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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

James DeLittle, 49, de Broadway Oeste, em Fulford, viaja à Kiev para o tratamento com células-tronco

Wednesday 1st January 2014 - Um paciente com doença de Parkinson de York viaja para Kiev pelo pioneiro tratamento com células-tronco, em uma última tentativa de resolver a piora de sua condição.

James DeLittle, 49, espera que o tratamento de dois dias na capital ucraniana vá diminuir seus sintomas, que incluem a falta de equilíbrio, tremores, dificuldades em controlar seus membros e fala arrastada.

A mãe de James, familiares e clientes em três bares na área York e Selby juntaram cerca de £ 7.000 para pagar as células-tronco fetais a serem injetadas em seu estômago e braços.

Sua condição piorou significativamente nos últimos meses, fazendo-o cair várias vezes, sofrendo ferimentos, incluindo um nariz quebrado, costelas e a articulação do polegar.

James, de Broadway Oeste, em Fulford, disse: "Até onde eu sei, eu sou a primeira pessoa do Reino Unido a ir para a clínica e gostaria de voltar com uma melhora na minha condição e mostrar a todas as outras pessoas com Parkinson como eles podem se beneficiar também.

"O SNS não suporta o tratamento nesta fase, por isso tive que levantar o dinheiro.

"Mais do que £ 700 foram levantados em garrafas nos bares de Huntsman em Drax, e no Plough Inn e no Bay Horse em Fulford.

"Alguns parentes ajudaram com doações e minha mãe Rosemary tomou o resto de sua pensão, como meu pai que está muito doente.

"Eu estava com medo de que meu médico lavasse as mãos se eu fizesse isso, mas ele disse que não. Ele disse que é para eu me organizar e para vê-lo depois que eu voltar para a Grã-Bretanha."

A clínica contou a James ter uma vasta experiência no tratamento de Parkinson.

Ela disse em um email que havia tratado mais de 100 pacientes com a doença nos últimos anos, com melhorias relatadas em 75 por cento dos casos, incluindo a redução de tremor e rigidez, e melhorias cognitivas e na marcha.

"A terapia com células tronco tem como resultados a estabilização da condição do paciente, diminuição dos sintomas neurológicos, o que significa melhor qualidade de vida para o paciente", disse a clínica.

James, um ex- aluno da St Peter’s School, serviu no próprio Yeomanry da Rainha por uma década, quando ele era jovem, tornando-se um cabo. Ele disse que começou a sentir a doença há uma década.

Ele está convencido de que a doença começou depois de respirar vapores de creosoto para tratar madeira.

Ele vai viajar para Kiev, acompanhado por seu irmão Simon, no final do mês.

Sua mãe disse que a determinação de seu filho para dar chance ao tratamento com células-tronco é típico de seu caráter.

"Ele nunca desiste", disse ela.

Garçonete se recusou a servir James com cerveja

JAMES contou como uma garçonete de um posto de abastecimento de York recusou-se a lhe vender cerveja - porque estava convencida de que ele já tinha bebido.

Ele disse que foi para a  Inner Space Station em Hull Road pouco antes do Natal para comprar umas garrafas de cerveja e foi até o balcão, onde a assistente disse que não poderia servi-lo porque ele tinha bebido muito.

"Mostrei-lhe o meu cartão da Parkinson Disease Society, que explica que a doença pode tornar o paciente com equilíbrio instável ou ter dificuldade para falar, mas ela não se incomodou de lê-lo e ainda não me serviu. Eu estava furioso.

"Eu voltei no dia seguinte para explicar o que tinha acontecido com outro garçom e foi dito que eu poderia comprar a cerveja depois de tudo, mas não recebi qualquer pedido de desculpas. Eu gostaria de aumentar a conscientização de que o Parkinson pode causar sintomas semelhantes à embriaguez".

Graham Kennedy, diretor da Inner Space Station, disse: "Eu quero oferecer nossas humildes desculpas. Se ele quiser pode entrar em contato, vamos fazer o nosso melhor para garantir que isso nunca mais aconteça.

"Meus funcionários são muito conscientes da lei de não servir as pessoas que estão sob os efeitos do álcool e, obviamente, houve excesso de cautela.

"Nós vamos pedir desculpas pessoalmente, se ele entrar em contato conosco. (segue..., original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: York Press.uk.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tratamento de parkinson com células tronco / Nuevo Progreso-México

Publicado em 26/08/2013 - PlacidWay oferece procedimento "State of the Art" de células-tronco para tratar a doença de Parkinson. Se você está procurando ainda alternativas viáveis no tratamento dos sintomas da doença de Parkinson, considere PlacidWay.com como seu guia.

Visite este link para informações sobre Tratamento com Células Tronco de Doença de Parkinson: http://www.placidway.com/package/229/.

ATENÇÃO: Publicado a título ilustrativo e como forma de manter nossa esperança, pois não há, até o presente momento, comprovação da eficácia e segurança deste ou outros métodos pressupostamente curativos ou que aliviem substancialmente, e de forma perene, o parkinson. Não são homologados por organismos com idoneidade universalmente aceita. Mas pode ser um caminho futuro, e onde há fumaça, ...

sábado, 13 de abril de 2013

Neurólogos buscan parar el párkinson, que afecta a uno de cada 300 navarros

DESDE ANAPAR CRITICAN QUE LOS RECORTES HAYAN PUESTO "LÍMITES" A LOS TRATAMIENTOS

Viernes, 12 de Abril de 2013 - Los profesionales advierten de que hoy en día no existe nada que "cure" esta patología y que hay "muchos fraudes".

PAMPLONA. "Actualmente no hay ningún tratamiento que cure o pare el párkinson. Lo que se está investigando ahora es conseguir medicamentos que permitan que la enfermedad no progrese", señaló ayer la neuróloga Rosario Luquin en la sede de la Asociación Navarra de Párkinson (Anapar) con motivo del día dedicado a esta enfermedad. En este sentido señaló que el reto actual de los profesiones en el tratamiento de la enfermedad del párkinson es conseguir detener esta enfermedad que "afecta a uno de cada 300 navarros".

