December 18, 2013 - A estimulação profunda do cérebro (DBS) parece ter um efeito positivo sobre a capacidade de condução de pacientes com doença de Parkinson (DP), mostra nova pesquisa.
Um estudo conduzido por pesquisadores da University Medical Center Hamburg- Eppendorf, na Alemanha mostrou que os pacientes com doença de Parkinson que tinham DBS no núcleo subtalâmico (STN) poderiam dirigir de forma tão segura como as pessoas saudáveis e com mais segurança do que os pacientes com doença de Parkinson que não receberam DBS.
Embora os resultados do estudo não devam alertar pacientes com DP a se submeter ao DBS apenas para voltar ao volante, os resultados devem estimular os médicos a não restringir a condução em pacientes com DP que tiveram este procedimento, disse o autor principal Carsten Buhmann, MD, ao Medscape Medical news.
"Os médicos não devem gerir os pacientes que tiveram a estimulação profunda do cérebro de forma mais restritiva do que os pacientes que não o têm", disse o Dr. Buhmann. "É claro, devemos analisar cuidadosamente se estes doentes podem dirigir tudo, mas não há nenhuma razão para pensar que uma vez que tenham sido operados, que haverá um problema em relação à condução."
Pacientes que têm DBS provavelmente conduzem um pouco melhor do que faziam antes de seu implante, mas, acrescentou, este estudo não prova.
Os resultados foram publicados on-line 18 de dezembro em Neurology. (segue..., original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Veja em nosso blog DBS Parkinson Brasil.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Piden controles específicos a mayores de 65 años para renovar el carné de conducir
La propuesta fue hecha por la Fundación para el Desarrollo de las Neurociencias (Fundanec), de La Plata.
31/12/2012 - Las personas de más de 65 años que renueven su licencia de conducir deberían ser sometidos a controles específicos que permitan detectar problemas de Alzheimer o Parkinson, opinó una entidad que investiga trastornos neurológicos.
La propuesta fue hecha por la Fundación para el Desarrollo de las Neurociencias (Fundanec), de La Plata, tras destacar que según registros oficiales en la provincia de Buenos Aires, casi 700.000 personas de más de 65 años manejan algún tipo de vehículo y casi el 20% de los mayores de 70 mantienen vigente el carné de conducir.
Además, en la Argentina los accidentes viales en los que intervienen personas mayores de 64 años constituyen el 10% del total de siniestros, de acuerdo con un informe de la Agencia Nacional de Seguridad Vial.
“Es necesario mejorar los controles para reducir los accidentes de tránsito en los que aparecen involucradas personas mayores”, destacó el presidente de Fundanec, Diego Sarasola, en un comunicado.
El experto sostuvo que es necesario “contemplar en los trámites habilitantes para el manejo la realización de estudios médicos para detectar alteraciones en memoria u otras capacidades que pueden afectar el manejo”.
“Enfermedades como el Alzheimer o el Parkinson pueden provocar alteraciones en la memoria y en la capacidad de reacción, manifestaciones que resultan peligrosas mientras se comanda un vehículo”, remarcó.
Diego Sarasola explicó que “conducir un vehículo de cualquier tipo es una tarea mental sumamente compleja, aunque la mayoría de la gente lo perciba como algo sencillo”. Fonte: El Liberal.ar.
Que controles específicos? Na fase avançada o próprio doente espontaneamente não vai querer manejar. Na fase inicial um médico não especializado fará exame clínico, note-se não existir na prática exame quantitativo, e emitirá parecer? Na fase intermediária? Como vão homogeneizar critérios? Deus nos acuda! Con sinceridad... no pasa!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Direitos do paciente com câncer
12.setembro.2012 - Todo paciente diagnosticado com algum tipo de câncer tem alguns direitos garantidos pela nossa legislação, como sacar o saldo do FGTS e comprar veículos adaptados com isenção de IPI, ICMS e IPVA – quem mora em São Paulo, fica liberado do rodízio. Mas, infelizmente, nem todos ainda sabem disso – ou emperram em dificuldades burocráticas (falta de documentos, funcionários mal informados etc). Num momento em que o paciente já precisa lidar com tantas informações e sentimentos, não é fácil precisar ainda vasculhar legislações. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
O tema é oportuno, pois para portadores de Parkinson, creio haver pontos nebulosos, particularmente com relação ao desconto para comprar veículos adaptados com isenção fiscal, pois observo disparidade no tratamento em cada estado do país.
Aqui no RS por exemplo, a aquisição de carro com isenção fiscal me parece ficar condicionada ao candidato estar inapto a dirigir carro com câmbio manual e tiver isto indicado por exame em junta médica do Detran. O fato de ter Parkinson não é determinante, embora seria destoante da legislação.
Comigo aconteceu, antes do dbs, de ser considerado inapto definitivo. Recorri da decisão e fui examinado por junta médica do Cetran, que considerou, após eu me "entupir" de levodopa, apto para conduzir "veículo adaptado" (carro com câmbio automático), com carteira válida por um ano.
Um ano após, quando voltei ao exame de renovação, já com dbs, "milagrosamente" me curaram do Parkinson e me consideraram apto a conduzir veículos leves sem restrições! E desde lá renovo, a cada 2 anos, minha habilitação para dirigir veículos convencionais, comprados sem desconto nenhum e pagando IPVA, embora meu carro seja automático, por opção pessoal de segurança. Não confio na perna esquerda.
Posso estar enganado, mas a Secretaria Estadual da Fazenda somente concederia a isenção mediante apresentação do laudo do Detran informando da inaptidão para conduzir veículo convencional.
