É justo destruir embriões?
Um dos grandes problemas dos transplantes de órgãos é a escassez de doadores. Em média, apenas 5% da demanda é suprida com alguma rapidez em todo o mundo. Ou seja, 95% das pessoas nas filas de transplantes podem ter seu estado agravado antes de ser tratadas. Uma saída para o futuro é a pesquisa das chamadas célula-tronco, capazes de se transformar em diferentes tecidos. Mas o problema é a origem delas: embriões humanos, que precisam ser destruídos para a obtenção das células salvadoras. Isso é justificável?
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