Junto a ella estuvieron la presidenta de la Anapar, Begoña Gómez y la coordinadora, Sara Díaz de Cerio, que presentaron el lema de este año, ¡Rompe los mitos del párkinson!, con el que se busca "sensibilizar sobre la problemática de esta enfermedad y reclamar a las autoridades que mantengan los tratamientos adecuados", ya que "los recortes en el ámbito sanitario y el descenso del apoyo económico por parte de las instituciones a las asociaciones de párkinson, han provocado que el acceso al tratamiento esté más limitado", critican desde Anapar.

Actualmente las 2.000 personas que padecen párkinson en Navarra se tratan mediante fármacos, cirugía u otras alternativas como la apomorfina en infusión subcutánea o el tratamiento con Duodopa. El objetivo de todos ellos es conseguir contrarrestar el fallo que existe en un pequeño núcleo del cerebro donde se produce una hormona llamada dopamina, lo que provoca que se pierda el control de los movimientos.

En el caso de los medicamentos, Luquin explica que "se garantizan cinco años en los que la persona está perfecta" pero también plantea problemas como las caídas en el bienestar del paciente cuando va desapareciendo su acción. Además, Luquin recuerda que "se debe tomar con el estómago vacío para que se absorba rápido y haga efecto porque si no se puede ver perjudicada su eficacia".

Este problema no se produce en la cirugía, aunque como en todas la operaciones "existe un riesgo". Para que una persona pueda someterse a una intervención debe cumplir algunos requisitos como "ser menor de 30 años y no tener deterioro cognitivo", advirtió Luquin. El objetivo de la operación es introducir unos electrodos que funcionan "como un marcapasos" pero estimulando el cerebro. En el caso de la infusión subcutánea de apomorfina se evitan los riesgos de la intervención quirúrgica pero obliga al paciente a inyectarse cada día, ya sea en varias dosis o en una única llevando una pequeña máquina.

Por último, también se ha desarrollado en los últimos años en Europa el tratamiento con Duodopa, un gel que se aplica mediante una sonda. La ventaja de este último método es que, a diferencia de la infusión de apormorfina, no potencia adicciones previas como la ludopatía, para las que el anterior tratamiento es un riesgo. A la neuróloga le preocupa que "nadie podría utilizar este tratamiento si no estuviera cubierto por la Seguridad Social, por lo que se está limitando el número de pacientes". "En Navarra por ahora esto no ha ocurrido", aseguró.

MÉTODOS FUTURO La investigación en la lucha contra el párkinson sigue experimentando en temas de terapia celular y genética. Pero Luquin advierte de que "todo está en un proceso muy experimental", por eso advierte que "no hay que dejarse poner nada en el cerebro que no sean los electrodos antes mencionados, hay muchos fraudes y hay que tener en cuenta que hoy no existe nada que cure la enfermedad".

Entre las investigaciones más avanzadas destaca la de las células iPS, donde se busca "coger una célula adulta y hacerla embrionaria, joven; reprogramarlas para convertirlas en celulas adultas dopamínicas". A pesar de que hoy estas células no permiten volver a implantarse, se están utilizando para "avanzar en las pruebas con medicamentos". En el caso de la genética, lo que se busca es poder implantar "virus, sin la parte mala, que infecte a las células" con la información previamente administrada para que "hagan lo que queremos", añadió Luquin. Fonte: Noticias de Navarra.es.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Médicos alertam contra soluções milagrosas em tratamentos com células-tronco

As clínicas se anunciam. Basta fazer uma inscrição e pagar. A China é um dos lugares mais procurados para esse tipo de serviço, que existe em todos os continentes.

21/01/2013 - Na semana passada, o Jornal Nacional apresentou uma série de reportagens especiais sobre pesquisas brasileiras com células-tronco. Nesta segunda-feira (21), a repórter Sandra Passarinho traz um alerta dos cientistas.

Como qualquer casal, eles sonham com o futuro do filho. “Qual é o sonho de todo pai e mãe que têm um filho especial? Que ele evolua, pelo mínimo que seja”, diz o comerciante Fernando Channoschi.

Muitas famílias que lutam para melhorar a qualidade de vida de seus filhos vivem de pesquisar  esperanças na internet . E buscam fora do Brasil tratamentos com células-tronco em clínicas que vendem a possibilidade de cura.

As clínicas se anunciam. Basta fazer uma inscrição e pagar. A China é um dos lugares mais procurados para esse tipo de serviço, que existe em todos os continentes.

“Nenhum relato do que é anunciado nesse site aparece em revistas científicas internacionais, o que torna praticamente impossível para a comunidade científica validar a qualidade e a segurança do que é oferecido lá”, alerta Stevens Rehen, do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias.

Nathan, de 11 anos, tem paralisia cerebral. Fernando e a dona de casa Erika Cristina de Souza fizeram campanha pela internet para arrecadar dinheiro, e recolheram R$ 40 mil para que o filho pudesse fazer um transplante de células-tronco em Dusseldorf, na Alemanha, no ano passado. Meses depois, a clínica foi fechada pelo governo alemão. Uma criança morreu lá depois de uma injeção de células-tronco no cérebro.

A mãe se sentiu enganada logo depois que Nathan recebeu a aplicação. “Tinha acabado de colocar, e a pessoa começou a falar: ‘nossa, agora ele está abrindo, está fechando a mão’. Ele falou, ‘salvei imediatamente. Você viu, aplicou, ele sarou na hora’. E acaba iludindo a gente ali”, lembra Erika.
Os pioneiros em pesquisas fazem outro alerta: não há testes com células-tronco em humanos para todas as doenças, e os que existem devem ser de graça.

“Se um experimento clínico está sendo cobrado, ele já tem uma validade relativa. Porque, teoricamente, não era para estar sendo cobrado. O indivíduo pode doar, mas não pagar por um procedimento que ainda não é realidade”, explica o pesquisador Ricardo Ribeiro dos Santos.
As pesquisas feitas no Brasil são reconhecidas pela comunidade científica internacional e acompanham o trabalho feito em outros países. Os principais testes clínicos com células-tronco no país são para doenças autoimunes, como a diabetes, cardiovasculares, lesões da medula espinhal, dos ossos e articulações. E mais: para doenças do sistema nervoso, hepáticas e pulmonares.

