinson, começou a sofrer diariamente com vários orgasmos espontâneos
QUA, 06 DE AGOSTO DE 2014 - Todos nós sabemos que alguns medicamentos podem causar efeitos colaterais indesejados, como dores de cabeça ou até mesmo erupções cutâneas, além de efeitos mais graves.
Porém, uma mulher da Turquia teve reações bem diferentes ao começar a tomar um medicamento para aliviar seus sintomas de Parkinson. Ela passou a ter cinco orgasmos espontâneos por dia!
A paciente de 42 anos havia sido diagnosticada com um princípio inicial da doença, provocada dentre outros motivos, por falta de dopamina no cérebro. Assim como muitos pacientes de Parkinson, foi recomendado que ela tomasse rasagilina (Azilect), droga que aumenta os níveis de dopamina, aliviando os sintomas de tremor, rigidez corporal e lentidão de movimentos.
Até então, os efeitos colaterais conhecidos do medicamento, incluíam dores de cabeça, sintomas de gripe, tonturas, constipação e boca seca. Porém, de acordo com relatórios publicados no Live Science, apenas sete dias após o início do tratamento, ela teve um aumento exagerado da libido, causando os orgasmos espontâneos. No 10º dia, foi internada para observação.
Os médicos que relataram o caso, se surpreenderam com o efeito causado, sendo o primeiro caso registrado deste efeito adverso da rasagilina, em mulheres.
De acordo com o relatório dos médicos do departamento de neurologia da Necmettin Erbakan University, em Konya, na Turquia, a mulher não tomava nenhum outro medicamento e não sentiu nenhum outro sintoma diferente relacionado ao uso da droga. Quando ela parou de tomar o medicamento, os sintomas pararam. Porém, 15 dias depois, após retomar o tratamento, os orgasmos passaram a ocorrer novamente, obrigando-a a abandonar o tratamento novamente.
Ainda não está claro o motivo pelo qual os orgasmos espontâneos ocorreram, mas uma das teorias levantadas pelos pesquisadores, é que os níveis elevados de dopamina, que é um neurotransmissor, ativaram uma reação do corpo ao prazer sexual.
Outro relatório sobre um caso bizarro envolvendo a rasagilina, envolvia um homem de 65 anos que sofria de ejaculação espontânea com o tratamento. Quando a dose do medicamento caiu pela metade, o episódio continuou acontecendo, até o momento dele parar o tratamento por completo.
No relatório do caso, publicado na revista Movement Disordes, o homem relatou que, durante o tratamento, ele teve uma melhora na vida sexual, comprovando a possível interferência do medicamento com a libido. Fonte: Jornal da Ciência R7. Também no DIÁRIO DA MANHÃ. Em vídeo (texto) AQUI.
Porém, uma mulher da Turquia teve reações bem diferentes ao começar a tomar um medicamento para aliviar seus sintomas de Parkinson. Ela passou a ter cinco orgasmos espontâneos por dia!
A paciente de 42 anos havia sido diagnosticada com um princípio inicial da doença, provocada dentre outros motivos, por falta de dopamina no cérebro. Assim como muitos pacientes de Parkinson, foi recomendado que ela tomasse rasagilina (Azilect), droga que aumenta os níveis de dopamina, aliviando os sintomas de tremor, rigidez corporal e lentidão de movimentos.
Até então, os efeitos colaterais conhecidos do medicamento, incluíam dores de cabeça, sintomas de gripe, tonturas, constipação e boca seca. Porém, de acordo com relatórios publicados no Live Science, apenas sete dias após o início do tratamento, ela teve um aumento exagerado da libido, causando os orgasmos espontâneos. No 10º dia, foi internada para observação.
Os médicos que relataram o caso, se surpreenderam com o efeito causado, sendo o primeiro caso registrado deste efeito adverso da rasagilina, em mulheres.
De acordo com o relatório dos médicos do departamento de neurologia da Necmettin Erbakan University, em Konya, na Turquia, a mulher não tomava nenhum outro medicamento e não sentiu nenhum outro sintoma diferente relacionado ao uso da droga. Quando ela parou de tomar o medicamento, os sintomas pararam. Porém, 15 dias depois, após retomar o tratamento, os orgasmos passaram a ocorrer novamente, obrigando-a a abandonar o tratamento novamente.
Ainda não está claro o motivo pelo qual os orgasmos espontâneos ocorreram, mas uma das teorias levantadas pelos pesquisadores, é que os níveis elevados de dopamina, que é um neurotransmissor, ativaram uma reação do corpo ao prazer sexual.
Outro relatório sobre um caso bizarro envolvendo a rasagilina, envolvia um homem de 65 anos que sofria de ejaculação espontânea com o tratamento. Quando a dose do medicamento caiu pela metade, o episódio continuou acontecendo, até o momento dele parar o tratamento por completo.
No relatório do caso, publicado na revista Movement Disordes, o homem relatou que, durante o tratamento, ele teve uma melhora na vida sexual, comprovando a possível interferência do medicamento com a libido. Fonte: Jornal da Ciência R7. Também no DIÁRIO DA MANHÃ. Em vídeo (texto) AQUI.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Três pesquisadores israelenses que tem por objetivo bater a doença de Parkinson
June 24, 2014 - Embora seja uma situação definida no século 20, a doença de Parkinson realmente foi descrita pela primeira vez em Londres, no século 19, pelo Dr. James Parkinson. No entanto, mesmo dois séculos mais tarde, os investigadores e os médicos ainda estão lutando para obter uma explicação sobre o que causa esta doença neurodegenerativa que atinge novos 500 mil americanos a cada ano.
Em que pese continuar a ser um mistério para a medicina, os pesquisadores israelenses fizeram progressos na corrida para descobrir a origem e detectar uma cura para esta doença que rapidamente se espalha. NoCamels falou com três pesquisadores israelenses que fizeram como seu objetivo de vida descobrir os segredos neurológicos por trás da doença de Parkinson.
1-Israel: um laboratório vivo para o estudo do mal de Parkinson
O Professor Nir Giladi, Diretor do Departamento de Neurologia do Tel Aviv Center, começa por explicar que a doença de Parkinson é uma doença multi-dimensional que se desenvolve mais tarde na vida, mas que pode, em muitos casos, ser detectada cedo com o uso de padrões genéticos. “Nós sabemos hoje que os fatores ambientais, bem como estilo de vida e genética influenciam o desenvolvimento da doença de Parkinson”, diz Giladi ao NoCamels. Ele ressalta que, de acordo com vários estudos, "Entre os judeus Ashkenazi [de origem europeia], 35 por cento dos pacientes de Parkinson têm desenvolvido a doença devido a mutações genéticas conhecidas. Esta é a percentagem mais elevada em qualquer população mundial, tornando Israel um laboratório vivo exclusivo para compreender a doença de Parkinson."
Três pesquisadores israelenses que fizeram como seu objetivo de vida bater a doença de Parkinson considerando o grande volume de pacientes de Parkinson que vivem em Israel, cerca de 20.000 de acordo com estimativas aproximadas, como Giladi, foram capazes de criar um método de rastrear a probabilidade genética da condição neurodegenerativa se espalhar dentro de um grupo familiar. Uma vez que um paciente é diagnosticado oficialmente com a doença de Parkinson, o centro pede permissão para entrar em contato com seus parentes imediatos, "Desta forma, podemos seguir as pessoas em risco. Todos os anos temos um punhado de pessoas que foram considerados saudáveis quando foram examinados inicialmente, mas se tornaram doentes de Parkinson mais tarde."
Em sua pesquisa, Giladi descobriu que as pessoas que contraem alguns dos sintomas da fase inicial da doença, que incluem a lentidão de movimentos, rigidez e tremor em repouso, compensam o desempenho do cérebro porque o indivíduo é forçado a usar outras redes, a fim de manter o funcionamento normal. Enquanto isso faz sentido, também é parte da razão pela qual os doentes de Parkinson muitas vezes são diagnosticados apenas 30 anos depois que eles realmente contraem a doença neurológica: "O conceito de saudável X doente está se tornando vago porque temos agora instrumentos muito sensíveis para detectar anormalidades. Podemos testar as pessoas que parecem perfeitamente saudáveis e detectar mudanças sutis, mas importantes. "Estas mudanças podem, por exemplo, serem vistas em um braço oscilante, os padrões (conhecido como marcha) ou a forma como o cérebro resolve os problemas para caminhar.
