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sábado, 25 de abril de 2015

As esperanças de 'vacina' para pessoas que sofrem de Parkinson

A investigação sugere que a doença seja causada por toxinas, cuja propagação para o cérebro poderia ser bloqueada

Saturday 25 April 2015 - Os cientistas têm levantado esperança de que eles possam ser capazes de criar uma vacina para bloquear o progresso da doença de Parkinson.

Eles acreditam que uma nova pesquisa fornece evidências de que uma proteína anormal pode desencadear a doença, que afeta cerca de 127.000 pessoas no Reino Unido. Se a teoria estiver correta, os pesquisadores dizem que pode ser possível para o sistema imunológico de uma pessoa privilegiada - com uma vacina especial - para que esteja pronto para atacar as proteínas desonestas que passam através do corpo. Desta forma, a proteína seria impedida de destruir as células que fabricam a dopamina de uma pessoa, em que a doença inflige seus maiores danos.

Essa nova visão do mal de Parkinson vem despertando excitação entre os pesquisadores. "Ela transformou a maneira como vemos o Parkinson", disse Roger Barker, professor de Neurociências Clínicas da Universidade de Cambridge.

O Parkinson não costuma afetar pessoas até que eles tenham mais de 50. No entanto, os pesquisadores descobriram evidências recentes que sugerem que pode ser causado por um evento que ocorre de 10 a 20 anos antes de seus principais sintomas - tremores, rigidez e lentidão de movimentos - se manifestam.

"Se você perguntar a pacientes de Parkinson se, no passado, teve a perda do sentido do olfato ou sofreu de distúrbios do sono ou teve problemas com seus intestinos, muitas vezes eles respondem que tiveram", disse Barker, cujo trabalho é apoiado pela Parkinson UK, cuja semana de consciência em Parkinson termina no domingo. "Freqüentemente esses sintomas se manifestam nos pacientes vários anos antes que se tornem aparentes que têm a doença. Acreditamos agora que haja um link".

Barker e muitos outros pesquisadores dizem que as toxinas se iniciam tomado o intestino dos pacientes e que ao longo dos anos estas são lentamente transportadas para o sistema nervoso central, até se alojar em algumas das células do cérebro. Ali, eles em última análise, causam danos às células do cérebro médio, onde a dopamina, um neurotransmissor envolvido no controle motor, é feito.

No entanto, isso levanta uma questão fundamental: qual é a natureza da toxina? "Há cada vez mais evidências que sugerem que ela é uma proteína normal que torna-se alterada em forma e esta versão anormal faz com que outras proteínas do mesmo tipo mudem bem suas formas", disse Barker. "Essas proteínas anormais são conhecidas como prions, e achamos que um deles é criticamente envolvido no desenvolvimento do mal de Parkinson."

Os prions foram primeiro propostos por serem as causas de doenças cerebrais fatais, tais como doença de Creutzfeldt-Jakob na década de 1980, e desde então têm sido associados a um número de condições que afetam os seres humanos e animais. A ligação entre as proteínas prions do tipo Parkinson é de origem relativamente recente, no entanto.

"Os príons são versões anormais de uma proteína normal", disse Barker. "Eles se espalham e transformam proteínas normais com os quais entram em contato em versões anormais." Mais uma vez, evidências recentes sugerem que pode ocorrer nos cérebros de pacientes com Parkinson. Várias tentativas foram feitas para transplantar células cerebrais retiradas de fetos abortados nos cérebros de pessoas com Parkinson. Estas células fetais deveriam ter restaurado as habilidades desses pacientes para fazer a dopamina, e, embora eles fizeram isso, em alguns casos, também ficou claro que algumas células de dopamina transplantadas desenvolveram a patologia do mal de Parkinson. "Isso sugere que um agente nos cérebros dos pacientes distribuídos para as células fetais e afetou-as também", disse Barker.

Tal como para a identidade da proteína transformada na doença de Parkinson, a candidata principal seja a alfa-sinucleína, que é encontrada no cérebro, embora a sua função não seja clara. Uma pesquisa recente sugere que poderia ser transformada em um estado anormal e desempenha um papel chave no desenvolvimento da doença de Parkinson. Mais importante ainda, é possível que suas operações possam ser bloqueadas através da elaboração de vacinas para interromper sua disseminação através do corpo e assim proteger a produção de dopamina do cérebro.

"É cedo, mas pelo menos uma empresa - na Áustria - já começou os ensaios", diz Barker. "Nós provavelmente levaremos muitos anos ainda para ter uma tal vacina para o Parkinson, mas não há nenhuma dúvida sobre o nível de excitação no campo hoje." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Guardian.uk.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Vacina para doença de Parkinson testada nos primeiros pacientes

DECEMBER 10, 2014 - Os indivíduos com a doença de Parkinson podem ter uma opção de novo tratamento no futuro próximo. A empresa de biotecnologia austríaca Affiris AG começou a testar uma nova vacina para Parkinson em um estudo clínico de Fase I na Áustria por um consórcio financiado pela UE.

A doença de Parkinson é uma desordem degenerativa do sistema nervoso central em que as células do cérebro que produzem dopamina morrem lentamente. A dopamina ajuda a controlar o movimento muscular. Os sintomas da doença de Parkinson incluem tremores, rigidez, lentidão de movimentos e dificuldade em andar e na marcha.