Os cientistas se preparam para começar pesquisas para problemas renais e oculares. Ainda não há teste em humanos para Mal de Parkinson, o que já existe nos Estados Unidos. No Brasil, também não há aplicação clínica de células-tronco embrionárias, de embriões descartados em clínicas de fertilização. Os cientistas dizem que esse procedimento ainda não é seguro.

“A gente sabe que célula-tronco está começando. O trem já saiu da estação, mas não é para todas as doenças”, aponta o pesquisador.

De 2004 até hoje, o Ministério da Saúde investiu R$ 110 milhões em pesquisas com células-tronco.
“Acho que se a gente colocar uma meta ambiciosa de chegar em cinco anos a 2% do PIB, já vai ser uma transformação profunda. E chegar no padrão de países desenvolvidos, de 3% do PIB, acho que a gente já faz uma grande diferença”, avalia Carlos Gadelha, secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde.

A família do garoto Nathan acredita que não basta esperar que a ciência resolva seus problemas. Fernando e Erika inventaram aparelhos que estimulam os movimentos e, ao mesmo tempo, divertem o garoto.

“Ele vai estar estimulando o pescoço, ele vai ficar em pé, vai estar estimulando as pernas, caminhar, os braços, se mexer”, lista o pai.

O que restou da experiência de buscar uma cura que ainda não existe?

“A gente não perdeu a esperança nas células-tronco. A gente perdeu a esperança em pessoas que tentam iludir a gente com sonhos que a gente tem”, completa o pai. Fonte: Globo G1.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

10 cosas que (tal vez) no sabes del Parkinson

20/12/2012 - 1.- Ni todo temblor es Parkinson ni todo Parkinson, tiembla.

Existe en el imaginario popular una asociación muy estrecha entre enfermedad de Parkinson y temblor. Y tiene su fundamento porque más del 70% de personas con Parkinson tiemblan en algún momento de la evolución de su dolencia. Pero un 30% nunca sufrirán temblor. Por otra parte, hay muchas personas con temblor que no tienen un Parkinson sino una enfermedad mucho más frecuente llamada temblor esencial, cuyo pronóstico y tratamiento son muy diferentes.

2.- El Parkinson puede afectar a personas jóvenes.

Otra asociación frecuente es que el Parkinson es una enfermedad de personas ancianas. En el 70% de los casos empieza después de los 65 años, pero hay un 10% de casos en los que los primeros síntomas aparecen a edades muy tempranas, inferiores a los 35 años. El caso de Michael J Fox es paradigmático.

3.- El Parkinson puede debutar con síntomas inopinados.

Le sorprenderá saber que, en ocasiones, el Parkinson comienza con síntomas tan inespecíficos como una disminución en la olfacción, una depresión o problemas del sueño (pesadillas, etc). Es importante destacar que una minoría de las personas con estos síntomas van a desarrollar un Parkinson con el paso de los años.

4.- El Parkinson no afecta solo a la movilidad.

El Parkinson es más que una enfermedad del control de la movilidad. Los afectados sufren un montón de síntomas de otra naturaleza- Entre ellos destacan la depresión, la ansiedad, el estreñimiento, los hormigueos, las crisis de sudoración, los problemas sexuales, las dificultades de concentración y memoria, los problemas del habla y un largo etcétera.

5.- Aunque el Parkinson es incurable, existen muchas terapias.

Es cierto que el Parkinson es un proceso neurodegenerativo, crónico e incurable. Sin embargo, hay mucho que hacer. Existen tratamientos farmacológicos eficaces, capces de ofrecer una buena calidad de vida durante años. Cuando fracasan los fármacos, puede recurrirse a intervenciones quirúrgicas, que realizadas por equipos con experiencia a personas bien seleccionadas, ofrecen resultados beneficiosos. Las terapias complementarias (fisioterapia, logopedia, psicoterapia, etc) pueden ser de ayuda en algunos casos.

6.- El efecto de la levodopa no se “gasta”.

La respuesta que una persona con Parkinson experimenta con la levodopa al inicio es espectacular. Tan es así, que se habla de periodo de “luna de miel”. Este efecto es permanente pero como la enfermedad va progresando, cada vez se requieren dosis más elevadas de levodopa. Estas dosis altas pueden provocar efectos adversos que obligan a reducir la dosis, lo que se traduce en un efecto menor que da la falsa impresión de pérdida de eficacia. Este problema se puede corregir combinando la terapia con levodopa con otros fármacos antiParkinsonianos. Esta es la tendencia universal del tratamiento.

7.- Algunas terapias pueden provocar efectos adversos serios.

Hasta hace unos años, la mayoría de efectos adversos afectaban a la esfera motora, en forma de movimientos involuntarios anormales o discinesias, caídas, etc. Hoy en día, preocupan más los efectos adversos emocionales, como el trastorno de control de impulsos que adopta la forma de ludopatía u otras conductas compulsivas (sexo, comida, compras, etc).

8.- Existe algún fármaco que puede hacer que la progresión del Parkinson sea más lenta.

Este es el concepto de neuroprotección, tan perseguido en todas las enfermedades neurodegenerativas. El estudio ADAGIO ha demostrado que la administración de 1 mg de rasagilina al día desde el inicio del tratamiento produce un menor deterioro de la movilidad con el paso del tiempo. Rasagilina(*) y otros fármacos han mostrado previamente efectos protectores en modelos de Parkinson. También existen estrategias que tienen que ver con el estilo de vida y que pueden ser muy beneficiosas para ahuyentar el fantasma del Parkinson. Entre ellas se mencionan la ingesta moderada de café, té verde y curry, la práctica de ejercicio físico moderado diariamente y el mantenimiento de una actividad intelectual y social continuas.
(*) Há controvérsias! Pesquise por rasagilina / Azilect.

9.- Algunos casos de Parkinson son hereditarios

Menos del 10% de los casos de Parkinson se heredan según patrones clásicos. Se han identificado 15 genes relacionados con estas formas hereditarias. El conocimiento del mecanismo de acción de estos genes puede servir para identificar nuevas dianas de tratamiento. En cualquier caso, no se recomienda la realización de estudios genéticos con fines de diagnóstico porque una persona puede ser portadora del gen y nunca desarrollar la enfermedad. Este tipo de estudios deben realizarse siempre en el ámbito de la investigación.

