Aspectos b�sicos da interven��o fisioterap�utica na Doen�a de Parkinson
Aline Braga - Acad�mica do 7 per�odo do curso de fisioterapia - OBS.: Pai com DP
O nosso sitema Nervoso possui 3 est�gio de aprendizado motor:
Cognitivo - Busca estrat�gias para a realiza��o do movimeto/Habilidade.
Associativo - Intera��o com o meio/objeto
Aut�nomo - A habilidade torna-se autom�tica
Na Doen�a de Parkinson o paciente inicia-se no est�gio cognitivo e vai sempre permanecer no cognitivo. Ou seja, o paciente perde a capacidade de chegar nos outros est�gios, n�o sendo mais capaz de automatizar tarefas. Ent�o toda a abordagem fisioterap�utica deve ser relacionada com a fun��o.� muito importante o papel da fisioterapia no tratamento complementar da Doen�a de parkinson, ela � usada em parceria com drogas antiparkinsonianas.Existem n�merosas pesquisas que revelam a import�ncia de incorporar a fisioterapia a vida di�ria do paciente.
Plano Terap�utico:
- Manter ou aumentar amplitude de movimento em todas as articula��es.
- Impedir contraturas e corrigir posturas viciosas.
- Manter ou Ganhar For�a muscular (por desuso).
- Trabalhar a marcha.
- Exerc�cios respirat�rios.
- Relaxamento muscular(dicas).
1- Atrav�s desse exerc�cio ocorre uma estimula��o Vestibular.
Em casa o paciente pode ficar em uma cadeira de balan�o ou at� mesmo em uma rede, produzindo assim um relaxamento generalizado da musculatura de todo o corpo.
2- Esse exerc�cio deve ser feito com m�sica de relaxamento.
Paciente deitado em dec�bito dorsal(com a regi�o abdominal voltada para cima), pede-se ao paciente que feche os olhos e realize uma inspira��o e expira��o, relaxando os p�s, pernas,coxas nunca se esquecendo de inspirar e expirar. Relaxe a regi�o abdominal, os bra�os ,o pesco�o e finalmente relaxe a musculatura da face. Esse relaxamento deve ser feito por 15 minutos , 3 vezes por semana.
Pistas visuais:
O paciente com DP possui uma marcha que � denominada marcha festinada, ou seja, � uma marcha com passos curtos e r�pidos com flex�o de tronco e �s vezes com o p� em planti-flex�o . Ent�o para trabalhar a marcha do paciente devemos aumentar o comprimento das passadas, quando aumentamos o comprimento das passadas consequentemente diminu�mos a frequ�ncia dos passos.O paciente tamb�m possui uma base estreita , � um paciente que sofre quedas com facilidade.
Na sess�o de fisioterapia pintamos o ch�o com giz e vamos treinar o paciente a caminhar ,pisando em cima das marcas deteminando um aumento no comprimento da passada. Se a marcha do paciente for muito curta vamos trabalhando gradativamente determinando o aumento da amplitude do passo.
As pistas visuais v�o ajudar a melhorar o padr�o da marcha.
OBS: O paciente com DP em todo o momento que est� sendo tratado tem que estar com toda sua aten��o voltada totalmente para o tratamento. Pois como visto o paciente n�o sai do est�gio cognitivo, ou seja ele sempre esta buscando estrat�gias para realizar determinados movimentos.
Alongamento muscular:
O paciente com DP possui um dist�rbio do t�nus determinado rigidez. N�o adianta mobilizar um paciente com DP achando que o t�nus vai diminuir, o que vai diminuir a rigidez � o medicamneto muito bem ministrado. � importante realizar o alongamento pois como vimos o paciente possui uma marcha festinada, fazendo com que ocorra encurtamento de determinados grupos musculares, especialmente peitorais,m�sculos da panturrilha, iliopsoas , isquiotibiais, esse m�sculos devem ser alongados. Por�m novamente refor�ando n�o se trata de diminuir a rigidez, mas sim para manter ADM, manter o m�sculo em seu comprimento ideal.
Quanto ao tremor , a fisioterapia n�o tem como abolir. O que diminui o tremor � a medica��o.
Sugest�es:
- Facilitar movimentos finos de m�o e dedos.
*Passar folhas de papel,
*Escolher feij�o.
-Diminuir tempo de rea��o aos est�mulos:
*Associa��o de comando em rela��o sentar/levantar.
*Associa��o de comando verbal com jogo de bola.
-Facilitar as AVD'S e promover maior independ�ncia funcional.
*Pistas visuais para todo percurso de c�modos do domic�lio.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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