A nova vacina tem como alvo uma proteína chamada alfa-sinucleína, que desempenha um papel-chave na iniciação e progressão da doença de Parkinson. Ao contrário dos tratamentos atuais que proporcionam melhorias apenas sintomáticos dos sintomas motores graves da doença, tais como tremor, a vacina pode modificar a progressão da doença.

Atualmente, o consórcio da UE, SYMPATH inicia o recrutamento para um estudo de Fase I da vacina candidata contra a doença de Parkinson chamado AFFITOPE® PD03A que será realizado em Viena e Innsbruck, na Áustria. O julgamento de um teste cego multi-cêntrico, controlado por placebo, com pacientes de grupos paralelos randomizados de fase I de ensaios se inicia após teste de vacina de Parkinson semelhante recentemente realizado pela Affiris com o apoio do Michael J. Fox Foundation produziu resultados positivos.

Comentários Professor Achim Schneeberger, Chief Medical Officer da Affiris e coordenador do SYMPATH:

"Os resultados que obtivemos com a vacina de Parkinson PD01A foram muito encorajadores. Agora, PD03A será testado em um ambiente comparável e estamos aguardando ansiosamente os resultados."

Explica o professor Werner Poewe, presidente do Departamento de Neurologia da Universidade de Medicina de Innsbruck e investigador principal do estudo, sobre os objetivos do estudo:

"O ponto final primário do estudo tem como objetivo demonstrar a segurança e tolerabilidade da vacina. Ele também irá avaliar a atividade imunológica e clínica da vacina em pacientes vacinados como seu ponto secundário."

Adiciona Dr. Dieter Volc do PROSENEX Ambulatorium BetriebsgmbH:

"O PD03A é um dos primeiros medicamentos em todo o mundo que apontam para a eficácia clínica da modulação da via metabólica de alfa-sinucleína. Tem o potencial para tratar a causa da doença de Parkinson - não apenas os sintomas".

A compreensão corrente do Parkinson é que os depósitos de formas patológicas de alfa-sinucleína no sistema nervoso causam a doença. Os investigadores acreditam que uma redução dos níveis de alfa-sinucleína patológica podem ter um efeito benéfico na progressão da doença. A vacina PD03A pretende causar a redução através da indução da produção de anticorpos que têm como alvo e promover a eliminação da alfa-sinucleína, de modo a neutralizar os efeitos tóxicos.

Conclui Dr. Markus Mandler, chefe do Departamento de neurodegeneração da Affiris explica:

"Ambas as vacinas são baseadas na tecnologia AFFITOME® da Affiris'. Esta tecnologia proporciona não apenas uma única vacina para o tratamento de uma determinada doença, mas todo um conjunto de candidatos de produtos com excelentes perfis de segurança e forte especificidade para os seus alvos". (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Business 2 Community.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vacina experimental para doença de Parkinson é bem tolerada

11 AUG 2014 - O estudo mostrou que cerca de 50% dos pacientes vacinados geraram anticorpos para alfa-sinucleína, específicos de um componente importante dos corpos de Lewy - A principal característica patológica da doença de Parkinson.

A vacina experimental para tratar a doença de Parkinson é bem tolerada por pacientes e induziu uma resposta imunitária, de acordo com a fase I do estudo clínico.

No estudo, dois grupos de 12 pacientes receberam duas doses diferentes (15 microgramas e 75 microgramas) da vacina PD01A, desenvolvida pela empresa austríaca Affiris AG. Cada grupo recebeu quatro vacinas em intervalos mensais, enquanto que oito pacientes serviram como grupo de controle. Os resultados do estudo, divulgado em 31 de julho de 2014, mostraram que ambas as doses foram seguras e bem toleradas.

A PD01A é a primeira terapia desenvolvida contra a proteína alfa-sinucleína, que é um componente importante de corpos de Lewy, agregados de proteínas que são a marca patológica da doença de Parkinson.

Com o apoio da Fundação Michael J. Fox para Pesquisa de Parkinson (MJFF), o estudo mostrou que cerca de 50% dos pacientes vacinados geraram anticorpos específicos da alfa-sinucleína, que também foram detectados no líquido cefalorraquidiano.

"Este estudo é o primeiro grande passo, especialmente no que diz respeito ao potencial desenvolvimento de uma vacina, mas futuras pesquisas são necessárias", diz Roy Alcalay, neurologista do Columbia University Medical Center.

Para Alcalay, o próximo passo seria ver se esses anticorpos podem, na verdade, reduzir a carga de alfa-sinucleína no cérebro. Depois disso, os pesquisadores teriam de demonstrar que a redução de alfa-sinucleína no cérebro realmente reduz o risco de Parkinson ou alivia os sintomas em pessoas que já têm doença de Parkinson.

"Como vamos nos livrar da doença de Parkinson e como mantê-lo de que forma são duas questões muito diferentes", acrescenta.

A Affiris AG vai acompanhar os testes da fase I, avaliando os efeitos imunológicos e clínicos de uma vacina de reforço. A empresa pretende recrutar para os ensaios em setembro de 2014. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Pharmaceutical Journal.

sábado, 28 de junho de 2014

VACINA CONTRA PARKINSON

por Márcia Barcelos (*)
27 de junho de 2014 · O Mal de Parkinson vem acometendo cada vez mais pessoas em todo o mundo e aqui no Brasil não é diferente afinal se já fomos considerados um país de jovens atualmente devido ao aumento da expectativa de vida somos um país de idosos.