10.- Cuidado con los timos (golpistas). Manténgase alejado

Hay algunos desalmados que quieren aprovecharse del sufrimiento ajeno. Por este motivo, conviene que tenga muy claras las ideas. La medicina alternativa (homeopatía, acupuntura, etc) no ha mostrado ser más eficaz que el placebo en la terapia del Parkinson. La colocación de agujas o similares en la oreja no ha demostrado su utilidad según el método científico. Las terapias con células madre están todavía en fase experimental y, por lo tanto, no hay evidencias científicas que avalen su eficacia, por mucho que se empeñen en algunas clínicas. Cuidado con este tipo de timos. Puede resentirse su salud....y su bolsillo.

Mientras tanto, la investigación científica sigue adelante. En los próximos años dispondremos de nuevos medicamentos, se mejorarán las técnicas quirúrgicas y conoceremos los resultados de los ensayos clínicos con terapia génica y con células fetales. En un futuro algo más lejano, verán la luz las terapias basadas en células madre. Por otra parte, la reprogramación celular abre grandes puertas a la esperanza por ser un instrumento único para analizar la enfermedad y testar nuevos fármacos de forma masiva. Mantengo viva mi confianza en que el Parkinson se cure sin necesidad de apelar a los milagros. Fonte: Taringa.ar, com fotos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Parkinson & Células-Tronco

A terapia de células-tronco está cada vez mais próxima da doença de Parkinson. Prova disso foi a notícia divulgada por equipe científica sueca, traduzida e publicada aqui em 30/11, sob o título “Transplante de células do cérebro para pacientes de Parkinson no início de 2013”.

Hoje há dois testemunhos publicados no YouTube de pacientes submetidos a terapia afim. Trata-se de clínica situada no México (Integra Medical Center), visto que tal procedimento não é aprovado nos EUA (desconheço que seja no México ou em algum outro lugar do planeta), portanto cautela, pois é tratamento que seria ainda considerado experimental, com os inerentes riscos. Eu esperaria o resultado sueco. Mas como onde há fumaça pode haver fogo, aí vão os links do YouTube, áudio em inglês: Housermann (6:14) / Toves (5:57). A isto tudo se chama ESPERANÇA!
Editado com LibreOffice Writer

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Alertan por terapias con células madre

Especialistas advierten sobre tratamientos que prometen curar enfermedades como Parkinson, Alzheimer o diabetes, pero se encuentran en etapa experimental y no están autorizados. En Mendoza aún no se ofrecen, pero sí en otras partes del país.

viernes, 02 de noviembre de 2012 - Ver a un familiar sufrir el deterioro que el Alzheimer produce sin esperanzas de revertirlo hace que, ante la desesperación, sea más fácil asirse a cualquier propuesta que permita encender una luz de esperanza. Lo mismo ocurre con el Parkinson y otras enfermedades neurodegenerativas.

Aprovechándose de esta situación, hay quienes ofrecen tratamientos con células madre con la promesa de -al menos- atenuar o controlar los síntomas. Son muy costosos, por lo que en muchos casos motivan campañas para recaudar fondos porque incluso pueden requerir viajar fuera del país para su concreción.

Sin embargo, estos procedimientos no cuentan con ningún aval científico ya que se encuentran en etapa experimental y no han sido aprobados en ningún lugar del mundo. Inclusive, los especialistas en el tema sostienen que aún quedan muchos años por delante para que se pruebe fehacientemente su efectividad e inocuidad. El problema es que no sólo se puede ser víctima de una estafa, sino también de consecuencias negativas para la salud, muchas de las cuales aún se desconocen. (segue...) Fonte: Los Andes.ar.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vencedor do Nobel faz alerta sobre falsas 'terapias com células-tronco'

Japonês Shinya Yamanaka diz que técnicas são altamente arriscadas.
Ele e britânico levaram prêmio de Medicina por 'reprogramação' celular.

09/10/2012 - O ganhador do Nobel de Medicina de 2012 Shinya Yamanaka, que dividiu o prêmio com o britânico John B. Gurdon, alertou pacientes nesta terça-feira (9) sobre as "terapias com células-tronco" não comprovadas que são oferecidas em clínicas e hospitais de vários países.

Segundo o pesquisador japonês, essas técnicas são altamente arriscadas e exigem precaução das pessoas.

Além disso, a internet está repleta de propagandas que prometam curas com células-tronco para qualquer doença – como diabetes, esclerose múltipla, artrite, problemas de visão, Alzheimer, Parkinson e até lesões na coluna vertebral –, em países como China, México, índia, Turquia e Rússia.

"Esse tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado, usando animais com checagens pré-clínicas de segurança", disse Yamanaka, que é professor na Universidade de Kyoto.

"Os pacientes devem entender que, se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e a segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido, pode ser muito perigoso", disse o pesquisar à Reuters durante entrevista por telefone.

Yamanaka e Gurdon compartilharam o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta de que células adultas podem ser reprogramadas para voltarem a ser células-tronco, as quais, por sua vez, podem se transformar em qualquer tipo de tecido do corpo.

"Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer, unicamente baseada em dados científicos. Temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos", afirmou o cientista.

Yamanaka, que chamou as células-tronco que ele criou de "células-tronco pluripotentes induzidas" (iPS), espera ver os primeiros testes clínicos em humanos em breve.

"Há muitas pesquisas promissoras acontecendo", disse. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Vídeos do YouTube

Alguns vídeos recentemente postados no YouTube:

- Minuto de Parkinson: Um dia na vida de um pesquisador da doença de Parkinson, em inglês. Fundação Michael J Fox (4:37), em inglês, AQUI, publicado em 10/09/2012.

- Trasplante Celulas Madre para Parkinson en Guatemala, (3:35), em espanhol, AQUI, publicado em 15/09/2012.

