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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014


terça-feira, 21 de maio de 2013

Unesp de Araraquara firma convênio com a Universidade de Oxford

Parceria vai estimular intercâmbio de alunos do Instituto de Química.

Unesp e Oxford já são parceiras em pesquisa sobre doenças degenerativas.
20/05/2013 - O Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) do campus de Araraquara assinou uma parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, para incentivar a mobilidade de estudantes das duas instituições. Em nota divulgada na quinta-feira (16), a instituição afirma que o convênio vale para as áreas de bioeletrônica, eletrônica, biomimética e diagnósticos e é um resultado de pesquisas realizadas entre a Unesp e Oxford desde 2011.

De acordo com o professor Paulo Roberto Bueno, coordenador do Nanobionics Research Group, o convênio vai oferecer vagas para bacharéis e estudantes de pós-graduação em Oxford que estejam "vinculados ao projeto de pesquisa objeto do acordo". O objetivo, segundo ele, é aumentar o dinamismo e reduzir a burocracia das pesquisas que as duas universidades realizam em conjunto.

Em nota, a Unesp afirmou que o grupo investiga o diagnóstico clínico principalmente de doenças degenerativas, como Parkinson e Alzheimer. O trabalho de inovação feito em conjunto pelas duas instituições já rendeu um prêmio no Reino Unido e o registro de duas patentes.

"O mais interessante desse acordo é o fato de os alunos poderem ir e conhecer a Universidade de Oxford. Não só pelo nome que essa instituição tem, mas pela cultura de gestão do conhecimento e ensino integrado à pesquisa que eles desenvolvem e que pode enriquecer muito o estudante", afirmou o professor.

Os estudantes interessados em participar do convênio serão selecionados pelo próprio coordenador do grupo no Insituto de Química, e pelo professor do Departamento de Química da Universidade de Oxford responsável pela parceria.

Bueno afirmou que os requisitos incluem as capacidades e os méritos dos estudantes dentro do âmbito do projeto. "Essa foi uma requisição de Oxford, pois é uma universidade meritocrática em essência", explicou o professor. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Unesp de P. Prudente oferece atendimento a pacientes de Parkinson

Dec 8, 2011 - Por meio da atividade física, o Centro de Estudos e Atendimento em Fisioterapia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece gratuitamente um programa de reabilitação para pessoas que sofrem de Mal de Parkinson. Atualmente, 20 pessoas entre 60 e 75 anos participam do projeto.

O paciente deve ser encaminhado por um médico para fazer o tratamento, que é realizado duas vezes por semana, durante uma hora. "Eles passam por avaliação individual e depois são divididos em grupos. É como se nós conseguíssemos retardar algumas atividades diárias, de ambulação com os exercícios. Aqueles que não se beneficiam do exercício avançam mais rapidamente para a lentidão e até para a imobilidade", diz a fisioterapeuta Lúcia Martins Barbato.

O Mal de Parkinson é uma doença degenerativa que atinge cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até hoje os médicos não sabem qual a causa da patologia.

"A gente sabe que tem o fator genético, fatores ambientais, alimentares, que fazem que as pessoas predispostas desenvolvam a doença", resume o neurologista Antônio Ferrari.

Também não há cura para a doença. Conforme o médico, medicamentos à base de dopamina são usados para controlar os sintomas. Sem entender ao certo em que situação o mal se manifesta, ele alerta que é importante prestar atenção ao próprio corpo.

"A pessoa que está parada treme, aquela que está assistindo à televisão, por exemplo, a mão começa a bater. Outros sintomas: a pessoa começa a ter dificuldade de se movimentar, de levantar da cadeira, andar, escrever e movimentos firmes vão ficando prejudicados", elenca.

Há alguns anos, uma paciente - que conversou com a reportagem do SPTV, mas preferiu não se identificar - começou a notar que sentia dificuldades para realizar atividades rotineiras. A doença foi diagnosticada e a partir de então ela teve que aprender a lidar com ela mesma.

"Eu tinha um cansaço muito grande, que às vezes eu tinha que me deitar, dificuldade de me virar na cama. Eu fui pesquisar e descobri que tinha vários sintomas de Parkinson e não sabia. O que me ajudou foi a força de vontade, ânimo, a medicação na hora certa, o condicionamento físico, a fisioterapia", relata. Fonte: Youtube.