Aqui no Brasil de acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria a doença afeta entre 100 – 200 pessoas em um grupo de 100 mil e este percentual vem crescendo com o passar dos anos.

O Parkinson é uma doença crônica, degenerativa e debilitante que tem como sinais e sintomas tremores nas mãos, perda da expressão facial, demora para piscar os olhos, diminuição das letras ao escrever (micrografia), rigidez muscular, dificuldade de movimentação (acinesia), dificuldade da fala e para engolir, além de distúrbios do sono, respiratórios e urinários.

Em geral, segundo o fisioterapeuta Marcelo Cravo, a doença começa a se manis festar entre os 55 – 60 anos e atinge a plenitude entre os 70-75 anos.

O diagnóstico é clínico e o tratamento além de medicamentoso conta também com fisioterapia, fonoterapia e terapia manual.

Mas a grande novidade em relação a doença chega da Áustria onde pesquisadores criaram uma vacina capaz de impedir o aparecimento da doença.

De acordo com os pesquisadores a doença surge quando ocorre no cérebro um acúmulo da proteína alfa – sinucleína que lesiona os neurônios e levando os à morte, o que causa os tremores característicos do Parkinson.

A vacina funciona estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a proteína e desta forma preservando os neurônios.

Já estão sendo realizados testes com humanos e a vacina PDO1A, de acordo com os pesquisadores em breve estará disponível no mercado.

Uma excelente notícia para ajudar na prevenção do Mal de Parkinson que foi detectado pela primeira vez no ano de 1817 e que vem aumentando cada vez mais no mundo.
(*) Márcia Barcelos. Enfermeira especialista em Saúde Pública e Clínica Médica. COREN/RJ 111128.
Fonte: Ururau.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Situação do desenvolvimento da vacina

Vienna, 4 June 2014 – (...)
Programas rentáveis
Além de seu programa de terapia de Alzheimer a linha de pesquisa da AFFiRiS contém produtos candidatos contra Parkinson, aterosclerose, diabetes e várias outras condições.

Comentários do Dr. Mattner:
"AFFiRiS centra-se no desenvolvimento de drogas contra condições com necessidade urgente de novos tratamentos e volumes de mercado atraentes como nossos desenvolvimentos para Parkinson e Alzheimer e são exemplos de sucesso para este fato, é que a AFFiRiS foi a primeira empresa mundial que começou testes clínicos de droga para Parkinson com o potencial de modificação da doença. Os resultados deste ensaio clínico aguardados será lançado dentro dos próximos dois meses." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: AFFiRiS (Press Release).

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Vacina de Parkinson – Especialistas Top Unidos no Consórcio Europeu


Esperança

O apoio da UE impulsiona o desenvolvimento de vacinas terapêuticas contra Parkinson e Atrofia Múltipla. A AFFiRiS lidera o consórcio.

May 1, 2014 - Um consórcio internacional das melhores equipes de investigação européias recebeu um financiamento significativo da UE para o desenvolvimento de vacinas terapêuticas contra a doença de Parkinson (DP) e Atrofia de Múltiplos Sistemas (MSA). Liderado pela empresa de biotecnologia austríaca AFFiRiS AG, o consórcio irá utilizar uma nova estratégia conjunta para fazer avançar o desenvolvimento de duas vacinas terapêuticas em paralelo. Ambos são únicas no potencial de modificação da doença, e que falta na DP, bem como em MSA. Ambas as candidatas alvo são a proteína chamada alfa-sinucleína, que desempenha um papel fundamental no aparecimento e progressão da DP e MSA. Além disso, o grupo tenta identificar biomarcadores com valor de diagnóstico e de prognóstico. Ao todo, o consórcio é exercido por líderes de opinião médicas e científicas da Alemanha, França e Áustria. O projeto SYMPATH foi premiado com € 6 milhões, a partir do 7 º Quadro de Programas da União Europeia e terá a duração de 48 meses.

O consórcio de cientistas europeus top foi premiado € 6 milhões para o avanço do desenvolvimento clínico de duas vacinas terapêuticas para o tratamento das Doenças de Parkinson (DP) e a Atrofia Multisistémica ( MSA ). Os candidatos à vacinas ( PD01A e PD03A ) fazem parte da linha de desenvolvimento da empresa de biotecnologia austríaca Affiris AG que lidera o consórcio e o desenvolvimento no campo clínico. Com base na tecnologia ® AFFITOME de renome da empresa, ambas as vacinas tem como alvo a proteína alfa-sinucleína (alfa- syn), que desempenha um papel fundamental no aparecimento e progressão da DP e MSA, sendo esta última uma doença isolada sem terapia registrada. Ambos as candidatas já demonstraram o seu potencial modificador da doença em vários modelos de sistemas pré-clínicos.

Internacional e inovadora
Reconhecida como o líder mundial na área de alfa- syn - Imunoterapia, AFFiRiS reuniu uma base de peritos médicos e cientistas de alto perfil de oito organizações europeias para o sucesso do projeto FP7 chamado SYMPATH. Essas instituições incluem o Forschungszentrum Jülich, na Alemanha, o INSERM F- CRIN Toulouse e os departamentos de Neurologia dos Hospitais da Universidade de Bordeaux e Toulouse da França, assim como a Universidade de Medicina do Departamento de Neurologia e PROSENEX de Innsbruck na Áustria.

