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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Gene de Parkinson ligado a câncer de pulmão

15 de fevereiro de 2015 -  Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Wisconsin (MCW), em colaboração com outros colegas da Epidemiologia Genética da Lung Cancer Consortium (GELCC), identificaram um gene que está associado com o câncer de pulmão.
Os resultados são publicados no American Journal of Human Genetics. Através de sequenciação de toda exome, os investigadores identificaram uma ligação entre a mutação em PARK2, um gene associado com início precoce de doença de Parkinson, e cancro familiar do pulmão .
Os pesquisadores sequenciaram o exomes (proteína região codificadora do genoma) de indivíduos de uma família com vários casos de câncer de pulmão. Eles, então, estudaram o gene PARK2 em outras famílias afetadas pelo câncer de pulmão.
"Embora esta mutação específica seja muito rara na população em geral, houve uma associação significativa entre a mutação PARK2 ao estudamos e as famílias com vários casos de câncer de pulmão", disse Donghai Xiong, PhD, professor assistente de farmacologia e toxicologia MCW e o autor principal do artigo.
"Estes resultados implicam essa mutação específica como num fator de suscetibilidade genética para o câncer de pulmão, e fornece uma justificativa adicional para novas investigações desse gene e desta mutação para avaliação da possibilidade de desenvolver terapias específicas contra o câncer de pulmão em indivíduos com variantes Park2", acrescentaram Ming You, MD, PhD, o Professor Joseph F. Heil Jr. de Oncogenesis no MCW e Diretor do Centro de Câncer MCW.
O GELCC é dirigido pelo Dr. Marshall Anderson, PhD, professor de medicina na MCW. Outras instituições GELCC colaborando incluem o Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, da Universidade de Cincinnati College of Medicine, da Universidade de Toledo College of Medicine, o Centro Estadual de Louisiana University Ciências da Saúde, do Instituto do Câncer Karmanos em Detroit, Mich., A Clínica Mayo, Escola Geisel de Medicina de Dartmouth College, theUniversity da Pensilvânia, e do Baylor College of Medicine, em Houston, no Texas. (original em inglês, tradução Google Android,  revisão Hugo) Fonte: Science Codex

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Un gen del Parkinson, relacionado con cáncer de pulmón

Una mutación rara Un gen del Parkinson, relacionado con cáncer de pulmón
MADRID, 30 Ene. (EUROPA PRESS) -    Investigadores del Colegio Médico de Wisconsin (MCW), en Estados Unidos, en colaboración con otros colegas del Consorcio de Epidemiología Genética del Cáncer de Pulmón (GELCC, por sus siglas en inglés), han identificado un gen que está asociado con el cáncer de pulmón y el Parkinson.    Mediante la secuenciación del exoma, estos expertos hallaron una relació ...


(c) 2015 Europa Press. Está expresamente prohibida la redistribución y la redifusión de este contenido sin su previo y expreso consentimiento.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meses Coloridos


Diagnosticar precocemente, uma coisa.
Prevenir, outra coisa.
Parkinson não se previne!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Explicação científica sobre Como e Por que Cannabis pode curar o câncer

AQUI vídeo (áudio em inglês), 14:46, publicado em 22 de janeiro de 2013. Profissionais de Saúde, Médicos e cientistas entrevistados sobre o tema da cannabis. Eles estão listados em ordem de aparição no vídeo ... Fonte: YouTube.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Tratamento de Parkinson pode aumentar a criatividade

por Abigail Klein Leichman

30 December, 2012 - Uma neurologista de Israel compilou estudos sobre pacientes que de repente começaram a esculpir, desenhar ou escrever, enquanto estimulados pela droga dopamina.

Encontrar o artista escondido - pacientes de Parkinson tomando a medicação estimulante dopamina encontraram um súbito desejo de pintar. A neurologista israelense Dr. Rivka Inzelberg notou há anos que os pacientes que tomam a medicação estimulante dopamina para controlar os sintomas da doença de Parkinson não lhe trouxeram “a caixa de chocolates habitual em tempo de férias”. Em vez disso eles trouxeram desenhos, esculturas ou poemas que tinham criado, apesar de nunca terem sido inclinados artisticamente antes.