- Stem Cell Parkinson's Video - Jack I StemGenex™, (2:28), em inglês, AQUI, publicado em 11/09/2012.
Viram quem está chegando de novo?
Aproveite seu tempo!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

En Cuba derrotaron al mal de Parkinson

Investigadores cubanos desarrollaron una técnica de implantes de células nerviosas vivas en lo profundo del cerebro que cura la enfermedad de Parkinson. El Dr. Julián Alvarez Blanco, director del Centro Internacional de Restauración Neurológica (CIREN), explicó que este logro de la medicina cubana se debe al desarrollo de un procedimiento quirúrgico de avanzada llamado cirugía estereotáxica, o cirugía de mínimo acceso, junto con novísimas técnicas de mapeo computarizado del cerebro y registros superficiales y profundos de la actividad eléctrica cerebral. (segue...)

Notícia sem data, extraída da página de Domingos Savio Azevedo Cabral no facebook, publicada hoje. Fonte: Tratamiento Parkinson.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

REJUVENECIMIENTO / Médico de La Vega trata Parkinson y Alzheimer con terapia celular

SALUD PÚBLICA NO TIENE DETALLES DEL TRATAMIENTO, PERO RECONOCE CAPACIDAD DEL GALENO
El doctor Domingo Guerra Pimentel muestra pacientes que han recibido su terapia de regeneración celular.

Santo Domingo, 31 Agosto 2012 - Una nueva técnica dirigida a prevenir y tratar enfermedades, y frenar el envejecimiento de órganos y tejidos utilizando la terapia de regeneración celular, es aplicada por el doctor Domingo Guerra Pimentel, cirujano general del Policlínico La Vega, con una casuística hasta el momento de unos 120 pacientes en los últimos siete años.

Esta terapia no requiere del uso de células madre y está siendo aplicada en pacientes con Alzheimer, mal de Parkinson, impotencia sexual, diabetes, cirrosis hepática, parálisis, y para el rejuvenecimiento, con muy buenos resultados, según aseguró el doctor Guerra Pimentel en una visita realizada a la redacción de LISTÍN DIARIO.

Dijo que ese proceso de tratamiento se deriva de las células madre, pero que como en el país aún no se ha aprobado el uso de ese recurso, él lo aplica utilizando linfocitos CD4 activados, que ayudan a activar las células madre para la regeneración de los tejidos, lo que conlleva a reprogramar la reproducción celular haciendo que las células se vuelvan más parecidas a lo que eran originalmente.

Explicó que los linfocitos se activan con factores de crecimiento con un aparato especial y que es un proceso inverso al envejecimiento.

Se aplica inyectando en los tejidos y vía subcutánea. Esa terapia, expresó, se usa además como prevención para evitar la mayoría de las enfermedades que afectan al ser humano. Citó estudios que indican una reducción de 78 por ciento de enfermedades en pacientes que reciben ese tratamiento, respecto a la población normal.

Dijo que la terapia la aplica en cualquier persona a partir de los 35 años, edad cuando asegura que el organismo empieza a degenerar. A partir de esa edad se pierden 100 mil neuronas diarias, que si el cuerpo no las repone el cerebro entra en colapso, precisó.

Afirmó que ha tratado tres pacientes que padecen de Alzheimer y que el cambio en su recuperación se logra de inmediato; cuatro pacientes con Parkinson; varios con impotencia sexual que han sido curados; ha tratado pacientes con enfermedad del hígado como la cirrosis hepática, y un paciente con parálisis de las extremidades inferiores, que ya camina.

También pacientes diabéticos con resultados excelentes, sobre todo en pie diabético y en pacientes con anemia. Dice que puede ser usada como terapia paralela a cualquier otro tratamiento médico.

“Hemos tenido pacientes que no recuerdan ni siquiera cómo se llaman, y al mes salen de una silla de ruedas. Antes usaban pañales desechables y terminan evacuando y orinando normal, y comunicándose casi normal con las personas”, señala.

Asegura que también es la mejor técnica para el embellecimiento ya que devuelve el colágeno a la piel. Dice que recibe pacientes de Santo Domingo, Santiago, La Vega y de todo el país, referidos incluso por los mismos médicos.

Asegura que rejuvenece la musculatura y la masa ósea en 60%; los órganos aumentan su función y tamaño; el hígado y el bazo crecen en un 40% y su capacidad aumenta en un 60%, entre otros. Asegura que esa terapia prepara al ser humano para vivir 130 años con una buena calidad de vida.

Dice que es el único que usa esa terapia, utilizando linfocitos en el país. El costo por sesiones es de 1,000 dólares. Cuando se utiliza plasma con CD4 cuesta 11,000 pesos dominicanos. Cada paciente requiere de seis a 12 sesiones.

Reveló que la experiencia al respecto la ha obtenido estudiando vía Internet durante los últimos siete años, y actualizándose con todos los estudios que se han realizado en el mundo al respecto, ya que esa terapia empezó a aplicarse en Inglaterra, en 1990, y en Estados Unidos se está aplicando desde 1996.

REACCIONES DE SALUD Y CONABIOS
Consultado al respecto, el viceministro de Salud Colectiva, José Rodríguez Aybar, dijo que no tenía detalles sobre ese tipo de tratamiento que ofrece el doctor Guerra Pimentel, pero dijo que conoce la calidad del especialista, quien se destaca por ser una persona muy estudiosa y dedicada a la medicina.

En tanto, el director ejecutivo del Consejo Nacional de Bioética y Salud (Conabios), Miguel Montalvo, dijo que ese organismo tiene la misión de regular y autorizar las investigaciones que involucran seres humanos, pero que dentro de sus atribuciones no está la de intervenir en tratamiento médico, porque eso es una responsabilidad del Ministerio de Salud Pública. Fonte: Listin Diario.do.

domingo, 5 de agosto de 2012

Células-tronco: ciência ou golpe? (Células madre: ¿ciencia o estafa?)

Por José Denis Cruz
Managua, 05 de agosto, 2012 - Bajo el anzuelo de la medicina regenerativa Nicaragua se ha abierto al “turismo celular”. Una clínica se instaló en San Juan del Sur, Rivas, ofreciendo a enfermos desesperados del mundo la cura de males como el cáncer, sida, Parkinson o Alzheimer, a través de las polémicas células madre

El hombre que atiende el teléfono habla con tanta seguridad que puede convencer a cualquiera. Ese hombre, que se identifica como Julius Hellenthal, vende a su clínica con un rosario de bondades. Asegura que puede curar enfermedades terminales que tanto han azotado a la humanidad, como el cáncer, la diabetes, el mal de Parkinson, el Alzheimer, el sida y muchas más. Él se asentó en Nicaragua desde hace 12 años.

