«Si todo va bien podríamos empezar los ensayos en humanos en dos años»
Dirige Projech, empresa que investiga junto con Jove el potencial curativo de las células madre uterinas
29.01.10 - Dos años es el plazo que el director de Projech pone encima de la mesa para poder probar, ya en humanos, los efectos curativos que parecen albergar ciertas células madre procedentes del útero. Carlos Rodríguez, quien dirige el trabajo junto al doctor Francisco Vizoso, director de la Unidad de Investigación del Hospital de Jove, participó ayer en el videochat de elcomerciodigital.com y aseguró a los internautas que los ensayos clínicos podrían arrancar, «si todo va bien, en año y medio o dos años». Claro que para que esta previsión se cumpla los promotores de esta novedosa investigación tendrán que lograr obtener nueva financiación, algo que, de momento, no se ha dado.Tres millones de euros (200.000 euros para empezar) es lo que que mantiene en vilo a quienes han descubierto que las células madre del útero localizadas en el miometrio (la zona muscular) pueden regenerar tejido dañado y contribuir así a la curación de ciertas enfermedades degenerativas como el alzheimer o el parkinson. «Son células que potencialmente podrían emplearse para tratar tres grupos de enfermedades: las autoinmunes, como la de Crohn, el lupus o la psoriasis; las neurodegenerativas tipo parkinson o alzheimer y las degenerativas, como la artritis», precisó Rodríguez. (segue...) Fonte: El Comercio Digital.es.
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Conferência / Doenças neurológicas custam até 790 milhões por ano
por Hermínia Saraiva - 29/01/10 - As doenças do cérebro são a “nova moda” na União Europeia. Os gastos anuais e as perdas de produtividade justificam as atenções dos organismos internacionais.O progressivo envelhecimento da população europeia e uma cada vez maior incidência de doenças do foro neurológico, nomeadamente das doenças de Alzheimer e de Parkinson, custam anualmente entre 390 a 790 milhões de euros, quer nos tratamentos e cuidados continuados daquelas doenças crónicas, quer por via da redução da produtividade e aumento do absentismo. "Patologias como o Alzheimer ou a doença de Parkinson não são as mais frequentes, mas são as mais dispendiosas", disse ontem Patrik Brundin, professor de Neurociências da Universidade de Lund, na Suécia, na VI Conferência Indústria Farmacêutica do Diário Económico e da MSD. Fonte: Economico.sapo.pt.
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Cientistas da USP testam componente da maconha contra mal de Parkinson
Ribeirão Preto (Brasil), 28 jan (EFE).- Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) testam um componente da maconha contra o mal de Parkinson, o 'cannabidiol', para tratar a psicose que sofrem muitos dos doentes, sem que aumentem seus tremores.O "estudo piloto" com seis pessoas que sofrem de Parkinson mostrou que após receber 'cannabidiol' em altas doses melhoraram seus problemas mentais, mas também de ansiedade, distúrbios do sono e depressão, sem que piorassem os tremores provocados pela doença.
Mas os responsáveis pela pesquisa, os professores Antonio Waldo Zuardi e José Alexandre Crippa, deixam claro que isto nada tem a ver com fumar maconha.
"Tomar 'cannabidiol' não provoca alucinações. A maconha tem 460 componentes e só 80 atuam no cérebro. Ao se fumar maconha, a pessoa recebe o 'cannabidiol' mas também muitas outras coisas. Fumar que não é recomendável para fins terapêuticos", comentou Crippa.
Zuardi lembra, além disso, que "a concentração das diferentes substâncias varia em função da parte da planta que se fume e também da região da qual provém". Por isso, "pode causar diferentes efeitos em função da amostra".
Agora, a tarefa dos cientistas brasileiros é a comprovação "em um grande estudo" de que efetivamente o 'cannabidiol' pode ser receitado para melhorar a vida de quem sofre de Parkinson.
Embora não seja novidade que a maconha contém substâncias com propriedades medicinais e que em muitos lugares já se faz pesquisas com o 'cannabidiol', é inédita a comprovação em seres humanos de uma longa lista de propriedades da planta contra Parkinson. (segue...) Fonte: Efe.
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