Giladi enfatiza que o Parkinson é uma doença multifacetada que influencia aspectos como o humor, a cognição, a função sexual, sensação, visão e até mesmo olfato, razão pela qual, em sua opinião, o tratamento da doença deve também ser adaptável: "Israel é pioneiro no tratamento interdisciplinar do Parkinson. Aqui no nosso centro temos neurologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais, sexólogos e ortopedistas que trabalham com os pacientes. Todos esses fatores estão diretamente envolvidos no tratamento de um único paciente por causa dos problemas variados que enfrentam."
2- Um exame de sangue para diagnosticar os sintomas de Parkinson desde cedo
Quando ainda era um estudante de doutorado, o Dr. Ronit Sharon, Professor Associado e Presidente do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular na Universidade Hebraica de Jerusalém, tornou-se interessado em explicar como a doença de Parkinson deteriora a função dos neurônios no cérebro. Sharon foi pioneiro no campo da degeneração neuronal, impulsionada pela conclusão perturbadora que, “No momento em que o Parkinson é diagnosticado, 70 por cento dos neurônios do paciente já se foram, e uma vez que eles se foram, não podemos recuperá-los.”
Sharon faz parte de uma equipe de pesquisadores que vem trabalhando há décadas para descobrir um biomarcador que ajudará os médicos a reconhecer claramente a doença de Parkinson em seus pacientes o mais cedo possível. Seu objetivo é desenvolver testes de sangue que diagnosticarão a condição em seu estágio inicial, antes mesmo que os sintomas físicos de rigidez, tremores e perda de memória sejam capazes de terem efeito.
Três pesquisadores israelenses que visam bater o Parkinson, da equipe de Sharon, acreditam valer a pena; eles descobriram uma proteína chamada alfa-sinucleína, que é fortemente presente em neurônios do cérebro. Juntos, eles foram capazes de demonstrar que a alfa-sinucleína nas pontas das suas células nervosas interagem ou não interagem com os lípidos do cérebro de certas formas que possam produzir a morte de neurônios e as características neurodegenerativas da doença de Parkinson. Ele espera que a descoberta de sua equipe sobre a relação entre alfa-sinucleína e lipídios cerebrais será implementada como parte de um simples exame de sangue para detectar a doença de Parkinson no início, sem a tediosa tarefa de examinar a história da família de cada paciente. "O objetivo é ter um teste que mostre que as pessoas carregam a doença de Parkinson, mesmo quando elas não sentem nada ainda. Queremos entender qual é o mais antigo gatilho da cadeia de eventos a partir de onde nos neurônios começam a degenerar. "
3. A busca por uma droga milagrosa
O Professor Emérito Roussa Youdim do Departamento de Farmacologia Molecular no Instituto de Tecnologia Technion-Israel está tentando entender os mecanismos moleculares por trás de doenças neurodegenerativas complexas e misteriosas como Parkinson, mas a partir da perspectiva de tratamento, não diagnóstico. Youdim salienta que o problema principal com o tratamento é que não há nenhum fármaco disponível que possa modificar o curso da doença e induzir a neuro restauração, ou a recuperação de neurônios, uma vez que a doença tenha progredido significativamente.
Youdim explica que a maioria das drogas que estão sendo usadas para tratar a doença de Parkinson, hoje são apenas para tratar os sintomas, e não a doença em si: "É como tomar uma aspirina contra a dor de dente, isso não muda nada sobre o dente e algumas horas mais tarde, temos que tomar o próximo comprimido. Estamos tentando desenvolver drogas que não sejam apenas neuroprotetoras, mas também possam retardar a progressão da morte celular e, finalmente, modificar a doença, induzindo a neuro restauração. "Nascido em Teerã e educado nos Estados Unidos, a pesquisa de Youdim para um tratamento eficaz para a doença de Parkinson é realizado em conjunto com a Nacional Parkinson Foundation Centers for Excellence for Neurogenerative Diseases Research and Teaching.
Em vez de descobrir por que os neurônios doentes de Parkinson morrem, Youdim quer impedir que isso aconteça, completamente. Ele desenvolveu o que chama de uma “droga muito promissora” que venha a proteger os neurônios da morte, modifique o caminho destrutivo da doença no cérebro e, possivelmente, até mesmo restaure os neurônios. Os estudos de Youdim em enzimas específicas do cérebro, chamada monoamina oxidase A e B, e as suas funções, levou à formulação da selegilina, um dos medicamentos mais eficazes para o tratamento inicial da doença de Parkinson, até que ele desenvolveu uma droga ainda melhor chamada Azilect. Após extensos testes em modelos celulares da doença animal e, o Azilect ter sido bem-sucedido em restaurar os neurônios de dopamina que morreram anteriormente com a neurodegeneração.
Apesar do sucesso de Azilect no mercado após a aprovação do FDA, Youdim, bem como Giladi, entende que as doenças neurodegenerativas são multidimensionais e que as drogas devem ser desenvolvidas em conformidade: "Sabemos que o mal de Parkinson é uma doença muito complexa, com efeitos sobre múltiplos processos e mecanismos de neurodegeneração e várias consequências patológicas. Estamos a desenvolver drogas que visam todos esses alvos. "Embora as super-drogas de Youdim não estejam perto de estarem prontas, ele espera que sejam capazes de enfrentar os aspectos multifacetados da doença e reverter alguns dos difíceis danos neurológicos, físicos e emocionais. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: No Camels.il, com links.
Em que pese continuar a ser um mistério para a medicina, os pesquisadores israelenses fizeram progressos na corrida para descobrir a origem e detectar uma cura para esta doença que rapidamente se espalha. NoCamels falou com três pesquisadores israelenses que fizeram como seu objetivo de vida descobrir os segredos neurológicos por trás da doença de Parkinson.
1-Israel: um laboratório vivo para o estudo do mal de Parkinson
O Professor Nir Giladi, Diretor do Departamento de Neurologia do Tel Aviv Center, começa por explicar que a doença de Parkinson é uma doença multi-dimensional que se desenvolve mais tarde na vida, mas que pode, em muitos casos, ser detectada cedo com o uso de padrões genéticos. “Nós sabemos hoje que os fatores ambientais, bem como estilo de vida e genética influenciam o desenvolvimento da doença de Parkinson”, diz Giladi ao NoCamels. Ele ressalta que, de acordo com vários estudos, "Entre os judeus Ashkenazi [de origem europeia], 35 por cento dos pacientes de Parkinson têm desenvolvido a doença devido a mutações genéticas conhecidas. Esta é a percentagem mais elevada em qualquer população mundial, tornando Israel um laboratório vivo exclusivo para compreender a doença de Parkinson."
Três pesquisadores israelenses que fizeram como seu objetivo de vida bater a doença de Parkinson considerando o grande volume de pacientes de Parkinson que vivem em Israel, cerca de 20.000 de acordo com estimativas aproximadas, como Giladi, foram capazes de criar um método de rastrear a probabilidade genética da condição neurodegenerativa se espalhar dentro de um grupo familiar. Uma vez que um paciente é diagnosticado oficialmente com a doença de Parkinson, o centro pede permissão para entrar em contato com seus parentes imediatos, "Desta forma, podemos seguir as pessoas em risco. Todos os anos temos um punhado de pessoas que foram considerados saudáveis quando foram examinados inicialmente, mas se tornaram doentes de Parkinson mais tarde."
Em sua pesquisa, Giladi descobriu que as pessoas que contraem alguns dos sintomas da fase inicial da doença, que incluem a lentidão de movimentos, rigidez e tremor em repouso, compensam o desempenho do cérebro porque o indivíduo é forçado a usar outras redes, a fim de manter o funcionamento normal. Enquanto isso faz sentido, também é parte da razão pela qual os doentes de Parkinson muitas vezes são diagnosticados apenas 30 anos depois que eles realmente contraem a doença neurológica: "O conceito de saudável X doente está se tornando vago porque temos agora instrumentos muito sensíveis para detectar anormalidades. Podemos testar as pessoas que parecem perfeitamente saudáveis e detectar mudanças sutis, mas importantes. "Estas mudanças podem, por exemplo, serem vistas em um braço oscilante, os padrões (conhecido como marcha) ou a forma como o cérebro resolve os problemas para caminhar.
Giladi enfatiza que o Parkinson é uma doença multifacetada que influencia aspectos como o humor, a cognição, a função sexual, sensação, visão e até mesmo olfato, razão pela qual, em sua opinião, o tratamento da doença deve também ser adaptável: "Israel é pioneiro no tratamento interdisciplinar do Parkinson. Aqui no nosso centro temos neurologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais, sexólogos e ortopedistas que trabalham com os pacientes. Todos esses fatores estão diretamente envolvidos no tratamento de um único paciente por causa dos problemas variados que enfrentam."
