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domingo, 17 de maio de 2015

Prevalência / Epidemiologia

Fonte: National Parkinson Foundation.
Observa-se o menor percentual no Brasil. Não seria fruto do sub-diagnóstico?

Especialista alerta para aumento dos casos de mal de Parkinson nos próximos anos

16 mai, 2015 - O mal de Parkinson atinge cerca de 300 mil pessoas no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasil Parkinson e, na Bahia, o número de acometidos pela doença fica entre 15 e 20 mil pessoas. Daqueles que sofrem com a enfermidade degenerativa no estado, apenas 10% a 15% realizam tratamento. Uma realidade que, segundo o neurologista Thiago Fukuda, é algo preocupante, já que a falta de tratamento leva ao rápido agravamento da doença. De acordo com ele, tal situação acontece na Bahia porque há diferenças de acesso da população aos serviços de saúde. “Na Bahia, a população, sobretudo a carente, tem menos acesso a especialistas, como o neurologista. Além disso, na própria Bahia, só temos um centro público especializado no Parkinson, que fica em Salvador. O próprio estado centraliza somente na capital a assistência aos portadores da doença”, afirmou.

Um estudo realizado em 2007 pela Universidade de Rochester (EUA) revelou que o número de casos da doença deve dobrar no Brasil nos próximos 23 anos. Um dos motivos é o aumento da expectativa de vida da população brasileira, já que o Parkinson incide com maior frequência sobre pessoas acima dos 60 anos. Para Fukuda, o país deve dar mais importância ao impacto social da enfermidade e se preparar para o futuro aumento no número de casos. “O Brasil deveria realizar uma descentralização dos profissionais que possam fazer o diagnóstico da doença, não só deixá-los nos grandes centros urbanos ou em determinadas regiões do país. Precisa também se preparar farmacologicamente, criar centros de distribuição de medicamentos para que ela não seja feita só em centros de referência, em grandes centros urbanos”, frisou.

Fukuda também afirmou que a população precisa ser mais esclarecida com relação à doença. “O nível de informação tem aumentado, mais ainda é pouco. Há uma divulgação muito menor do que a do infarto cardíaco. Todo mundo conhece os sintomas do infarto, mas, no caso de uma leve lentificação do movimento, ninguém pensa que pode ser o início do Parkinson para procurar um especialista”, afirmou.

Fukuda explicou também que ainda não há medicamento que impeça a evolução da doença, mas que o diagnóstico precoce é essencial para que o portador da doença tenha uma melhor qualidade de vida. “As medicações conseguem propiciar uma qualidade de vida muito boa a quem tem um diagnóstico mais precoce. Além disso, outros métodos, que não são medicamentos, como terapias, melhoram a vida do paciente. Se você diagnostica a doença precocemente, há uma melhor qualidade vida por mais tempo”, completa. Fonte: Rádio Subaé.

domingo, 10 de maio de 2015

Doença de Parkinson atinge pelo menos 200 mil pessoas

O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante

09/05/2015 - A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema.

A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre outras alternativas de tratamento. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do Sistema Único de Saúde para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo. Os medicamentos para Parkinson são disponibilizados gratuitamente pelo SUS através do Programa de Medicamentos Excepcionais. Confira mais no Departamento de Assistência Farmacêutica.

Reabilitação
Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras. Tais serviços são ofertados na Rede SUS, nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física. Fonte: O Nacional.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Mal de Parkinson atinge mais de 200 mil pessoas no Brasil

13/04/15 - Ainda não se conhece com exatidão a causa do Mal de Parkinson, e nem a cura para a doença, mas existe tratamento. E ultimamente houve avanços significativos no tratamento de alguns dos sintomas mais importantes que são tremor e rigidez. Esses são sintomas que limitam o paciente progressivamente.