"Eu vi que estava tornarndo-se um fenômeno, e olhei na literatura para ver se alguém já havia trabalhado nisso", diz ela ao ISRAEL21c. "Descobri muitos artigos sobre os pacientes que se tornaram artistas no contexto de serem Parkinsonianos."

Inzelberg já escreveu seu próprio artigo, a ser publicado na revista Behavioral Neuroscience, que analisa e resume todo o conhecimento acumulado, até agora, sobre este fenômeno. No artigo, ela também traz perguntas relacionadas sobre o papel da dopamina - um neurotransmissor do cérebro que está carente de pessoas com Parkinson - na criatividade humana.

Inzelberg, que trata pacientes no Sagol Joseph Neuroscience Center, no Sheba Medical Center e é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Tel Aviv, diz que a ligação entre a dopamina e tendências artísticas tem sido observada por anos.

O artista Vincent Van Gogh sofria de esquizofrenia, que é caracterizada pela produção excessiva de dopamina. E psico-estimulantes tais como cocaína e Ecstasy aumentam a dopamina no cérebro.

"As pessoas pensam que essas drogas ajudam a tornar-se mais criativos, mas não há nenhum estudo sistemático que verifique isso, exceto estudos anedóticos entre os toxicodependentes que mostram a criatividade ou uma elevada auto-medida do talento", adverte Inzelberg.

Lado negro da dopamina

Dopamina demais também podem causar comportamentos impulsivos, porque esta substância no cérebro é responsável pelo controle do comportamento de recompensa e busca de prazeres.

"A sensação de felicidade de atividades gratificantes é transferido pela dopamina no cérebro", explica ela. "É possível que, em pacientes com Parkinson, quando tomam esses medicamentos para aliviar sua deficiência muscular, um efeito colateral pode ser uma necessidade de fazer coisas que dão prazer de uma forma hiper acentuada como hobbies ou jogos de azar."

Um dos estudos de caso que ela leu envolveu um paciente de Parkinson medicado que pintou compulsivamente todo o dia, mas parou quando a dose foi reduzida.

Inzelberg salienta que nem todos os pacientes de Parkinson estimulados por drogas como dopamina desenvolvem a criatividade ou impulsividade. Ela e vários colegas estão construindo uma bateria de testes para medir as habilidades criativas e controle dos impulsos, a fim de descobrir por que alguns pacientes com estimulantes de dopamina desenvolvem estas características, enquanto outros não.

"Isto é importante para uma melhor compreensão da base neurológica da criatividade "normal" em seres humanos. É possível algo mais além de dopamina esteja o influenciando? Questiona Inzelberg.

A principal área de interesse durante os últimos 25 anos de sua prática médica tem sido doenças do envelhecimento do cérebro, incluindo tanto a de Parkinson como de Alzheimer. Cada uma destas condições afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

"Eu estou interessada na epidemiologia da doença, o que muda o seu aparecimento e evolução, fatores genéticos que influenciam o curso da doença; e também doenças concomitantes"

Ela explica que as pessoas com doença de Parkinson parecem estarem protegidas de todos os tipos de câncer, exceto para o câncer de pele, pois eles realmente têm um risco maior de desenvolver este tipo de câncer. "Se pudermos encontrar porque eles têm essas baixas taxas de câncer de outros tipos, isso seria importante para salvar vidas", diz Inzelberg. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Israel 21c.il.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Cientistas encontram ligações entre Parkinson, Câncer e História Familiar

TUESDAY Sept. 4, 2012 -- As pessoas com doença de Parkinson e seus familiares podem ter um risco aumentado para câncer de próstata e melanoma, e as pessoas com esses tipos de câncer podem estar em maior risco para o Parkinson, sugere um novo estudo.