2- Um exame de sangue para diagnosticar os sintomas de Parkinson desde cedo
Quando ainda era um estudante de doutorado, o Dr. Ronit Sharon, Professor Associado e Presidente do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular na Universidade Hebraica de Jerusalém, tornou-se interessado em explicar como a doença de Parkinson deteriora a função dos neurônios no cérebro. Sharon foi pioneiro no campo da degeneração neuronal, impulsionada pela conclusão perturbadora que, “No momento em que o Parkinson é diagnosticado, 70 por cento dos neurônios do paciente já se foram, e uma vez que eles se foram, não podemos recuperá-los.”
Sharon faz parte de uma equipe de pesquisadores que vem trabalhando há décadas para descobrir um biomarcador que ajudará os médicos a reconhecer claramente a doença de Parkinson em seus pacientes o mais cedo possível. Seu objetivo é desenvolver testes de sangue que diagnosticarão a condição em seu estágio inicial, antes mesmo que os sintomas físicos de rigidez, tremores e perda de memória sejam capazes de terem efeito.
Três pesquisadores israelenses que visam bater o Parkinson, da equipe de Sharon, acreditam valer a pena; eles descobriram uma proteína chamada alfa-sinucleína, que é fortemente presente em neurônios do cérebro. Juntos, eles foram capazes de demonstrar que a alfa-sinucleína nas pontas das suas células nervosas interagem ou não interagem com os lípidos do cérebro de certas formas que possam produzir a morte de neurônios e as características neurodegenerativas da doença de Parkinson. Ele espera que a descoberta de sua equipe sobre a relação entre alfa-sinucleína e lipídios cerebrais será implementada como parte de um simples exame de sangue para detectar a doença de Parkinson no início, sem a tediosa tarefa de examinar a história da família de cada paciente. "O objetivo é ter um teste que mostre que as pessoas carregam a doença de Parkinson, mesmo quando elas não sentem nada ainda. Queremos entender qual é o mais antigo gatilho da cadeia de eventos a partir de onde nos neurônios começam a degenerar. "
3. A busca por uma droga milagrosa
O Professor Emérito Roussa Youdim do Departamento de Farmacologia Molecular no Instituto de Tecnologia Technion-Israel está tentando entender os mecanismos moleculares por trás de doenças neurodegenerativas complexas e misteriosas como Parkinson, mas a partir da perspectiva de tratamento, não diagnóstico. Youdim salienta que o problema principal com o tratamento é que não há nenhum fármaco disponível que possa modificar o curso da doença e induzir a neuro restauração, ou a recuperação de neurônios, uma vez que a doença tenha progredido significativamente.
Youdim explica que a maioria das drogas que estão sendo usadas para tratar a doença de Parkinson, hoje são apenas para tratar os sintomas, e não a doença em si: "É como tomar uma aspirina contra a dor de dente, isso não muda nada sobre o dente e algumas horas mais tarde, temos que tomar o próximo comprimido. Estamos tentando desenvolver drogas que não sejam apenas neuroprotetoras, mas também possam retardar a progressão da morte celular e, finalmente, modificar a doença, induzindo a neuro restauração. "Nascido em Teerã e educado nos Estados Unidos, a pesquisa de Youdim para um tratamento eficaz para a doença de Parkinson é realizado em conjunto com a Nacional Parkinson Foundation Centers for Excellence for Neurogenerative Diseases Research and Teaching.
Apesar do sucesso de Azilect no mercado após a aprovação do FDA, Youdim, bem como Giladi, entende que as doenças neurodegenerativas são multidimensionais e que as drogas devem ser desenvolvidas em conformidade: "Sabemos que o mal de Parkinson é uma doença muito complexa, com efeitos sobre múltiplos processos e mecanismos de neurodegeneração e várias consequências patológicas. Estamos a desenvolver drogas que visam todos esses alvos. "Embora as super-drogas de Youdim não estejam perto de estarem prontas, ele espera que sejam capazes de enfrentar os aspectos multifacetados da doença e reverter alguns dos difíceis danos neurológicos, físicos e emocionais. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: No Camels.il, com links.
Interessante o nome e logo do site. Para dizer que em Israel tem algo mais além de camelos!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
INFORMAÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA SOBRE AZILECT
AZILECT ® ( rasagilina comprimidos)
indicação:
AZILECT ® (rasagilina comprimidos) é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson (DP), tanto sozinho como terapia inicial, e para ser adicionado a levodopa mais tarde na doença.
Não tome AZILECT se estiver a tomar meperidina (Demerol, Dolantina ou Dolosal) pois isso pode resultar em uma reação grave, como coma ou morte. Além disso, não tomar AZILECT com tramadol, metadona, propoxifeno, dextrometorfano, erva de São João, ou ciclobenzaprina.
Você também não deve tomar AZILECT com outros inibidores da monoamina oxidase (IMAO)
Informe o seu médico se estiver a tomar, ou pretende tomar, os medicamentos de prescrição ou em prescrição, especialmente antidepressivos e ciprofloxacina.
Se você tiver doença hepática moderada a grave, você não deve tomar AZILECT.
Não deve exceder uma dose de 1 mg por dia de AZILECT, a fim de evitar um aumento possivelmente perigoso da pressão arterial. Todos os pacientes com DP devem ser monitorizados para melanoma (câncer de pele) em períodos regulares.
Os efeitos colaterais observados com AZILECT são sintomas gripais, dor nas articulações, depressão e indigestão.
Quando tomado com levodopa são movimentos incontroláveis (discinesias), lesão acidental, perda de peso, pressão arterial baixa quando está de pé, vômitos, anorexia, dor nas articulações, dor abdominal, náusea, constipação, boca seca, erupção cutânea, sonhos anormais, e queda.
Você é encorajado a relatar efeitos secundários negativos de medicamentos prescritos para a FDA. Nos EUA visite www.fda.gov / medwatch , ou ligue para 1-800- FDA-1088. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Azilect.
indicação:
AZILECT ® (rasagilina comprimidos) é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson (DP), tanto sozinho como terapia inicial, e para ser adicionado a levodopa mais tarde na doença.
Não tome AZILECT se estiver a tomar meperidina (Demerol, Dolantina ou Dolosal) pois isso pode resultar em uma reação grave, como coma ou morte. Além disso, não tomar AZILECT com tramadol, metadona, propoxifeno, dextrometorfano, erva de São João, ou ciclobenzaprina.
Você também não deve tomar AZILECT com outros inibidores da monoamina oxidase (IMAO)
Informe o seu médico se estiver a tomar, ou pretende tomar, os medicamentos de prescrição ou em prescrição, especialmente antidepressivos e ciprofloxacina.
Se você tiver doença hepática moderada a grave, você não deve tomar AZILECT.
Não deve exceder uma dose de 1 mg por dia de AZILECT, a fim de evitar um aumento possivelmente perigoso da pressão arterial. Todos os pacientes com DP devem ser monitorizados para melanoma (câncer de pele) em períodos regulares.
Os efeitos colaterais observados com AZILECT são sintomas gripais, dor nas articulações, depressão e indigestão.
Quando tomado com levodopa são movimentos incontroláveis (discinesias), lesão acidental, perda de peso, pressão arterial baixa quando está de pé, vômitos, anorexia, dor nas articulações, dor abdominal, náusea, constipação, boca seca, erupção cutânea, sonhos anormais, e queda.
Você é encorajado a relatar efeitos secundários negativos de medicamentos prescritos para a FDA. Nos EUA visite www.fda.gov / medwatch , ou ligue para 1-800- FDA-1088. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Azilect.
No Brasil, não se preocupe, este remédio não existe oficialmente. E também não tem fone para ligar.
sábado, 13 de abril de 2013
Governo federal vai acelerar análise de patentes de medicamentos essenciais
29 de março de 2013 | Saúde. Drogas, equipamentos e outros produtos considerados 'de interesse público' ganharão prioridade na fila de processos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, que hoje leva uma média de nove anos para analisar pedidos de patente nessa área. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Tomara que sejamos contemplados com a Rasagilina (Azilect) e a Rotigotina (Neupro), já aprovados há anos na Europa e Estados Unidos. Aqui se vêem navios. Podem aumentar nosso arsenal.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Menuix
Gostaria de trocar informações com PcP's que usam o medicamento Menuix (rasagilina, Azilect, Elbrus, Rasax).