O projeto SYMPATH incide especialmente sobre uma abordagem excelente e inovadora para o teste clínico das duas vacinas candidatas. Usando uma nova estratégia conjunta, o consórcio irá avaliar concomitantemente a segurança e explorar a atividade de ambas as vacinas em fase de estudos clínicos I para ambas as indicações, DP e MSA. De fato, a estratégia conjunta permite a comparação direta das duas vacinas já em um estágio inicial de desenvolvimento clínico.

Novo Padrão
Comentando sobre esta abordagem inovadora, o Prof Achim Schneeberger, responsável pelo desenvolvimento clínico na AFFiRiS e coordenador do SYMPATH, explicou: "Esta estratégia de ensaio clínico desenvolvido pelo consórcio SYMPATH estabelece um novo padrão para vacinas terapêuticas e agentes modificadores da doença em doenças neurodegenerativas, como DP e MSA". O Dr. Markus Mandler de AFFiRiS AG acrescenta: "A estratégia conjunta está de pleno acordo com o programa de maturação clínica da AFFiRiS'. Com base no perfil de segurança excelente de todos os candidatos à vacinas, este programa permite um teste muito rápida de novas vacinas no homem. Estamos muito animados que líderes de opinião top estejam trabalhando conosco neste projeto."

Além de sua estratégia de conjunto inovadora, o consórcio SYMPATH visa identificar biomarcadores com valor de diagnóstico e prognóstico para ambos, DP e MSA. Além disso, ele vai testar a viabilidade do uso em MSA como uma indicação clínica de referência para sinucleinopatias, um grupo de doenças caracterizadas pela agregação de alfa - sinucleína nos chamados corpos de Lewy. Usando em MSA como referência clínica para sinucleopatias também poderiam se beneficiar muito, terapias em geral, como tratamento de MSA, que dá a leitura positiva mais rápida para a modificação da doença após a vacinação. "Com base em pesquisas recentes em doenças neurodegenerativas, optou-se por atingir não só DP, mas também MSA com PD01A e PD03A. Se for bem sucedido, permitirá responder adicionalmente a uma necessidade não atendida clínica e intensa como MSA, uma doença órfã sem terapia registrada. Nossa abordagem pode, ao mesmo tempo, proporcionar novos conhecimentos científicos sobre a origem comum de DP e MSA", conclui o Prof Wassilios Meissner do Hospital Universitário de Bordeaux e especialista clínico em MSA.

AFFITOME ® e AFFITOPE ® são marcas registradas da AFFiRiS.

Sobre SYMPATH ( http://www.sympath-project.eu/ )
SYMPATH ("Reach α - dependente -sinucleína neurodegeneração: o desenvolvimento clínico de vacinas terapêuticas para AFFITOPE doença de Parkinson e atrofia de múltiplos sistemas") é um projeto colaborativo do Sétimo Programa-Quadro da União Europeia, mantendo Acordo de Subvenção No. SAÚDE -F4 -2013 -60299. SYMPATH e visa promover o desenvolvimento clínico de vacinas terapêuticas visando alfa-sinucleína doenças neurodegenerativas (alfa-Syn)-driven incluindo a doença de Parkinson (DP) e atrofia de múltiplos sistemas (MSA), onde não existe atualmente nenhuma terapia causal. O projeto terá a duração de 48 meses. Ele recebeu 5.990.000 de euros em financiamento da União Europeia. AFFiRiS AG localizada em Viena, Áustria serve como coordenadora do programa de pesquisa de projetos ambiciosos e é apoiado por Biolution em tarefas de gerenciamento de projeto. Os parceiros do projeto incluem 5 universidades e três SMEs: (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Fierce Vaccines.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mercado global da doença de Parkinson 2012-2016

Publicado este relatório no site Research And Markets, extraí, de matéria afim que o comenta (Fort Mill Times), um trecho que achei interessante:

Thursday, Aug. 22, 2013 - (...) “Comentando o relatório, um analista da equipe disse: o desenvolvimento de uma vacina está passando por avanços significativos, o foco especial é dado a doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson. Como os medicamentos usados ​​para tratar pacientes com Parkinson são capazes apenas de tratar os sintomas, há uma enorme demanda não atendida nesta área. Não há um único medicamento disponível que possa modificar o curso da doença. AFFiRiS AG, uma empresa farmacêutica austríaca, está envolvida no processo de desenvolvimento clínico fase I para a doença de Parkinson (PD01A). A vacina tem como alvo a proteína alfa-sinucleína, que é responsável pelo aparecimento da doença. A PD01A deverá provocar modificação dos efeitos da doença e alívio de sintomas. (segue.. original em inglês, tradução Hugo)
Tomara que seja verdade!

terça-feira, 12 de março de 2013

La enfermedad de Parkinson se oculta más allá del cerebro

lunes, 11 de marzo de 2013 - A pesar de los logros alcanzados en los últimos años en el abordaje patológico de la enfermedad de Parkinson (EP), aún quedan multitud de flecos relacionados, en su mayoría, con la interrelación de vías moleculares implicadas en el origen y posterior afectación. De este conocimiento dependerá el manejo clínico en fase asintomática, sin afectación neuronal más o menos evidente, e incluso más aún: personas con riesgo de padecer la enfermedad.

Precisamente, uno de los hallazgos más recientes, con proyección clínica a corto plazo, se relaciona con uno de los enemigos públicos en esta enfermedad: la alfa-sinucleína, una proteína cuya presencia de depósitos se ha descrito in vivo en plexos autonómicos, como por ejemplo, en tracto digestivo o vesicoprostático, el equipo de Adolfo Mínguez Castellanos, del Hospital Virgen de las Nieves, en Granada.

