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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Saúde foi o assunto do terceiro painel do Fórum da Liberdade

Palestrantes foram Claudio Lottenberg, José Luís Cordeiro e Luiz Felipe Pondé

08/04/2014 | Formado por um médico, um professor e um filósofo, o segundo painel da terça-feira no 27º Fórum da Liberdade debateu a saúde sob a ótica da ética, da inovação e do liberalismo econômico e político.

O médico é Claudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einsten. O doutor em oftalmologia defendeu quatro pontos em especial, sendo eles o reconhecimento da saúde como direito social fundamental, a regulação "fundamentalmente técnica" da profissão, a revisão do papel do Estado como prestador e o incentivo à iniciativa privada.

O segundo a dar suas impressões foi o professor José Luís Cordeiro, fundador da Singularity University, criada pelo Google e pela NASA. Irreverente, fazendo constantes piadas com a plateia e usando uma gravata com estampas do Mickey, Cordeiro apresentou possíveis patamares que a medicina e a tecnologia podem alcançar nos próximos anos. Um assunto que foi recorrente na palestra: a "morte da morte".
Segundo ele, os primeiros imortais já nasceram:

– Nos próximos 10, 20, 30 anos, não teremos Parkinson, Alzheimer, paraplégicos. A medicina não vai mais curar ninguém, mas prevenir doenças – disse.

Para isso, apresentou disquetes antigos, que armazenavam poucos kilobytes, e comparou-os a atuais pendrives, que possuem capacidade de muitos gigabytes. Segundo ele, a evolução da capacidade de armazenamento cresce em razões exponenciais. Apresentou também um aparelho que lê impulsos mentais, já usado por seus alunos para estudar as capacidades do cérebro humano.

– Em breve, as máquinas vão superar em transistores o número de neurônios do nosso cérebro – previu. (segue...) Fonte: Zero Hora.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Parkinson: avances en investigación y retos futuros

La búsqueda de marcadores para el diagnóstico precoz es uno de los retos en esta patología. Para lograrlo, la investigación es esencial

16/04/2014 - El pasado 11 de abril se celebró el Día Mundial de la enfermedad de Parkinson, la segunda patología neurodegenerativa más frecuente en mayores de 65 años después del alzhéimer. Para pasar revista a los avances producidos en investigación clínica y básica en los últimos años y a los futuros retos para hacerla frente en las próximas décadas se celebró en la Real Academia de Medicina una jornada divulgativa coordinada por los doctores Carmen Cavada y Fernando Reinoso.

Entre los principales retos, lograr biomarcadores que permitan la detección precoz de esta patología, destaca María Cruz Rodríguez-Oroz, profesora de investigación del Ikerbasque de San Sebastián y directora de enfermedades neurodegerativas del Instituto de Investigación Sanitaria Biodonostia. Cuando el párkinson da la cara, aclara, «incluso con el primer síntoma que un neurólogo pueda notar, ya se han perdido entre el 50 y el 60% de las neuronas dopaminérgicas». La falta de dopamina, neurotransmisor esencial para el movimiento, provoca los síntomas motores característicos de esta patología: el temblor, la lentitud de movimientos y la rigidez muscular,que el cerebro logra compensar hasta que se supera ese umbral de muerte celular.

Contagio célula a célula

El descubrimiento a finales de los 90 de genes asociados a la enfermedad de Parkinson familiar, aunque representa sólo un 5-10% del total de casos, ha sido fundamental para «conocer qué proteínas y rutas metabólicas están implicadas en la muerte de las neuronas dopaminérgicas. Y esto ha abierto muchas líneas de estudio», explica esta experta. Uno de los hallazgos más destacados fue el del gen de la alfasinucleína, la proteína que se acumula en las neuronas productoras de dopamina cuando enferman. Su plegamiento anormal es una característica distintiva de esta patología.