Na Universidade de Utah os pesquisadores estimaram os riscos de câncer entre as cerca de 3.000 pessoas em Utah que morreram de doença de Parkinson, entre 1904 e 2008, e em seus familiares. Eles também analisaram os dados do Registro de Câncer de Utah em mais de 100.000 pessoas diagnosticadas com câncer.

O estudo foi publicado online em 03 de setembro na revista Archives of Neurology.

Os pesquisadores descobriram que os homens com a doença de Parkinson e seus familiares do sexo masculino tiveram um risco significativamente aumentado de câncer de próstata. Eles também descobriram que os pacientes com câncer de próstata e seus familiares do sexo masculino tiveram um risco significativamente aumentado de Parkinson, de acordo com uma notícia do jornal.

A doença de Parkinson é uma condição neurológica que podem incluir tremores, rigidez, fala arrastada e dificuldade para caminhar.

O estudo também descobriu que os doentes de Parkinson e seus familiares tiveram um risco significativamente aumentado de melanoma, e que pacientes com melanoma e seus familiares tiveram um risco significativamente aumentado de Parkinson.

Os resultados sugerem que existe um risco comum genético para Parkinson e certos tipos de câncer, de acordo com Kareus Seth e colegas.

Identificar e compreender essa relação pode ajudar os médicos a avaliar melhor o risco de câncer em pacientes com doença de Parkinson, revelar-se útil no aconselhamento de seus parentes, e estratégias de influência para a pele e rastreamento do câncer de próstata, disseram os pesquisadores.

Embora o estudo encontrou uma associação entre a história familiar, a doença de Parkinson e o risco de câncer, ele não provar uma relação de causa-e-efeito. (segue,..., em inglês) Fonte: Drugs.com.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Pfizer apoyará este año tres proyectos médicos en México

BUENOS AIRES, agosto 17: La farmacéutica, a través de su instituto científico, financiera estudios contra el cáncer, el Parkinson y otras enfermedades en el país azteca.

Estudios sobre las células troncales cancerígenas, los orígenes del mal de Parkinson, así como una infección diarréica causada por un bacilo adquirido en hospitales, son los tres proyectos que apoyará económicamente en este año el Instituto Científico Pfizer en México. Marco Antonio Velasco Velázquez, Laura Adalid Peralta y Adrián Camacho Ortiz son los investigadores mexicanos que realizarán los estudios en instituciones públicas de la Ciudad de México y Monterrey tienen el reto de mejorar el conocimiento sobre los padecimientos, así como visualizar a futuro potenciales aplicaciones de su trabajo. (...)

Por otra parte, la doctora Adalid Peralta buscará, en el Instituto Nacional de Neurología y con apoyo del Instituto de Biotecnología de la UNAM, marcadores inflamatorios que permitan detectar en las más tempranas etapas el mal de Parkinson. Fonte: Mirada Profesional.ar.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Células-tronco tumorais fazem câncer voltar a crescer

Três pesquisas trazem novas evidências sobre o que faz a doença ressurgir, mesmo depois de tratada
01 de agosto de 2012 | O ressurgimento de tumores tempos depois de eles terem sido combatidos por quimioterapia é um dilema que aflige há muito tempo médicos e pesquisadores que lidam com câncer. Três estudos divulgados hoje conseguiram mostrar a ação de células-tronco tumorais na retomada desse crescimento, oferecendo uma novidade para a luta contra a doença.

Células-tronco são capazes de se diferenciar em outras células e normalmente são associadas a promessas de tratamento de, por exemplo, doenças degenerativas. São elas também que, nos tecidos e órgãos, originam novas células para repor as que morrem. De maneira semelhante, imaginava-se que células-tronco tumorais dariam origem às células que compõem o tumor.

Essa hipótese é investigada há anos e outros trabalhos científicos já haviam trazido evidência para linfoma e leucemia, que se desenvolvem no sangue, mas não para tumores sólidos.