Existen depósitos de alfa-sinucleína en el sistema nervioso periférico y en tejido colónico antes de la aparición de los síntomas motores de la enfermedad

Directa al corazón
Se piensa además que pueden depositarse agregados a otros niveles del sistema nervioso autónomo, lo que abre puertas a futuras investigaciones, pero lo que es un hecho comprobado, y publicado en Parkinsonism and Related Disorders, es "la presencia de agregados de alfa-sinucleína en tejido graso cardíaco obtenido in vivo en personas sin síntomas de EP", ha indicado a DM Judith Navarro, neuróloga de la Unidad de Parkinson y Trastornos del Movimiento del Instituto de Neurociencias de Hospital Clínico de Barcelona, y autora de la investigación, junto con los doctores Gelpi y Mestres, en el que han participado los servicios de Cirugía Cardiovascular y Anatomía Patológica y el Banco de Tejidos Neurológicos, todos del citado hospital. El trabajo ha sido también premiado como mejor artículo publicado sobre Parkinson en 2012 por la Federación Española de Parkinson.

La alfa-sinucleína, está presente en el cerebro en las formas esporádicas de la EP  y en casos de Parkinson genético como el que se asocia a mutaciones del gen LRRK2, tal y como también acaba de evidenciar un estudio publicado en Nature Neuroscience, liderado por Ana María Cuervo, de la Universidad Albert Einstein, de Nueva York (Estados Unidos).

Otras enfermedades que cursan con depósitos de alfa-sinucleína son la demencia con cuerpos de Lewy, la atrofia multisistémica o el fallo disautonómico puro.

Fase prodrómica
Según Navarro, la detección de esta proteína podría convertirse en un marcador de diagnóstico premotor. "En efecto, podría ser utilizada como un marcador diagnóstico de alfasinucleinopatía porque no se encuentran depósitos de sinucleína fosforilada en sujetos sanos. Hay estudios que demuestran sinucleína en tejido dérmico de pacientes -posibilidad de estudio que ya ha iniciado el equipo del Clínico,  y otros en el tubo digestivo, concretamente en el colon en la fase prodrómica del Parkinson. Aún son necesarios más estudios para definir cuáles son los órganos diana y en qué momento de la evolución de la enfermedad pueden detectarse agregados como los encontrados en el tejido nervioso epicárdico. Existe también otra vía de abordaje muy prometedora, que estudia los niveles de alfa sinucleína en líquido cefalorraquídeo de pacientes con alfasinucleinopatías".

Vacuna para sinucleína
El conocimiento de la afectación temprana es uno de los retos de los profesionales, básicos y clínicos, como introducción también a terapias más precoces. "Aunque cada vez la idea del diagnóstico premotor de la EP está más aceptada entre los neurólogos, la detección hoy por hoy sigue basándose en síntomas motores clásicos de bradicinesia, rigidez, temblor y alteración de la marcha. Sin embargo, con el desarrollo de estudios prospectivos sobre la evolución de síntomas no motores y con depósitos de alfa- sinucleína, este esquema podría llegar a cambiar en los próximos años", indica Navarro. De la misma forma, no duda en señalar que numerosos trabajos la sitúan como diana de nuevas estrategias o fármacos. "Existe un estudio en marcha en que a los pacientes se les vacuna contra la sinucleína con el intento de destruir los acúmulos de sinucleína cerebral".  Fonte: Herencia Genetica Enfermedad Blog.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

COMIENZA EL ENSAYO DE LA VACUNA PARA EL Parkinson

Domingo, 23 Diciembre 2012 | La compañía austriaca de Viena AFFiRiS AG anunció a comienzos de diciembre que ha comenzado los ensayos clínicos de la primera vacuna para tratar la enfermedad de Parkinson

El estudio de un máximo de 32 pacientes se diseñó para probar la seguridad y tolerabilidad de la vacuna, llamada PD01A.

El Parkinson se cree que resulta del depósito de formas patológicas de una proteína llamada alfa-sinucleína en el cerebro, causando la muerte de las células, en particular en la región conocida como la sustancia negra.

La acumulación de alfa-sinucleína interrumpe la producción de la dopamina, un neurotransmisor en el cerebro, impidiendo el movimiento y causando temblores. La enfermedad es fatal en última instancia.

La reducción de las concentraciones de la proteína se cree que tiene un efecto beneficioso sobre el progreso de la enfermedad.

La PD01A está diseñada para estimular la producción de anticuerpos contra la alfa-sinucleína sin afectar a las proteínas estrechamente relacionadas. Se estima que 4 millones de personas en el mundo occidental padecen de Parkinson, y se espera que aumente ese número a 9 millones en 2030.

El inicio de la primera fase del ensayo clínico no significa que la vacuna sea segura para el uso en seres humanos (es el primer objetivo del estudio), ni que sea realmente efectiva (eventuales siguientes fases del estudio deberán demostrarlo), ni tampoco que esté disponible ahora o en breve para su suministro.

