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domingo, 12 de outubro de 2014

Cães mantém dona com Parkinson aquecido até que chegue ajuda

Sunday, Oct. 12, 2014 - Os dois cães de Judy Mühe não são apenas animais de estimação. Ela os chama de seus guardiões.

Isso porque os dois cães, Higgins e Dodger, protegeram Mühe, de 76 anos, que tem mal de Parkinson, caída em sua cozinha, de acordo com a reportagem local.

Os cães ficaram perto e se esfregaram em Mühe, mantendo a temperatura do corpo estável, o que é importante para as pessoas com mal de Parkinson.

Mühe vive sozinha. Dois dias se passaram até que um vizinho preocupado usou uma chave reserva para checar Mühe. Os cães correram para a porta e volta para a cozinha, levando o vizinho onde estava caída Mühe.

Mühe teve um ombro quebrado e algumas escoriações. Ela passou por duas cirurgias e está se recuperando. Ela encoraja todos a serem bons com seus animais de estimação. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Atlanta Journal-Constitution.

sábado, 10 de maio de 2014

Projeto utiliza cães de rua para terapia de idosos asilados / RS

Chamada de Cão-terapia, iniciativa beneficia tanto os animais do canil municipal quanto os velhinhos e vai acontecer duas vezes por mês

por Vanessa Kannenberg
09/05/2014 | De um lado, a carência de um cão encontrado atropelado na rua e que é o morador mais antigo do canil municipal de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. Do outro, um senhor de cabelos brancos, franzino, que foi abandonado pela própria família e reside no asilo público da cidade há anos.

Esses dois personagens, ambos vítimas de maus-tratos, foram unidos por um projeto chamado de Cão-terapia. A iniciativa utiliza os cães para sociabilizar e fazer fisioterapia com os idosos asilados. Organizada pela prefeitura, através da Vigilância Sanitária, a ação estreou nesta semana e deve ser realizada a cada 15 dias.

— Foi surpreendente e emocionante ver o sorriso dos velhinhos e a alegria dos cães, com os rabinhos balançando — observa Bruna Molz, coordenadora do projeto e chefe de divisão do canil.

Por enquanto, três cachorros estão sendo treinados para realizar o trabalho com os 92 idosos internados no asilo. Os animais escolhidos foram o Veio, o cão idoso citado no começo da reportagem, mais a Flópi e a Branquinha, ambas cadelas que foram abandonadas prenhas e seus filhotes  foram doados, enquanto elas permanecem no canil.

— Nossa ideia é chamar a atenção da população para esses animais, vítimas de maus-tratos, para que sejam adotados. Além disso, vamos tentar adestrar todos e quem sabe, as pessoas vendo eles obedientes e fazendo coisas engraçadinhas, tenham mais vontade de levá-los pra casa — comenta o fisioterapeuta e adestrador André Fröhlich.

Atuando como voluntário no projeto, Fröhlich já desenvolve um curso pioneiro no Estado, na Feevale, em Novo Hamburgo, que objetivava capacitar estudantes a treinar cães para que eles possam fazer parte de tratamentos, estimulando o paciente, seja uma criança com deficiência, um idoso ou um portador de Alzheimer ou depressão, por exemplo. O trabalho é chamado de terapia assistida por cães (TAC).

— Nós, gaúchos e brasileiros, ainda engatinhamos no uso de cães para terapias, mas na França e nos Estados Unidos eles entram em hospitais e ajudam pacientes há muito tempo — comenta o fisioterapeuta.

Segundo ele, o Cão-terapia inova ao aplicar a técnica em idosos asilados, que não apenas apresentam problemas de saúde e motores, como de carência também.

— Nesse primeiro contato, fizemos apenas sociabilidade, em que os velhinhos puderem levar os cachorros pra passear, fazer carinho e brincar com eles, e já foi emocionante. Acredito que devemos ter ótimos resultados — afirma Fröhlich, citando, como exemplo da forte relação homem-animal o caso do cachorro que ficou esperando o dono na porta do hospital, em Passo Fundo, por oito dias.

