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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Google anuncia acordo com farmacêutica AbbVie

Parceria entre as empresas visa investir em tratamentos para doenças relacionadas a idade

04/09/2014 - São Paulo - Depois de criar a Calico, companhia voltada para desenvolvimento de tratamentos de doenças relacionadas ao envelhecimento, um ano atrás, o Google anunciou, nesta semana, parceria com a farmacêutica AbbVie para fortalecer a operação.

Segundo comunicado, as empresas vão unir forças complementares para acelerar a disponibilidade de novos tratamentos para diversas doenças, como a neurodegeneração e até câncer.

Inicialmente, cada companhia vai investir 250 milhões de dólares em novos projetos. O valor total do investimento pode chegar a 1,5 bilhão de dólares nos próximos anos.

"Esta colaboração demonstra o nosso compromisso com a exploração de novas áreas da medicina", afirmou Richard A. Gonzalez, presidente do conselho e CEO da AbbVie, em nota.

Para Arthur D. Levinson, presidente da Calico, o relacionamento com AbbVie é um evento fundamental. “Ela irá acelerar nossos esforços para entender a ciência do envelhecimento, além de ajudar a trazer novas terapias importantes", disse o executivo.

Anos atrás, Sergey Brin fez uma doação milionária para pesquisas sobre Parkinson. Sua mãe já desenvolveu a doença e o fundador do Google também tem grandes chances de ter o mesmo problema no futuro. Fonte: Exame.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Eugênia Brin tem mutação dupla de gene do Parkinson



July 10, 2012 | A mãe do fundador do Google, Sergey Brin, tem uma forma extremamente rara da doença de Parkinson - ela carrega duas cópias de um gene defeituoso conhecido como LRRK2. Uma linha celular derivada auxilia na investigação biomédica para o distúrbio. (em inglês) Fonte: Bio It World.

Filho de Eugenia, geninho é.

quarta-feira, 21 de março de 2012

10 milionários em busca da cura de doenças

21/03/2012 - Sergey Brin e Michael J. Fox são alguns dos ricaços que dedicam parte de seu patrimônio ao tratamento de problemas de saúde que eles ou suas famílias possuem

São Paulo - O cofundador do Google Sergey Brin não está doente ainda, mas já está correndo atrás da cura do Parkinson. Seu empenho começou depois que descobriu, por meio de análises de seu DNA, que tem uma mutação genética que faz suas chances de sofrer com o mal crescerem até 75%.

Por meio de uma parceria com a 23andMe, empresa de testes genéticos, o Parkinson's Institute and Clinical Center e a Fundação Michael J. Fox, ele quer criar um banco de dados com informações genéticas de 10.000 voluntários para compreender como funciona a doença e, assim, tentar encontrar uma cura. A iniciativa começou em 2009 e contou com o investimento pessoal de 10 milhões de dólares de Brin e seis milhões do Google. Fonte: Revista Exame.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pouco envolvimento com filantropia não afetou imagem de Jobs

Diferentemente de Bill Gates e outros executivos da área de tecnologia, Jobs nunca demonstrou interesse por ações sociais

06/10/2011 - Enquanto Bill Gates, fundador da Microsoft, já anunciou a doação de metade de sua fortuna estimada em US$ 53 bilhões para a caridade, Steve Jobs, fundador da Apple, nunca demonstrou interesse em se envolver com atividades de filantropia. Quando perguntado sobre o assunto em palestras e entrevistas, o executivo evitava comentários.

A falta de doações para ajudar projetos de educação ou contra a fome no mundo, no entanto, não parece ter impactado a imagem de Jobs, que desde a fundação da Apple, sempre foi considerado um visionário do setor de tecnologia e admirado por homens de negócios e fãs de seus produtos.

Pouco se sabe sobre o que Jobs fazia com sua fortuna estimada em US$ 8,3 bilhões. Segundo o jornal The New York Times, o próprio Gates, em conjunto com outros bilionários, teria tentado convencer Jobs a destinar parte de seu dinheiro para a caridade, mas Jobs teria recusado o convite. Além disso, apesar de sua batalha contra o câncer, Jobs nunca anunciou incentivos para pesquisas ou hospitais especializados na doença.

A única tentativa de fazer filantropia até hoje aconteceu ainda em meados da década de 1980, logo depois que Jobs deixou a Apple, diz o The New York Times. Ele fundou uma nova empresa, chamada NeXT, e logo depois a fundação Steve P. Jobs, que teve vida curta ? cerca de um ano apenas. ?Ele claramente não tinha tempo para cuidar disso?, disse Mark Vermilion, executivo que Jobs contratou na época para liderar a fundação, ao jornal.