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Burocracia e falta de medicamentos prejudicam pacientes de Parkinson
23/10/2012 - Umuarama – O medicamento Azilect, indicado para pessoas portadoras do Mal de Parkinson, já está há dois meses indisponível na farmácia da 12ª Regional de Saúde de Umuarama. Pacientes que dependem do remédio reclamam da falta de informações sobre o procedimento da droga e buscam uma previsão para a entrega, já que é uma composição de extrema importância para o tratamento da doença.
De acordo com informações cedidas pela Regional de Saúde, por ser importado, a indisponibilidade do medicamento é ocasionada pela burocracia na alfândega, durante a entrada da droga no País, entretanto, para alguns usuários do Azilect, essa informação é vaga, já que esse atraso não é comum, baseada em outras situações parecidas.
“Já nos falaram sobre esse problema da alfândega, mas precisamos saber o que acontece, pois estou com o tratamento interrompido há mais de um mês”, relata o paciente, Lázaro Bernando. O paciente mora em Altônia e mensalmente busca o medicamento em Umuarama, nessas idas e vindas sem saber o que acontece com o produto, Bernando se diz inseguro com a falta de disponibilidade do remédio.
“Para ter esse direito foi preciso brigar na Justiça, pois é um medicamento caro. Agora que consigo a liberação para retirar de maneira gratuita, nunca tem o remédio na Regional de Umuarama, e a explicação é sempre a burocracia. Preciso dele [Azilect] para controlar os sintomas da doença, sem o medicamento, não tenho como controlar”, cita o paciente.
Arecidio Cassiano Junior, chefe da 12ª Regional de Saúde, explica que, infelizmente, o Azilect é um dos medicamentos que apresentam sérios problemas com estoque, justamente por ser produzido no exterior. “Nenhuma previsão de quando será entregue é repassada para nós, quando a equipe da Regional interroga sobre o medicamento, a informação que temos é que está na alfândega esperando a liberação [burocracia]”, explica.
Consciente do problema, a enfermeira chefe da 12ª Regional, Giliane Rocatto, acrescenta que em todas as compras feitas pelo Estado dessa droga, sempre há um atraso, porém, segundo ela, a média de atraso, que provavelmente seria ocasionado pelo excesso de burocracia, dura no máximo 40 dias.
“Estamos sem qualquer previsão de entrega, não sabemos nem ao menos se esse medicamento [Azilect] está no Brasil. Também não sabemos se é realmente devido à burocracia que está atrasado”, revela a enfermeira, reafirmando a dificuldade de obter o remédio.
Segundo a Regional de Saúde em Umuarama, o fornecimento do Azilect aos pacientes é uma questão específica que afeta apenas uma pequena proporção dos tratamentos. “São casos bem específicos, já que são poucos pacientes que dependem desse medicamento”, ressalta o chefe da Regional, Cassiano Junior.
Conforme o Cemepar (Centro de Medicamentos Básicos do Paraná) o atraso na entrega dos medicamentos não é resultado da burocracia na alfândega, mas sim do fornecedor, que teve dificuldades para fornecer o produto à Secretaria de Saúde do Estado.
O Cemepar, por meio da Assessoria de Imprensa, garante que o medicamento já está em Curitiba desde a última semana, mas ainda é necessária a avaliação da Anvisa antes de ter a distribuição liberada às Regionais; o órgão representante ressalta que não há previsão de quando o Azilect será entregue.
Em breve
A 12ª Regional de Saúde em Umuarama afirma que assim que disponível, os pacientes que necessitam do medicamento serão informados por telefone imediatamente. “Pedimos a compreensão dos usuários”, pede o chefe da 12ª Regional de Saúde. Fonte: Umuarama Ilustrado.
De acordo com informações cedidas pela Regional de Saúde, por ser importado, a indisponibilidade do medicamento é ocasionada pela burocracia na alfândega, durante a entrada da droga no País, entretanto, para alguns usuários do Azilect, essa informação é vaga, já que esse atraso não é comum, baseada em outras situações parecidas.
“Já nos falaram sobre esse problema da alfândega, mas precisamos saber o que acontece, pois estou com o tratamento interrompido há mais de um mês”, relata o paciente, Lázaro Bernando. O paciente mora em Altônia e mensalmente busca o medicamento em Umuarama, nessas idas e vindas sem saber o que acontece com o produto, Bernando se diz inseguro com a falta de disponibilidade do remédio.
“Para ter esse direito foi preciso brigar na Justiça, pois é um medicamento caro. Agora que consigo a liberação para retirar de maneira gratuita, nunca tem o remédio na Regional de Umuarama, e a explicação é sempre a burocracia. Preciso dele [Azilect] para controlar os sintomas da doença, sem o medicamento, não tenho como controlar”, cita o paciente.
Arecidio Cassiano Junior, chefe da 12ª Regional de Saúde, explica que, infelizmente, o Azilect é um dos medicamentos que apresentam sérios problemas com estoque, justamente por ser produzido no exterior. “Nenhuma previsão de quando será entregue é repassada para nós, quando a equipe da Regional interroga sobre o medicamento, a informação que temos é que está na alfândega esperando a liberação [burocracia]”, explica.
Consciente do problema, a enfermeira chefe da 12ª Regional, Giliane Rocatto, acrescenta que em todas as compras feitas pelo Estado dessa droga, sempre há um atraso, porém, segundo ela, a média de atraso, que provavelmente seria ocasionado pelo excesso de burocracia, dura no máximo 40 dias.
“Estamos sem qualquer previsão de entrega, não sabemos nem ao menos se esse medicamento [Azilect] está no Brasil. Também não sabemos se é realmente devido à burocracia que está atrasado”, revela a enfermeira, reafirmando a dificuldade de obter o remédio.
Segundo a Regional de Saúde em Umuarama, o fornecimento do Azilect aos pacientes é uma questão específica que afeta apenas uma pequena proporção dos tratamentos. “São casos bem específicos, já que são poucos pacientes que dependem desse medicamento”, ressalta o chefe da Regional, Cassiano Junior.
Conforme o Cemepar (Centro de Medicamentos Básicos do Paraná) o atraso na entrega dos medicamentos não é resultado da burocracia na alfândega, mas sim do fornecedor, que teve dificuldades para fornecer o produto à Secretaria de Saúde do Estado.
O Cemepar, por meio da Assessoria de Imprensa, garante que o medicamento já está em Curitiba desde a última semana, mas ainda é necessária a avaliação da Anvisa antes de ter a distribuição liberada às Regionais; o órgão representante ressalta que não há previsão de quando o Azilect será entregue.
Em breve
A 12ª Regional de Saúde em Umuarama afirma que assim que disponível, os pacientes que necessitam do medicamento serão informados por telefone imediatamente. “Pedimos a compreensão dos usuários”, pede o chefe da 12ª Regional de Saúde. Fonte: Umuarama Ilustrado.
Editado com LibreOffice Writer
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Celeiro de prêmios Nobel, Technion comemora 100 anos em Israel
Entre os feitos do instituto está o Azilect, um dos únicos remédios do mundo capazes de diminuir o desenvolvimento do mal de Parkinson.
16/10/2012 - Um dos maiores centros acadêmicos do mundo completa 100 anos em 2012. Foi do Instituto Technion que saíram três dos dez prêmios Nobel recebidos por Israel, inclusive o de química do ano passado. A colocação da pedra fundamental, em 1912, ocorreu antes mesmo da fundação do país.
Hoje, a cada dólar que o governo investe na graduação de um aluno em Technion, o estado recebe, em média, o dobro. Um estudo recente feito com 4 mil ex-alunos indica que 75% deles estão no setor de tecnologia de ponta. Mais da metade das 60 empresas israelenses listadas na bolsa Nasdaq tem como diretores ou fundadores profissionais graduados no instituto.
“O sucesso da universidade é que ela pode se reinventar. A Technion começou como uma faculdade de Engenharia, não havia pesquisa. Nos anos 1950, ela se reinventou e se tornou um centro de pesquisas. Então, no início dos anos 1970, passou de uma pesquisa muito tradicional em engenharia elétrica para a área de microeletrônica”, explica o presidente do instituto, Peretz Lavie.
Em Technion foi descoberta a equação de Ziv-Lempel, um algoritmo para a compressão de dados usado extensivamente na internet, em celulares e em câmeras digital. Até mesmo a Nasa usa a equação elaborada pelos professores Abraham Lempel e Jacob Ziv para a transferência de imagens de Marte em tempo real. Outro grande feito do instituto é o Azilect, um dos únicos remédios no mundo capazes de diminuir o desenvolvimento do mal de Parkinson.
