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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Projeto de Biomarcador para Parkinson encontra redução na proteína Tau (Taupatia)

June 20, 2014 – ESTOCOLMO, Suécia – Dados de base da Iniciativa marcadores de progressão do Parkinson (PPMI) (N. do T.: sigla do inglês Parkinson's Progression Markers Initiative) têm mostrado alguns resultados interessantes que caracterizam mudanças biológicas que ocorrem na doença de Parkinson.

Estas incluem características iniciais não motoras, redução de dopamina na ligação transportadora, e as reduções no fluido espinhal cerebral (CSF) (N. do T.: sigla do inglês cerebral spinal fluid) dos níveis de sinucleína e tau.

O PPMI foi criado para identificar biomarcadores clínicos, de imagem e bioespécie de progressão da doença de Parkinson. Ele inclui pacientes com doença de Parkinson, voluntários saudáveis pareados, e indivíduos em risco de desenvolver mal de Parkinson.

Os dados mais recentes do PPMI foram apresentados no 18 º Congresso Internacional de Doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento pela Parkinson and Movement Disorder Society (MDS), palestrante Ken Marek, médico, de Instituto de doenças neurodegenerativas, New Haven, Connecticut.

"Parkinson é uma doença heterogênea que provavelmente tem diferentes etiologias," Dr. Marek comentou à Medscape Medical News. "Nós não podemos separá-los neste momento pelo sistema de pontuação com a UPDRS [Escala Unificada para Doença de Parkinson] por isso precisamos adicionar medidas diferentes. Esta iniciativa está a tentar identificar quais serão as novas medidas.

“Esta é a maior investigação sobre os mecanismos envolvidos na doença de Parkinson já realizado, e é inovador na forma que está sendo feito”, acrescentou. “Nós estamos esperando para desenvolver um conjunto de biomarcadores que será de valor para controlar a doença, e identificar subgrupos de pacientes que podem responder a terapias específicas”.

Redução no CSF da proteína Tau
No que se refere às observações de linha de base até agora reportados, Dr. Marek notou que a redução da tau visto no CSF ​​de pacientes com doença de Parkinson é “bastante surpreendente e não totalmente esperada.”

Ele explicou que pensa-se ser a presença da tau um sinal de neurodegeneração elevada na doença de Alzheimer. “Como Parkinson também é uma doença neurodegenerativa, seria de se esperar que a tau na maioria das pessoas seria elevada nesta condição também.”

Ele observou que dois outros estudos menores também têm sugerido que a tau pode ser reduzida em Parkinson.

"Mas nossos dados são o maior exemplo", disse ele. "Parece ser um dado real. Nós não podemos explicá-lo no momento. Ele está levando a muita discussão e pesquisas adicionais são necessárias para entender o que estamos vendo."

Table. PPMI: linha de base Níveis de Biomarcadores liquóricas Biomarkers

Biomarcadores pacientes com doença de Parkinson voluntários saudáveis
(Ver na fonte)

Dr. Marek informou que o PPMI está vislumbrando para quatro categorias de medidas:

Medidas clínicas: UPDRS e outros, incluindo a cognição, depressão, sono e distúrbios autonômicos

Imagem: tomografia computadorizada fotoacústica, tomografia computadorizada por emissão de fóton único, ressonância magnética

Bioespecies: CSF, sangue, plasma

Medidas genéticas: como a herança genética influencia outros biomarcadores e na progressão da doença

Todas estas medidas serão monitoradas e os participantes seguidos, fornecendo a estrutura para realizar acompanhamento longitudinal e a oportunidade de avaliar quais biomarcadores mudam ao longo do tempo.

O PPMI já recrutou 400 pacientes com a doença de Parkinson e 200 de controles saudáveis, pareados por sexo e idade. Também estão incluídos os 70 indivíduos que têm os sintomas de Parkinson, mas que têm resultados normais em imagens do transportador de dopamina – estes pacientes são conhecidos como tendo SWEDD (N. do T.: (scans without evidence of dopaminergic deficit) - e 100 indivíduos considerados em risco de desenvolver a doença de Parkinson na base do teste olfativo ou na medida do transtorno no comportamento do sono REM (RBD).

Encontrar metas de tratamento
O Dr. Marek notou que eles estavam dispostos a incluir indivíduos que se entende estarem em risco de desenvolver mal de Parkinson. "Nós vamos segui-los para ver quais pacientes desenvolvem a doença e que biomarcadores mudam. Desta forma nós esperamos encontrar alvos de tratamento para que possamos iniciá-lo antes de desenvolvidos os sintomas."

Ele observou que os pacientes SWEDD têm um perfil clínico diferente, e a esmagadora maioria não tem mal de Parkinson. "Mas nos estágios iniciais são muitas vezes entendidos como tendo Parkinson. Estamos à procura de biomarcadores neste grupo também. Especialistas de Parkinson fazem diagnóstico errado em cerca de 15% do tempo em pacientes que chegam com sintomas que poderiam ser mal de Parkinson. Nós não temos um teste que vai nos dizer, com certeza, de uma forma ou de outra, no momento. "

O PPMI também inclui um estudo genético com 600 indivíduos com LRRK2 e mutações da sinucleína.