O asilo municipal de Santa Cruz do Sul é mantido somente com doações e com parte de aposentadoria de alguns internos. Como alguns foram abandonados e outros têm doenças, a coordenação do local não autoriza a identificação dos idosos nas fotos. Fonte: Zero Hora.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cães e cavalos ajudam a tratar doentes mentais e com Parkinson

Terapia Assistida por Animais (TAA) tem reflexos físicos e emocionais.
'As pessoas deixam de lado seus problemas e angústias', diz veterinária.

07/11/2013 - Pacientes de doenças como Parkinson, Alzheimer, câncer, autismo, síndrome de Down, depressão, alcoolismo e também outras patologias relacionadas ao sistema neurológico contam hoje com um complemento ao tratamento. A chamada Terapia Assistida por Animais (TAA) pode utilizar gatos, coelhos, tartarugas, chinchilas, cães e cavalos para amenizar os sintomas e ajudar na melhora dos doentes. Fundamentalmente, a TAA trabalha com a interação homem-animal para obter benefícios biopsicossociais, ou seja, vantagens físicas, psicológicas e também sociais daqueles que viram a vida mudar após a descoberta de uma doença.

Os resultados emocionais são visíveis ainda durante as sessões de TAA. Em Curitiba, o projeto “Amigo Bicho” leva essa alternativa para nove instituições, entre hospitais, escolas especiais e orfanatos. Na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo (APPP) mensalmente voluntário "emprestam" os cães de estimação para atividades com portadores de Parkinson. De forma lúdica e com as reações inesperadas dos animais, as sessões com foco no aspecto motor ganham outra dimensão.

Célia Maria de Paula tem 71 anos e há 13 descobriu que tinha Parkinson. Além da medicação indicada pelo médico e da fisioterapia convencional, nos últimos quatro anos, ela aderiu a TAA. “Eu acho que está fazendo muito bem. Eu estou perdendo a coordenação motora nas mãos e já caí várias vezes na rua. As pernas já estão travando na hora que eu vou dar o passo, mas eu estou levando a sério. Também faço a fisioterapia e já fiz acupuntura, massoterapia, faço tudo o que eu posso”, conta a aposentada. Para Célia, a TAA tem proporcionado resultados significativos tanto no aspecto físico quanto no emocional. Desde que soube da doença, por orientação médica, ela procurou ler sobre o assunto.

Ela diz que, como o Parkinson é uma doença progressiva e degenerativa, é importante para o doente se informar. Célia procurou ler sobre as doenças e se preparou para saber lidar com os sintomas. Os reflexos do Parkinson, contudo, começaram a se intensificar no último ano.

“Eu não tenho tremor, tenho a rigidez dos braços e das pernas. A impressão que dá é que as mãos abrem sozinhas e cai o que eu estou segurando. Não é frequente, mas acontece. Às vezes, dormindo, eu acordo com a rigidez no braço. É raro, mas também ocorre de eu acordar com o soco que o braço dá”.

As sessões são coordenadas pela terapeuta ocupacional Andressa Chodur, de 30 anos. Ela explica que, quando se fala em TAA, as pessoas tendem a assimilar com mais facilidade os possíveis benefícios psicológicos e emocionais, entretanto, ela enfatiza que toda a atividade desenvolvida é pensada para contribuir com o tratamento convencional. No caso dos portadores de Parkinson, a TAA é direcionada para a questão motora. Ela lembra que apesar das pessoas relacionarem a doença ao tremor, a lentidão e a rigidez dos membros são o que mais incapacitam o doente. Por esse motivo, as ações feitas de forma automática pelo organismo acabam sendo prejudicadas.

“Por exemplo, se você [portador de Parkinson] quer fazer um movimento e não consegue e fica em cima daquilo, tentando e tentando, vai gerar mais ansiedade e dificultar mais ainda. O fator emocional influencia bastante e você vai ficar mais rígido. Uma técnica que a gente usa bastante é desviar o foco de atenção. Com o cachorro é exatamente isso. Ao invés da pessoa prestar atenção na marcha, ela presta atenção no cachorro que está no lado e o movimento acaba saindo mais fácil. Tem casos em que a pessoa não consegue esticar o braço, por simplesmente esticar. Se ela quer fazer carinho no cachorro, ela consegue esticar. O foco vira o cachorro e não aquilo que estava limitando”.