Al hilo de estos hallazgos genéticos se ha podido averiguar que la alteración molecular de la alfasinucleína se «propaga» desde las células enfermas a las sanas. Es lo que se conoce como teoría priónica. Este mecanismo es el responsable de que cada vez haya más células que enferman. Y el contagio no se limita sólo a las neuronas que producen dopamina, explica María Cruz Rodríguez-Oroz, también afecta a otras neuronas. «Esta transmisión célula a célula se sospechaba que ocurría pero no se sabía cómo. Y un importante avance ha sido saber que la alfasinucleína patológica puede pasar de una neurona afectada a otra vecina y desencadenar el mismo proceso degenerativo».

Este es uno de los motivos por los que los trasplantes con células sanas en pacientes de párkinson "no parecen el tratamiento más eficaz", aclara Rodríguez-Oroz. La idea era introducir células productoras de dopamina sanas para que repusieran este neurontransmisor. Pero al cabo del tiempo estas células sanas acababan enfermando por acción de la proteína mutada del paciente. Por eso el trasplante de células no parece una opción terapéutica viable, explica Rodríguez-Oroz.

Frenar el avance

Otro de los retos fundamentales para los próximos años es el de prevenir este «contagio», con el objetivo de frenar la progresión de la enfermedad o incluso curarla. «Ya hay estudios encaminados a disminuir la agregación de la alfasinucleína, que forma los cuerpos de Lewy característicos de la enfermedad. Incluso hay un ensayo en fases iniciales con una vacuna que inmuniza a los pacientes con anticuerpos frente a esta proteína», avanza Rodríguez-Oroz.

Buscar una forma de hacer visible a esta proteína en las pruebas de imagen o detectarla en el líquido cefalorráquideo facilitaría los cribados en personas con síntomas que se asocian a esta patología pero que son muy frecuentes en la población general, como estreñimiento, depresión o trastornos del sueño, o más raros como la hiposmia (reducción el olfato). Unos avances que María Cruz Rodríguez-Oroz no descarta que veamos al final de la próxima década. (segue...) Fonte: ABC.es.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Técnico de carreiras com a doença de Parkinson compartilha seu melhor conselho

February 12, 2014 - Para a maioria das pessoas que vive com a doença de Parkinson, o planejamento torna-se mais importante do que nunca. Mesmo pequenas tarefas, como tomar banho ou vestir-se, podem levar muito mais tempo do que se costumava. Liberato A. Fusco, PhD ( Libby ), um consultor de gestão com sede em Boston e coach de carreiras, leva o planejamento vários passos mais longe - e ele quer ajudar as pessoas com Parkinson a fazer o mesmo.

Libby criou uma série de seminários chamado No Regrets que ajuda a criar um plano de vida para os idosos, as pessoas com doença de Parkinson ou qualquer pessoa com uma necessidade de orientação.

"Eu desenvolvi principalmente para pessoas acima de 55 e, para ajudá-las a descobrir como querem seguir em frente com a vida no futuro", diz Libby. "Quando você está com 65 anos, você pode ter ainda 15 anos a mais. Como você pode planejar esse futuro. Para os indivíduos com Parkinson, há um conjunto particular de problemas, mas a metodologia é a mesma. "

Em um seminário, Libby pediu aos participantes para trazerem fotografias de si mesmos em diferentes fases da vida, e depois pensarem sobre as transições entre esses estágios. Então, você pode começar a pensar sobre o que sua próxima transição, ou transições, podem ser.

Ele também sugere olhar para as pessoas mais próximas a você, e também estimar que tipos de transições essas pessoas estarão experimentando em 10 a 15 anos.

Libby fez várias transições da própria carreira, começando como um psicólogo clínico, e movendo-se para consultoria de gestão e coaching 15 anos depois. Em 2004, Libby foi diagnosticado com a doença de Parkinson, e ele está animado para se concentrar na próxima fase de sua carreira em ajudar a planejar a comunidade com DP à frente e esta a gerir a maior parte de suas vidas.