A dificuldade é que as pesquisas eram feitas a partir do transplante de tumores humanos em animais. No caso do sistema sanguíneo, o transplante é capaz de recriar as mesmas condições do doador, mas nos tumores sólidos, muitas outras variáveis podem interferir no comportamento celular, o que torna mais difícil identificar as células-tronco tumorais e isolá-las como responsáveis pelo crescimento do câncer, o que sempre causou muita controvérsia sobre o resultado das pesquisas.

O salto dos três estudos atuais foi usar modelos animais projetados para desenvolver os tumores, eliminando eventuais interferências. Um dos estudos trabalhou com câncer de pele, o outro, de cérebro (ou glioblastoma) e o outro, com câncer de intestino. Com algumas pequenas diferenças nos procedimentos, os três foram capazes de demonstrar os tumores sendo originados de pequenas populações de células tumorais com características de células-tronco.

Estudos
As duas primeiras pesquisas estão na revista Nature e a terceira, na Science, que antecipou a divulgação do artigo para coincidir com a publicação britânica. O anúncio conjunto reforça a importância dos achados.

"Provamos a existência das células-tronco tumorais sem manipular os tumores ou as células", afirmou ao Estado Luis Parada, da Universidade do Texas, que trabalhou com o modelo de tumor cerebral.

Após submeter os animais à quimioterapia e ver o tumor praticamente desaparecer, ele e colegas conseguiram identificar as células-tronco sobreviventes e depois notaram que elas geravam novas células tumorais. "Nós então mostramos que se matarmos essas células, o tumor para de crescer", conta.

Eles conseguiram matar as células porque elas estavam com uma marca específica para reagir a uma droga, mas nas situações reais, isso não acontece. "Os estudos são bastante importantes, mas agora precisamos entender o que diferencia as células-tronco tumorais das tumorais normais para poder atacar também as primeiras", afirma Vilma Regina Martins, diretora de Pesquisa do Hospital A. C. Camargo.

"Este trabalho confirma que é a alta resistência das células-tronco cancerosas ao tratamento com certos quimioterápicos. Isso explicaria os eventos de recidivas tumorais após tratamentos e reforça a necessidade de se estudar mais a fundo as propriedades intrínsecas das células-tronco cancerosas para tentar desenvolver novos medicamentos que efetivamente destruam essa população de células responsáveis pela geração de tumores", complementa Keith Okamoto, da USP, que também trabalha com o tema no Brasil.

Tanto os pesquisadores estrangeiros quanto os brasileiros também suspeitam que as células-tronco tumorais podem ajudar no futuro a entender a ocorrência de metástases.

Para Okamoto, os estudos também alertam para a necessidade "de se averiguar possíveis efeitos adversos decorrentes de terapias com células-tronco para outras doenças, visto que uma das hipóteses para a origem das células-tronco cancerosas é a transformação maligna de células-tronco normais residentes em nossos tecidos", comenta.

As pesquisas sobre células-tronco e células-tronco tumorais serão debatidas em São Paulo em evento promovido pelo hospital A. C. Camargo entre os dias 27 e 31 deste mês. O encontro reunirá pesquisadores do Instituto de Biociências e Faculdade de Medicina da USP, Instituto Butantan e Universidades da Califórnia, Texas,Cambridge e Copenhagen. No dia 29, a palestra Células-Tronco na Biologia do Desenvolvimento e no Câncer será aberta ao público em geral, com entrada franca. Mais informações: http://www.accamargo.org.br/evento-detalhe/celula-tronco/66. Fonte: O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Maior consumo de café pode reduzir risco de câncer de pele, diz estudo

03/07/2012 - A ingestão de mais cafeína poderia diminuir o risco de desenvolver a forma mais comum de câncer de pele, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista "Cancer Research".

O artigo da Associação Americana de Pesquisa do Câncer não informa quem financiou o estudo sobre o suposto vínculo entre a cafeína e o carcinoma basocelular (basalioma).