“A influência da Technion se estende para além de Israel. O que você precisa para ser um aluno de sucesso é muita motivação. É preciso ter talento e se ver como alguém que mudará o mundo em alguns anos”, afirma Lavie. Fonte: Globo G1.
Há controvérsias. Veja Etiquetas.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Revisores do FDA não convencidos de que a droga de Teva (Azilect) contenha o Parkinson
Thu Oct 13, 2011 - Ensaios clínicos da Teva Pharmaceutical Industries Ltd, do seu Azilect, droga para Parkinson, não deixou revisores de drogas dos EUA convencidos de que o tratamento retarde a progressão da doença. (...)
"Não há benefício comprovado da rasagilina (nome genérico do Azilect) para abrandar o ritmo de progressão da doença de Parkinson", escreveu um crítico. (segue..., em inglês) Fonte: Reuters.
"Não há benefício comprovado da rasagilina (nome genérico do Azilect) para abrandar o ritmo de progressão da doença de Parkinson", escreveu um crítico. (segue..., em inglês) Fonte: Reuters.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Neurólogos se reúnen para hablar de enfermedades neurodegenerativas
2011-08-30 | Como parte del compromiso que tiene Teva Pharmaceuticals en el campo de la investigación y el desarrollo de opciones terapéuticas seguras y eficaces en el control de enfermedades neudegenerativas como la Enfermedad de Parkinson y la Esclerosis Múltiple, se realiza en Puerto Vallarta, Jalisco, el 1er Stand Alone, “Pasado, Presente y Futuro de las enfermedades neurodegenerativas.” (...)
A lo largo de todo un día nueve especialistas de México, Italia y España comparten sus experiencias en temas como agentes utilizados en la Enfermedad de Parkinson, neuroprotección, síntomas no motores en Enfermedad de Parkinson, importancia de un diagnóstico y tratamiento tempranos así como las implicaciones terapéuticas de la Rasagilina como único agente que ha comprobado tener un efecto modificador de la enfermedad.
Martínez Rodríguez afirmó que estas reuniones les permiten “compartir y adquirir nuevas experiencias clínicas del padecimiento y son una muestra del compromiso de Teva, en estar pendiente de los beneficios que un amplio conocimiento médico puede darle a los pacientes.”
Agregó que hoy en día “es muy importante que tengamos conciencia acerca de que una detección oportuna de la enfermedad puede representar una mejor calidad de vida para el paciente debido a que recibe tratamiento de manera temprana y con esto podemos ayudarla a retrasar la progresión de los signos y síntomas de la enfermedad.” (segue...) Fonte: La Cronica de Hoy.mx.
A lo largo de todo un día nueve especialistas de México, Italia y España comparten sus experiencias en temas como agentes utilizados en la Enfermedad de Parkinson, neuroprotección, síntomas no motores en Enfermedad de Parkinson, importancia de un diagnóstico y tratamiento tempranos así como las implicaciones terapéuticas de la Rasagilina como único agente que ha comprobado tener un efecto modificador de la enfermedad.
Martínez Rodríguez afirmó que estas reuniones les permiten “compartir y adquirir nuevas experiencias clínicas del padecimiento y son una muestra del compromiso de Teva, en estar pendiente de los beneficios que un amplio conocimiento médico puede darle a los pacientes.”
Agregó que hoy en día “es muy importante que tengamos conciencia acerca de que una detección oportuna de la enfermedad puede representar una mejor calidad de vida para el paciente debido a que recibe tratamiento de manera temprana y con esto podemos ayudarla a retrasar la progresión de los signos y síntomas de la enfermedad.” (segue...) Fonte: La Cronica de Hoy.mx.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Nueva terapia para contener el Parkinson
06-Enero-2011 - Hace dos siglos se describió por primera vez la enfermedad de Parkinson. Aunque en México no es frecuente esta patología neurológica, el país contribuye con 300 a 400 mil pacientes de los 40 millones de casos en el mundo. (...)Opción de tratamiento
Para el tratamiento de esta enfermedad neurológica existen diferentes medicamentos, pero hasta hace un par de años no había en el mercado uno que demostrara detener el avance de Parkinson en etapa temprana.
Hace algunos años se descubrió que la sustancia conocida como Rasagilina retrasa los síntomas de la enfermedad y disminuye la severidad de la patología. Por lo que propone que ante la detección de los síntomas no motores se puede administrar dicha sustancia, “como esta enfermedad no es curable hasta la fecha, dicho medicamento retrasa la enfermedad, y se cumple con el objetivo de que no avance el Parkinson”.
De acuerdo con el especialista, la Rasagilina “evita” la muerte rápida de las neuronas y retarda las complicaciones de la enfermedad.
Según el neurólogo jalisciense, en países de la Unión Europea y Estados Unidos ya han resaltado la importancia de detectar los síntomas no motores y dar un diagnostico oportuno con el que se retrasa la enfermedad, lo que conlleva a una mejor calidad de vida del paciente. En México este medicamento fue aprobado desde el 2008 y actualmente se emplea como terapia inicial en el tratamiento del Parkinson. (segue...) Fonte: Vanguardia.mx.
A rasagilina (Azilect) foi indexada (no Marcador deste blog) em 05/07/2004, quando aprovada pelo FDA.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Agravamento do Mal de Parkinson é retardado por tratamento precoce
23/09 - Um medicamento normalmente prescrito para atenuar os sintomas do Mal de Parkinson retarda também a progressão da deficiência ligada a esta doença neurológica, desde que seja administrado mais cedo, segundo um estudo internacional feito com mais de mil pacientes.Os trabalhos, coordenados em nível europeu pela equipe de Olivier Rascol, do Instituto Nacional de Saúde e de Pesquisa Médica (Inserm), sobre este medicamento contra o Parkinson, a rasagilina, são divulgados no The New England Journal of Medicine.
A pesquisa batizada "Adagio" durou 18 meses e envolveu 1.200 pacientes da Europa, do Canadá e dos Estados Unidos - alguns tratados desde o início, e outros, apenas nos últimos 9 meses.
Ele mostra que a rasagilina não combate apenas os sintomas, contendo também sua progressão, segundo os autores. "No grupo tratado precocemente, as atividades cotidianas (se vestir, ir ao banheiro, andar) estavam menos degradadas, explicou Rascol à AFP.
Se o medicamento atuasse apenas sobre os sintomas, os dois grupos deveriam atingir o mesmo resultado depois de 18 meses.
"Seria necessário talvez alterar, com base nesses resultados, as recomendações oficiais (europeias e outras) que instruem atualmente a esperar que os sintomas se tornem suficientemente incômodos (rigidez, lentidão, tremores) para tratar os pacientes", acrescenta o especialista.
"Por exemplo, talvez devêssemos tratar um paciente que tem um pequeno tremor na mão que não o incomode, sem esperar que se torne deficiente", disse.
Segunda causa de deficiências de origem neurológica entre as pessoas idosas, o Mal de Parkinson afeta cerca de 150.000 pessoas na França. A doença ocorre devido à degeneração, no cérebro, dos neurônios dopaminérgicos. A deterioração desses neurônios, envolvidos nas atividades motoras, explica, por exemplo, os tremores e a rigidez características da afecção.
Nenhum dos medicamentos destinados a atenuar os sintomas provou até o momento a sua capacidade de conter o agravamento progressivo da doença.
A equipe de Toulouse trabalhou em colaboração com a equipe norte-americana de Warren Olanow (Nova York) e com o laboratório Teva (Israel), fabricante do medicamento. Fonte: Último Segundo.
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Una relación inesperada entre cáncer y trastornos neurológicos
BUENOS AIRES, sep 22 -- Investigadores argentinos acaban de descubrir lo que consideran la conexión entre el cáncer y las enfermedades neurodegenerativas, como el Alzheimer y el ParkinsonPara eso, estudiaron la principal proteína del virus del papiloma humano (VPH), que causa el cáncer de cuello de útero, la E7, y hallaron que puede formar placas seniles (amiloides) grandes, que se acoplan a otras proteínas y forman una gran argamasa que afecta el control del ciclo celular y termina por provocar el cáncer,informa lanacion.com.ar.
Hasta ahora, los amiloides (proteínas anormales que se depositan en los tejidos y causan enfermedades) estaban asociados principalmente con los trastornos neurológicos, como el Alzheimer y el Parkinson. El nuevo estudio, realizado por científicos del Instituto Leloir y del Conicet, muestra por primera vez una relación directa entre el cáncer y la conformación amiloide de las proteínas. (segue...) Fonte: Times of internet.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Menina vê pela 1ª vez após tratamento com células-tronco
Britânica Dakota Clarke, de 2 anos, foi submetida a uma terapia na China.