Ele está pensando em apresentar em breve seu seminário na área de Boston, mas enquanto isso, seu melhor conselho para as pessoas com doença de Parkinson é a aceitar a mudança, mesmo que a doença e os medicamentos, quando você precisa, criem mais e mais desafios.

Por exemplo, Libby correu recentemente a um conhecido que também tem a doença de Parkinson, mas estava em um regime de medicação que era muito diferente do de Libby. Quando Libby sugeriu ao amigo, tentando dar a própria combinação, o homem disse que mudanças o faziam desconfortável. Libby, de qualquer modo, falou com o seu neurologista sobre combinação de seu amigo, e quando ele compartilhou o que ele disse com seu amigo, o amigo decidiu falar com o próprio neurologista.


"Também ajuda fazer parte de um grupo maior, a própria Fundação ou um grupo de apoio", aconselha Libby. Ajudar as pessoas a aprender como elas querem viver a sua vida, compartilhar idéias sobre o que elas fizeram, e encontrar algumas das coisas que elas gostariam de mudar. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Michael FoxFoundation.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Doença de Parkinson: Passado, Presente e Futuro

Por Dr André Felicio, neurologista, doutor em ciências pela UNIFESP, membro da Academia Brasileira de Neurologia e clinical fellow da University of British Columbia no Canadá (CRM 109665)

Segunda-Feira, Dia 08 de Abril de 2013 - Para retomar a história da doença de Parkinson, dois personagens importantes precisam ser lembrados. O primeiro, o médico inglês James Parkinson, que em 1817 cunhou o termo “paralisia agitante”para identificar a rigidez e o tremor, sintomas comuns na doença. O segundo, o médico francês Charcot, que identificou a lentidão dos movimentos (bradicinesia) como o principal sintoma da doença e modificou o nome “paralisia agitante” para doença de Parkinson, homenageando seu colega inglês.

Quase dois séculos de história se passaram e hoje o cenário da doença de Parkinson é bem mais desafiador do que antes. E isto tem um motivo simples. As pessoas vivem mais e o envelhecimento está diretamente relacionado com um maior número de casos da doença. Estima-se que no Brasil, por exemplo, o número de casos da doença, hoje cerca de duzentos mil, mais que dobrará nas próximas décadas.

E certamente o envelhecimento não é o único fator responsável pela doença. Basta lembrar os casos de doença de Parkinson de início precoce (antes dos 50 anos). Assim, fatores como genética, celulares (mitocôndria), toxinas (pesticidas, solventes) e infecções (vírus) contribuem para desencadear o processo neurodegenerativo.

Atualmente, a doença de Parkinson é, sem dúvida, a doença neurodegenerativa com a mais ampla possibilidade de tratamento, seja com medicações, seja com cirurgia. E justamente estes dois pilares do tratamento são os pontos mais promissores no desenvolvimento de novas tecnologias, por exemplo, medicações via oral de longa duração, adesivos subcutâneos, transplante de células tronco mais seguros e eficazes e cirurgia de estimulação cerebral profunda com geradores de pulso (baterias) mais duradouros. O diagnóstico precoce com técnicas de imagem molecular também já é uma realidade e disponível no Brasil.

Finalmente, o governo norte-americano acabou de anunciar um projeto que pretende buscar tecnologias inovadoras que desvendem os mistérios do cérebro. E o impulso para isto serão cem milhões de dólares, algo nos moldes como aconteceu com o bem sucedido projeto de mapear o genoma humano. Obviamente, parte da motivação dos cientistas nesta iniciativa é a doença de Parkinson e nossos cem bilhões de neurônios. Logo, o futuro é certamente promissor e, em breve, já será possível sonhar com grandes descobertas. Fonte: Jornal do Brasil.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A pesquisa em Parkinson nos alcançará em vida?

Publicado em 13/06/2012 por BAGADILICO.