Segundo o neurocirurgião funcional e especialista em movimentos voluntários, Cláudio Fernandes Corrêa, a doença afeta cerca de 200 mil pessoas por ano no Brasil, atingindo normalmente pessoas a partir dos 60 anos, mas pode atingir os mais jovens também. Estes, quando desenvolvem a doença, têm a evolução dos sintomas de maneira mais grave e rápida, gerando uma limitação progressiva, alterando a fala, a deglutição, gerando incapacidade para movimentos, além dos tremores.

Confira áudio no player abaixo: (14:34) - Clique na fonte, e play (>).

As causas da doença podem ser genéticas, mas isto ainda não está comprovado cientificamente. Também existe a relação de trabalhar com inseticida, microtraumas no crânio, alterações vasculares da circulação que podem ser algumas das outras possibilidades.

O neurocirurgião explica que a doença é degenerativa começa numa estrutura à base do encéfalo (cérebro) e as células produtoras de dopamina deixam de produzir e mais tarde outros grupos celulares também têm uma falência. Fonte: Rádio EBC.

Segundo algumas projeções e estimativas seríamos uma população entre 400 e 500 mil brasileiros. (veja "Etiquetas")

sábado, 4 de abril de 2015

Mal de Parkinson afeta 1% da população mundial; cerca de 200 mil(*) brasileiros

04/04/2015 - 1% da população mundial com mais de 65 anos têm Mal de Parkinson, segundo a Organização Mundial de Saúde-OMS. No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. Apesar de comum, a doença ainda é pouco conhecida entre os brasileiros.

Este dia 4 de abril, Dia Nacional do Parkinsoniano, médicos e especialistas alertam sobre os sintomas da doença, as formas de diagnóstico e de tratamento. O neurologista Elder Machado Sarmento da Academia Brasileira de Neurologia explica quais os principais sinais do Parkinsonismo.

- Você tem certa dificuldade para andar devido uma rigidez no corpo, um tremor quando você está parado, um tremor em repouso e os movimentos são lentos.
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Os sintomas variam de um paciente para o outro e costumam se apresentar de forma lenta. A maioria das pessoas afetadas pela doença é idosa, mas o Parkinsonismo pode afetar também pessoas jovens. Atualmente existem vários tratamentos para esta patologia como destaca o neurologista Helder Machado Sarmento.

- O tratamento farmacológico incluem drogas que vão aliviar os sintomas; o não-farmacológico requer a participação de uma equipe: fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo que vão atuar para melhoramento do quadro de saúde do paciente numa fase multidisciplinar.

Ainda de acordo com o neurologista, o parkinsionismo não tem cura, mas se esses tratamentos existentes forem feitos de forma correta e se ainda estiverem aliado a uma boa alimentação e a prática de atividade físicas eles ajudam os pacientes a conviverem melhor com a doença. Fonte: Elesbão News.

(*)Com relação aos 200 mil, há controvérsias! Possíveis 400 mil.

domingo, 21 de setembro de 2014

Prevalência e/ou epidemiologia

Fonte: Answers.


Fazendo as contas, os cálculos da Answers. só podem estar super dimensionados:
No planeta = 36 milhões de diagnosticados !
No planeta, segundo a PDF, de 7 a 10 milhões.

No Brasil = 1 milhão treze mil e quinhentas de pessoas diagnosticadas !
"Estatísticas oficiais", ou "oficiosas", porque não existem, falam em 200 a 300 mil !

Com Parkinson (com ou sem diagnóstico) no planeta = 64 milhões !
(quase um Reino Unido, onde, segundo estatísticas, creio mais confiáveis, da PDF (2009), existiriam de 51 mil a 120 mil PcP's).

Com base nesta prevalência inglesa, teríamos no Brasil, no máximo, cerca de 404 mil PcP's diagnosticados.

No planeta 1 milhão e 400 mil PcP's com diagnóstico.

Estaria +/- 1 para 1 a relação dos com diagnóstico e dos sem diagnóstico.

Mais plausível.

Na OMS, ou WHO, não achei nenhum dado.

Não refiz as contas, mas acho que pelos disparates, é que tenho distúrbio do sono !
E bota variação nisso !