05/03/09 - Uma menina britânica de dois anos de idade que nasceu cega teve sua visão reparada graças a um tratamento com células-tronco.
A britânica Dakota Clarke, da cidade de Newtownabbey, na Irlanda do Norte, nasceu com displasia septo óptica, uma deficiência rara no nervo ótico que provoca cegueira.
Ela foi submetida a um tratamento no hospital de Qingdao, na China. Segundo a família, que arrecadou dinheiro por meio de doações para a operação na China, o tratamento e a cirurgia não são realizados na Grã-Bretanha.
O tratamento, que custa mais de US$ 40 mil, utiliza células-tronco retiradas do cordão umbilical da criança e injetadas na corrente sangüínea e corrigem as células danificadas.
Após o tratamento, Dakota Clarke conseguiu ver contornos e cores dos objetos e distinguir luzes à sua volta.O método, conhecido como IV, foi desenvolvido pela empresa americana de biotecnologia Beike Biotech, que realiza tratamentos em 24 hospitais na China.
"Nós não achávamos que o método IV sozinho seria capaz de realizar tantos benefícios. Mas a experiência no caso de Dakota está nos fazendo repensar completamente o uso do IV", disse o diretor de comunicação da Beike Biotech, Jon Hakim, ao jornal britânico "Daily Telegraph".
Os pais de Dakota, Darren e Wilma, disseram no blog que mantêm sobre a filha, que o tratamento tem funcionado como um "milagre".
Segundo o "Daily Telegraph", apenas cerca de 15 pessoas passaram por este tipo de tratamento, que ainda é considerado experimental.
O jornal afirma que na Grã-Bretanha muitos médicos criticam o método, por não se saber se os efeitos do tratamento são duradouros. Fonte: G1.
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O uso de Azilect da Teva aumenta dramaticamente como segunda linha terapêutica para o tratamento da doença de Parkinson (a 1.a linha ainda é o L-dopa!)
05 Mar 2009 - Decidindo recursos, uma das líderes mundiais de investigação e assessoria a empresas centradas em produtos farmacêuticos e questões de saúde, considera que a quota da segunda linha de inibidores da MAO-B aumentou de 14,1 por cento para 35,2 por cento desde o relatório do ano passado. A maior parte deste aumento de uso pelos pacientes foi impulsionado pelo crescimento no uso de Azilect da Teva e atribuído segundo os médicos pelo "crescente conforto com a droga e os dados que comprovem e seu eventual efeito neuroprotetor nos pacientes". (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today.Lembre-se: Tradutor é traidor! e; Não existe opinião pública e sim opinião publicada!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Uma nova técnica permite obter células tronco seguras a partir da pele humana
2/03/2009 - (...) Sem embargo, existem aspectos ainda não investigados. Um paciente de Alzheimer ou de Parkinson, por exemplo, perde neurônios devido a defeitos genéticos nas próprias células. Se fosse tratado hipoteticamente com células de reposição generadas a partir dele mesmo, esse enxerto celular seguiria tendo os mesmos defeitos genéticos que as células destruídas. (...) Fonte: Eco Diario.es. (Lembre-se: Tradutor é traidor!)
O grande obstáculo está aí!
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Sorprendente avance con células madre
lunes, 02 de marzo de 2009 - Un estudio realizado por científicos británicos y canadienses demuestra que, a partir de las células epiteliales de un paciente, pueden obtenerse células madre. Este método podría dar lugar a tratamientos que curen enfermedades devastadoras, entre las que se incluyen las lesiones de la médula espinal, la degeneración muscular, la diabetes y la enfermedad de Parkinson. El estudio apareció publicado en la versión online de la revista Nature. Fonte: Neoteo. Em português no Terra Notícias e/ou Folha Online.
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Deprensión y demencias, grandes retos
Piden atención para síntomas no motores
La enfermedad de Parkinson (EP) tiene asociados, además de problemas motores (como temblor o rigidez), trastornos no motores que van desde la depresión, a la demencia, pasando por trastornos del sueño o incontinencia urinaria. 02/03/2009 - Pese a que han sido los grandes olvidados en el abordaje de la EP a lo largo de los años, “cada vez se le da más importancia a los síntomas no-motores, pues son muy frecuentes y además, son los que más alteran la calidad de vida de los pacientes, pues no son fácilmente solucionables con los tratamientos”, afirmó Gurutz Linazasoro, del Centro de Investigación en Parkinson de la Policlínica Gipuzkoa de San Sebastián, en un encuentro de neurólgos patrocinado por Boehringer Ingelheim y celebrado en Madrid. Según Rosario Luquín, neuróloga de la Clínica Universitaria de Navarra, “el gran reto en el tratamiento farmacológico es el de encontrar una terapia que mejore los síntomas que no dependen del déficit dopaminérgico, como los trastornos cognitivos o la demencia que presentan un número importante de los pacientes. También hay que encontrar fármacos que reduzcan síntomas depresivos y alucinaciones”. Fonte: Correo Farmaceutico.es. Piden atención para síntomas no motores
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Los últimos tratamientos consiguen un control más sostenido de los síntomas de la patología
Ropirinol y rasagilina, nuevas referencias contra el Parkinson
Los nuevos pacientes a los que se les diagnostica Parkinson podrían beneficiarse al ser tratados en primera línea con una combinación de rasagilina y ropirinol de liberación prolongada, en detrimento del tratamiento estándar con levodopa, según se puso de manifiesto en la reunión Controversias en Neurología, celebrada en Madrid. 02/03/2009 - El Parkinson, según explicaron los expertos, tiene dos fases: una primera, que puede durar cerca de diez años, en la que los síntomas se producen por la falta de dopamina en el cuerpo (por la muerte de neuronas que se encuentran bajo el tronco del encéfalo llamadas sustancia nigra), y una segunda, más tardía, en la que los problemas están más relacionados con la pérdida de neuronas, como los trastornos cognitivos y la demencia, detalló José Ángel Obeso, director de la Unidad de Trastornos del Movimiento y Ganglios Basales, de la Clínica Universitaria de Navarra. La mayor parte del arsenal terapéutico se centra en esta primera etapa de la enfermedad, en la que es vital controlar los niveles de dopamina para tratar los síntomas, según el especialista. Para Obeso, tras los estudios Adagio, que sostiene que la rasigilina retrasaría el avance de la enfermedad, y Prepared, que apunta que ropirinol de liberación prolongada atenúa o hace que desaparezcan los periodos de inmovilidad y otras complicaciones motoras, “ha cambiado el abordaje de los pacientes nuevos, que deberían combinar ambos tratamientos”. (segue...) Fonte: Correo Farmaceutico.es. Ropirinol y rasagilina, nuevas referencias contra el Parkinson
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Cientistas estudam como conectar neurônios a computadores para combater doenças
02/03/2009 - RIO - Na ficção científica, já vimos muitas maneiras de conexão entre o cérebro humano e o computador. E mesmo na vida real há formas simples de comunicação com o sistema nervoso (por exemplo, através de eletrodos, em ferramentas de acessibilidade para deficientes físicos com a ajuda da tecnologia). Entretanto, uma interface ideal entre esses dois universos ainda está longe de acontecer. Mas três pesquisadores do Weizmann Institute, em Israel, estão chegando cada vez mais perto da rede neural ideal: conseguiram criar uma rede nervosa artificial usando... neurônios de verdade! O objetivo da experiência é entender como a comunicação nervosa se dá dentro do cérebro, para desvendar mais seu misterioso funcionamento. E, também, como os neurônios operam dentro de um esquema semelhante ao de um computador comum, de modo a aproximar as duas áreas e permitir uma ligação eficaz entre elas. Um dos efeitos dessa maior compreensão será a possível resolução de problemas como epilepsia e cegueira, além da revelação dos segredos do raciocínio. - Na verdade, essa é a parte mais fácil: imaginar usos para essa ferramenta - disse à DIGITAL Assaf Rotem, um dos responsáveis pela pesquisa, ao lado de Elisha Moses e Ofer Feinerman. - Os usos mais urgentes seriam obter uma compensação pelos neurônios defeituosos, como os do mal de Parkinson, ou pelas regiões do cérebro lesadas ou perdidas devido a traumas. Dessa maneira, seria possível fazer um cego enxergar ou um surdo ouvir conectando suas regiões visuais ou auditivas com sensores externos (câmeras, microfones). Mas como Rotem e seus colegas trabalharam? Aproximar a lógica do cérebro da lógica mais direta de um computador (e vice-versa) não é exatamente uma tarefa simples. Segundo os cientistas, se por um lado o resto dos animais age impulsionado por estruturas nervosas mais simples, por outro o ser humano tem redes gigantescas de células nervosas que permitem uma gama igualmente imensa de respostas e reações. "A sofisticação de nossos neurônios parece trazer junto um alto risco de erro, de modo que pode ser necessário esse grande número de células para reduzir a possilidade de se enganar", escreveram eles num resumo do estudo. Então, a ideia era criar uma "cultura" de neurônios em laboratório a fim de entender do que elas precisavam para fazer cálculos complexos, e ver como se comportavam fora de seu hábitat. (segue...) Fonte: O Globo.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Brasil desenvolve sua 1ª linhagem de célula-tronco embrionária
terça-feira, 30 de setembro de 2008 - É o primeiro resultado prático obtido no Brasil desde a legalização das pesquisas com embriões humanosSÃO PAULO - Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) produziram a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas do Brasil. As células foram obtidas de embriões que estavam congelados em clínicas de fertilização in vitro e que foram doados para pesquisa com a autorização dos genitores. (segue...) Fonte: O Estado de S. Paulo.