Alguns dos principais pesquisadores em Parkinson da Universidade de Lund refletem para onde o "quebra-cabeças" do Parkinson será dirigido e o que poderemos realizar no mais longo prazo. (3:51) Fonte: YouTube.
Melhor ouvir lendo legendas em inglês, pois a tradução das legendas para o português está péssima.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

21/05/2012 - 11h43

Medicina à distância deve se tornar tendência no futuro

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"


A população mundial está envelhecendo e cada vez mais gente vai precisar de assistência médica. A conta não vai fechar se a medicina continuar a ser praticada em consultórios e hospitais. Mas o cenário deve mudar bastante.

A análise é de um grupo de especialistas da Ernst & Young, consultoria internacional que atende empresas interessadas em saber para onde vai caminhar o mercado da medicina.

De acordo com o trabalho, uma parte importante da assistência médica no futuro será feita no que a Ernst & Young chamou de o "terceiro lugar" (os outros dois são o hospital e o consultório).
Roberta Jaworski/Editoria de Arte/Folhapress

Esse terceiro lugar seria, por exemplo, a casa do paciente que tem doenças crônicas como diabetes, obesidade e problemas respiratórios --ou onde ele estiver.

Por isso, as principais inovações na área de saúde virão de tecnologias que permitam assistência remota, como aplicativos para tablets e para celulares que lembrem o horário de tomar um medicamento, por exemplo.

"Hoje, 75% dos custos de assistência médica vêm de doenças crônicas e número tende a aumentar. Esses pacientes não precisam estar no hospital, mas necessitam de acompanhamento", explica Glen Giovannetti, um dos coordenadores do estudo.

"É uma espécie de renovação da ideia do 'médico da família'", explica Patrick Flochel, da Ernst & Young.

"Só que o médico ficará acessível por novas maneiras. Isso causará uma mudança de comportamento do médico e do paciente." (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que é uma cura para Parkinson?

30/11/2011 - Cientistas da Lund / Suécia discutem uma cura para o Parkinson.

As notícias são boas e/ou ruins, conforme a ótica. Você pode tentar ler o sentido nas legendas.
Inicie pedindo legendas, que virão em inglês, por reconhecimento de voz. Depois peça em português, que virá da tradução da legenda em inglês. É tudo beta, uma geléia geral.


Em resumo: pensam que a cura desta não doença, e sim uma síndrome, uma degeneração natural mal explicada, não está próxima. Próximo sim está uma melhoria nos tratamentos para o aumento da qualidade de vida. Esses tratamentos serão mais personalizados conforme os sintomas individuais mais proeminentes de cada um de nós e com menos efeitos colaterais dos medicamentos.


Posso ter me enganado na interpretação, mas não foge muito disso. Portanto tire as barbas de molho e se esforce para conviver em paz com Mr Parkinson, pois ele somente aos poucos será domado e, infelizmente, no curto e médio prazo, não será expulso de nossos corações e principalmente (nos sentidos prático e figurativo) das nossas mentes...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Unos 300 enfermos de Parkinson se operan cada año para mejorar los síntomas

23-09-2011 / Zaragoza, 23 sep (EFE).- Entre 250 y 300 afectados de Parkinson se operan cada año para mejorar los síntomas de la enfermedad, una intervención quirúrgica que no está recomendada en todos los casos pero que ya realizan más de veinte centros en España de manera rutinaria.

Así lo ha señalado hoy Gurutz Linazasoro, director del Centro de Investigación Parkinson en la Policlínica de San Sebastián, con motivo de la inauguración del III Congreso Español sobre la Enfermedad, que reúne hoy y mañana en Zaragoza a unas 350 personas.

Las operaciones con electrodos, que hace diez o quince años parecían "ciencia ficción", están ya consolidadas, pero se reservan para aquellos pacientes a los que les fallan los medicamentos o que tengan el riesgo de una complicación grave, ha agregado Linazasoro en declaraciones a los medios de comunicación.