Enfim, ninguém sabe quantos somos no planeta!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Brasil possui cerca de 250 mil casos de Parkinson (*)

Sem cura, a base do tratamento para manter a qualidade de vida do paciente envolve medicamentos, fisioterapia e fonoaudiologia

Da Reportagem

No dia 11 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Parkinsoniano. A data foi escolhida em homenagem ao aniversário do médico inglês James Parkinson, que nasceu em 1817. O aumento da expectativa média de vida da população brasileira tem feito crescer o número de portadores de Parkinson. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a esperança de vida ao nascer no Brasil subiu para 74,6 anos em 2012. A doença, que afeta principalmente idosos acima de 65 anos, atinge cerca de 250 mil pessoas somente no país.
O médico João Carlos Papaterra Limongi, doutor em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP, escreveu o livro Conhecendo melhor a doença de Parkinson, da Plexus Editora, para ajudar a entender como funciona o mecanismo da doença. São informações complementares, que esclarecem as mudanças que a enfermidade ocasiona, auxiliando tanto o portador quanto a sua família.
“A doença de Parkinson ainda não tem cura. O mais indicado para manter a qualidade de vida do paciente ainda é o tratamento com medicamento, fisioterapia e fonoaudiologia”, afirma dr. Limongi. A cirurgia, segundo o médico, é um recurso que deve ser avaliado caso a caso.
No dia 11 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Parkinsoniano (Foto: Divulgação)
No dia 11 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Parkinsoniano (Foto: Divulgação)

O Parkinson é uma doença neurológica degenerativa, caracterizada pela diminuição dos neurônios produtores de dopamina, substância que permite a comunicação entre células nervosas. A manifestação característica da enfermidade é a lentidão dos movimentos. Outros sintomas são enrijecimento dos músculos, tremores, dificuldade de caminhar, desequilíbrio com quedas, dificuldade de falar e engolir.
No livro, Limongi procura ajudar os pacientes a entender e aceitar as mudanças que os sintomas da doença provocam em seu corpo. Também é dirigido às famílias, que assistem a transformações cada vez mais evidentes do paciente e necessitam de esclarecimento para suas dúvidas e angústias.
Segundo o médico, é muito difícil para pacientes e familiares se defrontar com o diagnóstico da doença. Além disso, a medicina ainda desconhece os obstáculos e as evoluções no contexto da doença.
O livro, escrito em linguagem simples, inclui informações sobre a doença em si, exposição ilustrada de exercícios físicos, recomendações para melhorar o desempenho no falar e orientações sobre alimentação adequada. (*) Outros estudos estimam em 400 mil, ver indicadores prevalência / epidemiologia .
Fonte: Diário do Litoral.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Portugal tem 13 mil doentes com Parkinson

Primeiro estudo epidemiológico feito no país revela uma prevalência da doença "abaixo das expectativas iniciais". Especialistas receiam que resultados estejam "camuflados" pela falta de apoio às famílias.

por Vera Lúcia Arreigoso
Quarta feira, 26 de março de 2014 - A doença de Parkinson é a segunda patologia degenerativa do sistema nervoso central mais comum no mundo e em Portugal atinge 13 mil pessoas, a maioria homens com mais de 65 anos.

O número, identificado pelo primeiro estudo epidemiológico para determinar a prevalência da doença entre a população portuguesa, está abaixo das estimativas iniciais. Os especialistas admitem que o resultado pode esconder outros problemas, como a falta de apoio aos cuidadores destes doentes.

Nas conclusões do documento - a apresentar no próximo sábado no Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa das Doenças do Movimento - , os autores justificam os "resultados obtidos abaixo das expectativas iniciais" com o "facto de o estudo apenas incluir uma abordagem domiciliária". Ou seja, deixando de fora "a visita a lares e outras instituições residenciais ou hospitalares", o que "pode ter sido um condicionante para a determinação desta estimativa", admitem.

Por outras palavras, o estudo terá "passado ao lado" de um número significativo de doentes que já não vivem com a família. "A confirmar-se, revela que os doentes portugueses estão a ser institucionalizados mais cedo do que se previa e ainda tendo algum grau de autonomia", afirma Joaquim Ferreira, coordenador científico do estudo - promovido pela Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, com o apoio da Direção-Geral da Saúde.

