sábado, 4 de dezembro de 2010

O motorista idoso e a aposentaria do volante
04/12/10 - O crescimento da população idosa é um fenômeno universal, e, na atualidade, não basta apenas envelhecer, é preciso fazê-lo com qualidade. O envelhecimento saudável envolve uma baixa probabilidade de doença e incapacidade, com participação na vida ativa, na qual dirigir para muitos tem uma importância fundamental.

O veículo para o idoso pode significar mais do que um meio de transporte e o ato de dirigir diretamente é uma afirmação de sua independência, habilidade e autoestima. Muitos idosos que são forçados a parar de dirigir se tornam mais dependentes de suas famílias, reduzem a atividade social e, frequentemente, se tornam deprimidos.

Porém, o aumento da idade e o processo natural do envelhecimento, somados a algumas doenças influenciam a habilidade de dirigir com risco maior de acidentes. Sendo assim, a pergunta que se faz é: até quando se pode dirigir?

A resposta não é tão simples. De uma maneira geral, dizemos que os idosos podem continuar dirigindo enquanto o fazem de forma segura. Para isso existem três funções essenciais que devem ser preservadas: visão, funções motoras e mentais (cognição).

Uma série de doenças pode comprometer estas funções. Como exemplos destacam-se a catarata e outros distúrbios visuais; as artroses em fase avançada e a doença de Parkinson, que limitam a motricidade, além das demências, especialmente o Alzheimer, que evolui de de forma lenta e progressiva. (segue...) Fonte: Mogi News.

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