Se vino jubilado de Alemania y la idea de hacer dinero en este país viajó con él. En 2007 abrió un establecimiento de células madre al que llamó Curismo, una fusión de cura y turismo. Así entonces San Juan del Sur se sumó a las ciudades que ofrecen el “turismo celular”. Los pacientes son mayoritariamente extranjeros. En Nicaragua poco o nada se sabe de eso. Es un tema que solo se escucha en los países más avanzados. (...)

RETO: QUE MUESTRE ENSAYOS CLÍNICOS
El doctor Cabrera, uno de sus críticos más vehemente, lo reta a que exponga las investigaciones y ensayos clínicos que dice tener, en el Congreso Nacional de Médicos, que se realiza todos los años.

“Si una persona quiere saber si una terapia sirve para curar alguna enfermedad debe seguir un método científico, llamados ensayos clínicos”, explica, por su parte, Alejandro Leal, investigador de la Universidad de Costa Rica.

“Después de hacer prácticas en animales y se logra demostrar que la terapia es segura, pasa a una segunda fase que es para demostrar que la terapia es efectiva, es decir que se toma un número de pacientes, a una parte se le aplica la terapia y a otros no, ya después se hace un estudio estadístico para observar si los pacientes tuvieron una recuperación significativa”, aclara el costarricense.

“Nada de lo que está en esa página web me demuestra que se hicieron los ensayos clínicos pertinentes”, advierte también el médico. (...)

El precio de las “falsas expectativas”
Un nicaragüense de a pie difícilmente podría pagar uno de esos supuestos transplantes de células madre que practican en la clínica Curismo. No tendría cómo pagar los 8,000 dólares que cuesta “la terapia con estándar mundial”, tal como dice la ficha de admisión de la empresa. El padre Miguel de Escoto es uno de los clientes de la clínica, según confirmó la asistente del funcionario sandinista.

Este tipo de “turismo médico” ha atraído a enfermos desesperados de Europa y Asia. Según el documento, en otros países del mundo la terapia cuesta 30,000 dólares, sin embargo “nosotros, todavía, la ofrecemos en 8,000 y 20,000 dólares”.

En la clínica las citas no funcionan de un día para otro. No. La persona interesada tiene que anunciarse cuatro semanas antes y deberá depositar la mitad del dinero en bancos de Estados Unidos o Nicaragua. Las cuentas están a nombre de Julius Hellenthal.

La hoja explica que la terapia consiste en la aplicación de “células embrionarias humanas en combinación con una vacuna autoinmune. Además el paciente necesita de dos a tres horas de explicación para el incremento necesario de su sistema inmunitario por cambio de dieta, la manera de vida, la manera de pensar, el suministro de vitaminas, elementos separados, la manera de movimiento, un agua especial y la terapia de caminar”. (segue...) Fonte: La Prensa.ni.
O mapa deles está errado. No Brasil não existem tais clínicas. Ainda.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Coreia do Sul: "Rua da medicina" atrai ocidentais

Vídeo (5:00) com áudio em português lusitano, AQUI, publicado em 09/07/2012 por euronewspt.

Nesta edição de Focus, a jornalista Monica Pinna leva-o até à "rua da medicina", em Busan. Trata-se da maior concentração de hospitais, clínicas e consultórios da Coreia do Sul. Este é um forte exemplo de um dos maiores e novos investimentos do país: o turismo médico, que conjuga a medicina oriental tradicional e práticas ocidentais. (...)

"Todos os dias 300 mil células cerebrais morrem. É por isso que sofremos de Alzheimer, Parkinson ou paralisia. Ainda não há um tratamento totalmente eficaz contra isso e é disso que estamos à procura", afirma Kim. (segue...) Fonte: YouTube.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pese a la prohibición, el negocio de las células madre florece en China

BIOCIENCIA | Terapias sin garantías

viernes 25/05/2012 - "Usamos células madre para ayudar en el tratamiento del autismo", señala Li del hospital Zhongshan, en la ciudad china de Wuhan, en el centro del país. "Se toman del cordón umbilical de los recién nacidos, se inyectan en los pacientes y, de forma natural, las células llegan a su destino".
Todo es muy sencillo. "No hay rechazo ni reacciones bioquímicas en el cuerpo. Tampoco daños o efectos secundarios o mutaciones genéticas. Nada de eso", insiste la doctora por teléfono. Y sigue con la historia de un niño al que hoy le va mucho mejor y cuenta que la terapia sólo cuesta alrededor de 20.000 yuanes (2.470 euros).
Muchos hospitales en China promueven el tratamiento con estas células 'milagrosas', también para enfermedades como el Parkinson, Alzheimer, parálisis y cáncer, según pudo averiguar la agencia Dpa.

Una terapia sin garantías y con riesgos

Pero el asunto tiene un inconveniente: Los tratamientos no sólo están prohibidos en China, si no que tampoco hay estudios científicos que prueben si son efectivos o no. Por el contrario, los médicos advierten de los daños a la salud causados por la charlatanería médica.
"Es absurdo decir que el tratamiento con células madre es seguro para el ser humano", dijo el doctor Chen Lei, del Centro Nacional de Células en Pekín. Es "medicina a ciegas", nada está comprobado, señala el médico, quien relata de complicaciones, enfermedades o formación de tumores.
"Las reacciones en el sistema inmunológico y la efectividad es incierta". Pero para el médico, está claro lo que genera el negocio: "Es una gran tentación para los pacientes desesperados y sus familias". Miles de pacientes, también extranjeros, creen en este tratamiento experimental en China y pagan mucho dinero.
La doctora Li, del hospital de Zhongshan, se muestra muy segura. Sabe que muchos enfermos se aferran a la última esperanza. "Tenemos muchos pacientes con parálisis cerebral".
El tratamiento de una parálisis así cuesta entre 30.000 y 40.000 yuanes (3.700 a 4.900 euros). Cuando se le pregunta si tiene una licencia para realizar este tratamiento, Li señala: "Trabajamos con células madre desde hace dos años. No lo podríamos hacer si estuviese prohibido, ¿verdad?".

