segunda-feira, 8 de março de 2004

“Não lembro em que momento percebí que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos - para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. (...)

(...) Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado, e amar; e amar-se. Ter esperança, qualquer esperança.

Questionar o que nos é imposto, sem rebedias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. “

Fonte: LUFT, Lia. Pensar é transgredir, Ed. Record, Rio de Janeiro, 2004, p. 21 e 23.


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