Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Estudo acha riscos genéticos comuns a doenças psiquiátricas
28/02/2013 - Pela primeira vez, um estudo mostrou que cinco transtornos psiquiátricos --autismo, depressão, TDAH (transtorno de deficit de atenção e hiperatividade), transtorno bipolar e esquizofrenia--compartilham fatores de risco genéticos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Uso da neurociência é o próximo desafio dos psiquiatras, diz médico brasileiro
07/01/2013 - Para Luis Augusto Rohde, brasileiro convidado pela Associação Psiquiátrica Americana para ajudar a reescrever a "bíblia da psiquiatria", falta base biológica aos diagnósticos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
SAÚDE MENTAL / Estudo: Mais de 160 milhões de europeus doentes
Mais de 160 milhões de europeus padecem de uma doença mental ou neurológica, sendo que apenas um terço dos casos diagnosticados está a ser tratado, conclui um estudo divulgado hoje pelo Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia.
05/09/2011 | A investigação incidiu sobre 514 milhões de habitantes de 30 países - 27 Estados-membros da União Europeia, Suíça, Islândia e Noruega - e toda a gama de doenças mentais ou neurológicas, em todas as idades.
Segundo os dados divulgados, em comunicado, existem 164,8 milhões de europeus que sofrem de uma doença mental ou neurológica.
As patologias mais frequentes são ansiedade, insónia, depressão maior, transtornos somatoformes, dependência de álcool ou drogas, défice de atenção ou hiperatividade e demência.
Há também "milhões de doentes" que padecem de apoplexia, traumatismos cerebrais, doença de Parkinson e esclerose múltipla.
Apenas um terço dos casos diagnosticados recebe tratamento, com vários anos de atraso e, muitas vezes, desadequado.
O estudo realça ainda que as doenças mentais ou neurológicas são as que mais contribuem para o peso das patologias registadas na Europa.
Fundado em 1987, o Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia é um organismo científico europeu que promove a investigação em neurociências.
O estudo realça ainda que as doenças mentais ou neurológicas são as que mais contribuem para o peso das patologias registadas na Europa.
Fundado em 1987, o Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia é um organismo científico europeu que promove a investigação em neurociências. Fonte: Diario de Noticias.pt.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
questões médico-farmacológicas / A epidemia de doença mental
Por que cresce assombrosamente o número de pessoas com transtornos mentais e de pacientes tratados com antidepressivos e outros medicamentos psicoativos
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| "Claro que você está se sentindo ótimo. Essas coisinhas estão entupidas de antidepressivos" |
No que se refere às crianças, o número é ainda mais espantoso: um aumento de 35 vezes nas mesmas duas décadas. A doença mental é hoje a principal causa de incapacitação de crianças, bem à frente de deficiências físicas como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.
Um grande estudo de adultos (selecionados aleatoriamente), patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, realizado entre 2001 e 2003, descobriu que um percentual assombroso de 46% se encaixava nos critérios estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria, por ter tido em algum momento de suas vidas pelo menos uma doença mental, entre quatro categorias.
As categorias seriam “transtornos de ansiedade”, que incluem fobias e estresse pós-traumático; “transtornos de humor”, como depressão e transtorno bipolar; “transtornos de controle dos impulsos”, que abrangem problemas de comportamento e de déficit de atenção/hiperatividade; e “transtornos causados pelo uso de substâncias”, como o abuso de álcool e drogas. A maioria dos pesquisados se encaixava em mais de um diagnóstico.
O tratamento médico desses transtornos quase sempre implica o uso de drogas psicoativas, os medicamentos que afetam o estado mental.Na verdade, a maioria dos psiquiatras usa apenas remédios no tratamento e encaminha os pacientes para psicólogos ou terapeutas se acha que uma psicoterapia é igualmente necessária.
A substituição da “terapia de conversa” pela das drogas como tratamento majoritário coincide com o surgimento, nas últimas quatro décadas, da teoria de que as doenças mentais são causadas por desequilíbrios químicos no cérebro, que podem ser corrigidos pelo uso de medicamentos. Essa teoria passou a ser amplamente aceita pela mídia e pelo público, bem como pelos médicos, depois que o Prozac chegou ao mercado, em 1987, e foi intensamente divulgado como um corretivo para a deficiência de serotonina no cérebro. (...)