A possibilidade de que Jobs doaria dinheiro anonimamente era debatida entre pessoas que acompanhavam a Apple de perto, mas nada nunca foi confirmado. Rumores dão conta de que uma doação anônima de US$ 120 milhões a um centro de pesquisas de câncer na Universidade da Califórnia, poderia ter partido de Jobs. A família de Jobs não divulgou até o momento informações sobre a herança do executivo.

O fato é que Jobs passou a maior parte de seus dias focados em desenvolver novos produtos na Apple e, depois de receber o diagnóstico de câncer, em passar boa parte de seu tempo com sua família. ?Este é seu legado. Tudo o mais seria uma distração?, disse um amigo à reportagem do The New York Times.

Figurões de tecnologia doaram fortunas à caridade. (...)

Bill Gates, da Microsoft, (...)

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, (...)

Por meio de uma organização de filantropia, o Google também faz doações para a caridade. Segundo o site oficial do Google.org, em 2010 a empresa já doou mais de US$ 145 milhões com o propósito é subsidiar organizações não-governamentais e instituições acadêmicas.

Contudo, segundo o jornal The New York Times, a maioria dos projetos listados na organização é do próprio Google, como monitorar áreas de desmatamento com o Google Maps e digitalizar os manuscritos do Mar Morto.

Além disso, um dos fundadores do Google, Sergey Brin, já doou mais de 50 milhões de dólares para finaciamento de pesquisas sobre Doença de Parkinson. Em 2010, ele descobriu que tem uma tendência genética a desenvolver a doença no futuro. Fonte: To Sabendo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A rede social da genética

por Pedro Doria
03/03/2011 - (...) E, como é uma rede social, a lida com certas descobertas é atenuada. Sergey Brin, o marido da criadora, descobriu com o site que tem altíssimas chances de desenvolver Parkinson. O risco é atenuado por atividade física e uma dieta saudável. Por saber desde moço, se cuida. No site, encontra uma comunidade de outros que têm aquela mesma mutação no gene LRRK2 do 12 cromossoma. É quando o social da rede alivia. (segue...) Fonte: O Globo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Parkinson. A luta contra o tempo de Sergey Brin
O fundador da Google tem 50% de hipóteses de ter Parkinson. Há quatro anos que tenta ser mais rápido do que a doença
17 de Agosto de 2010 |  Sergey Brin vive em contra-relógio. O co-fundador da Google sabe desde os 31 anos que, graças à mutação que possui no gene LRRK2, as probabilidades de vir a ter Parkinson são as mesmas de sair caras a atirar moeda ao ar. Desde que descobriu a existência deste risco em 2006, Brin iniciou uma luta contra o tempo para tentar encontrar uma cura para a doença, antes que a doença o apanhe.

O americano comum tem 1% de probabilidades de ter Parkinson. A mutação genética que Sergey Brin carrega no 12.o cromossoma faz com que tenha entre 30% e 75% de hipóteses, o que torna o seu risco num simples, mas assustador 50/50. "Todas as pessoas têm os seus desafios. Este é o meu. Para mim é apenas uma de muitas coisas que poderia ter na velhice. E o mais importante é que posso fazer alguma coisa em relação a isso", afirmou à revista "Wired".

A história do milionário que decide financiar a investigação de uma doença que lhe é diagnosticada não é nova, mas Brin dá-lhe um twist hollywoodesco. Ele é o primeiro a fazê-lo antes de ter a doença.

O primeiro tiro de aviso chegou em 1999, quando a mãe de Brin viu confirmado o diagnóstico de Parkinson. O receio confirmou-se sete anos mais tarde, quando Wojcicki, mulher de Brin e fundadora da 23andMe, o convenceu a fazer os testes genéticos disponibilizados pela sua empresa (em que a Google investe).

E foi então que foi dado o tiro de partida para o contra-relógio de Brin. Por cada mergulho que dá quase diariamente numa piscina perto da sede da Google, Brin afasta-se um pouco mais da doença. Está provado que quem faz exercício regularmente reduz 60% o risco de ter Parkinson. Da mesma forma, quem beba café ou fume parece ter também menos probabilidades de ter a doença. Brin tentou habituar-se a beber dois cafés por dia, mas não suportava o sabor. Acabou por mudar para chá verde, sendo a teína (com propriedades equivalentes à cafeína) o factor decisivo.