Para o neurologista, a falta de apoios pode ser a explicação. "As famílias não têm o apoio mínimo para manter o doente mais tempo em casa e optam pela institucionalização, que só faz sentido quando no seio familiar não há condições ou o doente já não tem autonomia", afirma o especialista.

Entre o que pode fazer falta aos cuidadores, Joaquim Ferreira destaca "a própria estrutura familiar, o apoio do Estado a nível social, de cuidados em casa ou até o conhecimento de esquemas de tratamento que permitem que o doente não perca toda a autonomia".

O neurologista não tem dúvidas: "Há vários protagonistas que podiam fazer melhor", evitando, por exemplo, a institucionalização precoce como o estudo parecer demonstrar.

Portugueses têm mutação genética

A avaliação permite ainda perceber que entre os portugueses há uma mutação genética que é a causa mais frequente de Parkinson, contudo sem efeito aparente com um maior número de doentes.

"A mutação no gene LRRK2-G2019S é a causa genética mais frequente de doença de Parkinson e Portugal é um dos países com maior prevalência da mutação", lê-se no documento.

Joaquim Ferreira explica que a herança é um legado da longa presença dos árabes na Península Ibérica e que, segundo este estudo, não parece aumentar a prevalência. É, ainda assim, um dado muito relevante para o futuro.

"Poderemos saber quais são os filhos destes doentes que estão em risco de ter a doença nos 20 anos seguintes e incluí-los nas investigações de medicamentos, que deverão permitir atrasar o aparecimento da doença quando ela ainda não existe", conclui. Fonte: Expresso.pt.

Considerando-se a taxa do Brasil, onde estima-se 400 mil, e considerando a maior longevidade em Portugal, seriam mais de 20 mil.

domingo, 1 de setembro de 2013

160 por dia

Segundo as estatísticas, a cada 9 minutos se diagnostica o Parkinson numa nova pessoa no mundo.

Ao terminar o dia de hoje a palavra PARKINSON acabará por mudar para sempre a vida de 160 pessoas.

Tu imaginas que existem 160 pessoas por aí, ignorando o que as espera ao cruzar os umbrais da porta de um consultório médico?

Nós doentes, as associações, os blogs, etc, temos a obrigação moral e humanitária de ampará-los, no mínimo dizendo: 
- Você não está só!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Duzentos mil têm Parkinson no Brasil

22/08/2013 - Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem mal de Parkinson, doença degenerativa neurológica que pode agir de maneira silenciosa. Só no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre o tratamento com células tronco.

A doença é causada pela deterioração de neurônios dopaminérgicos da substância negra cerebral e também pelo comprometimento de outras regiões, como o núcleo dorsal do vago, sistema olfatório e alguns neurônios periféricos. Fatores genéticos também devem ser considerados, principalmente em casos precoces (antes dos 50 anos), que são mais raros.

O corpo fala
A neurologista e neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa (HFL), Tamara Checcacci, diz que o mal de Parkinson é caracterizado basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. “Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão”, explica.

Para diagnosticar o problema, é preciso estar atento. “A doença pode iniciar entre 10 e 15 anos antes dos sintomas se evidenciarem”, explica a médica. Quem apresenta tremores deve procurar ajuda médica, pois eles também podem ser causados por outros motivos e por efeito colateral de alguns medicamentos. A constatação do problema é feita por exames neurológicos e pela avaliação do histórico do pacientes. Inicialmente, a ressonância magnética e a tomografia podem ser realizadas com o intuito de descartar outras doenças. Feito isso, é hora de partir para os radiotraçadores PET e SPECT, que avaliam a função dos neurônios dopaminérgicos.