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Premio de Farmacología 2008 para el profesor Francisco Ciruela de la UB
30/9/2008 - El premio distingue el proyecto "Oligomerización de receptores acoplados a proteína G en los ganglios basales y su relación con la enfermedad de Parkinson". (...)El premio distingue el proyecto «Oligomerización de receptores acoplados a proteína G en los ganglios basales y su relación con la enfermedad de Parkinson», centrado en la investigación básica sobre el Parkinson para diseár futuras terapias combinadas glutamato-dopamina-adenosina que sean eficaces en la lucha contra esta grave patología. (segue...) Fonte: Universia.
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Teva Neuroscience presenta sitio web en español sobre el mal de Parkinson para pacientes y proveedores de cuidados
KANSAS CITY, Missouri, 29 de septiembre /PRNewswire-HISPANIC PR WIRE/ -- En reconocimiento del Mes de la Herencia Hispana, Teva Neuroscience, Inc., comercializadora del medicamento AZILECT (R) (rasagiline tablets) que se toma una vez al día para tratar la enfermedad de Parkinson (EP), anunció hoy la presentación de la versión en español de su recurso para pacientes y proveedores de cuidados, el sitio Web http://azilect.com/espanol. El sitio Web en español se creó para ofrecer información y recursos importantes a los miembros de la comunidad hispana que viven en EE.UU. afectados por la EP, un trastorno degenerativo del cerebro relacionado con la edad.
"Desafortunadamente, no hay muchos recursos para pacientes de habla hispana sobre la enfermedad de Parkinson", dijo el Dr. Ramon L. Rodríguez, director de servicios clínicos del Centro de Trastornos del Movimiento de la Universidad de Florida. "Aunque no hay cura para la enfermedad de Parkinson, es importante que los pacientes sepan cómo vivir bien mediante una combinación de actividades y tratamientos que pueden controlar los síntomas de la enfermedad".
El sitio Web en español, http://azilect.com/espanol , es un recurso completo que ofrece información importante para ayudar a los pacientes y a sus familias a afrontar los efectos físicos y emocionales de la EP. Los visitantes hispanoparlantes tendrán acceso a una amplia gama de información y recursos, entre otros:
-- Información básica sobre la enfermedad y opciones de tratamiento
-- Señales y síntomas de la enfermedad
-- Consejos para vivir bien mediante una combinación de tratamiento,
actividades y apoyo
-- Hojas de trabajo para descargar y enlaces a otros recursos diversos
-- Información para los proveedores de cuidados (segue...) Fonte: El Lider USA.
"Desafortunadamente, no hay muchos recursos para pacientes de habla hispana sobre la enfermedad de Parkinson", dijo el Dr. Ramon L. Rodríguez, director de servicios clínicos del Centro de Trastornos del Movimiento de la Universidad de Florida. "Aunque no hay cura para la enfermedad de Parkinson, es importante que los pacientes sepan cómo vivir bien mediante una combinación de actividades y tratamientos que pueden controlar los síntomas de la enfermedad".
El sitio Web en español, http://azilect.com/espanol , es un recurso completo que ofrece información importante para ayudar a los pacientes y a sus familias a afrontar los efectos físicos y emocionales de la EP. Los visitantes hispanoparlantes tendrán acceso a una amplia gama de información y recursos, entre otros:
-- Información básica sobre la enfermedad y opciones de tratamiento
-- Señales y síntomas de la enfermedad
-- Consejos para vivir bien mediante una combinación de tratamiento,
actividades y apoyo
-- Hojas de trabajo para descargar y enlaces a otros recursos diversos
-- Información para los proveedores de cuidados (segue...) Fonte: El Lider USA.
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La terapia génica requiere paciencia
Domingo, 28 de Septiembre de 2008 - Neurología/ II CONGRESO DE ENFERMEDAD DE PARKINSON.Los expertos se muestran esperanzados con los ensayos en marcha que investigan en terapia génica y celular, pero son las líneas que buscan tratamientos sintomáticos los que van aportando novedades con estudios en fases III, como el de un inhibidor de los receptores A2 de adenosina en pacientes con enfermedad avanzada.
Uno de los grandes descubrimientos que se han realizado en torno a la enfermedad de Parkinson es, sin duda, el de las bases genéticas de la enfermedad. En la actualidad, se conocen varios genes que están relacionados con esta patología neurodegenerativa y se estima que es hereditaria en aproximadamente el 10 por ciento de los casos. Por ello la investigación en esta línea es una de las que más expectativas está despertando, si bien los resultados están todavía lejanos.
Por el momento se han hecho en humanos tres estudios de terapia génica con diferente resultado. El primero de ellos usando vectores virales que llevaban la secuencia del ADN humano del factor de crecimiento GDNF y que resultó negativo, "pero posteriormente se han hecho otros dos en humanos con resultados interesantes", explica Francisco Grandas, neurólogo del Hospital Gregorio Marañón y miembro del Comité Científico del II Congreso Nacional sobre la enfermedad de Parkinson. (segue...) Fonte: Gaceta Medica.es.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Prudência!
A Parkinson’s Disease Foundation aconselha prudência acerca da interpretação das recentes notícias que anunciam sobre o potencial de AZILECT ® para reduzir a progressão da Doença de Parkinson.
Não funciona muito melhor que a selegilina (Niar, Deprilan, Elepril ou Jumexil). Trata-se de forte marketing se aproveitando de nosso desespero!
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Analizan intervención temprana del Parkinson para detener progesión de la enfermedad
05 de septiembre 2008 | Los resultados del ensayo clínico sobre una molécula que fue probada en 538 personas estarán disponibles en 2009.En el marco del XII Congreso de la Federación Europea de Enfermedades Neurológicas, celebrado entre el 23 y el 26 de agosto, se destacaron los nuevos indicios arrojados por un estudio que incluyó a más de 534 pacientes con enfermedad de Parkinson temprana, provenientes de 10 países.
El estudio, denominado Proud, fue diseñado para determinar si la intervención temprana de esta enfermedad, que es el segundo trastorno neurológico más común después del Alzheimer en los adultos mayores de 65 años y que afecta entre 1% y 2% de las personas de dicha población, tiene alguna ventaja en términos de desacelerar o posponer alguna discapacidad futura.
El ensayo clínico enroló a 534 pacientes con EP temprana, provenientes de 98 centros de salud de 10 países. Estas personas recibieron 1, 5 mg de una molécula denominada pramipexole (Sifrol / Mirapex) o placebo por día, durante seis meses. Después, se les administró el referido compuesto a todos los pacientes durante los 15 meses restantes.
Anthony Schapira, profesor de Neurología en el Royal Free Hospital de Londres, es el líder del ensayo Proud. Señaló en una nota de prensa remitida por el laboratorio que ampara el estudio que investigaciones anteriores han sugerido un posible efecto neuroprotector del pramiprexole (molécula estudiada actualmente)
Comenta Schapira que "el debate sobre cuándo y cómo tratar los primeros síntomas de la Enfermedad de Parkinson ha sido constante. En la actualidad, el tratamiento se inicia cuando los síntomas ya han causado alguna discapacidad en los pacientes. Sin embargo, el hecho de poder proporcionar pruebas médicas sobre un tratamiento que busca retardar o prevenir la progresión de la EP, es una prioridad terapéutica y el estudio Proud tiene como objetivo arrojar más luz al respecto".
