quarta-feira, 23 de maio de 2012

21/05/2012 - 11h43

Medicina à distância deve se tornar tendência no futuro

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"


A população mundial está envelhecendo e cada vez mais gente vai precisar de assistência médica. A conta não vai fechar se a medicina continuar a ser praticada em consultórios e hospitais. Mas o cenário deve mudar bastante.

A análise é de um grupo de especialistas da Ernst & Young, consultoria internacional que atende empresas interessadas em saber para onde vai caminhar o mercado da medicina.

De acordo com o trabalho, uma parte importante da assistência médica no futuro será feita no que a Ernst & Young chamou de o "terceiro lugar" (os outros dois são o hospital e o consultório).
Roberta Jaworski/Editoria de Arte/Folhapress

Esse terceiro lugar seria, por exemplo, a casa do paciente que tem doenças crônicas como diabetes, obesidade e problemas respiratórios --ou onde ele estiver.

Por isso, as principais inovações na área de saúde virão de tecnologias que permitam assistência remota, como aplicativos para tablets e para celulares que lembrem o horário de tomar um medicamento, por exemplo.

"Hoje, 75% dos custos de assistência médica vêm de doenças crônicas e número tende a aumentar. Esses pacientes não precisam estar no hospital, mas necessitam de acompanhamento", explica Glen Giovannetti, um dos coordenadores do estudo.

"É uma espécie de renovação da ideia do 'médico da família'", explica Patrick Flochel, da Ernst & Young.

"Só que o médico ficará acessível por novas maneiras. Isso causará uma mudança de comportamento do médico e do paciente." (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

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