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Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Tremores nas mãos nem sempre indicam doença da Parkinson
Condição chamada tremor essencial também tem esse sintoma e tratamento diferenciado
03/09/2013 - A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum atrás apenas do Alzheimer. No Brasil, estima-se cerca de 200 mil portadores, um número que provavelmente dobrará de tamanho nas próximas décadas, especialmente com o envelhecimento da nossa população. Logo, reconhecer os principais sintomas da doença de Parkinson é importante, uma vez que seu manejo requer conhecimento específico. Estamos "envelhecendo", ou seja, a expectativa de vida da população está aumentando, e a preocupação com doenças neurodegenerativas será cada vez mais inevitável. Neste contexto, lembrar de doença de Parkinson quando existe um tremor sem dúvidas é importante, mas existem outras nuances que não podemos esquecer: os casos de tremor que não são Parkinson e os Parkinsonianos que não têm tremor.
Existem inúmeros pacientes com Parkinson que não têm ou nunca terão um único tremor
Existem dois mitos que sempre discutimos com os pacientes e seus familiares: Primeiro, "nem todo tremor é necessariamente doença de Parkinson" e, segundo, "nem todo paciente com doença de Parkinson tem tremor". Os dois pontos acima mencionados parecem semelhantes ou podem levar a um certo grau de estranheza, mas explico.
Em relação ao tremor de uma maneira geral, é preciso deixar claro que a principal causa deste movimento involuntário não é a doença de Parkinson, mas sim uma outra condição, aliás, bem mais comum, que é o tremor essencial. Este é um tremor normalmente de ambas as mãos, que pode ser observado principalmente durante algum movimento, como segurar uma xícara de café, e pode ocorrer em outros membros da família. Mais importante ainda, o tratamento do tremor essencial e da doença de Parkinson são absolutamente opostos. Assim, "nem todo tremor é necessariamente doença de Parkinson".
A outra questão, mais complexa e delicada, diz respeito a um viés de observação muito comum. Trata-se de imaginar que todo paciente com doença de Parkinson necessariamente tem ou terá tremores. Isto não é verdade. Existem inúmeros pacientes com Parkinson que não têm ou nunca terão um único tremor. Isto é possível porque existem outros três sinais motores para se suspeitar de Parkinson. São eles: a lentidão dos movimentos (bradicinesia), a rigidez muscular (hipertonia) e as quedas frequentes (instabilidade postural). De modo que chegamos a nossa segunda afirmação sobre o tremor e a doença de Parkinson, ou seja, "nem todo paciente com doença de Parkinson tem tremor".
Sendo assim, é importante ficar atento aos outros sintomas que indicam Parkinson, principalmente nos idosos, caso apareça algum tipo de tremor é importante visitar o médico, a fim de que ele possa identificar com mais precisão qual é o real problema do paciente. Fonte: MSN.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Estudantes da Georgia Tech trabalham para melhorar a vida dos pacientes de Parkinson
Apr 30 2013 - Foi um momento de iluminação: a idéia despertou com um relógio de pulso da Texas Instruments (TI). A doutoranda bioengenheira Teresa Sanders, do Georgia Institute of Technology, do Programa Liderança Universitária da TI, trabalhando com especialistas da doença de Parkinson da Emory University, recebeu um relógio eZ430-Chronos da TI. Ela tinha um pensamento: Um relógio com um acelerômetro poderia medir tremores dos membros e ser combinado com outras ferramentas para avaliação de pacientes com doença de Parkinson (DP).
Agora, ela tem de sair para provar isto - e, por sua vez, melhorar vidas.
Sanders está esperando para criar um novo sistema que pode ajudar os pacientes a monitorar continuamente os sintomas - mesmo em casa - para que possam ser corretamente medicados. "Acreditamos que o novo sistema de monitoramento será muito útil na regulação do seu tratamento", diz Sanders. "Queremos aumentar o número de horas boas que os pacientes com DP têm, e nisso é que estou focada." DP é uma desordem do sistema nervoso de agravamento progressivo que afeta os movimentos. Ela pode causar tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular e fraqueza. Em muitos pacientes, os efeitos de medicamentos flutuam substancialmente ao longo do dia, e monitorar os sintomas e ajustar dose da medicação é difícil e demorado.
Sanders, que trabalhou como engenheira elétrica antes de prosseguir o doutorado na Georgia Tech, conectou um relógio de pulso MetaWatch (que usa o microcontrolador MSP430 da TI e CC2564 Bluetooth / Bluetooth IC de baixa energia ® para armazenar e enviar informações respectivamente) com um smartphone (usado na corpo para controlar a velocidade de movimento, a estabilidade do tronco, e as informações do tremor processadas pelo relógio) para torná-lo viável a monitorar automaticamente estatísticas dos sintomas. "Estamos tentando fazer algo que seja fácil para o paciente usar e poder transmitir remotamente as informações", diz Sanders.
