segunda-feira, 28 de outubro de 2002

OLFATO NA DP

Luciana Morotz nos envia a not�cia a seguir sobre uma pesquisa do olfato. O tema � importante para os portadores de DP e j� foi tratado em outras menssagens neste blog. Veja : 23-9-01 - sintomas da DP; 19-04-02 - novo remedio para DP 02 (GDNF) e 03-10-02 - o grito de dor dev Sheron.
-----Mensagem Original-----
De: CAAL - Administra��o
Enviado: segunda-feira, 28 de outubro de 2002 18:03
Para: Marcilio Dias dos Santos; Hugo Engel Gutterres; Cl�udia Streva
Assunto: Cientistas usam o nariz para entender o c�rebro

Cientistas usam o nariz para entender o c�rebro

A experi�ncia foi realizada com 12 pessoas nos EUA
28 de outubro, 2002
�s 8:07 AM hora de Bras�lia (1107 GMT)

BERKELEY, EUA (CNN) -- O que seu nariz pode ter a ver com uma les�o no c�rebro? Neurocientistas da Universidade da Calif�rnia, em Berkeley, acreditam que o c�rebro de uma pessoa pode ser treinado para fazer seu nariz detectar novos cheiros.

As implica��es, ainda segundo os especialistas, s�o que o c�rebro tamb�m poderia ser treinado para se recuperar de les�es.

Essas descobertas est�o relatadas num estudo publicado na edi��o desta semana da revista cient�fica Nature.

Exatamente como 30 por cento da popula��o, as 12 pessoas que participaram do estudo eram incapazes de detectar um cheiro do ester�ide "androstenone" - que as pessoas mais sens�veis classificam de podre.

Os pesquisadores, liderados pelo estudante universit�rio Joel Mainland e pelo professor assistente de psicologia Noam Sobel, expuseram os participantes ao aster�ide diariamente.

O truque � que somente uma narina foi exposta durante a experi�ncia - a outra foi completamente bloqueada.

Ap�s 21 dias, ambas as narinas podiam detectar o cheiro do aster�ide. O que torna o resultado surpreendente � que n�o existe uma liga��o neural entre as narinas num n�vel perif�rico � sendo assim, os pesquisadores conclu�ram que o reconhecimento compartilhado ocorreu nas estruturas cerebrais do �rg�o olfativo.

"O fato de uma narina que nunca 'viu' esse cheiro ter aprendido a detect�-lo sugere que deve haver alguma esp�cie de mudan�a no c�rebro", disse Sobel.

Isso leva os pesquisadores a concluir que o c�rebro � mais flex�vel - ou capaz de mudar - do que se imaginava anteriormente.

Se o c�rebro pode se treinar para conhecer novos aromas, talvez possa ser treinado para superar, por exemplo, uma paralisia ou outro dano do sistema nervoso.

Outras pesquisas j� est�o planejadas. A equipe vai examinar as diferen�as entre as pessoas que conseguem aprender a detectar um cheiro quando expostas a ele e aquelas que n�o o fazem.

Os cientistas tamb�m v�o usar o exame de resson�ncia magn�tica para ver em que lugar do c�rebro esse aprendizado ocorre.



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