"Nossos dados indicam que quanto mais cafeína for consumida, menor é o risco de se desenvolver o basalioma", indicou Jiali Han, pesquisador do Hospital Brigham e de Mulheres, da Escola de Medicina de Harvard em Boston, e da Escola Harvard de Saúde Pública.

Mas Han advertiu e não recomenda o aumento do consumo de café apoiando-se apenas nos resultados deste estudo.

"O certo é que nossos resultados acrescentam o basalioma a uma lista de condições para as quais o risco diminui com um aumento do consumo de café", destacou o pesquisador. "A lista inclui condições com consequências negativas graves para a saúde, como o diabetes tipo 2 e o mal de Parkinson".

O carcinoma de células basais é a forma de câncer de pele cujo diagnóstico é mais comum nos Estados Unidos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Chá pode aumentar risco de câncer de próstata, indica pesquisa

Estudo realizado pela Universidade de Glasgow acompanhou mais de 6 mil pessoas por 37 anos

19 de junho de 2012 | 8h 51
Homens que cultivam o hábito de beber chá preto várias vezes por dia estão mais sujeitos a desenvolver câncer de próstata, afirma uma nova pesquisa.
Beber chá é uma das mais conhecidas tradições britânicas - Suzanne Plunkett/Reuters
Suzanne Plunkett/Reuters
Beber chá é uma das mais conhecidas tradições britânicas
Uma equipe da Universidade de Glasgow, na Escócia, fez um acompanhamento do estado de saúde de 6 mil voluntários do sexo masculino ao longo de 37 anos.
Eles descobriram que homens que bebiam sete xícaras de chá preto por dia - consumo relativamente normal nos países da Comunidade Britânica - tinham 50% a mais de chance de desenvolver câncer de próstata do que aqueles que não tomavam chá.
O câncer de próstata é causa de câncer mais comuns entre homens na Escócia e casos registrados de pessoas com a doença no país tiveram um aumento de 7,4% entre 2000 e 2010.
A pesquisa teve início em 1970 e analisou dados de 6.016 voluntários com idades que variavam entre 21 e 75 anos. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo via BBC.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Escudo de células-tronco 'pode proteger pacientes de efeitos da quimioterapia'

Testes feitos nos EUA indicam que é possível proteger pacientes de câncer de efeitos colaterais do tratamento 
10 de maio de 2012 | Cientistas nos Estados Unidos acreditam que pode ser possível usar um "escudo" de células-tronco para proteger pacientes de câncer dos efeitos colaterais da quimioterapia.

O tratamento destrói células cancerosas, que se dividem rapidamente, mas também pode afetar outros tecidos saudáveis, como a medula óssea ou células sanguíneas, aumentando o risco de infecção e causando falta de ar e cansaço.

Na nova pesquisa do Fred Hutchinson Cancer Research Center, publicada na revista científica Science Translational Medicine, células-tronco da medula óssea de pacientes com tumores cerebrais foram retiradas e modificadas com um gene resistente à quimioterapia. As células foram então injetadas novamente no sangue dos pacientes.

"Este tratamento é análogo a disparar contra as células cancerígenas e as células da medula óssea, mas dando às da medula óssea um escudo protetor, enquanto se deixa o tumor desprotegido", disse a pesquisadora Jennifer Adair. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
O curioso é que o uso de células-tronco produzia tumores cerebrais. Agora, injetadas na medula, são escudo contra quimioterapia.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Estudo põe em dúvida eficácia do PSA para detectar câncer de próstata

Em algumas ocasiões, exame termina em cirurgias ou irradiações com duras consequências para a sexualidade e a continência de homem, diz pesquisa francesa
04 de abril de 2012 |  A eficácia da Prova do Antígeno Prostático (PSA), exame habitual para diagnosticar o câncer de próstata, foi posta em dúvida por um estudo divulgado nesta quarta-feira, 4, pela Alta Autoridade de Saúde da França (HAS).