As contas do fundador da Google são simples: os esforços que está a fazer devem reduzir para metade as probabilidades de ter Parkinson, o que, conjugado com os avanços na neurociência e o desenvolvimento de medicamentos e possíveis curas para a doença, devem pôr as suas probabilidades um pouco abaixo dos 10%. Ainda assim, é dez vezes superior ao americano comum.

E é a partir daqui que faz a diferença ser-se dono de metade de um império como a Google, com uma fortuna avaliada em 14 mil milhões de euros. Os 40 milhões de euros que já investiu na pesquisa de Parkinson desde 2006 não estão disponíveis para o comum mortal.

No entanto, mais que interessado em financiar a investigação, Brin quer acelerá-la, trazendo a "experiência Google" para os laboratórios. Um novo tipo de ciência "mais Google" seria capaz de analisar quantidades enormes de informação, impulsionada pelo poder da computação. "Normalmente o ritmo da pesquisa médica é glacial, quando comparado com o que estou habituado na internet", explicou. Os dados serão recolhidos em primeiro lugar e só depois lançadas hipóteses para encontrar padrões que levem a respostas. Apesar de alguns cientistas argumentarem que o método pode carecer de alguma precisão, a verdade é que permite encurtar partes da investigação de anos para meses.

Na realidade, Brin está a fazer o que qualquer um faria se lhe fossem dados a conhecer os recantos escuros do seu livro genético (fazer exercício, mudar de dieta...). Porém, poucos tiveram a possibilidade de dobrar a curva da ciência o suficiente para poder fazer a diferença. E Brin tem não só o dinheiro, como o algoritmo para o conseguir. Mas a corrida ainda agora começou. Fonte: I on line.pt.

domingo, 27 de junho de 2010

A outra busca do Google
27/06/2010 - Sergey Brin mudou o mundo ao usar seu talento como cientista da computação e fundar o Google com o colega Larry Page, em 1998. Agora, o russo de 36 anos investe seu conhecimento e parte de sua fortuna de US$ 15 bilhões em um projeto ainda mais ambicioso: encontrar a cura para o mal de Parkinson. Em 2006, Brin descobriu que uma mutação genética faz com que ele tenha 50% de chance de desenvolver a doença degenerativa. Sua mãe, Eugenia, foi diagnosticada com o mal em 1996. Segundo a revista americana “Wired”, que dedica a capa da edição de julho à iniciativa do empresário, ele já gastou mais de US$ 50 milhões com pesquisas que tentam derrotar a doença.

A principal razão que distingue o dono do Google de outros filantropos é o tipo de ciência que ele financia (leia quadro abaixo). A maioria das pesquisas médicas usa o método clássico. Primeiro, levanta-se uma hipótese. Se os resultados dos testes a confirmarem, eles são submetidos a outros cientistas até que a descoberta seja finalmente publicada, em um processo que pode demorar anos. Mas a coisa muda de figura graças à ajuda de computadores de última geração. “Eles podem fazer cálculos que levariam mil anos em apenas três meses”, explica Wim Degrave, pesquisador do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática da Fiocruz. “O passo da medicina é muito lento quando comparado ao da internet”, resumiu Brin à “Wired”. (segue...) Fonte: Olhar Direto.

sábado, 14 de março de 2009

Repensar as células-tronco? A ciência já fez isso
Presidente Barack Obama liberou uso de verbas federais para estudos.
Decisão, revogando veto de Bush, deve acelerar as pesquisas.
13/03/09 - Com oratória elevada, na segunda-feira o presidente Barack Obama removeu uma inquietação prática substancial que há tempos dificultava a vida dos pesquisadores de células-tronco. Ele aprovou que os pesquisadores biomédicos, usando dinheiro federal (a grande maioria), trabalhem em um número maior de linhas de células-tronco embrionárias humanas do que era estabelecido antes de 9 de agosto de 2001.

Em termos práticos, pesquisadores financiados pelo governo agora terão maior facilidade em fazer uma categoria particular de experimentos com células-tronco que, embora ainda sejam importantes, foram de alguma forma ofuscada por novos avanços. (...)

A pesquisa de células-tronco é o mais conhecido entre os diversos caminhos de investigação dentro do que é conhecido como medicina regenerativa. Regenerar o corpo envelhecido com seus próprios sistemas de reparo, dos quais as células-tronco são um dos componentes, seria muito mais eficaz do que os brutais métodos da atualidade, que envolvem medicamentos e cirurgia.