Pensando em qualidade de vida
Caso a doença seja constatada, o tratamento deve ser feito à base de medicamentos. Mas para Tamara, o paciente deve se atentar também a alternativas. “Atividade física, fisioterapia, tratamento fonoaudiológico, suporte psicológico e familiar são essenciais”. Quando o parksoniano não responde bem aos remédios prescritos, outra solução é a cirurgia. Tratamentos com estimuladores cerebrais profundos também têm sido promissores, segundo a neurologista. Fonte: Blog Gabriel Diniz.
Penso que, com base nos dados disponíveis (ver etiquetas), estariamos entre 300 a 350 mil PcP's.

domingo, 16 de junho de 2013

O dobro da taxa de Parkinson para latinos

June 16, 2013 - (New America Media), Além de lidar com uma doença que tem muitas perguntas sem resposta, os idosos latinos sofrem de Parkinson, também carregam o fardo para eliminar as barreiras que impedem a sua saúde e tratamento. (...)

Estudos mostram que entre os cerca de 1 milhão de pessoas com Parkinson nos Estados Unidos (com cerca de 60 mil novos pacientes diagnosticados a cada ano) latinos e brancos têm quase o dobro da taxa de desenvolver a doença do que asiáticos e afro-americanos.

No entanto, como ainda há pouco conhecimento sobre a causa do mal de Parkinson, os cientistas não entendem exatamente por que os latinos têm um maior risco de desenvolver esta doença degenerativa incurável marcada por sintomas como tremores ou agitação, diminuição do movimento, rigidez muscular, diminuição da equilíbrio e dificuldade em falar.

O Parkinson, já foi considerado principalmente uma doença genética. Mas a pesquisa nos últimos anos tem mostrado que fatores ambientais parecem desempenhar um papel fundamental para o aumento do risco de desenvolver a doença.

Por exemplo, um maior estudo de Parkinson concluiu que a genética desempenha um papel relativamente pequeno.

O estudo realizado por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Washington em St. Louis, apontou fatores ambientais, como a exposição a longo à pesticidas, herbicidas e metais pesados (especialmente cobre e manganês), o que pode explicar as taxas desproporcionais de latinos afligidos com a doença. O estudo pede mais pesquisas para confirmar essas suspeitas. (segue... original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Reflejos.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Parkinson afeta 20 mil pessoas na Bahia

10/04/2013 - O mal de Parkinson atinge entre 15 e 20 mil pessoas na Bahia e apenas de 10 a 15% dos que possuem a doença fazem tratamento. Dentro deste aspecto, a Associação Bahiana de Parkinson e Alzheimer e a Associação de Neurociências Norte-Nordeste do Brasil realizam amanhã, dia 11, o Encontro Baiano de Doenças Neurodegenerativas, a partir das 15 horas, no Teatro  Eva Herz da Livraria Cultura do Salvador Shopping. O eventro é coordenado pelo neurocirurgião Ailton Melo. (segue...) Fonte: Tribuna da Bahia.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pesquisa vai mapear saúde do brasileiro

19/12/2012 - Parceria entre o IBGE e o Ministério da Saúde vai resultar, a partir de 2013, em um pesquisa inédita que incluirá exames laboratoriais, além de levantamentos socioeconômicos, para traçar um perfil da saúde da população.

Denominado Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), o trabalho começará entre junho e julho. O objetivo é que os resultados orientem ações do ministério.

"O estudo vai unir as características socioeconômicas e demográficas da sociedade brasileira com a percepção de saúde que elas têm e do acesso aos serviços. E inova trazendo inclusive exames. Os resultados vão subsidiar as ações públicas para a área de saúde", afirmou Wasmália Bivar, presidente do IBGE.

Serão pesquisados cerca de 80 mil domicílios em 1.600 cidades. Mas só serão submetidas a exames 16 mil pessoas. Os pesquisados serão submetidos a coleta de sangue e urina, medição de altura, peso, gordura corporal e aferição da pressão arterial.

O Hospital Sírio-Libanês será o responsável por contratar as coletas com um consórcio formado pelas redes de laboratórios Fleury e Dasa. Já o IBGE fará os questionários e as medições de altura, peso e pressão arterial.

