Menina vê pela 1ª vez após tratamento com células-tronco
Britânica Dakota Clarke, de 2 anos, foi submetida a uma terapia na China.
05/03/09 - Uma menina britânica de dois anos de idade que nasceu cega teve sua visão reparada graças a um tratamento com células-tronco.
A britânica Dakota Clarke, da cidade de Newtownabbey, na Irlanda do Norte, nasceu com displasia septo óptica, uma deficiência rara no nervo ótico que provoca cegueira.
Ela foi submetida a um tratamento no hospital de Qingdao, na China. Segundo a família, que arrecadou dinheiro por meio de doações para a operação na China, o tratamento e a cirurgia não são realizados na Grã-Bretanha.
O tratamento, que custa mais de US$ 40 mil, utiliza células-tronco retiradas do cordão umbilical da criança e injetadas na corrente sangüínea e corrigem as células danificadas.
Após o tratamento, Dakota Clarke conseguiu ver contornos e cores dos objetos e distinguir luzes à sua volta.O método, conhecido como IV, foi desenvolvido pela empresa americana de biotecnologia Beike Biotech, que realiza tratamentos em 24 hospitais na China.
"Nós não achávamos que o método IV sozinho seria capaz de realizar tantos benefícios. Mas a experiência no caso de Dakota está nos fazendo repensar completamente o uso do IV", disse o diretor de comunicação da Beike Biotech, Jon Hakim, ao jornal britânico "Daily Telegraph".
Os pais de Dakota, Darren e Wilma, disseram no blog que mantêm sobre a filha, que o tratamento tem funcionado como um "milagre".
Segundo o "Daily Telegraph", apenas cerca de 15 pessoas passaram por este tipo de tratamento, que ainda é considerado experimental.
O jornal afirma que na Grã-Bretanha muitos médicos criticam o método, por não se saber se os efeitos do tratamento são duradouros. Fonte: G1.
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O uso de Azilect da Teva aumenta dramaticamente como segunda linha terapêutica para o tratamento da doença de Parkinson (a 1.a linha ainda é o L-dopa!)
05 Mar 2009 - Decidindo recursos, uma das líderes mundiais de investigação e assessoria a empresas centradas em produtos farmacêuticos e questões de saúde, considera que a quota da segunda linha de inibidores da MAO-B aumentou de 14,1 por cento para 35,2 por cento desde o relatório do ano passado. A maior parte deste aumento de uso pelos pacientes foi impulsionado pelo crescimento no uso de Azilect da Teva e atribuído segundo os médicos pelo "crescente conforto com a droga e os dados que comprovem e seu eventual efeito neuroprotetor nos pacientes". (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today.Lembre-se: Tradutor é traidor! e; Não existe opinião pública e sim opinião publicada!
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