LEAN NOTICIAS A FONDO: LA VACUNA PARA EL Parkinson PARA ENTENDER EL ALCANCE DEL ESTUDIO. Fonte: Unidos Contra El Parkinson.es.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Empresa de biotecnologia inicia testes de vacina contra Parkinson

No Brasil, a doença atinge até 200 pessoas em 100 mil habitantes (*)

09/08/2012 - Empresa de biotecnologia austríaca iniciou recentemente testes em humanos para elaborar uma vacina terapêutica contra a doença de Parkinson. No Brasil, a doença atinge entre 100 a 200 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes, de acordo com o Ministério da Saúde.

Denominada de “PDO1A”, a vacina ataca a proteína ‘alfa-sinucleína’, responsável pelo desenvolvimento da doença. O Parkinson é provocado por depósitos da proteína de forma patológica no cérebro.

No entanto, ainda não se sabe ao certo qual é a função convencional da ‘alfa-sinucleína’ no cérebro. Uma hipótese defendida pelos cientistas envolvidos com a pesquisa é que ela possa ajudar na comunicação entre os neurônios. Fonte: BemStar(*) 400.000 habitantes

quinta-feira, 5 de julho de 2012

MBCNEWS:AFFiRiS AG: Parkinson's Vaccine

Hoje, 05/07/2012, não identifiquei na net nada de novo. Por curiosidade achei este vídeo, do qual também não entendi nada, mas creio que seja da televisão do Qatar, e deve estar a relatar a situação em que se encontra o desenvolvimento e a produção da vacina contra parkinson, na Affiris, Áustria. Veja, porque ouvir não adianta (áudio deve estar em árabe), AQUI (9:59).

Publicado em 04/07/2012 por Shnaikhar.
AFFiRiS AG: Parkinson's Vaccine MBCNewsVienna. Fonte: YouTubeNão perca em 2:55!

sábado, 9 de junho de 2012

Cientistas preparam vacina contra Mal de Parkinson

SEXTA, 08/06/2012 - Dose impede progressão da doença degenerativa que afeta movimentos. O mal ainda não tem cura nem uma causa conhecida. Ouça áudio AQUI (7:18). Fonte: Rádio CBN Globo G1.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Anunciado primeiro teste clínico mundial de vacina contra o Parkinson

Vacina visa educar o sistema imunológico para gerar anticorpos contra proteína envolvida na progressão da doença

05/06/2012 - O primeiro teste em pacientes para elaborar uma vacina terapêutica contra a doença de Parkinson teve início na Áustria, uma novidade mundial, anunciou a empresa de biotecnologia austríaca Affiris.

"O primeiro estudo clínico no mundo para o desenvolvimento de uma vacina contra o mal de Parkinson foi lançado pela Affiris", afirma a empresa em um comunicado.

A vacina terapêutica, chamada PDO1A, ataca uma proteína, a alfa-sinucleína, que desempenha um papel importante no desenvolvimento e na progressão da doença.

A PDO1A deve "educar o sistema imunológico para que este gere anticorpos dirigidos contra a alfa-sinucleína", explica a Affiris.

"A vacina oferece pela primeira vez a perspectiva de um tratamento das causas do Parkinson, e não apenas dos sintomas", destaca a empresa.

Segundo o conhecimento atual, o Parkinson é provocado por depósitos no cérebro de alfa-sinucleína de forma patológica. Uma redução dos depósitos desta proteína poderia ter efeitos benéficos na evolução da doença, de acordo com a Affiris.

"Pela primeira vez no mundo, a imunoterapia é aplicada ao tratamento do Parkinson", afirmou o diretor geral da empresa, Walter Schmidt.

A vacina entrou na primeira etapa de seu teste clínico, efetuado em 32 pacientes em uma clínica de Viena. A primeira fase pretende determinar e a PDO1A é tolerável e segura para o ser humano.

Cada paciente é submetido a testes durante 12 meses e o estudo prosseguirá até o fim de 2012, segundo o diretor médico do estudo para a Affiris, Achim Schneeberger.

O estudo recebeu apoio financeiro da fundação do ator americano Michael J. Fox, que sofre do mal de Parkinson, de 1,5 milhão de dólares. Fonte: Saude IG.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Michael J. Fox Foundation Premia AFFiRiS com $ 1,5 milhões para o desenvolvimento clínico da vacina contra o Parkinson

NEW YORK and VIENNA, Austria, Oct. 12, 2011 /PRNewswire-USNewswire/ --A Michael J. Fox Foundation (MJFF) anunciou hoje que concedeu $ 1,5 milhão para AFFiRiS AG, uma empresa de Viena, na Áustria, com base em biotecnologia, para um estudo clínico de AFFITOPE ® PD01, um primeiro tipo de vacina para a doença de Parkinson (DP). AFFITOPE ® PD01 tem por meta ajudar a remover a proteína alfa-sinucleína, cuja aglomeração é a marca patológica da DP. O pesquisador principal Achim Schneeberger, MD, diretor médico da AFFiRiS AG, irá dirigir o estudo de Fase I da vacina candidata. (segue..., em inglês) Fonte: Applied Clinical Trials Online.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nova vacina activa sistema imune e ajuda na prevenção da inflamação crónica
2010-12-21 | Uma nova vacina é capaz de activar o sistema imune e ajudar na prevenção das doenças crónicas inflamatórias, sugere um estudo publicado no Journal of Clinical Investigation, citado pelo Portal da Saúde da ALERT Life Sciences Computing.

