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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Estudo liga o uso do pesticida DDT ao mal de Alzheimer

Quem se expôs ao agrotóxico corre risco quatro vezes maior de desenvolver a doença

29/01/14 - EUA - Um pesticida usado para controlar os mosquitos que transmitem a malária pode estar ligado a casos de mal de Alzheimer. Esta associação foi detalhada em novo estudo publicado no periódico “Neurology”, ligado à Associação Médica Americana. O trabalho mostrou que a doença é 3,8 vezes mais frequente em pessoas expostas ao DDT (sigla de diclorodifeniltricloroetano). O veneno foi oficialmente banido há décadas, mas continuou a ser usado depois disso. (segue...) Fonte: Globo G1.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Os mitos e as verdades sobre agrotóxicos

06/06/12 - RIO - A polêmica sobre o uso de agrotóxicos gera incertezas sobre o consumo seguro de alimentos. Para esclarecer o consumidor, O GLOBO ouviu especialistas que deram dicas para a escolha dos produtos na hora da compra e abordaram velhos tabus que cercam o assunto, de forma objetiva. Entre os estudiosos ouvidos, é quase unânime o entendimento de que não há como estabelecer níveis seguros de ingestão de agroquímicos para a saúde humana — ainda objeto de estudo no mundo inteiro — e que não há receitas mágicas capazes de limpar completamente um alimento contaminado. Mas, na impossibilidade de se consumir orgânicos certificados, alguns cuidados podem ser tomados. (...)

Câncer
Pesquisas científicas sugerem uma associação da doença com o uso de agrotóxicos, principalmente entre agricultores. Por isso, os estudiosos do assunto dizem que não há como falar em doses seguras para a lavoura e o consumo. Essas substâncias também podem causar outros problemas, como Mal de Parkinson e alterações do sistema reprodutivo e neurológico. Mas o professor Ângelo Trapé, da Unicamp, afirma que as análises da própria Anvisa mostram que os alimentos da agricultura convencional são seguros para o consumo. Ele garantiu que nunca atendeu paciente com problema de saúde relacionado à ingestão de alimentos contaminados. Já o gerente geral de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles, afirma que os produtos reprovados em análises da agência estão impróprios para consumo. Fonte: Extra Globo G1.

domingo, 13 de maio de 2012

França oficializa relação entre incidência do mal de Parkinson e uso de pesticidas no campo

DOMINGO, 13/05/2012 - Governo francês publicou no último dia 7 decreto que reconhece mal de Parkinson como doença do trabalho associado à atividade agrícola. Ouça o áudio AQUI (8:59). Fonte: Rádio CBN G1.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Não existe uso seguro de agrotóxicos, diz Wanderlei Pignati
Mais de 30 tipos de pesticidas proibidos na União Europeia continuam a ser usados no Brasil, como o endosulfan, clorado que se aloja na gordura e, por isso, pode ser encontrado inclusive no leite materno.
Quinta-feira, 07 de Julho de 2011 - Intoxicações crônicas que, em longo prazo, resultam em câncer, descontrole da tireoide, do sistema neurológico em geral, surdez, diminuição da acuidade visual e até mesmo Mal de Parkinson são possíveis problemas de saúde causados pelos agrotóxicos. De acordo com o médico sanitarista Wanderlei Pignati, quem trabalha com saúde pública não deixa de se perguntar onde foram parar os conteúdos dos temíveis frascos de agrotóxicos. (...)

Mas o grande problema são as intoxicações crônicas, cuja exposição ocorre a baixas doses durante meses e anos. Após um período mais longo de tempo, podem surgir problemas como câncer, descontrole da tireoide e do sistema neurológico, além de diabetes. Especula-se, ainda, que uma das causas do Mal de Parkinson esteja associada ao efeito cumulativo de agrotóxicos. Surdez, diminuição da acuidade visual e outros distúrbios neurológicos também são frequentes. Quando uma mulher está em seus primeiros três meses de gestação e entra em contato com agrotóxicos, pode ocorrer má formação fetal. Portanto, são várias as consequências para a saúde causadas por esses produtos, desde intoxicações agudas até aquelas de caráter crônico. Saliento que os problemas dependem igualmente do tipo de agrotóxico utilizado. (segue...) Fonte: Eco Agencia.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Combinação de pesticidas que aumenta o risco de Parkinson