Enquanto os smartphones possam ser usados hoje para medir tremores (com um paciente segurando o telefone), a teoria de que Sanders está propondo é romântica, de ligar o relógio ao telefone. "Ainda é experimental porque é muito novo", diz Sanders. "Neste momento, estamos recolhendo dados no laboratório. Precisamos fazer um teste pré-clínico e aferir o sistema utilizando pacientes reais. Mas estamos muito animados sobre isso. "
Sanders tem pesquisado o assunto por cerca de seis meses, e tem parceria com pesquisadores da Universidade de Emory que forneceram uma riqueza de dados e também são uma parte da patente provisória do projeto. A estudante de graduação Lydia Hylton da Georgia Tech, que competiu e ganhou um dos prêmios de Pesquisa na graduação do presidente da escola (PURA) depois de ler artigos de pesquisa sobre o projeto e elaboração da proposta, também estará trabalhando com Sanders neste verão.
"Estamos tentando melhorar a qualidade de vida dos pacientes com DP", diz Sanders, cujos esforços estão contribuindo para ganhar seu doutorado. "Apesar de trabalhar na área de engenharia elétrica, eu estava intrigado com as descobertas em bioengenharia. Este projeto é uma grande oportunidade para aplicar a pesquisa à bioengenharia." (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: TI E2E Community.
Agora, ela tem de sair para provar isto - e, por sua vez, melhorar vidas.
Sanders está esperando para criar um novo sistema que pode ajudar os pacientes a monitorar continuamente os sintomas - mesmo em casa - para que possam ser corretamente medicados. "Acreditamos que o novo sistema de monitoramento será muito útil na regulação do seu tratamento", diz Sanders. "Queremos aumentar o número de horas boas que os pacientes com DP têm, e nisso é que estou focada." DP é uma desordem do sistema nervoso de agravamento progressivo que afeta os movimentos. Ela pode causar tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular e fraqueza. Em muitos pacientes, os efeitos de medicamentos flutuam substancialmente ao longo do dia, e monitorar os sintomas e ajustar dose da medicação é difícil e demorado.
Sanders, que trabalhou como engenheira elétrica antes de prosseguir o doutorado na Georgia Tech, conectou um relógio de pulso MetaWatch (que usa o microcontrolador MSP430 da TI e CC2564 Bluetooth / Bluetooth IC de baixa energia ® para armazenar e enviar informações respectivamente) com um smartphone (usado na corpo para controlar a velocidade de movimento, a estabilidade do tronco, e as informações do tremor processadas pelo relógio) para torná-lo viável a monitorar automaticamente estatísticas dos sintomas. "Estamos tentando fazer algo que seja fácil para o paciente usar e poder transmitir remotamente as informações", diz Sanders.
Enquanto os smartphones possam ser usados hoje para medir tremores (com um paciente segurando o telefone), a teoria de que Sanders está propondo é romântica, de ligar o relógio ao telefone. "Ainda é experimental porque é muito novo", diz Sanders. "Neste momento, estamos recolhendo dados no laboratório. Precisamos fazer um teste pré-clínico e aferir o sistema utilizando pacientes reais. Mas estamos muito animados sobre isso. "
Sanders tem pesquisado o assunto por cerca de seis meses, e tem parceria com pesquisadores da Universidade de Emory que forneceram uma riqueza de dados e também são uma parte da patente provisória do projeto. A estudante de graduação Lydia Hylton da Georgia Tech, que competiu e ganhou um dos prêmios de Pesquisa na graduação do presidente da escola (PURA) depois de ler artigos de pesquisa sobre o projeto e elaboração da proposta, também estará trabalhando com Sanders neste verão.
"Estamos tentando melhorar a qualidade de vida dos pacientes com DP", diz Sanders, cujos esforços estão contribuindo para ganhar seu doutorado. "Apesar de trabalhar na área de engenharia elétrica, eu estava intrigado com as descobertas em bioengenharia. Este projeto é uma grande oportunidade para aplicar a pesquisa à bioengenharia." (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: TI E2E Community.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Tremores oculares persistentes parecem estar associados com a doença de Parkinson
April 9, 2012 - Tremores oculares persistentes que impedem fixar a estabilidade do olho parecem ser comum entre os pacientes com doença de Parkinson (DP), sugerindo que teste oculomotor preciso poderia fornecer um biomarcador fisiológico precoce para o diagnóstico da DP, de acordo com um relatório publicado primeiramente online pela Archives of Neurology. (segue..., em inglês) Fonte: MedicalXpress.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Control de temblores incontrolados
10-12-2010 - Investigadores del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) han desarrollado un sistema capaz de eliminar los temblores incontrolados provocados por enfermedades neurodegenerativas como el Parkinson o el Alzheimer.El dispositivo, desarrollado en el marco de un proyecto europeo liderado por el CSIC, ha sido presentado en Zaragoza con motivo de la reunión informal de ministros de la Unión Europea con competencia en discapacidad, donde además se ha hecho pruebas con pacientes.