Na sessão, os doentes fazem exercícios que estimulam o alongamento dos braços e das pernas, trabalham a postura, o fortalecimento de algumas regiões do corpo e a coordenação fina (movimentos menores e mais detalhados). “Se fosse uma terapia convencional eu iria falar para segurar as pernas estendidas por 20 segundo. Agora, você segurar por 20 segundos porque o cachorro vai passar por baixo é muito mais estimulante”, comenta. Existe, como informa a terapeuta, um estudo dos exercícios para que sejam desenvolvidas as áreas mais carentes dos doentes. Andressa destaca que em uma ação prazerosa para os pacientes é possível trabalhar diversos movimentos.

De qualquer forma, Andressa também valoriza a questão emocional. Segundo ela, como o Parkinson oscila muito, os efeitos psicológicos perduram mais. “Eu já vi paciente que estava cadeirante pegar e levantar durante a sessão. Já a questão emocional vai perdurar mais, eles saem daqui mais animados e isso perdura pelos pelos próximos dias”.

Esse entusiasmo é o que faz Eturo Massuda, de 89 anos, participar das sessões de TAA na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo. Há 15 anos, ele foi diagnosticado com Parkinson, porém, no último ano, após um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ele perdeu a capacidade de se movimentar, aderindo a uma cadeira de rodas, e não consegue mais falar. A filha de Massuda, Lídia Massuda, de 50 anos, dedica a vida para cuidar do pai.

“Um mês depois do AVC parece que o Parkinson avançou muito. Ele adora vir para a associação. Nossa, para ele, é a única coisa que tem. Eu levo ele para passear, mas para ele, especial para ele, é vir aqui. É uma pena ser uma vez por mês, acho que deveria ser semanal. O psicológico conta mais do que a parte motora no caso dele que já está bem debilitado. Ele se anima, não quer ficar só deitado, fica mais sentado. Eu sinto que ele fica mais animado”, comenta a filha.

De acordo com a veterinária Letícia Séra Castanho, que é a coordenadora e a fundadora do projeto “Amigo Bicho”, a TAA faz com que o organismo libere substancias específicas. “Estudos mostram que apenas cinco ou 10 minutos de contato com o animal, faz com que o corpo libere substâncias como a prolactina e ocitocina que causam a sensação de bem estar, diminuindo o stress, o mau humor, a tristeza, a ansiedade e também reduzindo o tempo de internamento em hospitais e, desta forma, ajudando a responder melhor as terapias convencionais”, explica.
Os animais de comportamento dócil trazem ao ser humano momentos de felicidade e é nestes momentos que as pessoas deixam de lado seus problemas e angústias"
Letícia Séra Castanho, veterinária

Ainda que a TAA possa ser desenvolvida com diversos animais, Castanho destaca que o cão tem um amor incondicional pelo ser humano. Isso, na avaliação dela, acaba sendo um elo importante para as terapias.

“Os animais de comportamento dócil trazem ao ser humano momentos de felicidade e é nestes momentos que as pessoas deixam de lado seus problemas e angústias”, afirma a veterinária. (segue...) Fonte: Globo G1.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Albert Einstein libera bichos de estimação para visitar pacientes em SP

03/04/2013 - Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e curiosidade, a cadela Clara, da raça fila, com três anos e 73 kg, entrou ontem tranquilamente pela recepção e passou por corredores de um dos mais importantes hospitais do país, o Albert Einstein, em São Paulo. Ela foi visitar o dono, que está em tratamento contra um câncer na bexiga.
O canino Peppo no carnaval.
Após três anos de testes e preparo de equipes, o hospital liberou, sob rígido protocolo, que bichos de estimação, às vezes considerados membros da família, visitem pessoas internadas --mesmo em unidades semi-intensivas.

