por Márcia Barcelos (*)
27 de junho de 2014 · O Mal de Parkinson vem acometendo cada vez mais pessoas em todo o mundo e aqui no Brasil não é diferente afinal se já fomos considerados um país de jovens atualmente devido ao aumento da expectativa de vida somos um país de idosos.
Aqui no Brasil de acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria a doença afeta entre 100 – 200 pessoas em um grupo de 100 mil e este percentual vem crescendo com o passar dos anos.
O Parkinson é uma doença crônica, degenerativa e debilitante que tem como sinais e sintomas tremores nas mãos, perda da expressão facial, demora para piscar os olhos, diminuição das letras ao escrever (micrografia), rigidez muscular, dificuldade de movimentação (acinesia), dificuldade da fala e para engolir, além de distúrbios do sono, respiratórios e urinários.
Em geral, segundo o fisioterapeuta Marcelo Cravo, a doença começa a se manis festar entre os 55 – 60 anos e atinge a plenitude entre os 70-75 anos.
O diagnóstico é clínico e o tratamento além de medicamentoso conta também com fisioterapia, fonoterapia e terapia manual.
Mas a grande novidade em relação a doença chega da Áustria onde pesquisadores criaram uma vacina capaz de impedir o aparecimento da doença.
De acordo com os pesquisadores a doença surge quando ocorre no cérebro um acúmulo da proteína alfa – sinucleína que lesiona os neurônios e levando os à morte, o que causa os tremores característicos do Parkinson.
A vacina funciona estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a proteína e desta forma preservando os neurônios.
Já estão sendo realizados testes com humanos e a vacina PDO1A, de acordo com os pesquisadores em breve estará disponível no mercado.
Uma excelente notícia para ajudar na prevenção do Mal de Parkinson que foi detectado pela primeira vez no ano de 1817 e que vem aumentando cada vez mais no mundo.
(*) Márcia Barcelos. Enfermeira especialista em Saúde Pública e Clínica Médica. COREN/RJ 111128.
Fonte: Ururau.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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