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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Usufruindo" da chuva na fila da farmácia do estado / RS

Hoje 7 h.
Desculpem o tremor. É inerente! E graças à chuva, a fila era pequena.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Filas extensas na Farmácia de Medicamentos Especiais do RS / Porto Alegre

A propósito do "post" "Como humilhar, fazer pouco caso do cidadão / RS", de 27/12/2013, fui às vias de fato e denunciei ao Ministério Público/RS, de modo pesssoal, individual, visto que não tenho procuração de ninguém.

Recebi a seguinte resposta ontem (08/01/2014):

Prezado Senhor:

Em atenção a sua manifestação, registrada em 27/12/2013, nesta Ouvidoria do Ministério Público do Rio Grande do Sul, informamos que estamos encaminhando os fatos, resguardando SIGILO EXTERNO quanto a sua identidade, à Ouvidoria do Governo do Estado do RS.

Outrossim, informamos que a referida Ouvidoria está localizada na Rua Duque de Caxias, n.º 1005, Bairro Centro, Porto Alegre/RS, CEP: 90010-282, telefone (51) 3210-4427, e-mail: ouvidoria@gg.rs.gov.br.

Atenciosamente,

Luiz Cláudio Varela Coelho,
Procurador de Justiça,
Ouvidor do Ministério Público.

Agora vou aguardar e ver se fica a lesma lerda, ou seja, deixa como está p'rá ver como é que fica, se o Ministério Público será só p'rá inglês ver, ou se funciona?

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Como humilhar, fazer pouco caso do cidadão / RS

27/12/2013 - O governo do Rio Grande do Sul se mantém na empreitada de humilhar o contribuinte com necessidade de remédios, empreendendo todos os esforços para estimular o  cidadão a abrir mão de seus direitos de obter medicamentos gratuitos, através da manutenção de uma farmácia sem estrutura de atendimento, que implica na formação de imensas filas como apresentado abaixo.

Hoje pela manhã cheguei à Farmácia de Medicamentos Especias (FME), Av Borges de Medeiros esquina Riachuelo, P.Alegre, às 07:00 h, já havia a fila abaixo.
Hoje, 07:00 h, fila na Farmácia de Medicamentos Especiais do RS.
As 09:00 h, quando saí, a fila já era esta, abaixo... e aumentando...
Hoje, 09:00 h, fila na Farmácia de Medicamentos Especiais do RS.
Isso que hoje é um quase feriado, dia 27/12, quando o movimento é considerado baixo. Nas duas outras tentativas que fiz este mês, desisti, face o tamanho da fila. Mas hoje, final de mês, era inadiável, sob o risco de perder a retirada mensal da Amantadina.

Isso tem que mudar! É uma vergonha a humilhação a que os doentes e/ou familiares são submetidos mensalmente.

E essa "coisa" não é de agora. Veja AQUI vídeo de manifestação promovida pela APARS em frente a esta mesma farmácia, em 18/12/2007, portanto há 6 anos atrás, e a situação ficando cada vez pior..

sábado, 28 de janeiro de 2012

Farmácia de Alto Custo da 102 era 'uma vergonha', diz secretário do GDF

Governo inaugurou nesta sexta Farmácia Especializada em Ceilândia. 
Expectativa é que nova unidade descentralize atendimento feito no Plano. 

27/01/2012 - O secretário de Saúde do Distrito Federal, Rafael Barbosa, comentou, nesta sexta-feira (27), que a Farmácia de Alto Custo da 102 Sul era uma ‘das vergonhas’ que ele tinha na rede pública de saúde da capital federal. O secretário participou no final desta manhã, junto com o governador Agnelo Queiroz (1), da inauguração da Farmácia Especializada em Ceilândia, também conhecida como Farmácia de Alto Custo.
“Uma das vergonhas que tínhamos era a Farmácia de Alto Custo da 102 [Sul]. No momento que estive lá, a decisão de descentralização foi tomada”, comentou Rafael Barbosa. Para o titular da pasta de saúde do DF, a farmácia, que funciona na estação de metrô, não é ambiente de saúde. “Lá, os usuários da farmácia e do metrô se confundem”, afirmou.

Com a unidade de Ceilândia inaugurada nesta sexta, o DF passa a contar com duas farmácias que fazem a distribuição gratuita de medicamentos para doenças crônicas, como Mal de Parkinson, Alzheimer e câncer.

O atendimento não era digno e não condizia com a situação do paciente que busca medicamento de alto custo. [A farmácia em Ceilândia] é o início do enfrentamento a esse problema, vamos assegurar o acesso a esse medicamento de forma descentralizada”, disse Agnelo Queiroz (2). (segue...) Fonte: G1 Globo.

Imagine na periferia do país! Essas farmácias, em geral, são de alto custo emocional. Primeiro: se aprovam o pedido. Segundo: se entregam o medicamento. Terceiro: se tiver que recorrer à justiça. Além disso a "alguns", o trem não pega...(i.é.: não andam na linha)