11 de Junho de 2015 - Vernissage da mostra "Vibrações", com trabalhos de Alcides Maiorino Filho, ocorre neste sábado (13), às 19h
O espaço das artes do Ciesp-Campinas recebe neste mês de junho a exposição "Vibrações", do artista Alcides Maiorino Filho. A vernissage ocorre neste sábado (13), das 19h às 20h30, e a mostra poderá ser visitada até o final do mês.
"Vibrações" traz 14 telas e três esculturas. O artista retomou sua vocação para as artes após o surgimento precoce da Doença de Parkinson, aos 45 anos.
Aos dez anos de idade, Alcides Maiorino Filho revelou a sua aptidão para as artes, ao tocar piano e violão. Formado em Economia, atuou durante vários anos como executivo de finanças de uma empresa multinacional, até receber o diagnóstico da doença. Em seguida, descobriu seu talento para a pintura e escultura.
Autodidata por excelência, passou a desenvolver técnicas em nanquim, acrílico, guache, grafite, crayon, pastel, óleo e outras especiais de sua própria autoria. Nas suas telas, com traços e cores, às vezes fortes, em outras sutis e suaves, Alcides expressa os estilos impressionista, expressionista e contemporâneo.
As três esculturas que estarão no Espaço das Artes, "O Pensador", "Forma de Mulher" e "Ilha de Páscoa", são confeccionadas em concreto celular, que é um material semelhante a pedra-pome, industrializado e utilizado pela construção civil.
Com mais de mil obras realizadas, inclusive algumas com colecionadores no exterior, ele mostra, através da arte, a sua superação e paixão pela vida.
"Para nós que temos a Doença de Parkinson, a exposição de Alcides no Espaço do Ciesp-Campinas é motivo de muita alegria, porque nos possibilita mostrar para a comunidade, mesmo com a doença, o que somos capazes de realizar", afirma Omar Abel Rodrigues, presidente da Associação Campinas Parkinson (ACP).
Serviço:
Exposição "Vibrações" - de Alcides Maiorino Filho
Local: Espaço das Artes do Ciesp-Campinas. Rua Padre Camargo Lacerda, 37, bairro Bonfim - Campinas. (19) 3743-2200
Data: vernissage - 13/06 / visitação - até 30/06
Horários: vernissage - das 19h às 20h30 / visitação - das 8h30 às 17h30, de segunda a sexta
Entrada: gratuita
Fonte: Campinas.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
Mostrando postagens com marcador pinturas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pinturas. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 12 de junho de 2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
Idoso 'dribla' o mal de Parkinson e retarda a doença pintando quadros
Quantidade de tremores diminui após ele começar a pintar quadros.
Luiz Azevedo, de 77 anos, descobriu a habilidade em Itanhaém, SP.
![]() |
| Luiz faz quadros no tratamento do mal de Parkinson (Foto: Mariana Rodrigues/Prefeitura de Itanhaém) |
O aposentado Luiz Carlos Azevedo, de 77 anos, descobriu que tinha Mal de Parkinson há seis anos. “Eu descobri porque estava em uma festa e percebi que tremia. Um amigo falou que eu tinha que ir ao médico”, conta. O aposentado seguiu o conselho e confirmou que tinha o Mal de Parkinson, uma doença degenerativa que afeta o sistema neurológico, a coordenação motora e provoca tremores.
Luiz começou a fazer terapia no Centro Municipal de Reabilitação (CMR) há um ano. O aposentado tinha dificuldades para escrever e não conseguia assinar o próprio nome. A terapeuta ocupacional Fernanda Luppino iniciou atividades de escrita e logo descobriu que o idoso tinha aptidão para a pintura de quadros.
Fernanda começou ensinando movimentos amplos e com pincéis mais grossos e, depois, passou para os traços mais finos e detalhados, até finalizar com a assinatura de Luiz. “Eu aprendi com a Fernanda me ensinando. Já fiz sete quadros”, afirma ele. As pinturas do idoso são sempre ligadas à natureza, flores e barcos na praia e o mar.
A pintura auxiliou Luiz no tratamento de Mal de Parkinson e os resultados começaram a aparecer aos poucos. Após mais de um ano de acompanhamento e pintura, ele nota as melhoras. “O tremor diminuiu bastante. Peguei gosto pela pintura. Eu acho que agora estou pintando bem, estou pintando melhor. Me agrada muito fazer isso“, diz ele.
Já a terapeuta explica que o Mal de Parkinson é uma doença progressiva e, por isso, o tratamento consegue retardar cada vez mais os sintomas e a piora do paciente. “Com as atividades, a doença progride mais devagar. Algumas habilidades motoras melhoraram”, afirma.
A questão emocional foi desenvolvida nas aulas de pintura. “É um processo difícil ver a perda de habilidades e da autonomia. Foi um processo importante expor o trabalho dele. Trouxe de volta uma autoestima, um processo de autonomia que vinha se perdendo com o curso da doença. Foi uma superação ele aprender a atividade com idade avançada e a doença", diz.
Os quadros de Luiz estão em uma exposição no Espaço do Gabinete de Leitura, na Praça Carlos Botelho, 149, no Centro Histórico de Itanhaém, sempre das 9h às 17h, até o dia 20 março. Fonte: Globo G1.
sábado, 8 de janeiro de 2011
40 pintores contra el parkinson
![]() |
| Jesús Mazariegos. Sin título. 2010. 46 x 55 cms. Acrílico sobre lienzo. |
En el ajetreo del subir y ajar por la calle real no olvidemos, una vez más, el reclamo que nos invita en a Casa de los Picos a regalarnos obras de arte para todos los gustos y para todos los bolsillos con una finalidad altruista renovada. Aún estamos a tiempo de orientar con valor nuestra decisión de compra de algún objeto que además de estética aporte ética y mayor responsabilidad social.
40 pintores contra el parkinson han donado sus obras. (segue...) Fonte: El Adelantado.es.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
JOSE LUIS PARODI
CORTAR E COLAR
Assim se chamou a exposição de pinturas que o artista uruguaio J. L. Parodi fez outubro passado em Buenos Aires.
“Quando a imaginação se torna estéril, vítima da saturação de imagens às quais estamos expostos, bom mesmo é cortar e colar. Assim como fazíamos no jardim de infância, lá longe e há tanto tempo…”
CORTAR E COLAR
Assim se chamou a exposição de pinturas que o artista uruguaio J. L. Parodi fez outubro passado em Buenos Aires.
“Quando a imaginação se torna estéril, vítima da saturação de imagens às quais estamos expostos, bom mesmo é cortar e colar. Assim como fazíamos no jardim de infância, lá longe e há tanto tempo…”
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)