"Meus filhos moram fora de São Paulo, são muito ocupados. A Clara acaba me fazendo companhia em horas difíceis. Ela é parte da família. Poder tê-la comigo no hospital faz a diferença no meu ânimo, na minha disposição", diz o advogado Ennio de Paula Araújo, 71.

A entrada de bichos no Einstein --gatos e passarinhos também são aceitos-- faz parte também do cumprimento de regras de uma certificação internacional de humanização que o hospital conseguiu no ano passado. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Animais de estimação fazem bem para a saúde, revela estudo 
Pessoas que convivem com animais têm mais autoestima, são mais extrovertidas e menos preocupadas
Peppo e Mel em Florianópolis


12 de julho de 2011 | Washington - Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos.

O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Terapia com animais ajuda crianças e adultos / Portugal
Friday, June 3rd, 2011 | A quinta pedagógica de Portimão está a usar animais para tratar crianças, jovens e adultos com problemas mentais, emocionais e até físicos. Cavalos, cães, burros e coelhos foram treinados para melhorar a vida e a saúde de crianças e adultos com vários tipos de doença e deficiência. (...)

Pela quinta também já passaram utentes de instituições como o NECI -Núcleo de Educação da Criança Inadaptada, CREMP – Centro de Reeducação Médico-Pedagógica, Casa de Santo Amaro – Associação Lucinda Anino dos Santos, Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson do Algarve e a APPDA – Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e do Autismo do Algarve. (segue...) Fonte: Jornal do Algarve.pt.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Padres / Facilite el camino a una terapia con ayuda de un animal
Lu. 21 de marzo de 2011 - Todos hemos visto a perros lazarillos que pueden dirigir a personas ciegas para que eviten obstáculos y les indiquen si es seguro cruzar una calle. Quizá usted también haya oído hablar de los perros lazarillo para los sordos, que pueden alertar a la gente de un teléfono sonando, un timbre a la puerta o una alarma de humo, o incluso perros que pueden advertirles a las personas epilépticas de un incipiente ataque, dándoles tiempo de llegar a un lugar seguro antes de que pierdan la conciencia.

El Dr. Marty Becker, veterinario y autor (con Danelle Morton) de “El poder curativo de las mascotas” (editorial Hyperion, 2002), habla de un golden retriever de nombre Dakota, que fue capaz de advertirle a su amo, Mike Lingenfelter, de la inminencia de un paro cardiaco y le indicó a Lingenfelter sobre la necesidad de salir de una situación de tensión y que tomara medicina preventiva.

“Este perro me está conduciendo por la vida”, le dijo Lingenfelter a Becker. “Todo lo que hago es seguir al perro”.

En décadas recientes, se han dado incontables historias de animales que ayudan a mejorar e incluso conservar las vidas de niños y adultos con todo tipo de enfermedades y discapacidades. Perros entrenados se están empleando para mantener seguros a niños autistas y para romper el “congelamiento” que puede afligir a personas con el mal de Parkinson cuando intentan caminar. Además perros, gatos, conejitos y aves a menudo son llevados a escuelas e instituciones, así como a hospitales y casas de reposo, donde contribuyen a relajar e inspirar a los residentes y distraer a los pacientes de sus problemas de salud.

Sin embargo, el uso de animales para mejorar la salud puede ir mucho más allá de casos individuales y ambientes grupales. Hay cada vez más psicoterapeutas usando animales para terapia con el propósito de facilitar el tratamiento, particularmente tratamiento para niños con problemas emocionales, sociales e incluso físicos. (segue...) Fonte: Emol.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Caminhada com cachorro incentiva exercícios físicos 
Peppo Mini Schnauzer 3 anos
Costume de levar o cachorro para passear aumenta disposição das pessoas para outros exercícios
15 de março de 2011 | SÃO PAULO - Um estudo da Universidade Estadual do Michigan constatou que pessoas que levam cachorros para passear costumam fazer mais exercícios físicos, além das caminhadas com o "melhor amigo do homem". De acordo com o estudo liderado pelo epidemiologista Mathew Reeves, estas pessoas andar cerca de uma hora a mais por semana que aqueles que têm cachorro, mas não têm o costume passear com eles.