El ensayo clínico, cuyos resultados se esperan que estén disponibles para el año 2009, también estudia la eficacia de la molécula en otras áreas de la Enfermedad de Parkinson (EP) relacionadas con los síntomas depresivos y la factibilidad de evaluar una nueva formulación a fin de proporcionar a los médicos y a los pacientes un régimen de tratamiento más amplio que les ayude, aún más, a mejorar su calidad de vida. (segue...) Fonte: El Nacional.ve.
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Los neurólogos apuestan por el uso de un nuevo parche para mejorar la calidad de vida de los enfermos de Alzheimer y sus cuidadores
05-09-2008 - Madrid - El parche transdérmico de rivastigmina reduce los efectos secundarios gastrointestinales y facilita a los cuidadores su correcta administración, una de las problemáticas para el tratamiento de los enfermos de demencia.Reconocidos especialistas han destacado el parche transdérmico de rivastigmina como uno de los recientes avances clínicos en el Symposium "Advances in Dementia Management" organizado por Novartis en el marco del 12 Congreso de la Federación Europea de Sociedades Neurológicas celebrado en Madrid. (...)
*Rivastigmina en forma de parches transdérmicos ha recibido la aprobación en la Unión Europea con el nombre comercial de Exelon® 4,6 mg/24 h parche transdérmico y Exelon® 9,5 mg/24 h parche transdérmico. En España Exelon® parches transdérmicos se encuentra pendiente de la resolución del precio y las condiciones de financiación.
Estudios farmacocinéticos han demostrado las ventajas de administrar el fármaco vía parche, reduciendo los efectos secundarios gastrointestinales producidos por las cápsulas, como explica el Doctor Rafael Blesa, Director del Servicio de Neurología del Hospital de la Santa Creu i Sant Pau de Barcelona: "Los resultados del estudio IDEAL (Investigation of TransDermal Exelon in Alzheimer´s disease) han demostrado que la administración de rivastigmina en forma de parche tiene una incidencia tres veces menor de naúseas (7,2% frente al 23,1%) y vómitos (6,2% frente 17,0%) que las formas orales" [1] (...)
El parche se puede colocar diariamente en la parte superior de la espalda, pecho y parte superior del brazo, presentando una muy buena adhesión durante 24 horas en diferentes situaciones cotidianas incluyendo la ducha/baño y las altas temperaturas.
Perspectivas de futuro
Aunque clínicamente presentan diferencias y patrones de respuesta y transtornos de memoria diferentes, tanto la enfermedad de Alzheimer como el Parkinson son enfermedades con una amplia afectación de la acetilcolina cerebral. La rivastigmina es un inhibidor de la colinesterasa que ha demostrado su eficacia y tolerabilidad tanto para la enfermedad de Alzheimer como la demencia asociada a la enfermedad de Parkinson aumentando la acetilcolina cerebral. Su administración oral es el único fármaco aprobado para el tratamiento de las dos formas de demencia. El parche de rivastigmina fue aprobado en 2007 para el tratamiento de Alzheimer en la Unión Europea y Estados Unidos y también fue aprobado su uso en Estados Unidos para los enfermos de demencia asociada a la enfermedad de Parkinson. Fonte: Diario Digital del Henares.es.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Lucro da Teva Pharmaceutical avança 5% no 2° trimestre
SÃO PAULO, 29 de julho de 2008 - A Teva Pharmaceutical Industries, maior fabricante de medicamentos genéricos do mundo, anunciou hoje um avanço de 5% no lucro líquido do segundo trimestre de 2008, para US$ 539 milhões, em comparação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi impulsionado, entre outros fatores, pelas vendas no mercado norte-americano, onde vários novos produtos foram introduzidos. (...)"No último mês, anunciamos resultados promissores de um estudo que demonstrou a eficiência do medicamento Azilect na desaceleração da progressão do Mal de Parkinson (...). E, claro, há pouco mais de uma semana assinamos um acordo para adquirir a Barr Pharmaceuticals, o que irá aumentar muito a escala e extensão da liderança da Teva, permitindo que superemos nossas metas estratégicas (...)", acrescentou. Fonte: Jornal do Brasil.
Agonistas de dopamina triplicam risco de Distúrbios Compulsivos
29 de Julho de 2008 - O tratamento com agonistas de dopamina, usados no tratamento de doentes com Parkinson, triplica o risco de desenvolvimento de distúrbios compulsivos, conclui um estudo da University of Pennsylvania, nos EUA.No site oficial da universidade, os investigadores explicam que o tratamento com agonistas de dopamina aumenta o risco de ocorrência de distúrbios compulsivos, tais como no jogo, compras e comportamento sexual.
Segundo a investigação, os indivíduos medicados com estes fármacos possuem um risco de adoptar este tipo de comportamentos três vezes superior.
Embora esta relação não seja nova, pelo menos para o jogo compulsivo, é a primeira vez que é estabelecida uma ligação entre os agonistas de dopamina e as compras e comportamento sexual compulsivos.
Enquanto a dopamina é necessária para o controlo de certos aspectos das faculdades motoras, também desempenha um papel relevante noutras regiões do cérebro, tais como nas regiões envolvidas no sistema de compensações, explica Michael W. Jakowec, professor assistente de Neurologia na University of Southern California.
O especialista acrescenta ainda que “um desequilíbrio no sistema de compensações resulta no desenvolvimento de comportamentos compulsivos”. Fonte: Saúde na Internet.pt.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Conheça os principais avanços em saúde que devem chegar ao Brasil em 2008
03/01/2008 - (...) - Parkinson - Dois novos medicamentos devem chegar às farmácias brasileiras ainda neste ano para combater a doença de Parkinson. O primeiro é o comprimido de rasagilina, com ação mais potente que outros medicamentos de sua classe e com menos efeitos colaterais --provoca menos distúrbios do sono e não é hipertensivo. O outro é um adesivo de rotigotina --substância inédita no país-- com duração de 24 horas e eficácia semelhante à dos medicamentos de sua classe. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Juan Lerma: "La Neurociencia modificará la sociedad en el siglo XXI"
04/01/2008 - Este año el Instituto de Neurociencias estrena director: Juan Lerma, que ha ocupado el cargo de vicedirector desde 2005. Este científico, cuya investigación se ha centrado en la comunicación neuronal, augura grandes sorpresas en el conocimiento del cerebro en un futuro próximo.Para el nuevo director del Instituto de Neurociencias, con sede en Alicante, la investigación del cerebro dará más sorpresas que ninguna otra en el siglo XXI. Juan Lerma (Moral de Calatrava, Ciudad Real, 1955) se incorporó al instituto que ahora dirige, un centro mixto del Consejo Superior de Investigaciones Científicas y de la Universidad Miguel Hernández de Elche, procedente del Instituto Cajal, en Madrid. (...)
El conocimiento del sistema nervioso traerá parejo también un mejor entendimiento de sus enfermedades. Dentro de las que se investigan en el instituto, Lerma ha citado el mal de Alzheimer, el de Parkinson, el síndrome de Down, la esquizofrenia y las patologías relacionadas con la adicción. "Además, estamos trabajando en la aplicación de tratamientos con células madre en la esclerosis lateral amiotrófica; en este campo, el grupo de Salvador Martínez está logrando resultados muy prometedores".
La incorporación del equipo de Lerma al instituto también supuso un refuerzo en la investigación de la comunicación neuronal en la que participan los receptores del glutamato. Estos receptores son las proteínas encargadas de recibir el mensaje en la mayoría de las sinapsis excitadoras del sistema nervioso. Existen muchos tipos -Lerma describió uno de ellos, los receptores de kainato hace ya doce años- y un desarreglo en alguno puede causar enfermedades como la epilepsia y la esquizofrenia. (segue..., em espanhol) Fonte: Diario Medico.
Lâmpadas eletrônicas podem causar enxaquecas e convulsões, diz associação
04/01/2008 - Grupo de especialistas britânicos vê elo entre iluminação e problemas neurológicos. Efeito poderia ser derivado da freqüência com que essas lâmpadas 'piscam'.
A Associação Britânica para Enxaqueca acaba de divulgar um documento que aponta um possível elo entre enxaquecas e convulsões e o uso das lâmpadas eletrônicas, ao mesmo tempo em que o governo propõe a extinção das lâmpadas comuns até o ano de 2011. (segue...) Fonte: G1.
segunda-feira, 5 de julho de 2004
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