José Luis Pons, investigador del CSIC en el Instituto de Automática Industrial y responsable del proyecto, explica el trabajo: “Hemos conseguido desarrollar una neuroprótesis que es capaz de identificar si la persona está temblando o no y si quiere ejecutar movimientos voluntarios o no, en cuyo caso, a través de estimulación eléctrica funcional, estabiliza el temblor”.
“Actualmente este tipo de temblores se trata mediante medicación o estimulación cerebral profunda, pero un 25% de los pacientes no responde a ninguna de las terapias, por lo que este sistema proporciona una alternativa para un gran número de enfermos”, continúa Pons.
El sistema, de momento un prototipo, consiste en un conjunto de sensores que son capaces de medir toda la cadena de generación de movimiento, desde el origen de la ‘orden’ en el cerebro hasta su ejecución. “Usamos un casco de encefalografía que detecta la intención del movimiento del usuario, es decir, cuándo quiere empezar a moverse. Además, tenemos electrodos que miden la actividad muscular de modo que también podemos saber cuándo se está moviendo y, mediante otro tipo de sensores, llamados inerciales, cómo es ese movimiento”, explica Eduardo Rocón, investigador del CSIC también asociado al proyecto.
De este modo, la neuroprótesis es capaz de saber cuándo la persona quiere ejecutar un movimiento voluntario, como agarrar un objeto o desplazar el brazo a la derecha. Esto es importante porque el sistema sólo elimina los temblores si van a interferir con el movimiento, a fin de no cansar el músculo. Pons explica que existen dos maneras de eliminar el temblor: “Una es estabilizando el brazo, en cuyo caso lo que hacemos es forzar la rigidez del músculo para que sea el propio brazo el que filtre los movimientos temblorosos.
La otra forma consiste en actuar en contrafase: si detectamos que el brazo está temblando en una dirección aplicamos una acción que lo mueve en dirección opuesta, de forma que la suma de ambos produzca estabilidad”. De momento el sistema es sólo un prototipo, aunque los investigadores estiman que a finales de año terminarán las pruebas con pacientes, que se están llevando a cabo en Bélgica, Reino Unido y España. “Aunque es difícil de predecir, porque depende en parte de la reacción de la industria, pensamos que en un plazo de cinco o 10 años puede haber una solución de este tipo en el mercado”, aventura Eduardo Rocón.
En la investigación, que aún está en marcha, participan también investigadores del Instituto de Biomecánica de Valencia, la Universidad de Roma Tre (Italia), la Universidad Libre de Bruselas (Bélgica), la Universidad de Aalborg (Dinamarca) y las empresas Technaid, Smartex y UNA Sistemi. Fonte: Madrid Diario.es.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Descubrimiento en el avance de la cura de temblores y sacudidas en personas que sufren Parkinson, esclerosis múltiple, o el temblor en si.
por Jose Luis Vega.02.06.10 - (...) En un estudio que se publicara proximamente, entrenamos a monas "macacos" a mover lentamente su dedo índice hacia atrás y hacia delante. Este movimiento intensifica los temblores de menor importancia que tanto los primates y los seres humanos experimentamos. Posteriormente, utilizamos sensores para registrar la actividad de las neuronas en la zona del cerebro que controla dicho movimiento del dedo (corteza motora primaria, M1) y la médula espinal.
Lo que nos encontramos fue, que tanto el colectivo de neuronas registradas en esa zona del cerebro (M1), como en el colectivo de neuronas registrados en la médula espinal, ambos colectivos presentaron una actividad rítmica a la misma frecuencia que el temblor. Sin embargo, lo más importante, y aqui el descubrimiento, las oscilaciones del colectivo de neuronas de la médula espinal estaban fuera de fase con respecto a las oscilaciones del colectivo de neuronas registradas en el cerebro (M1). En otras palabras, cuando la onda en el cerebro presentaba la maxima amplitud, la onda en la médula espinal se encontraba en su punto más bajo y viceversa. Esto significaba que la ondas registradas en el cerebro se cancelaban con las ondas registradas en la medula espinal, reduciendo asi el tamaño del temblor.
Mi profesor Stuart Baker considera que en algunas enfermedades, el sistema que controla las señales nerviosas en la médula espinal podría no funcionar correctamente. Por tanto, al estar deteriorada la capacidad de la médula espinal para contrarrestar la actividad cerebral, las oscilaciones cerebrales no pueden cancelarse, originandose asi estos temblores no deseados.
En otras enfermedades, puede que el problema se produzca en el cerebro, y que determinadas regiones del cerebro produzcan oscilaciones anormalmente altas. La buena noticia es que, incluso en estos casos, este sistema que hemos identificado en la medula espinal podria reducir estas altas oscilaciones, contribuyendo a una mejora del temblor. (segue...) Fonte: Alhaurin.
Na minha leiga opinião, a solução seria então provocar a ressonância entre as ondas cerebrais e as da medula? Tem a ver com o trabalho do Nicolélis, ao excitar a medula...
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