Velhice é alguém atrás da gente, colhendo-nos desprevenidos no meio do caminho.
A criança que existe em nós ainda corre, procurando encontrar os mesmos brinquedos da infância. Acreditai !!!
As idéias são de Mário Quintana e estão em dois poemas diferentes. Quem os encontrar ganha um prêmio.
Dica: esses poemas não estão em “A cor do invisível”, - livro que Hugo e Marília nos deram, quando os visitamos em Porto Alegre, antes do Natal – onde o poeta alegremente furta um verso da sua (dele) adolescência (1924). Disso, estou certo. Afinal, freqüentei poucos poetas ultimamente.
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