A confiabilidade deste teste, frequentemente acompanhado do toque retal e até a primeira década deste século considerado um bom indicador para medir a evolução da doença, sofreu seu primeiro revés em 2010, quando a HAS anunciou que, aplicado à população masculina em geral, carecia de eficiência.

Agora, a Autoridade a descartou inclusive para os indivíduos "de risco", já que, apesar dos fatores de perigo conhecidos (idade, antecedentes familiares, origem africana e exposição a certos agentes químicos), atualmente a medicina não sabe nem o peso que tem cada um nem como interagem entre eles.

Por outra parte, a HAS constatou que até o momento não está provado que as pessoas com maior risco de contrair a doença, de evolução lenta, a desenvolvam de forma mais grave ou com maior rapidez, por isso o diagnóstico antecipado também não seria útil.

Finalmente, segundo os responsáveis do estudo, os pacientes que se submetem a este exame estão suscetíveis a dar "falsos positivos", o que representa "riscos secundários", tanto de tipo físico, derivados da consequente biópsia para determinar se há câncer, como de tipo psicológico e sexual.

A HAS concluiu que os homens que se submetem o teste deveriam fazê-lo "com conhecimento de causa", sabendo que "este exame em algumas ocasiões termina em operações ou irradiações inúteis com duras consequências para a sexualidade e a continência de homens que ainda são jovens e ativos".  Fonte: O Estado de S.Paulo.

quinta-feira, 22 de março de 2012

DESARROLLAN METODO PARA DISMINUIR RIESGO DE CANCER EN TERAPIAS CON CELULAS MADRES

Muenster (Alemania), 22 de marzo (Télam).- Científicos alemanes desarrollaron un método para disminuir el riesgo de cáncer en tratamientos con células madre que, a largo plazo, podría significar un enorme paso en el tratamiento de enfermedades como el parkinson o la regeneración de tejido tras un infarto cardíaco.

Un portavoz del instituto alemán Max Planck de biomedicina molecular explicó que las denominadas células madre pluripotentes tienen la capacidad de convertirse en cualquier tejido, pero también pueden "convertirse en células cancerígenas y provocar un tumor en lugar de regenerar un tejido".

Un equipo de investigadores, dirigido por Hans Schoeler en la ciudad alemana de Muenster, generó un nuevo tipo de células madre a partir de células de piel de ratones que el riesgo de cáncer en tratamientos con estas células, según consignó un despacho de la agencia DPA.

El portavoz explicó que "este tipo de células es sólo multipotente. No pueden producir todos los tejidos, sino sólo algunos definidos con mucha precisión".

"Nuestro procedimiento hace mucho más concisa y segura la regeneración de tejidos determinados", agregó.

Los resultados de la investigación aparecieron hoy en la publicación digital especializada Cell-Stem Cell, donde se detalla que la reprogramación de las células se logró mediante una "mezcla de factores de crecimiento" -proteínas- que orientan el crecimiento de la célula en el cuerpo.

Schoeler remarcó que las células pluripotentes eran el "non plus ultra" de la investigación y que "en unos años las células multipotentes podrían ahora sustituirlas, dado que reducen considerablemente el riesgo de formar un tumor".

Aunque aún queda mucho para su aplicación en pacientes, el hallazgo podría significar, a largo plazo, un enorme paso hacia las terapias con células madre. (Télam).- Fonte: Diario El Comercial.ar.

sábado, 8 de outubro de 2011

Investigadores hallan en la droga MDMA una forma de matar células cancerígenas

7 octubre, 2011  |  La noticia llega desde la UWA y el hallazgo ha sido fortuito ya que se encontraban inmersos en otro proyecto cuando dieron con la clave. El resultado, increíble, supone que la alteración de ciertas “drogas de club” o variantes de éxtasis como es el MDMA, son capaces de matar tipos de cáncer en la sangre al mismo tiempo que pueden reducir su psicoactividad.