No entanto, os cientistas ainda estão no início do entendimento sobre como os 200 tipos de células do corpo interagem entre si. Provavelmente se passarão anos até que os biólogos conheçam todas as configurações que precisam ser ajustadas nos cromossomos de uma célula humana para fazê-la se tornar uma bem-comportada célula cone na retina, ou um neurônio produtor de dopamina como os que são destruídos com o mal de Parkinson.

Apesar do novo interesse em células-tronco reprogramadas, as células-tronco embrionárias humanas ainda valem o estudo, tanto para rastrear os momentos iniciais de uma doença, como para ajudar na avaliação de comportamento das células reprogramadas. Fonte: G1.
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Fundador do Google investe na pesquisa de Parkinson
Depois de descobrir sua tendência de desenvolver a doença, Sergey Brin investe em pesquisa para achar a cura
12/03/2009 - A organização 23andMe anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Fundação Michael J. Fox e o Instituto do Parkinson para sequenciar o genoma de mais de 10 mil pessoas que sofrem da doença para ajudar a encontrar sua cura. Depois da coleta das informações, um levantamento vai tentar relacionar os genes a caraterísticas físicas comuns a todos os pacientes. A iniciativa partiu de Sergey Brin, co-fundador do Google que descobriu ter presidposição à doença. O empresário vai patrocinar a maior parte do projeto, pagando US$ 375 dos US$ 400 de cada sequenciamento de genoma dessas 10 mil pessoas, inclusive o dele. É um compromisso de quase US$ 4 milhões. A empresa 23andMe, que vai fazer os testes, foi criada pela mulher de Brin, Anne Wojcicki.

Segundo blog da revista Wired, depois que o banco de dados estiver pronto, os pesquisadores pretendem resolver questões como "o que de fato é causado pelos genes, uma vez que o Parkinson não é uma doença propriamente genética?". Será possível, então, "googlar" os genomas e trazer respostas de sua ampla base de informações da mesma maneira como se pesquisam outras informações atualmente.

Os fundadores do 23andMe pensam ainda mais longe: pretendem estender o projeto para outras doenças, como Alzheimer, entre outras. Trata-se de uma nova forma de fazer a ciência, usando o poder das ferramentas de busca. Fonte: Revista Época.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Célula-tronco adulta faz cão paraplégico voltar a ficar de pé
19/09/08 - Resultado, obtido também com gatos, prenuncia teste em humanos. Equipe da Fiocruz espera aprovação de comitê de ética para próxima fase.

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da Bahia estão se preparando para testar o potencial das células-tronco adultas para ajudar pessoas que sofreram lesões na medula espinhal e ficaram com parte do corpo paralisada. Após resultados animadores em animais – cães e gatos voltaram a ficar de pé após meses em estado paraplégico –, o grupo coordenado pelo médico Ricardo Ribeiro dos Santos espera a autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para iniciar os primeiros testes em humanos. (segue...) Fonte: G1.
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Una investigación sobre el Parkinson gana el Premio Farmacología 2008 que concede Almirall y la SEF
19/09/2008 - El médico de la Unidad de Farmacología de Facultad de Medicina de Universidad de Barcelona, el doctor Francisco Ciruela Alférez, ha sido galardonado con el Premio en Farmacología 2008, promovido de forma conjunta por Almirall y por la Sociedad Española de Farmacología (SEF), por su investigación sobre la enfermedad de Parkinson.

El médico de la Unidad de Farmacología de Facultad de Medicina de Universidad de Barcelona, el doctor Francisco Ciruela Alférez, ha sido galardonado con el Premio en Farmacología 2008, promovido de forma conjunta por Almirall y por la Sociedad Española de Farmacología (SEF), por su investigación sobre la enfermedad de Parkinson.

Los resultados del proyecto, que investigará la oligomerización de receptores acoplados a proteína G en los ganglios basales y su relación con la enfermedad, serán presentados durante la celebración del próximo Congreso de la Sociedad Española de Farmacología en 2009. (segue...) Fonte: El economista.es.
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Em blog, fundador do Google revela receio sobre mal de Parkinson
18/09/2008 - Sergey Brin, co-fundador do Google, tem receio de desenvolver o mal de Parkinson. Em seu novo blog ele afirma que descobriu, por meio de um serviço na internet, que possui uma falha genética que pode estar associada ao aparecimento da doença --Brin é mais um dos adeptos da mania de explorar o próprio genoma na rede.

A mãe e o tio do empresário têm mal de Parkinson e, por meio do serviço 23andMe --que tem participação do Google--, ele descobriu que possui uma variação do gene LRRK2, que é apontada como fator de risco para a doença. (segue...) Fonte: Folha Online.