Muitas doenças inflamatórias e auto-imunes são crónicas e afectam a grande maioria das pessoas. Além disso, existe um componente inflamatório comum a várias doenças, tais como Alzheimer, Parkinson, artrite reumatóide, asma, esclerose múltipla, diabetes tipo II e cancro. (segue...) Fonte: RCM Pharma.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Michael J. Fox Foundation financia AFFiRiS AG para o desenvolvimento de vacina contra Parkinson
VIENA, 16 de dezembro de 2010 / PRNewswire / - Com uma doação de US $ 475 mil, a Fundação Michael J. Fox financia o desenvolvimento pré-clínico de uma vacina contra a doença de Parkinson pela AFFiRiS AG. A vacina, conhecida como PD01, tem como alvo a proteína alfa-sinucleína e pode oferecer, pela primeira vez, a possibilidade de um tratamento que pode retardar ou parar a progressão da doença de Parkinson. A base da PD01 é a empresa AFFITOME tecnologia (R), que já produziu, entre outras, duas vacinas da AFFiRiS AG para o tratamento da doença de Alzheimer.

A AFFiRiS AG, com sede em Viena, na Áustria, anunciou hoje que um dos seus atuais nove programas em desenvolvimento receberá financiamento da US Michael J. Fox Foundation for Parkinson's Research (MJFF). O ator norte-americano, que foi diagnosticado com doença de Parkinson em 1991, criou a fundação em 2000. Seu objetivo é financiar desenvolvimentos e revisões terapêuticas para o tratamento da doença de Parkinson, uma doença progressiva do sistema nervoso. A fundação vai agora apoiar o desenvolvimento da vacina PD01 pela AFFiRiS AG com USD$ 475.000. Este montante foi concedido para a conclusão do desenvolvimento pré-clínico da vacina. A prova de sucesso dos estudos pré-clínicos só foi anunciada recentemente pela empresa, em março de 2010. (...)

A vacina PD01 tem como alvo a proteína conhecida como alfa-sinucleína (syn-alfa), cuja acumulação e deposição associadas no cérebro são considerados fundamentais para a progressão da doença de Parkinson. A redução na concentração de alfa-syn no cérebro, portanto, deve ter um efeito positivo sobre a evolução clínica do Parkinson. A PD01 provoca uma resposta imune eficaz aos efeitos deletérios da alfa-syn, permitindo que o sistema imunológico dos próprios pacientes reduza essa proteína.

O relatório atual GlobalData da indústria farmacêutica confirma que essas novas soluções são urgentes para a doença de Parkinson, uma área que, de acordo com o relatório, sofre com a falta de inovação e que tem foco no tratamento puramente sintomático. (segue..., em inglês) Fonte: Applied Clinical Trials.

sábado, 27 de março de 2010

Vacina para Parkinson está sendo testada
27 março de 2010 - Moradores de Iowa (EUA) que sofrem da doença de Parkinson poderão em breve serem capazes de fazer parte dos testes de uma vacina promissora. Os investigadores dizem que a vacina não cura o Parkinson, mas poderia reverter os danos neurológicos. O Dr. Howard Gendleman, do University of Nebraska Medical Center em Omaha, diz que espera que a vacina seja segura para ser testada em seres humanos em breve.

Gendleman diz, "Nós estamos esperando que dentro de um ano a um ano e meio, a triagem dos pacientes seja concluída e, em seguida, vamos ser capazes de passar ao que chamamos de fase de um ensaio clínico para diante." Espera-se que a vacina traga algum alívio para aqueles que atualmente sofrem com DP e para aqueles que possam vir a desenvolver a doença. Gendleman diz que a vacina não é uma panacéia para Parkinson.

"Esta não é uma vacina que vai curá-lo", diz ele. "Esta é uma vacina que irá interromper a sua progressão." Estima-se que um milhão de pessoas nos EUA atualmente sofram de DP.

"A maioria das células nervosas estão danificados e ainda não destruídas e nós podemos reverter esse dano", diz ele. "Não sabemos ao certo? Não. Não podemos esperar? Sim ". (segue..., em inglês) Fonte: Radio Iowa.

terça-feira, 2 de março de 2010

Pesquisadores dão próximo passo no desenvolvimento de vacina para doença de Parkinson
02 Mar 2010 - Pesquisadores da Universidade de Nebraska Medical Center deram um passo significativo no sentido de desenvolver uma abordagem de vacinação para reverter os danos neurológicos observados na doença de Parkinson.

Os resultados aparecem na edição de 1 de Março do Journal of Immunology, uma importante revista científica na área da imunologia. (...)

No estudo, os pesquisadores reverteram os efeitos neurodegenerativos da alfa-sinucleína, alterando as respostas imunes a ela. A estratégia da vacina treina o sistema imunitário para obter respostas neuroprotetoras nas regiões do cérebro danificado. (...)

"Nós acreditamos que este poderá ser um meio revolucionário para a terapêutica da doença de Parkinson", disse Howard GENDELMAN, MD, que está em parceria com R. Lee Mosley, Ph.D., para conduzir a investigação. "Tem sido uma longa jornada que representa mais de 10 anos de trabalho duro pela nossa equipe de pesquisa." (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

'Soy pesimista con el uso de células madre para el tratamiento del Alzheimer'
* Los ensayos con la vacuna con la contra el Alzheimer darán resultados en dos años
* La medicina regenerativa es 'más fáctible' en el Parkinson

jueves 10/12/2009 - BARCELONA.- Director de la Unidad de Neurología Conductual y Trastornos del Movimiento de la Universidad de Estambul (Turquía), Murat Emre presenta la mayoría de las características de un buen conversador: habla claro y evitando monotonías, proporciona ejemplos y no parece tener prisa porque la entrevista termine. El especialista turco participó en la reunión anual de la Sociedad Española de Neurología celebrada en Barcelona.