Posso estar enganado, mas a Secretaria Estadual da Fazenda somente concederia a isenção mediante apresentação do laudo do Detran informando da inaptidão para conduzir veículo convencional.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Posso dirigir um veículo se tenho doença de parkinson?
19/12/2011 - Respondido pelo Dr. Dean Sutherland. Transcreva o áudio (inglês) e traduza a legenda (português, español, etc...) (Mas atenção! Ambos beta, ou seja: geléia geral!). Comece clicando em "CC". Fonte: YouTube.
Resposta óbvia: Dependerá da performance motora, pois temos até 4 X + chances de nos envolvermos em acidentes. Devemos evitar auto-estradas, ficar muito tempo dirigindo e não se afastar muito de casa. (...) E acrescento: carro "update", evitando isto => "Cai um mito: Angus MacGyver também fica parado na rua com o carro enguiçado, de 22/12/2011". Do Jornal inglês Daily Mail.uk.
Resposta óbvia: Dependerá da performance motora, pois temos até 4 X + chances de nos envolvermos em acidentes. Devemos evitar auto-estradas, ficar muito tempo dirigindo e não se afastar muito de casa. (...) E acrescento: carro "update", evitando isto => "Cai um mito: Angus MacGyver também fica parado na rua com o carro enguiçado, de 22/12/2011". Do Jornal inglês Daily Mail.uk.
Obs.: Vídeos não incorporados para evitar que o blog fique + "pesado"!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mulher é atropelada por idoso de 83 anos em Bauru
O responsável pelo acidente sofre de mal de Parkinson
Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu. De acordo com a polícia, este foi o terceiro acidente causado pelo motorista no último mês.
A mulher, de 70 anos, atravessava a faixa de pedeste quando foi atingida. O carro de luxo só parou quando bateu em uma parede, onde a vítima ficou presa.
O motorista teve apenas ferimentos leves na mão esquerda. O caso foi registrado como homicídio culposo. Fonte: R7.
Dirigir, até quando? O assunto é preocupante. Com carro automático fica extremamente mais fácil, em que pese ter sido o caso acima. O problema é convencer os burocratas a conceder descontos fiscais e legais. É o desrespeito ao doente em nosso país, que passa desde a decrépita chamada mobilidade urbana (acessibilidade), pela crônica falta de caros medicamentos que deveriam ser gratuítos constitucionalmente (p.ex Sifrol), pela extrema burocracia imposta para desestimular os pedidos deles, bem como o do carro automático. Enquanto isso, os corruptos se locupletam...
sábado, 4 de dezembro de 2010
O motorista idoso e a aposentaria do volante
04/12/10 - O crescimento da população idosa é um fenômeno universal, e, na atualidade, não basta apenas envelhecer, é preciso fazê-lo com qualidade. O envelhecimento saudável envolve uma baixa probabilidade de doença e incapacidade, com participação na vida ativa, na qual dirigir para muitos tem uma importância fundamental. O veículo para o idoso pode significar mais do que um meio de transporte e o ato de dirigir diretamente é uma afirmação de sua independência, habilidade e autoestima. Muitos idosos que são forçados a parar de dirigir se tornam mais dependentes de suas famílias, reduzem a atividade social e, frequentemente, se tornam deprimidos.
Porém, o aumento da idade e o processo natural do envelhecimento, somados a algumas doenças influenciam a habilidade de dirigir com risco maior de acidentes. Sendo assim, a pergunta que se faz é: até quando se pode dirigir?
A resposta não é tão simples. De uma maneira geral, dizemos que os idosos podem continuar dirigindo enquanto o fazem de forma segura. Para isso existem três funções essenciais que devem ser preservadas: visão, funções motoras e mentais (cognição).
Uma série de doenças pode comprometer estas funções. Como exemplos destacam-se a catarata e outros distúrbios visuais; as artroses em fase avançada e a doença de Parkinson, que limitam a motricidade, além das demências, especialmente o Alzheimer, que evolui de de forma lenta e progressiva. (segue...) Fonte: Mogi News.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Remédios que provocam sono deverão ter tarja de 'proibido dirigir'
23/10/2008 - SÃO PAULO - Remédios que causam sonolência devem começar, a partir do início de 2009, a sair dos laboratórios com uma tarja de alerta: "Proibido dirigir". A proposta foi encaminhada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).Segundo o médico Moacir Tabasnik, secrerário geral do 1º Congresso Internacional de Medicina do Sono, a medida já tem concordância dos laboratórios e é o primeiro passo para combater o problema. Pelo menos 30% dos acidentes de trânsito são causados por motoristas que dormem ao volante.
Fazem parte da lista analgésicos, anti-depressivos, anti-alérgicos, anticonvulsivantes, remédios para o Mal de Parkinson, anti-psicóticos e até mesmo medicamentos para diabetes, como a insulina.
- São medicamentos que agem deixando as pessoas mais sonolentas e causam uma série de transtornos, que vão de irritabilidade a dificuldade de concentração - explica. (...)
Tabasnik lembra que pequenos cochilos podem se transformar em grandes acidentes e, por isso, recomenda aos motoristas seguir as seguintes dicas de viagem:
1) antes de viajar, procure dormir bem
2) nunca viaje cansado
3) evite dirigir mais do que 8 horas por dia
4) planeje a viagem de forma a evitar dirigir à noite
5) descanse 15 minutos a cada 2 horas de direção
6) em viagem, consuma alimentos leves (os alimentos de difícil digestão dão sono)
7) evite viajar sozinho
8 ) se possível reveze com outros motoristas em viagens mais longas
9 ) sempre que se sentir cansado, pare
10) não beba e não tome remédios que afete seus sentidos. Fonte: O Globo.
Que remédios específicos para Parkinson dão sono?
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