O orçamento para o projeto é de R$ 19 milhões, mas o hospital não receberá verba do ministério para os exames. O Sírio-Libanês faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social em Saúde, pelo qual recebe isenções fiscais ao ajudar no financiamento de projetos do SUS. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
E pesquisa sobre a prevalência ou epidemiologia do parkinson? NADA!
E devemos ser aproximadamente 400 mil pessoas!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

De cada 2 hombres 1 mujer padece Parkinson

El Jefe de la Unidad del Hospital General Dr. Gea González dicta ponencia en la UDLAP y alerta sobre la enfermedad de Parkinson
Miércoles 28 de Noviembre de 2012 - Puebla, Pue.- “De cada 2 hombres una mujer padece Parkinson debido a que las mujeres tienen una protección por los estrógenos, hormonas responsables de las características sexuales femeninas”, comentó Oscar Arias Carrión, jefe de la Unidad de Trastornos del Movimiento y Estimulación Magnética transcraneal del Hospital General Dr. Gea González, durante la ponencia que dictó ante estudiantes de la Universidad de las Américas Puebla.

En la conferencia titulada "Enfermedad de Parkinson: de la investigación básica a la clínica y de vuelta", Oscar Arias explicó que el Parkinson es un trastorno neurodegenerativo y progresivo que no tiene cura ni se sabe cuáles son las causas de la enfermedad, “pero lo que sí se sabe es que ataca a personas mayores de 60 años”.

Afirmó que los síntomas de esta enfermedad son: presentación de temblor cuando se está en reposo, rigidez muscular  y lentitud en los movimientos. “También encontramos que la difusión olfativa se presenta en más del 90 por ciento de los pacientes con Parkinson”, enfatizó Arias.

Explicó que el Parkinson pone a la persona en una situación de  discapacidad porque cuando el paciente tiene temblor o movimientos abruptos ya no es independiente, por lo que ya no puede hacer actividades solo, como por ejemplo comer. Entonces necesita del soporte de la familia para que continúe su vida.

Destacó que en México no se tienen cifras del número de personas que sufren esta enfermedad, “pero en países como Estados Unidos y Europa encontramos que un 4 por ciento de la población mayor de 60 años padece el Parkinson”.

Finalmente,  Oscar Arias comentó que uno de los problemas por el cual no se tiene un avance en las curas de esta enfermedad es debido a que se ha detectado que la mayoría de los pacientes no consumen medicamentos. “En nuestro país el paciente no tiene el poder adquisitivo económico necesario para solventar los gastos de medicina que se necesitan para controlar la enfermedad, ya que o comen o compran su medicamento. En estos casos es necesario desarrollar programas de gobierno que ayuden al paciente en la compra de medicinas o con visitas médicas”. Fonte: El Golfo.mx.
Editado com LibreOffice Writer

domingo, 11 de novembro de 2012

Parkinson disease world map

Veja legenda de cores no link (Wikipedia).
Um "chute", pois são muito escassos os censos sobre parkinson em todo mundo. Observa-se em geral que onde a saúde é mais bem gerida pelo estado, onde há maior controle, por consequência há dados mais precisos, e observa-se prevalência maior. Vivemos num continente subdiagnosticado. Por quê Uruguay e Chile tem maior prevalência? Será apenas porque a população é mais longeva? Ou também porque há melhor censo?

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Medicamento do Parkinson fornecido abaixo das necessidades / INFARMED / Portugal

(ATUALIZADA) Investigação do Infarmed permitiu concluir que a procura do "sinemet" aumentou nos últimos anos, mas não foi acompanhada pelo necessário reforço da oferta.

19-09-2012 - O medicamento contra a doença de Parkinson que já há vários meses estava com problemas de abastecimento no mercado estava, afinal, a ser fornecido em quantidade insuficiente tendo em conta a atual procura pelos doentes, que era cerca de 20% acima do que era colocado no mercado "Constatou-se que o abastecimento regular do mercado nacional está a ser efetuado com base em dados estatísticos que já não correspondem à necessidade efetiva do mercado", justifica o Infarmed.