"A caminhada é a forma mais acessível de exercício físico. Queríamos saber se os donos de cachorros que os levam para passear estavam fazendo mais exercício além deste ou se os passeios substituíam outras formas de se exercitar", disse Reeves.

Na pesquisa foi levado em consideração o tempo de lazer gasto com atividades físicas, o que inclui praticar esportes e recreações como a dança.

O pesquisador também alertou para o lado social do estudo. Foi indicado que ter um cachorro tem um impacto positivo na qualidade de vida das pessoas. "As descobertas sugerem que as campanhas de saúde que promovem a posse responsável dos animais e os passeios podem ajudar a incentivar a atividade física", avaliou Reeves. Fonte: O Estado de São Paulo.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Descubra o que é terapia assistida por animais
Cães, gatos, aves e cavalos treinados podem ajudar a tratar de paralisia a depressão
Peppo

17/08/2010 - Quem diria que o simples contato com um animal - devidamente adestrado e acompanhado por profissionais responsáveis - pode melhorar a vida de portadores de enfermidades tão diversas quanto alergia, depressão, paralisia cerebral, câncer, autismo, Alzheimer, síndrome do pânico, Parkinson, transtorno do déficit de atenção e esquizofrenia?

Cães, gatos, aves, cavalos e até répteis podem ser utilizados para auxiliar o trabalho de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, enfermeiros e médicos. A iniciativa, quando empregada sistematicamente, é chamada de TAA (Terapia Assistida por Animal). Já quando as visitas são esporáticas, mas realizadas sob os mesmos moldes, recebe o nome de AAA (Atividade Assistida por Animais). (segue...) Fonte: R7.

domingo, 1 de agosto de 2010

TERAPIA ASISTIDA CON PERROS ES LA MÁS UTILIZADA
Canes que curan

01 de Agosto del 2010 - LIMA | Se dice que el perro es el mejor amigo del hombre y un compañero fiel que siempre está dispuesto a ayudar. Son precisamente esas características las que lo hacen ideal no sólo para tenerlo como animal de compañía sino también para que participe en terapias asistidas. Diversos estudios han demostrado los beneficios para la salud de las personas que interactúan constantemente con un can. Por todo esto, los perros son magníficos para colaborar en las terapias a niños y adultos mayores con enfermedades. (...)

Por su parte, Jairo Aristizábal, sicólogo y especialista en esta terapia, nos comenta que los casos más frecuentes para tratar son los niños con autismo, con síndrome de Down, y aquellos que sufrieron abuso sexual. Y en los adultos mayores, los que padecen Alzheimer y Parkinson. "Cada patología o problema tiene una técnica diferente a utilizar. Los canes son bien entrenados para eso y colaboran perfectamente durante las terapias", añade. (segue...) Fonte: Correo Peru.pe. Na foto "o famoso canino Peppo".

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Convívio com animais de estimação reforça sistema imunológico, afirma estudo
Levantamento foi feito pela USP

22/07/2010 - Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.

Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação.

Entre as principais observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. (segue...) Fonte: Zero Hora.

sábado, 15 de maio de 2010

COMPORTAMENTO / Antídoto para a solidão
Cães e gatos podem ajudar idosos a evitar a depressão e a melhorar o quadro de doenças crônicas
15 de maio de 2010 | É assim que a culinarista Maria Carmelita Pinto da Costa, 61 anos, descreve a importância do cachorro que lhe faz companhia há três anos, desde filhotinho:

– Se não fosse o Beethoven, acho que eu teria até entrado em depressão.

Acostumada com a correria de uma rotina de trabalho fora de casa, Carmelita estranhou a monotonia do dia a dia menos conturbado quando parou de trabalhar, há cinco anos. Foi Beethoven, um labrador brincalhão e carinhoso, que a ajudou a se adaptar à nova vida.

– No início, me senti isolada porque não trabalhar nos entristece. Mas com ele o dia é muito animado. Durante nossa caminhada matinal, ele é o show da vizinhança – admite Carmelita.

