De acordo com o estudo, pesquisadores identificaram uma conexão entre qualidades protetoras do café e do gene conhecido como GRIN2A, que regula sinais cerebrais que controlam movimento e comportamento.
Em média, os bebedores pesados de café foram identificados como tendo risco 27 por cento menor de desenvolver a doença de Parkinson, independentemente dos genes que carregam. O risco era ainda menor para os bebedores pesados de café que carregam uma variação específica do gene GRIN2A. Eles têm chance de 59 por cento menor de desenvolver a doença, de acordo com a pesquisa. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: The Sacramento Bee.
Hugo, boa tarde.
ResponderExcluirAchei o artigo muito interessante e quero dizer aqui que meu marido e eu notamos já há algum tempo que quando tomo café fico mais ligeira e se estou travada e tomo café volto ao normal mais rapidamente.Quando estou em off ele faz logo um café e sempre volto ao normal mais rápido.
Quem sabe o café poderia ser usado para ajudar nesse questão de congelamento dos movimentos?
Vamos torcer.
abraço
Teca