Amigos,
tentei, tentei, e não consegui a bateria recarregável para o meu dbs.
Estar numa situação, por 2 semanas, em que 1 metro parece ter 1 quilometro, não conseguir caminhar sem bengala, falar sem babar, me entupir de levodopa, e outra mazelas parkinsonianas, me simplificou, me fez mole e desistir do meu pleito.
A Unimed nunca negou o Activa da Medtronic, no entanto, pseudo espertamente só catalogou o Activa PC, não recarregável. O Activa RC, recarregável, não existe no catálogo deles. Este era o que queria, para adiar as trocas de marca-passo para cada 9 anos. Assim isto será feito dentro dos próximos 4 anos.
A estratégia "deles" (plano de saúde de má fé, criminoso, ...) é aguardar que eu morra neste intervalo de 4 anos e não lhes dê mais "prejuízo". Com isto eles se livrariam de mim. É um plano de curto prazo.
Ocorre que vou me cuidar e viver até os 80, conviver e morrer com Mr Parkinson. Nessa estratégia eles terão que me pagar mais 5 marca-passos e mais 5 cirurgias de troca. Isso sairá mais caro financeiramente do que 2 trocas por recarregável e 2 cirurgias.
Teria que pagar a diferença e cobrar judicialmente. E provar por A + B a superioridade do recarregável que reside apenas neste fato em si, pois os aparelhos são iguais. E ouvir deles que nunca negaram o marca-passo. Mas o barato vai sair caro p'rá eles. Infelizmente p'rá mim também.
Creio que até a próxima troca a ficha deles tenha caído e passem a ceder o recarregável.
Enfim... Na 2a feira (06/08), as 16:00 h, em Porto Alegre - RS, Hospital Moinhos de Vento, anestesia geral, abro o peito, tiro o velho Kinetra descarregado, implanto o Activa PC e fecho. Terça feira volto com bateria nova! Depois é a via-crucis para regulagem.
Agradeço a atenção, apoio e carinho de minha esposa Marília, de meus filhos Felipe e Júlia, de Luciano Lutz (meu advogado), Alexandre e Telmo Reis (meus neurocirurgiões).
[ ]'s a todos
H u g o
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sábado, 4 de agosto de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Distonia / Mulher supera doença incurável com a ajuda de um controle remoto
Por conta de uma doença incurável, ela passou os últimos quatro anos em uma cadeira de rodas.
“Eu estava vivendo como se estivesse em um cubículo escuro, trancafiada e sem nenhum contato com o mundo exterior”, conta a aposentada Nazaré Albino.
Aprisionada no próprio corpo, Nazaré só via o mundo que passava pelas janelas de casa. Aos 50 anos, foi diagnosticada com uma doença cerebral chamada de distonia. “Uma doença degenerativa, sem cura e que não tinha tratamento”, diz a aposentada.
A médica não escondeu o futuro que a esperava. “Ela me disse que eu não ia mais andar dali a um tempo e que a tendência é a pessoa ir se contorcendo toda, porque essa doença é distonia muscular deformante. Então, ela deforma o corpo”, explica Nazaré. (...)
No fundo do poço, Nazaré pensou em morrer. Na certeza de que não tinha nada a perder, procurou o cirurgião Paulo Niemeyer Filho. Ele ofereceu uma cirurgia já usada para conter tremores do Mal de Parkinson. Nos casos de distonia que começam na adolescência, as chances de recuperação são de 50%. (...)
Um vídeo de um paciente que tem Mal de Parkinson e fez o mesmo implante de Nazaré mostra o que acontece quando o marca-passo é desativado. “É imediato”, surpreende-se Nazaré ao ver os tremores do homem voltarem assim que ele desliga o botão. “Esconde seu aparelhinho”, brinca o médico Paulo Niemeyer Filho.
“Algumas pessoas desligam para economizar a bateria do gerador. Tem um tempo de duração e, depois, você precisa operar novamente para trocar. Mas eu vou gastar a bateria toda. Não quero perder nem um minuto”, afirma Nazaré. (com vídeo) Fonte: Fantastico Globo.
Já temos a bateria recarregável! Para trocar não precisa mais operar, é só recarregar na tomada, via rádio-freqüência!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Primeira cirurgia para implantação de marca-passo recarregável é realizada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Procedimento é indicado, principalmente, para pacientes portadores da doença de Parkinson e oferece mais benefícios ao substituir os marca-passos comuns
São Paulo, 02 de maio de 2011 – Recentemente, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz registrou a primeira cirurgia para implantação de marca-passo cerebral recarregável no País, realizada pelo dr. Manoel Jacobsen Teixeira e sua equipe, membros do Corpo Clínico da Instituição. Ao contrário dos marca-passos comuns, este modelo possibilita que o paciente prolongue a terapia, sem a necessidade de repetir procedimentos cirúrgicos para substituir geradores implantáveis quando a bateria se esgota.Procedimento é indicado, principalmente, para pacientes portadores da doença de Parkinson e oferece mais benefícios ao substituir os marca-passos comuns
“O aparelho tem grande durabilidade. Mantém-se útil durante aproximadamente 10 a 15 anos, independentemente da necessidade de troca de gerador. A qualidade de vida certamente é valorizada ao optarmos por sistemas como este”, afirma dr. Manoel. O neurocirurgião, um dos primeiros a utilizar a técnica de estimulação encefálica profunda para tratar doentes com movimentos anormais, completa que a recuperação do paciente, com 47 anos e quadro de doença de Parkinson, foi bastante satisfatória.
Além da doença de Parkinson em idades precoces, o marca-passo recarregável é indicado para tratar pessoas que têm maior demanda de energia, como os que apresentam distonia, dentre outras anormalidades. (segue...) Fonte: Inteligemcia.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

EE.UU.- Desvelan el vínculo entre la exposición al manganeso y la enfermedad de Parkinson
30/01/2009 - Investigadores del Instituto Whitehead de Investigación Biomédica en Cambridge (Estados Unidos) han descubierto por qué la exposición al metal manganeso es un factor de riesgo de la enfermedad de Parkinson. Los resultados del estudio se publican en la revista 'Nature Genetics'. (segue...) Fonte: Eco Diario.es.
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Un estimulador cerebral con batería recargable

SE CARGA POR TELEMETRÍA
viernes 30/01/2009 - MADRID.- De manera similar a lo que sucede con los teléfonos móviles, dos hospitales españoles han comenzado a implantar un estimulador cerebral recargable. En lugar de las cirugías a las que, cada dos o tres años, se tienen que someter los pacientes para reemplazar la batería, el nuevo dispositivo se carga por ondas de frecuencia o telemetría. (segue...) Veja => aqui.
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