Todos os dados do estudo são integrados ao banco de dados do estudo PPMI e estão disponíveis em www.ppmi-info.org. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedScape.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pesquisadores tomam pé em direção à previsão de Parkinson

Um estudo publicado hoje dá os primeiros passos importantes em direção à previsao quem vai ter a doença de Parkinson e que qual o curso que a progressão da doença terá.

August 26, 2013 - Um estudo publicado hoje dá os primeiros passos importantes em direção a prever quem vai ter a doença de Parkinson e qual curso que a progressão terá.

Até agora, não há nenhuma maneira de dizer da vulnerabilidade ou o destino de alguém, até depois de ter vivido com a doença, que podem incluir tremores, marcha instável, depressão e problemas digestivos.

"Se não podemos medir a progressão da doença, não podemos medir como bloqueá-lo também", disse Ole Isacson, professor de neurologia da Harvard Medical School, que não esteve envolvido no estudo.

O novo estudo, publicado na revista JAMA Neurologia, examinou o fluido espinhal de 63 pessoas recém-diagnosticadas com Parkinson e 39 pessoas saudáveis ​​sem a doença. Constatou-se diferenças sutis entre os níveis de certas proteínas que se sabe estarem envolvidas na doença.

O estudo também revelou um padrão diferente de proteínas em pessoas com a forma mais fisicamente debilitante da doença, sugerindo que, pela primeira vez que pode haver tipos diferentes de evolução da doença com diferentes tratamentos potenciais.

"Se realmente existe biologia diferente, que prevê sintomas diferentes, você pode realmente começar a ser capaz de segmentar a população por meio de tratamento, o que não temos sido capazes de fazer em Parkinson, além de usar a tentativa e erro", disse Todd Sherer, chefe-executivo oficial da The Michael J. Fox Foundation, um financiador líder de pesquisa de Parkinson, que apoiou o estudo.

O estudo é a primeira descoberta significativa da iniciativa de marcadores da progressão do Parkinson, um grande ensaio de vários anos de monitoramento da biologia ao longo do tempo de doentes de Parkinson. O estudo acabará por examinar 400 pacientes e 200 pessoas saudáveis ​​como grupo controle.

"Ao seguir pessoas sistematicamente você espera ganhar o maior conhecimento sobre os muitos cantos e recantos do que é o processo de doença complexa", disse Leslie Shaw, líder do estudo e professor da Universidade da Pensilvânia.

"A esperança que toda a gente tem é que sejamos capazes de intervir mais cedo", disse Shaw, que seria "melhor para ajudar as pessoas a terem um estilo de vida melhor."

Cerca de 1 milhão de americanos e cerca de 5 milhões de outras pessoas ao redor do mundo estão vivendo com mal de Parkinson, são as estimativas da Fox Foundation.

Tal como acontece com muitas doenças relacionadas com a idade, com o tempo o Parkinson torna-se evidente, é uma doença do cérebro que fica no corpo por anos, se não décadas, disse Sherer, um neurocientista.

O estudo mediu quatro proteínas no fluido espinal, que acredita-se aderem-se aos cérebros dos doentes de Parkinson: alfa-sinucleína e dois tipos de tau, que podem obstruir o interior dos neurônios, e beta-amilóide, que se acumula na parte externa de células.

"É a gestão das proteínas que dá errado" em Parkinson, Isacson disse. Aqueles com os mais baixos níveis de beta-amilóide e tau foram mais propensos a ter uma forma particularmente desafiadora da doença - pela primeira vez diferentes cursos da doença foram identificados na biologia dos pacientes.

Através de uma melhor compreensão do Parkinson, Isacson disse, também podemos obter insights sobre o envelhecimento normal. Parkinson, segundo ele, é uma doença de envelhecimento do cérebro. "Eventualmente, ele afeta a todos."

Mais adiante, as fases do estudo analisarão mais centenas de pacientes para se certificar desses resultados obtidos, vai olhar para as pessoas com fatores de risco para ver se esses indicadores em proteínas estão presentes anteriormente, e seguirá voluntários ao longo do tempo para ver como se dá mudança de níveis de proteína. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: USA Today. Mesmo tema, em português, na Veja, em 28/08/2013.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Michael J Fox fala sobre doença no programa de Oprah Winfrey
Muito boa a entrevista! Se vc perdeu ontem, ainda há chances de ver hoje, reprises às 07h30 e 16h00, canal 41 da NET cabo. Veja comentários da Quem.
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Conexión molecular entre Alzheimer y Parkinson
Investigadores de la Fundación Jiménez Díaz (UAM) han estudiado la relación existente entre dos proteínas que se encuentran implicadas en pacientes con Alzheimer y Parkinson. La formación de agregados de proteínas en el cerebro de pacientes es un factor común a muchas y muy diversas enfermedades neurodegenerativas, como son la enfermedad de Alzheimer, la enfermedad de Parkinson, la esclerosis lateral amiotrófica, la enfermedad de Creutzfeldt Jacobs o la enfermedad de Huntington.
29 de abril de 2009 - La proteína tau (segue...) Fonte: Ibercampus.es.