Lunes, 27 junio 2011 - O site Noticias de La Ciencia publica notícia, com base em estudos da Universidade da Califórnia (UCLA), que informa a descoberta de vínculos entre o uso conjunto de 3 pesticidas, o fungicida Maneb, o herbicida Paraquat e o pesticida Ziram, com o desenvolvimento de Parkinson. O uso conjunto possui um risco potencial sinérgico maior do que o uso individual dos químicos, comumente usados para fumigar os cultivos, a fim de combater as pragas de insetos e outros seres vivos que os ameacem...

domingo, 30 de maio de 2010

Brasil é destino de agrotóxicos banidos no Exterior
Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos
30/05/2010 - Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos 10 produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai. A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. (segue...) Fonte: Zero Hora.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Los expertos insisten en que el parkinson tiene orígenes genéticos y tóxicos
27-04-2010 / Uno de los participantes, el jefe del Servicio de Neurología del Complejo Hospitalario de Salamanca, Jesús Cacho, ha reconocido que el parkinson es una enfermedad que "no tiene cura, aunque sí tratamiento".

Durante la jornada inaugural se ha tratado de analizar la actualización del tratamiento quirúrgico en esta enfermedad, además de estudiar la prevención de enfermedades oculares en el siglo XXI.

En cuanto al parkinson, los expertos que lo han abordado esta tarde han reconocido que en España hay cerca de 100.000 enfermos de esta patología, además de insistir en la idea de que la actitud de la familia es básica que el paciente logre una estabilidad.

Jesús Cacho ha incidido en la importancia que tiene en el mapa sanitario español la Unidad de Tratamiento Quirúrgico de Salamanca, la única de Castilla y León, donde se han operado a veintinueve enfermos en los últimos cuatro años.

Este neurólogo del Complejo Hospitalario de Salamanca ha sido el que más ha incidido en la idea de que esta enfermedad tiene un origen genético y tóxico, al calificarla de "multifactorial".

Entre los factores ambientales probados que influyen para que una persona tenga parkinson figuran los metales y los pesticidas, ha dicho.

En este sentido, se ha recordado la existencia de estudios científicos que unen los pesticidas agrícolas y del hogar con esta enfermedad, viéndose que las personas más expuestas a herbicidas tenían hasta cuatro veces más riesgo de padecer el parkinson y los más expuestos a insecticidas hasta 3,5 veces más.

Pero no ha querido dejar de lado la importancia genética en esta patología, ya que, en su opinión, entre el quince y el treinta por ciento de los pacientes tienen "antecedentes familiares". (segue...) Fonte: ABC.es.

domingo, 22 de novembro de 2009

Estudo da Fiocruz liga uso de pesticidas e outros produtos químicos a câncer em jovens
21/11/2009 - RIO - O aumento de casos de câncer de mama em mulheres com menos de 50 anos vem intrigando oncologistas. No Brasil, 30% dos casos são diagnosticados antes desta idade. No México, o número sobe para a metade. A preocupação é tanta que o tema foi destaque no simpósio "Câncer de mama e países em desenvolvimento", realizado no início do mês em Boston, nos Estados Unidos.

O que preocupa especialistas é que essas mulheres, além de não terem um histórico familiar da doença, muitas vezes também não apresentam outros fatores de risco como o sedentarismo, a maternidade tardia e a má alimentação. O fenômeno acontece principalmente em países em desenvolvimento como o Brasil, o México e a China, reforçando a ligação entre câncer e fatores ambientais. (...)

Segundo ele, alguns pesticidas e inseticidas muito usados no Brasil até os anos 90 podem ter uma substância química muito parecida com os hormônios esteroides encontrados no corpo. Moléculas como as do diclorodifeniltricloretano (DDT), pesticidas usado em lavouras e no combate a mosquitos; e o hexaclorociclohexano (HCH), inseticida conhecido como pó-de-broca; podem ter relação com uma série de doenças, entre elas leucemia, câncer da tireoide, mal de Parkinson e a má formação fetal.

O pesticida e o inseticida foram proibidos para uso agrícola no Brasil em 1985. Em maio deste ano, a fabricação, a exportação, a manutenção em estoque e a comercialização do DDT foi proibida em todo território nacional. Já o HCH ainda é usado no controle de pragas. (segue...) Fonte: O Globo.