Vídeo AQUI (0:21) publicado em 17/09/2012 por michaeljfox.
Este fim de semana, a Fox Trial Finder (Localizador de Voluntários para Testes) atingiu seu objetivo final do ano de 10.000 voluntários cadastrados - quatro meses antes do previsto e meta! Obrigado a todos os pacientes, entes queridos e apoiadores que têm ajudado a acelerar por melhores tratamentos e, em última análise, pela cura da doença de Parkinson.
A Fox Trial Finder, uma ferramenta de correspondência baseada na web que conecta voluntários para ensaios clínicos, torna mais fácil para os pacientes e seus entes queridos se envolverem na pesquisa. A comunidade de Parkinson está ansiosa para agir e ajudar a acelerar a cura, e nenhum financiamento ou outros recursos compensariam a falta de participantes nos ensaios clínicos. É por isso que, enquanto nós reconhecemos e celebramos esta conquista sem precedentes, também estamos animados para anunciar a nossa nova meta: 15.000 voluntários registrados no Fox Trial Finder para estudo até o final de 2012.
Junte-se aos +10.000 voluntários que já se inscreveram através do preenchimento de um perfil em https://foxtrialfinder.michaeljfox.org/. (em inglês) Fonte: YouTube.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
16/05/2012 - 15h26
Maioria dos estudos clínicos é feita com número pequeno de pessoas
TRAJANO PONTES NETO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Artigo publicado "Jornal da Associação Médica Americana" questiona a capacidade dos testes clínicos realizados nos EUA de fornecer recomendações médicas confiáveis. O estudo constatou que, entre 2007 e 2010, testes envolvendo menos de cem pacientes representaram 62% do total (e apenas 4% previam mais de 1.000 voluntários). A média de participantes foi de 58 nos testes concluídos e de 70 naqueles registrados mas não concluídos.
A pesquisa, coordenada por Robert Califf, diretor do Instituto de Medicina Translacional da Universidade Duke, de Durham, Carolina do Norte, examinou os 96.346 testes clínicos registrados no banco de dados governamental em 27 de setembro de 2010, referentes a três especialidades médicas (cardiovascular, saúde mental e oncologia).
Os pesquisadores reconhecem que testes envolvendo menos pacientes podem ser apropriados em muitos casos; porém, ressaltam ser menos provável que forneçam informações para muitas outras situações, "como para determinar a eficácia de tratamentos com efeitos modestos e para comparar tratamentos eficazes e permitir decisões práticas melhores."
O pequeno número de pacientes envolvidos não foi a única deficiência apontada. Os autores relembram que menos de 15% das principais diretrizes médicas são baseadas em evidência de alta qualidade, isto é, evidência que decorre de testes com planejamento apropriado, número suficiente de pessoas, métodos apropriados para medir resultados e supervisão de conselhos de ética que protejam os participantes e assegurem a integridade do teste.
Para o médico Marcelo Derbli Schafranski, especialista em medicina interna pela Universidade Federal do Paraná e autor do livro "Medicina - fragilidades de um modelo ainda imperfeito", o problema não é apenas o baixo número de pacientes envolvidos nos testes, mas o fato de a maior parte deles ser interrompida antes do fim, sem justificativa.
Para Schafranski, chama a atenção também a ausência de comitês de monitoramento de dados em um percentual elevado de testes, comprometendo a verificação independente dos resultados.
Em função disso, para o especialista, "o estudo mostra como a medicina se alicerça sobre bases frágeis. Sobram poucos estudos de credibilidade em que os consensos possam se apoiar". Fonte: Folha de S.Paulo.
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