O regulador do mercado do medicamento lançou na passada sexta-feira uma operação de fiscalização, que terminou no domingo, para perceber a origem da falha do sinemet, um medicamento que os doentes diziam ter dificuldade em encontrar nas farmácias, apesar de o laboratório garantir que tem colocado no mercado mais embalagens do que seria necessário. E divulgou um mail e um contacto para que os doentes denunciassem casos de farmácias onde registassem essa lacuna.

E segundo as conclusões, a que o DN teve acesso, não foi identificado qualquer problema nem na produção nem na distribuição do fármaco (farmácias ou armazenistas) havendo antes um abastecimento do mercado que estava muito abaixo das atuais necessidades e que ainda não tinha sido revisto.Ao que o DN apurou, mensalmente eram colocadas à venda cerca de 40 mil embalagens, mas as necessidades reais rondavam os 60 mil.

Segunda a nota de imprensa, "o resultado das diversas diligências realizadas pelo Infarmed (ações inspetivas e outras) e da importante colaboração de diferentes parceiros, entre eles a APIFARMA, a ANF e as associações de doentes/profissionais de saúde da área da doença de Parkinson, demonstraram que não existe rutura de stock do referido medicamento, nem foram apurados atos ilícitos que contribuíssem para as dificuldades relatadas"

O Infarmed já contactou o empresa que produz este fármaco que iria desde já reforçar o mercado com o stock de que dispõe. E passará a produzir este fármaco nas embalagens suficientes, esperando-se que a oferta esteja regularizada no prazo de um a dois meses.

As queixas relativas à oferta começaram em março, e apesar de uma primeira ação do Infarmed, o panorama não se terá alterado. Apesar de o regulador do medicamento referir que os relatos dos doentes "não coincidem com a informação transmitida pelo responsável pela colocação do medicamento no mercado, que garante estar a abastecer regularmente" o circuito, decidiu investigar a causa deste problema e alertou os doentes para não correrem para as farmácias para comprar o máximo de embalagens, já que poderia agravar o problema. Estima-se que em Portugal 80% dos 25 mil doentes necessitem deste medicamento.

O Infarmed reiterou ainda que "manterá uma vigilância ativa sobre todas as situações que impeçam o regular abastecimento de qualquer medicamento no mercado nacional e não negligenciará as suas responsabilidades, desenvolvendo ações semelhantes à agora concluída, de modo a garantir o regular funcionamento do circuito do medicamento". E apela aos doentes e parceiros que mantenham a vigilância e denunciem situações de eventual rutura como até aqui. Fonte: Diario de Noticias.pt.
O aumento da prevalência do Parkinson é fenômeno global. As autoridades da saúde que se liguem.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Empresa de biotecnologia inicia testes de vacina contra Parkinson

No Brasil, a doença atinge até 200 pessoas em 100 mil habitantes (*)

09/08/2012 - Empresa de biotecnologia austríaca iniciou recentemente testes em humanos para elaborar uma vacina terapêutica contra a doença de Parkinson. No Brasil, a doença atinge entre 100 a 200 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes, de acordo com o Ministério da Saúde.

Denominada de “PDO1A”, a vacina ataca a proteína ‘alfa-sinucleína’, responsável pelo desenvolvimento da doença. O Parkinson é provocado por depósitos da proteína de forma patológica no cérebro.

No entanto, ainda não se sabe ao certo qual é a função convencional da ‘alfa-sinucleína’ no cérebro. Uma hipótese defendida pelos cientistas envolvidos com a pesquisa é que ela possa ajudar na comunicação entre os neurônios. Fonte: BemStar(*) 400.000 habitantes

domingo, 1 de julho de 2012

Quieren conocer cuántas personas tienen el Mal de Parkinson en San Rafael / Argentina

HARÁN UNA IMPORTANTE REUNIÓN

Realizarán un censo para establecer un registro de pacientes. El encuentro se hará este sábado a las 15 en el local del Personal Jerárquico de Aguas Argentinas, en Sarmiento y Cabildo.