Las prácticas continúan

Ése es precisamente el problema. Hasta ahora, este tipo de terapias no están autorizadas. El Ministerio de Salud en Pekín prohibió expresamente todos los tratamientos y ensayos clínicos. Sin embargo, muchas clínicas continúan con esta práctica.
El problema con el Ministerio es conocido. Las terapias actuales con células madre "no están permitidas", dijo a Dpa Yin Shike, del Ministerio. Pero parece estar fuera de control. "¿Y por qué creen que hemos adoptado estas reglas?", dijo.
La promoción, las historias milagrosas de éxito y la existencia de centros de tratamiento con células madre en hospitales grandes y prestigiosos le confieren a todo un "aura de aceptación establecida", advierte la revista científica británica 'Nature'.

También los hospitales militares

Estas clínicas también se jactan de tener buenas relaciones con políticos de alto rango e importantes científicos para subrayar su reputación. Y en el negocio de la esperanza, también los hospitales militares, que dependen del Ministerio de Salud, buscan clientes ricos.
"Hasta ahora, sólo los hospitales militares pueden tratar con células madre", dijo un médico del Hospital General del Comando Militar de Jinan en la provincia de Shandong.
En su hospital se pueden incluso tratar algunos tipos de cáncer. El costo es de 20.800 yuanes (2.570 euros). "Los costos totales dependen de cada paciente", agrega. A los pacientes con Parkinson se les puede ayudar. "No hay reacciones adversas ni daños colaterales", añade el médico. Un tratamiento de Parkinson en el hospital militar cuesta 50.000 yuan (6.180 euros).
"Por lo general, los pacientes necesitan dos o tres meses para recuperarse, pero luego quedan en un muy buen estado", dice en tanto la médica, que al teléfono sólo se hace llamar Li y que tampoco revela el nombre de sus colegas. "Mejor dé una vuelta por aquí", agrega. Fonte: El Mundo.es.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Parkinson Juvenil - terapia com células-tronco

Publicado em 01/05/2012 - Este vídeo é o depoimento de um paciente do Uruguai que foi para Progencell (Tijuana - mx), para receber tratamento para Parkinson Juvenil. Fala sobre sua experiência, o procedimento, o resultado e algumas sugestões. Idioma espanhol com legendas em inglês, 7:57 min de duração. Fonte: YouTube.
Instruções para este post: Faça como a boa PcP, seja cauteloso.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

As células-tronco e a ilusão chinesa

Uma investigação revela que nem o governo consegue acabar com esse engodo. Como os brasileiros podem se proteger
20/04/2012 | É possível enxergar a realidade de várias formas, mas uma doença grave na família quase sempre canaliza os olhares para um foco único: o da esperança. A confiança em uma coisa boa é apenas uma das definições de esperança, segundo o Dicionário Houaiss. Há uma outra. Ela quase sempre escapa pela janela quando a moléstia avança pela porta: esperança é algo que não passa de uma ilusão.

Nos últimos anos, famílias de brasileiros que enfrentam graves doenças foram atraídos pelas promessas de cura feitas por empresas instaladas na China. As células-tronco chinesas viraram a panaceia do novo milênio. Em apenas um site da internet, é possível receber a oferta de soluções para problemas que nem as melhores cabeças do mundo, somadas, foram capazes de encontrar.

Autismo, ataxia, esclerose lateral amiotrófica (a doença do famoso físico britânico Stephen Hawking), paralisia cerebral, derrame, lesão medular, distrofia muscular, epilepsia, Parkinson, doença de Huntington. A lista é ainda maior.

Por milhares de dólares, as empresas oferecem injeções de células-tronco que ninguém sabe de onde vêm. Os cientistas mais respeitados do mundo nessa área não sabem se os chineses usam células-tronco embrionárias (aquelas que tem o potencial de gerar qualquer tecido do organismo) ou células de tecidos específicos extraídas de fetos abortados. Ninguém sabe o que os chineses fazem porque eles simplesmente não publicam seus “achados” em revistas científicas.

O que se sabe é que eles cobram caro para submeter os pacientes a experiências que, além de não curar, podem piorar a condição dos doentes. As empresas atraem novos clientes por meio de sites que exibem depoimentos de pessoas que receberam as injeções e dizem ter observado melhorias.

Pode ser efeito placebo. Pode ser um ganho momentâneo provocado por remédios ou fisioterapia. Pode ser qualquer coisa. Inclusive, não ser verdade. É impossível afirmar que essas injeções sejam seguras e eficazes sem acompanhar os pacientes por um longo período, com método científico, e publicar os achados (satisfatórios e insatisfatórios) em revistas científicas. É assim que a ciência caminha. Enquanto isso não é feito, o que os chineses estão fazendo tem nome: charlatanismo. (segue...) Fonte: Revista Época.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A verdade sobre o mercado chinês de células-tronco

por Alysson Muotri
qua, 18/04/12 - Não é novidade que a China oferece diversos tratamentos para doenças incuráveis usando o transplante dos mais diversos tipos de células-tronco. Todo mundo já deve ter ouvido falar de alguém que pensou em utilizar algum tipo de medicina regenerativa na China. O argumento mais comum para justificar o procedimento é que, sendo aquele país regido de forma diferente, a abertura para tratamentos experimentais é maior. E dados duvidosos é o que não faltam nos sites dessas empresas para suportar a eficácia desses tratamentos. Pois bem, parece que, depois de muita pressão internacional, a história começa mudar mas ainda pode levar um tempinho para acabar de vez com esse tipo de comércio.

Tratamentos experimentais, como o próprio nome diz, ainda não foram validados cientificamente. Em geral, procura-se recompensar o paciente de alguma forma pela participação. Porém, diversas empresas perceberam o desespero de familiares com doenças graves e decidiram cobrar por tratamentos experimentais, invertendo a ética por trás dos ensaios clínicos. Essa situação acontece com uma frequência exacerbada na China, provavelmente pela falta de regulamentação governamental.