Ya que la cirugía no sirve para todos los pacientes, que tienen que pasar por un estudio previo de selección, según este especialista, que también es el presidente ejecutivo de la Fundación Biomed de San Sebastián, dedicada a la investigación con células madre y que tiene en marcha un programa sobre el Parkinson.

En su opinión, el futuro de la enfermedad pasa primero por intentar curarla o prevenirla, porque es necesario conocer cuál es su causa, pero como es un hecho que "se escapa al día de hoy" el siguiente paso es intentar frenar su progresión, que se basa en el concepto de "neuroprotección".

"Cada vez más existe el convencimiento" de que un aspecto vital es diagnosticar el Parkinson antes de lo que se hace hoy en día, es decir en fase premotora, porque "los cambios en el cerebro aparecen muchos años antes de que aparezcan los primeros síntomas", ha dicho.

En este sentido ha explicado que el temblor es en muchas ocasiones el síntoma principal.

Pero hay un 30 por ciento de casos en los que los pacientes no tiemblan nunca y en los que los síntomas más característicos son la lentitud y la dificultad a la hora de hacer movimientos o de caminar, con poco braceo, la cara poco expresiva, los problemas para abrocharse botones, escribir, batir un huevo o incluso darse la vuelta en la cama.

Por ello, ha señalado que un "grandísimo" objetivo de los investigadores es intentar encontrar marcadores que definan quien va a acabar desarrollando los síntomas, para poder establecer terapias en esa fase precoz.

Otro gran objetivo es a su juicio mejorar los tratamientos actualmente disponibles, es decir los fármacos que ya existen, como la dopamina, pero que en muchos casos se acompañan de problemas o que a medida que avanza la enfermedad van perdiendo eficacia, o investigar nuevos tratamientos.

También se ha referido al reto de intentar recuperar las neuronas, ya que en el Parkinson se produce una degeneración, una muerte de neuronas, con el trasplante de células madre y la medicina regenerativa.

Un campo que según este especialista está todavía en fase experimental y hace falta que pasen unos años hasta ver los resultados. "Estamos hablando de muy, muy futuro", ha subrayado.

Ha informado de que en el centro que dirige han conseguido reprogramar células de personas con enfermedad de Parkinson y, con mutaciones genéticas llevarlas al estadio embrionario.

El objetivo es poder conseguir neuronas dopaminérgicas con esa mutación genética, lo que les permitiría tener un modelo celular único para estudiar la enfermedad e identificar nuevas dianas sobre las que puedan actuar futuros medicamentos, ha explicado. Fonte: EFE em ABC.es.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Encontrarán la cura para el Parkinson
2 de febrero 2011 - El Parkinson no es un cáncer. Aunque se busca la cura para esta enfermedad aun no se sabe exactamente que ocasiona esta enfermedad y por tanto cual seria un tratamiento efectivo para alguien que sufre de este mal. En recientes anos varias personas famosas con Parkinson, como Michael J. Fox y Mohammad Ali, se han convertido en voceros para recaudar fondos para promover la investigación. (segue...) Fonte: Impre.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Qual é a cara do seu futuro? 
A defesa do ambiente é uma bandeira universal. O envelhecimento com saúde e dinheiro no bolso também deveria ser
28/10/2010 - Um artigo publicado recentemente no jornal The New York Times me fez refletir sobre o futuro que queremos. A autora, Natasha Singer, conta de que forma o envelhecimento da população pode deixar na miséria as nações que não estiverem preparadas para lidar com ele. (...)

As principais preocupações de saúde serão obesidade, os males cardiovasculares, o câncer e as doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Além das doenças crônicas que se tornarão mais frequentes, sempre haverá o imponderável - o surgimento de vírus e doenças. Quer um exemplo? Nos anos 80, os médicos achavam que doenças infecciosas como a gripe seriam controladas e o câncer seria o grande problema. Hoje, muitos tumores são curados e há pessoas morrendo com novas formas de gripe. (segue...) Fonte: Revista Época.