29/06/12 - Desde hace unos años viene funcionando la delegación San Rafael de Parkinson Mendoza (ParkMen). Sin embargo, aún no se conocen cuántas personas tienen esta enfermedad en el departamento. Y con ese fin se ha invitado a familiares y enfermos a una importante reunión que se hará este sábado a las 15 en el local del Personal Jerárquico de Aguas Argentinas, en Sarmiento y Cabildo.

"Queremos tener un registro de pacientes, cosa que hasta ahora no tenemos", dijeron los doctores Rubén Barcudi y Mario Aldai, que como profesionales vienen acompañando a esta entidad. La propuesta central de este encuentro es conocer aspectos que hacen a esta enfermedad, su tratamiento, medicamentos y específicamente el acompañamiento que hacen los familiares y amigos.

"Es una enfermedad o un trastorno neurodegenerativo crónico que conduce con el tiempo a una incapacidad progresiva, pero el paciente no debe aislarse. Hemos notado, que en San Rafael, al enfermo se lo encierra, se lo deja solo en una habitación y por el contrario sigue perteneciendo a la sociedad", explicó Aldai.

Según las estadísticas que se manejan a nivel mundial, "el 1,3 al 1,5% de la población mayor a los 60 años posee esta enfermedad. Pero tenemos también pacientes menores a esa edad y sin distinguir razón social o sexo. Por eso es que hacemos esta convocatoria para conocer la cantidad de pacientes que hay en San Rafael y en el Sur de Mendoza", explicó el doctor Rubén Barcudi. (segue...) Fonte: Sitio Andino.ar.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Científicos españoles describen una familia de proteínas mitocondriales que podría ayudar al abordaje del Parkinson

MADRID, 9 May. (EUROPA PRESS) - Científicos españoles han descrito una nueva familia de seis genes organizada en un área genómica, que regula el movimiento y la posición de las mitocondrias en las neuronas, un hallazgo que podría abrir nuevas expectativas terapéuticas para el abordaje de diferentes alteraciones neurológicas, como el Parkinson y la enfermedad de Charcot-Marie-Tooth.

De esta forma, esta investigación ha desvelado un "complejo de genes nuevos" que están "altamente expresados" en el sistema nervioso y que tienen una función "muy concreta" en un proceso que biológicamente es "muy importante" para la actividad del sistema nervioso y su viabilidad, ha argumentado el líder de la investigación y jefe del grupo Neurología del Desarrollo y Regeneración Celular del Instituto de Investigación Biomédica de Barcelona (IRB), Eduardo Soriano.

El estudio, cuyos resultados han sido publicados en 'Nature Communications', responde a una colaboración entre dos Centros de Investigación Biomédica en Red (CIBERNED y CIBERER) y una Red Temática de Investigación (Red de Terapia Celular), que pertenecen al Instituto de Salud Carlos III. (...)

En este sentido, diversas enfermedades neurológicas, entre las que se incluye el Parkinson o varias versiones de la enfermedad de Charcot-Marie-Tooth, se deben a alteraciones de genes que regulan el transporte de estos orgánulos, que proporcionan la energía necesaria para el funcionamiento de las células.

El conjunto de genes descrito por los investigadores españoles forma parte de la "maquinaria de ruedas" de las mitocondrias y regulan la localización que deben tener en cada célula según las necesidades energéticas que tenga.

"Estos genes serían como un punto de control más en el tráfico de mitocondrias dentro de las células y interactúan con las proteínas mayores que intervienen en el control del transporte mitocondrial", ha precisado Soriano.

Al menos 100.000 personas padecen la Enfermedad de Parkinson en España (≈ 0,21% da população), la segunda enfermedad neurodegenerativa más común por detrás de la Enfermedad de Alzheimer. Además, según las estimaciones realizadas por el Instituto Nacional de Estadística (INE), en 2050, este porcentaje se incrementará hasta casi el 30 por ciento de los ciudadanos. Mientras que la enfermedad de Charcot Marie-Tooth afecta a unas 12.000 personas en el mismo país. Fonte: Europa Press.es.