Pois bem, há três meses atrás o ministro da saúde chinês anunciou que iria banir protocolos experimentais usando células-tronco sem comprovação científica. Infelizmente, ainda diversas clínicas operam livremente, basta entrar nos sites de anúncios para tratamentos de Parkinson ou Autismo para se deparar com um negócio milionário. As propagandas mostram casos de sucesso e associam o nome delas a grandes redes de hospitais federais ou mesmo estabelecimentos de renome internacional, dando a impressão de que o negócio tem apoio dessas instituições. (segue...) Fonte: Globo G1. Assunto neste blog (clique em Etiquetas: clínicas) desde set/2008.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Baratillo de células madre / EC

No hay clínicas avaladas
En el país, se ofertan tratamientos experimentales con células madre que no tienen aval del Ontot y no deberían tener costo

06/Febrero/2012 | Parkinson, Alzheimer, esclerosis múltiple y parálisis cerebral son algunas de las enfermedades crónicas y degenerativas que no tienen cura todavía. Aun así, para esas y otras patologías, se ofrecen en nuestro país milagrosos tratamientos con células madre, células que tiene la capacidad de dividirse y formar otros tejidos, pero cuya efectividad se encuentra en etapa experimental. Esto, pese a que Organismo Nacional de Trasplante de Órganos y Tejidos (Ontot) no ha acreditado a ningún médico o institución médica para que realice dicha actividad.

Clínicas como la del estadounidense Dan Eckand, que al parecer opera en Loja, ofrece a extranjeros en su sitio web StemTechLabs.com tratamientos que van desde los $5 000 y se entregan a domicilio. La denuncia la hizo el programa periodístico 60 minutes, que transmite la cadena estadounidense CBS. Entonces, revelaron que Eckand perdió su licencia médica en 2005.

Un laboratorio del cubano-americano José Segurolo, que tendría relación con Eckand, fue clausurado en Loja el 26 de enero.

Otro sitio web que ofrecía tratamientos con células madres era Ecuadorcélulasmadres.com, una supuesta clínica de tratamiento e investigación dirigida por el médico argentino Luis Geffer. Pese a que había la foto de un edificio en la página principal del portal, no registraba ninguna dirección. Las consultas se hacían a domicilio. Este Diario llamó a los números telefónicos anotados y se contactó con Geffer, quien aceptó una entrevista para la última semana de enero, la misma que fue cancelada por "por un viaje a Lima". En esos días, el sitio web fue cerrado.

Geffner tenía como institución colaboradora al Hospital Luis Vernaza, pero la Dra. Candela Cevallos, coordinadora del Área de Trasplantes, aseguró que Geffner ya no tiene ninguna relación actual el hospital. Dijo que sí trabajó allí y participó en un protocolo de investigación clínica con células madre años atrás. "A mí, me da un poco de bronca que realmente se esté engañando a la gente, ofreciendo tratamientos como que nos van a curar de cualquier cosa", comentó Cevallos, quien también es argentina. "Todos los procesos en los que el ser humano se somete a una investigación deben ser gratuitos, porque el paciente no puede pagar porque investiguen con él... entonces, si la gente cobra por un procedimiento en investigación, eso no es legal", añadió.

La implantación de células madre de otras personas podría ocasionar rechazo, según la hematóloga Inés Cevallos, "y el rechazo implica una reacción que puede matar al paciente", añadió. (DAD) (segue...) Fonte: Hoy.ec.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Células madre: sólo existen 2 tratamientos aprobados

El Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva, a través de la Comisión Asesora en Terapias Celulares y Medicina Regenerativa, dio a conocer los aspectos más relevantes en el campo de las investigaciones con células madre.

25/01/2012 - En los últimos tiempos se ha incrementado la oferta de tratamientos de autotrasplante de células madre para tratar enfermedades como: las parálisis por lesiones cerebrales o de la médula espinal, las neurodegenerativas como la enfermedad de Parkinson o trastornos metabólicos como la diabetes.

En algunos casos se trata de procedimientos experimentales que deben demostrar su eficacia y seguridad en seres humanos, por lo que deben contar con un protocolo aprobado y sin costo para el paciente, quien debe ser informado del carácter experimental del tratamiento. A su vez, algunas instituciones que los ofrecen se presentan ante potenciales pacientes y a sus familiares con promesas irrealizables de curación y mejora de las enfermedades, a pesar de que la evidencia señala que muchas de las prácticas ofrecidas no poseen efectos terapéuticos comprobados ni siquiera en modelos animales. Fonte: Radio Cataratas.ar.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

China suspende tratamentos não aprovados com células-tronco

Hospitais e clínicas têm oferecido terapias com pouca ou nenhuma evidência científica para o tratamento de doenças como câncer e Alzheimer

10 de janeiro de 2012 | A China ordenou a suspensão de todos os tratamentos e pesquisas não aprovados com células-tronco. O Ministério da Saúde não aceitará novas solicitações de programas usando células-tronco, medida que deve durar pelo menos até julho. A decisão chega quando a China começa um programa de um ano para regular o setor.

Um número crescente de hospitais e clínicas em grandes cidades têm oferecido terapias para o tratamento de doenças como câncer e Alzheimer - tratamentos com pouca ou nenhuma evidência científica, considerados experimentais.


Alguns deles envolvem grandes hospitais onde os pacientes pagam milhares de dólares por terapias que são propagandeadas online, que atraem tanto chineses quanto estrangeiros.


De acordo com pacientes, médicos e parentes, há pouca ou nenhuma melhora, e muitos morreram.


O porta-voz do ministro disse que os médicos e hospitais não poderão cobrar por terapias experimentais.


Cientistas e especialistas em ética médica aprovaram a medida, mas questionaram se as autoridades conseguirão fazer cumprir as novas ordens.


A proliferação de terapias com células-tronco não aprovadas não está restrita à China. Especialistas têm alertado sobre procura de tratamentos em países como México, Índia, Turquia e Rússia, com terapias que não foram submetidas a testes clínicos e não são reconhecidas como tratamento padrão.

Na semana passada, o FDA emitiu um alerta sobre reivindicações sobre células tronco. "é uma notícia positiva porque não há muita regulamentação, o que prejudica a reputação desse tipo de pesquisa", diz David Siu, cardiologista e especialista em células-tronco da Universidade de Hong Kong. Fonte: O Estado de S.Paulo.