En el interior de la Escuela de Ciencias Biomédicas, el profesor en Ciencias Químicas y Biomolecular Matthew Piggott explicaba los hechos. El equipo de la UWA se encontraba investigando el uso de la droga metilendioximetanfetamina, conocida como MDMA, en la enfermedad del Parkinson. Los resultados de los documentos acabaron sugiriendo que sus usos también pueden resultar útiles en el tratamiento del cáncer en la sangre.

Lo primero que hay que aclarar es que el MDMA nunca ha sido utilizado como fármaco terapéutico hasta ahora. Más bien se popularizó a finales de los 70 y principios de los 80 como una droga “de club” que inducía a la euforia. Se trata de una sustancia psicoactiva con propiedades estimulantes y empatógenas (segue...) Fonte: eNews paper.mx.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sistema reduz risco de câncer em células-tronco artificiais
09/06/2011 - Pesquisadores da Universidade de Kioto, no Japão, desenvolveram um novo sistema para criar células-tronco artificiais que reduz o risco de se elas tornarem cancerígenas, informa nesta quinta-feira o jornal econômico local "Nikkei".

A pesquisa foi realizada por uma equipe de pesquisadores que inclui Shinya Yamanaka, médico especialista em cirurgia ortopédica, em colaboração com o Instituto Nacional de Ciência Industrial e Tecnologia Avançada (AIST) do Japão.

Em 2006, Yamanaka conseguiu gerar as chamadas células-tronco pluripotentes induzidas --ou células iPS (na sigla em inglês)-- que possuem a capacidade de se transformar em qualquer tipo celular especializado, uma descoberta que lhe valeu vários reconhecimentos, entre eles o prestigioso Prêmio Shaw.

Até a divulgação do trabalho de Yamanaka, os pesquisadores achavam que esta habilidade era exclusiva das células-tronco embrionárias.

O problema, no entanto, era que as células iPS tornavam-se cancerígenas em muitas situações após se desenvolverem em diferentes tipos de tecidos, o que representava um empecilho para seu uso na medicina regenerativa.  (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Investigadores de la UV explican la menor incidencia del cáncer en pacientes con enfermedades neuropsiquiátricas
Valencia | 06/05/2011 - VALENCIA, 06 (EUROPA PRESS) - Investigadores de la Universitat de València (UV) han publicado recientemente en la prestigiosa revista científica 'The Lancet Oncology' un modelo para explicar e investigar por qué existe una incidencia menor de cáncer en pacientes diagnosticados de síndrome de down, enfermedad de Parkinson, esquizofrenia, diabetes, enfermedad de Alzheimer, esclerosis múltiple y anorexia nerviosa, es decir, en algunas enfermedades neuropsiquiátricas y del sistema nervioso.

Los autores del artículo, entre ellos el profesor de Psiquiatría de la Facultat de Medicina i Odontologia Rafael Tabarés, proponen que, a diferencia de lo que ocurre con el problema de la comorbilidad --presencia de enfermedades adicionales en relación con una enfermedad index en un mismo individuo--, "pocos estudios han profundizado en la comorbilidad inversa en medicina y en oncología".

Los estudiosos proponen diferentes conexiones genéticas y moleculares entre el cáncer y las enfermedades del sistema nervioso señaladas. Además, sugieren que la comorbilidad inversa "podría ser un modelo válido para investigar procesos y vías metabólicas comunes o relacionadas entre enfermedades aparentemente distintas, para testar nuevos tratamientos y, lo que es más importante, para comprender por qué determinadas personas están mejor protegidas frente a los procesos cancerígenos".

El artículo se ha elaborado en colaboración con investigadores del Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO), del Centro de Investigación Biomédica en Red para la Salud Mental (CIBERSAM), de la Universidad de California, San Francisco (UCSF), de la Universidad de Oxford y del Luminy Institute of Mathematics de Marsella.