Muitos idosos encontram nos animais de estimação uma ótima companhia. Mas essa convivência é saudável? Segundo especialistas, o vínculo pode ser tão positivo a ponto de tratar enfermidades como a doença de Alzheimer, a partir da melhora na qualidade de vida e na saúde emocional dos idosos.

Morando com a família ou sozinho, o idoso passa a vivenciar uma fase em que a carência afetiva está em evidência, e a necessidade de algo ou alguém que preencha o vazio que as perdas ao longo da vida deixaram é cada vez maior. É o que diz a psicóloga Renata Almeida. Ela ressalta que, nessa fase, as pessoas carregam uma série de danos emocionais, em diversos aspectos, como a saída dos filhos de casa e o falecimento de entes queridos.

– Há muitos casos de depressão causada pela solidão, e animais como gatos e cachorros, que permitem mais contato físico, preenchem esse vazio que eles sentem – explica.

Em geral, a relação com animais domésticos proporciona aos idosos uma vida mais completa, por se sentirem úteis ou pelo simples prazer da companhia dos bichinhos. Carmelita diz que Beethoven não faz nada se ela não estiver junto.

– Somos muito apegados um ao outro. Ele não consegue nem comer se eu não estou por perto – afirma.

Segundo a psicóloga Renata Almeida, o fato de a qualidade de vida dos idosos hoje em dia ser melhor permite que muitos deles morem sozinhos, e não como antigamente, quando grande parte vivia em asilos ou com familiares. Segundo o geriatra Sabri Lakhdari, a solidão que muitos deles sofrem é motivada pela dificuldade de lidar com a perspectiva de menos tempo de vida. Além disso, não existe mais a necessidade de cuidar dos filhos. A companhia de animais domésticos pode preencher esse vazio e aumentar a autoestima.

Como a relação com os bichos ajuda emocionalmente, o quadro de saúde, consequentemente, melhora. Segundo Sabri, há campanhas em todo o mundo que visam a aproximação entre animais domésticos e idosos – inclusive para tratar a doença de Alzheimer. Normalmente, essa indicação esbarra na impossibilidade de acesso de animais a ambientes como hospitais.

Como fazer a escolha
> Para o veterinário Cláudio Barbosa, alguns riscos podem ser evitados na escolha do animal. Não há como definir o bicho ideal para conviver com idosos, mas optar por animais pequenos e menos ativos é mais seguro.
> Cães menores, como os das raças poodle e yorkshire, são mais afetuosos e fazem mais companhia.
> Na opinião do geriatra Sabri Lakhdari, pássaros e peixes não permitem muito contato com o dono e são menos indicados para aplacar a solidão. Mas os especialistas garantem que a melhor escolha é feita de acordo com a personalidade do dono e com o local onde ele pretende criar o companheiro.

Fonte: Zero Hora.

domingo, 21 de junho de 2009

Animais-terapeutas que ajudam no tratamento
21 de Junho de 2009 - Cura. Cães, cavalos, burros ou golfinhos são alguns dos animais capazes de ajudar no tratamento de doenças físicas e mentais dos humanos. A Terapia Assistida por Animais exige técnicos formados e acompanhamento médico, que permitam distinguir simples actividades de terapias e proteger as pessoas

Uma criança hiperactiva pode desenvolver a leitura graças à terapia com cães. Pessoas com paralisia cerebral conseguem melhorar a postura através do estímulo dos cavalos. O contacto com os burros aumenta a autoconfiança e facilita as relações. Nadar com os golfinhos contribui para a redução do stress e até pode ajudar as crianças a começar a falar. "As Terapias Assistidas por Animais são complementares ao tratamento de uma série de doenças, como é o caso do Parkinson, do Alzheimer ou do mutismo", diz a psicóloga e terapeuta animal Ana Marisa Brito, da Quinta Pedagógica de Portimão. Os doentes mais comuns são as pessoas com doenças mentais e deficiências físicas. (segue...) Fonte: Diário de Notícias.pt.
Obs.: Na foto o Schnauzer Peppo, que "me leva todos os dias a passear".