Depois de várias semanas de drogas psicoativas, os esforços de compensação do cérebro começam a falhar e surgem efeitos colaterais que refletem o mecanismo de ação dos medicamentos. Antipsicóticos causam efeitos secundários que se assemelham ao mal de Parkinson, por causa do esgotamento de dopamina (que também se esgota no Parkinson). À medida que surgem efeitos colaterais, eles são tratados por outros medicamentos, e muitos pacientes acabam tomando um coquetel de drogas psicoativas, prescrito para um coquetel de diagnósticos. Os episódios de mania causada por antidepressivos podem levar a um novo diagnóstico de “transtorno bipolar” e ao tratamento com um “estabilizador de humor”, como Depokote (anticonvulsivo), acompanhado de uma das novas drogas antipsicóticas. E assim por diante. (segue...) Fonte: Revista Piauí 59.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Insónias atingem três milhões de portugueses
30/07/2008 - A insónia afecta mais de três milhões de portugueses. Este dado coloca o nosso país em segundo lugar nos vinte e sete da União Europeia como consumidor de medicamentos para dormir: cada português gastou, em média, duas embalagens de calmantes, com dados de 2006, totalizando vinte milhões de caixas.Na interpretação de especialistas há cerca de nove dezenas de doenças que perturbam o sono, sendo gastos, ao nível mundial, mais de oitenta milhões de euros em hipnóticos e ansiolíticos. A perturbação do sono algo atinge entre trinta e quarenta por cento da população mundial.
Com tão alto número de atingidos e diante dos gastos globais da saúde pública – os calmantes e sedativos são medicamentos comparticipados pelo Estado – é inquietante o alcance deste fenómeno social e as suas consequências.
As causas das insónias são diversas, podendo algumas doenças estar na origem das insónias, como por exemplo a fibromialgia, as doenças neurológicas (dores de cabeça, Parkinson) e neuro/degenerativas (do sistema nervoso central), bem como os estilos de vida, que roubam horas ao sono, tal como o consumo de certos produtos estimulantes, as bebidas energéticas ou o café. Por seu turno, como consequências das insónias são apontadas a perda de memória, de reflexos e a falta de concentração e, quando as insónias são prolongadas, corre-se o risco de depressão. (segue...) Fonte: Agência Eclésia.pt.
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Expertos españoles aseguran que las enfermedades mentales pueden clasificarse dentro de las neurodegenerativas
30/07/2008 - Un trabajo de investigadores de la Universidad de Santiago (USC) concluye que las enfermedades mentales pueden clasificarse desde el punto de vista molecular dentro de las neurodegenerativas como el Alzheimer o el Parkinson.Los científicos recuerdan que, si bien en todos los cerebros existe la proteína DISC1, sólo en los enfermos mentales aparece de modo insoluble formando agregados y relacionan estos casos con los neurodegenerativos, donde sucede lo mismo con otras proteínas. (segue...) Fonte: Ecodiario.es.
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Gordito pero contento, muy contento
29.07.2008 - Un científico británico descubrió que uno de los componentes del cannabis podría servir en la lucha contra la obesidad. Según el estudioso, la tetrahidrocannabivarina inhibe el apetito. Se analiza, además, su actividad en el tratamiento de enfermedades como el parkinson.El principio activo más importante de la marihuana, el tetrahidrocannabinol (THC), tiene, como una de sus principales propiedades, la de estimular la sensación de hambre. Sin embargo, otra sustancia que compone el cannabis, la tetrahidrocannabivarina o THCV, tiene el efecto inverso: inhibe el apetito. (...)
El científico explicó que todavía "es muy pronto" para experimentar con seres humanos, pero se mostró confiado en que "el THCV pueda tener menos efectos secundarios, como náuseas o síntomas de depresión, pero todavía hace falta más investigación". Por su parte, científicos españoles también coinciden en que esta sustancia es capaz de combatir enfermedades como el parkinson. Fonte: Montevideo.com.
terça-feira, 18 de abril de 2006

Inteligência protege contra doenças mentais, diz estudo
18/04/2006 - da Ansa, em Londres - As pessoas com altos níveis de QI (quociente de inteligência) correm menos risco de sofrer de doenças mentais como a depressão, demência ou esquizofrenia, segundo uma pesquisa da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.De acordo com a equipe de psiquiatras britânicos, as pessoas mais inteligentes têm menos chances de sofrer de problemas mentais graves, pois mantêm seu cérebro em funcionamento.
"Sabia-se, até agora, que a inteligência podia proteger contra a demência. No entanto, descobrimos que também previne problemas neuropsiquiátricos, como a esquizofrenia", declarou um porta-voz do grupo.
"Sabíamos que era importante o termo 'usar a cabeça ou perdê-la', mas agora descobrimos que suas implicações poderiam ser muito mais amplas e benéficas para a saúde mental das pessoas", continuou. Fonte: Folha Online.
Uma pena que sejamos tão burros!
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