Rafael Tabarés y los otros investigadores también explican la importancia de la comorbilidad y la multimorbilidad (la presencia de varias enfermedades en un mismo individuo) como un problema médico universal que condiciona, entre otros aspectos, la calidad de los cuidados médicos a estos pacientes. Fonte: La Vanguardia.es.
Novidade! Mas tive uma irmã com Down que teve câncer...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

¿Pueden el café y el té reducir el riesgo de cáncer del cerebro? 
Un estudio indica que ambos pueden reducir el riesgo de padecer un tipo de cáncer
25.10.10 | Investigadores han descubierto que el café y el té podrían ser más que una forma de elevar los niveles de energía. El consumo regular de las dos bebidas más populares del mundo podría también proteger contra una forma de cáncer del cerebro. De hecho, la investigación sugiere que los que beben apenas media taza de café al día podrían reducir el riesgo de cáncer del cerebro en hasta un 34 por ciento.

La idea de que el café y el té podrían proveer un beneficio acumulativo de salud a los consumidores usuales se basa en investigaciones previas que han indicado que las bebidas podrían también reducir el riesgo tanto de Alzheimer como de Parkinson. (segue...) Fonte: Telecinco.es.

domingo, 26 de setembro de 2010

"La contaminación incrementa el cáncer"
El investigador gallego ha demostrado en Dresde (Alemania) que los pesticidas causan el párkinson
Domingo 26 de septiembre de 2010 - James Parkinson describió en los inicios de la Revolución Industrial los primeros casos en Europa de la enfermedad a la que da nombre, pero no ha sido hasta dos siglos después cuando se ha podido demostrar la influencia de la contaminación en su desarrollo. Francisco Pan-Montojo (A Coruña, 1978) acaba de revolucionar a la comunidad científica internacional tras demostrar que pesticidas como la rotenona afectan al sistema nervioso intestinal y esta alteración acaba por alcanzar el cerebro y generar la dolencia neurodegenerativa.

La investigación, realizada gracias a una beca de la Barrié y publicada por la revista científica Plos One, ha tenido repercusión en medios de comunicación de toda Europa, y ya han surgido colaboraciones con expertos de Francia o Cataluña. Paco, como prefiere que le llamen, continúa con sus experimentos en el seno del pequeño grupo que ha creado en la Universidad Técnica de Dresde (Alemania) a la vez que realiza un postdoctorado en el Centro de Biología Celular, Molecular y Genética del prestigioso Instituto Max Planck.

Sus logros podrían convertirse en un horizonte no muy lejano en nuevos medicamentos para una patología que en España afecta a 150.000 personas –un 20% de ellos, menores de 50 años– y que, según los expertos, se duplicará en 2025 y se triplicará en 2050.

Paco confía en que su descubrimiento también acabe dando lugar a una vacuna, pero es menos optimista con el veto a los pesticidas. "Por ahora no existe una alternativa que permita mantener una producción competitiva y dar de comer a precios razonables, pero espero que a largo plazo se acaben prohibiendo".

En su opinión, la relación entre el aumento de la incidencia del cáncer y la contaminación está clara. "Algunos dicen que se debe a que antes no había medios para diagnosticar todos los casos, pero en los últimos años se ha seguido viendo ese incremento", apunta. Todos tenemos una base genética que nos permite afrontar la agresión externa "de forma más o menos eficiente", señala, pero cuando la amenaza externa es constante se puede alcanzar el límite. (segue...) Fonte: Faro de Vigo.es.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Una mutación genética vincula Parkinson y cáncer
Lunes, 30 de noviembre de 2009 - El gen PARK2 que suele encontrarse mutado en la enfermedad de Parkinson de inicio temprano también lo está en el glioblastoma, el cáncer de colon y el de pulmón, según un estudio del 'Memorial Sloan-Kettering Cancer Center' en Nueva York (Estados Unidos) que se publica en la edición digital de la revista 'Nature Genetics'. (segue...) Fonte: ADN.es.