Pregunta.� ¿Qué tienen en común la enfermedad de Alzheimer y el Parkinson?
Respuesta.� Las dos son patologías neurodegenerativas frecuentes, causadas por la pérdida selectiva de neuronas en el cerebro. En ninguno de los casos sabemos con certeza qué provoca la muerte de estas células. Además, los afectados por una de ellas pueden desarrollar signos de la otra y viceversa. En el caso del Parkinson, por ejemplo, a medida que progresa la enfermedad los enfermos desarrollan un tipo de demencia similar a la que provoca el Alzheimer. En este punto, también presentan un déficit de acetilcolina, un neurotransmisor también alterado en el caso del Alzheimer y que es la diana de algunos fármacos contra dicha enfermedad.

P.� Pues estos tratamientos no parecen capaces de frenar el progreso de estos trastornos�
R.� Eso es porque el déficit de acetilcolina no es la causa sino la consecuencia de la muerte neuronal que provoca el Alzheimer. Lo mismo ocurre con el tratamiento para el Parkinson: se administran precursores de la dopamina para compensar la falta de este otro neurotransmisor. Ninguna de las terapias frena la muerte neuronal ni la progresión de la enfermedad. Esperemos que esto llegue con las vacunas y otras aproximaciones que se están investigando actualmente.

P.� Hablemos de ello, ¿cuándo cree que tendremos una vacuna para el Alzheimer?
R.� La mayoría de los estudios en curso se dirigen a reducir la acumulación de una proteína, llamada beta amiloide (AB), en el cerebro. Pero lo cierto es que no estamos seguros si dicha proteína es la causa o el resultado de la enfermedad. Lo importante de esta vacuna es que va a permitir matar dos pájaros de un tiro: veremos si realmente es efectiva y si la proteína AB es un actor de primer orden o uno secundario. Creo que saldremos de dudas en un par de años.

P.� ¿Cuáles son las posibilidades de la medicina regenerativa?
R.� Creo que en el caso del Parkinson es factible, porque reemplazar las neuronas perdidas podría contribuir a recuperar cierto control motor. Pero con el Alzheimer soy un poco más pesimista. Afecta a nuestra memoria, y esto es algo más complejo. Podríamos comparar la memoria con una estatua de mármol que tardamos casi toda la vida en esculpir. Si esta estatua se rompe por algún lado podemos añadir mármol para tratar de rellenar el vacío provocado por la rotura, pero difícilmente conseguiremos tener la misma estatua.

P.� ¿A dónde quiere llegar?
R.� Nuestra memoria depende de un patrón de conexiones neuronales que se han ido acumulando a lo largo de nuestra vida. Para tratar de recuperarla, las nuevas células que introdujéramos en un cerebro afectado por Alzheimer deberían adoptar una red de conexiones similar a la de las muertas, y no estoy seguro que podamos lograr eso.

P.� ¿Qué factores predisponen a estas enfermedades?
R.� Dejando a un lado los casos que se transmiten de forma hereditaria, en el resto creemos que hay una combinación de riesgos genéticos y ambientales. Un portador del gen APOE4, por ejemplo, tiene el doble de riesgo que una persona que no lo tenga de sufrir Alzheimer, pero esto no implica necesariamente que vaya a desarrollarla. Por otro lado, también hay factores ambientales relacionados con dicha patología, como la hipertensión, el colesterol y un escaso uso de las capacidades cognitivas. Algo similar ocurre también con el Parkinson.

P.� ¿Qué consejos les daría a los familiares de afectados?
R.� Les recomendaría que siguieran estos tres pasos: primero, aceptar el diagnóstico; segundo, conocer la enfermedad; y tercero, aprender a lidiar con ella. Es importante entender y aceptar que se está frente a una persona con un trastorno neurológico y que volverse terco, agresivo y rebelde forma parte, a menudo, de este proceso degenerativo. Fonte: El Mundo.es.
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Australia levanta la moratoria que prohibía el xenotrasplante
Jueves, 10 de diciembre de 2009.- Australia levantará la moratoria que prohibía el trasplante de animales a humanos (xenotrasplante) porque, si bien el riesgo del contagió de virus aún existe, no se puede detener el avance de la ciencia, anunció hoy el Consejo Nacional de Investigación Médica y Sanitaria.

El subdirector de este consejo, Clive Morris, señaló que hay muchas investigaciones paralizadas en Australia desde que se impuso la moratoria, hace cinco años, y que había llegado el momento de asumir los riesgos y considerar las ventajas, según la radio ABC.

Morris añadió que un comité ético y otro de administración terapéutica examinarán cada caso, evaluarán los riesgos y los beneficios, y decidirán qué hacer.

Grupos defensores de los animales, como Animal Liberation, criticaron la medida y afirmaron que no hay forma de garantizar la seguridad del humano que reciba el trasplante.

Las investigaciones con células animales encaminadas a curar la sordera, Parkinson, Alzheimer o la diabetes necesitan del xenotrasplante.

Otras posibilidad que abrirá el levantamiento de la moratoria es la utilización de órganos de animales para su implantación en el hombre, ante la escasez actual de órganos de donantes. Fonte: ADN.es.