segunda-feira, 2 de março de 2009

Uma nova técnica permite obter células tronco seguras a partir da pele humana
2/03/2009 - (...) Sem embargo, existem aspectos ainda não investigados. Um paciente de Alzheimer ou de Parkinson, por exemplo, perde neurônios devido a defeitos genéticos nas próprias células. Se fosse tratado hipoteticamente com células de reposição generadas a partir dele mesmo, esse enxerto celular seguiria tendo os mesmos defeitos genéticos que as células destruídas. (...) Fonte: Eco Diario.es. (Lembre-se: Tradutor é traidor!)
O grande obstáculo está aí!
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Sorprendente avance con células madre
lunes, 02 de marzo de 2009 - Un estudio realizado por científicos británicos y canadienses demuestra que, a partir de las células epiteliales de un paciente, pueden obtenerse células madre. Este método podría dar lugar a tratamientos que curen enfermedades devastadoras, entre las que se incluyen las lesiones de la médula espinal, la degeneración muscular, la diabetes y la enfermedad de Parkinson. El estudio apareció publicado en la versión online de la revista Nature. Fonte: Neoteo. Em português no Terra Notícias e/ou Folha Online.
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Deprensión y demencias, grandes retos
Piden atención para síntomas no motores
La enfermedad de Parkinson (EP) tiene asociados, además de problemas motores (como temblor o rigidez), trastornos no motores que van desde la depresión, a la demencia, pasando por trastornos del sueño o incontinencia urinaria. 02/03/2009 - Pese a que han sido los grandes olvidados en el abordaje de la EP a lo largo de los años, “cada vez se le da más importancia a los síntomas no-motores, pues son muy frecuentes y además, son los que más alteran la calidad de vida de los pacientes, pues no son fácilmente solucionables con los tratamientos”, afirmó Gurutz Linazasoro, del Centro de Investigación en Parkinson de la Policlínica Gipuzkoa de San Sebastián, en un encuentro de neurólgos patrocinado por Boehringer Ingelheim y celebrado en Madrid. Según Rosario Luquín, neuróloga de la Clínica Universitaria de Navarra, “el gran reto en el tratamiento farmacológico es el de encontrar una terapia que mejore los síntomas que no dependen del déficit dopaminérgico, como los trastornos cognitivos o la demencia que presentan un número importante de los pacientes. También hay que encontrar fármacos que reduzcan síntomas depresivos y alucinaciones”. Fonte: Correo Farmaceutico.es.
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Los últimos tratamientos consiguen un control más sostenido de los síntomas de la patología
Ropirinol y rasagilina, nuevas referencias contra el Parkinson
Los nuevos pacientes a los que se les diagnostica Parkinson podrían beneficiarse al ser tratados en primera línea con una combinación de rasagilina y ropirinol de liberación prolongada, en detrimento del tratamiento estándar con levodopa, según se puso de manifiesto en la reunión Controversias en Neurología, celebrada en Madrid. 02/03/2009 - El Parkinson, según explicaron los expertos, tiene dos fases: una primera, que puede durar cerca de diez años, en la que los síntomas se producen por la falta de dopamina en el cuerpo (por la muerte de neuronas que se encuentran bajo el tronco del encéfalo llamadas sustancia nigra), y una segunda, más tardía, en la que los problemas están más relacionados con la pérdida de neuronas, como los trastornos cognitivos y la demencia, detalló José Ángel Obeso, director de la Unidad de Trastornos del Movimiento y Ganglios Basales, de la Clínica Universitaria de Navarra. La mayor parte del arsenal terapéutico se centra en esta primera etapa de la enfermedad, en la que es vital controlar los niveles de dopamina para tratar los síntomas, según el especialista. Para Obeso, tras los estudios Adagio, que sostiene que la rasigilina retrasaría el avance de la enfermedad, y Prepared, que apunta que ropirinol de liberación prolongada atenúa o hace que desaparezcan los periodos de inmovilidad y otras complicaciones motoras, “ha cambiado el abordaje de los pacientes nuevos, que deberían combinar ambos tratamientos”. (segue...) Fonte: Correo Farmaceutico.es.
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Cientistas estudam como conectar neurônios a computadores para combater doenças
02/03/2009 - RIO - Na ficção científica, já vimos muitas maneiras de conexão entre o cérebro humano e o computador. E mesmo na vida real há formas simples de comunicação com o sistema nervoso (por exemplo, através de eletrodos, em ferramentas de acessibilidade para deficientes físicos com a ajuda da tecnologia). Entretanto, uma interface ideal entre esses dois universos ainda está longe de acontecer. Mas três pesquisadores do Weizmann Institute, em Israel, estão chegando cada vez mais perto da rede neural ideal: conseguiram criar uma rede nervosa artificial usando... neurônios de verdade! O objetivo da experiência é entender como a comunicação nervosa se dá dentro do cérebro, para desvendar mais seu misterioso funcionamento. E, também, como os neurônios operam dentro de um esquema semelhante ao de um computador comum, de modo a aproximar as duas áreas e permitir uma ligação eficaz entre elas. Um dos efeitos dessa maior compreensão será a possível resolução de problemas como epilepsia e cegueira, além da revelação dos segredos do raciocínio. - Na verdade, essa é a parte mais fácil: imaginar usos para essa ferramenta - disse à DIGITAL Assaf Rotem, um dos responsáveis pela pesquisa, ao lado de Elisha Moses e Ofer Feinerman. - Os usos mais urgentes seriam obter uma compensação pelos neurônios defeituosos, como os do mal de Parkinson, ou pelas regiões do cérebro lesadas ou perdidas devido a traumas. Dessa maneira, seria possível fazer um cego enxergar ou um surdo ouvir conectando suas regiões visuais ou auditivas com sensores externos (câmeras, microfones). Mas como Rotem e seus colegas trabalharam? Aproximar a lógica do cérebro da lógica mais direta de um computador (e vice-versa) não é exatamente uma tarefa simples. Segundo os cientistas, se por um lado o resto dos animais age impulsionado por estruturas nervosas mais simples, por outro o ser humano tem redes gigantescas de células nervosas que permitem uma gama igualmente imensa de respostas e reações. "A sofisticação de nossos neurônios parece trazer junto um alto risco de erro, de modo que pode ser necessário esse grande número de células para reduzir a possilidade de se enganar", escreveram eles num resumo do estudo. Então, a ideia era criar uma "cultura" de neurônios em laboratório a fim de entender do que elas precisavam para fazer cálculos complexos, e ver como se comportavam fora de seu hábitat. (segue...) Fonte: O Globo.

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